Residência provisória 1

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NOV.B.02 (540)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-540
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista lateral do Catetinho 1 composto praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, é visível as portas que condizentes aos quartos, salas de hóspedes, sala de despacho, bar e depósito. É notável os toldos ao longo do telhado. À direita, é possível ver a parede externa da direita e um recorte do pilotis pertencentes ao Catetinho 2. Com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Nesta área, na parte direita há um homem com vestes sociais próxima a parede. Ao centro, um homem sentado em um banco acoplado à parede do local que corresponde ao banheiro. À esquerda, há mesas tradicionais de madeira usadas para refeição. Ao redor do Catetinho, há quatro plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) e uma palmeira de médio porte ao lado da parede externa direita. Ao fundo, há uma mata de galeria.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (541)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-541
  • Pièce
  • 10/11/1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco, placa comemorativa do segundo aniversário do Catetinho 1, feita de bronze e inserida na alvenaria do edifício, em homenagem aos idealizadores e construtores do “Palácio de Tábuas”. Descrição da placa: “Esta Casa, Primeira Construção de Brasília, executada em dez dias, de 22 a 31-10-1956, foi a Residência Provisória do Presidente da República, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira. Participaram desta obra pioneira: João Milton Prates, Oscar Niemeyer, César Prates, José Ferreira de C. Chaves, Roberto Penna, Dilermando Reis, Emídio Rocha, Vivaldo Lírio, Osório Reis e Agostinho Montandon. À frente, duas mulheres visitantes, cada uma em um lado da placa comemorativa posando sorridentes para a foto. Ao fundo, um grupo de três homens socializando na região da marquise, a cobertura que protege o pilotis.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (542)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-542
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco, placa comemorativa do segundo aniversário do Catetinho 1, feita de bronze e inserida na alvenaria do edifício, em homenagem aos idealizadores e construtores do “Palácio de Tábuas”. Descrição da placa: “Esta Casa, Primeira Construção de Brasília, executada em dez dias, de 22 a 31-10-1956, foi a Residência Provisória do Presidente da República, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira. Participaram desta obra pioneira: João Milton Prates, Oscar Niemeyer, César Prates, José Ferreira de C. Chaves, Roberto Penna, Dilermando Reis, Emídio Rocha, Vivaldo Lírio, Osório Reis e Agostinho Montandon. À frente, Juscelino Kubitschek aplaudindo e olhando fixamente para o monumento junto a vários visitantes que estão aglomerados em volta também celebrando o marco histórico.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (543)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-543
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco, a preparação de concreto nos arredores da Fazenda Gama. Ao centro, destaca-se uma forma quadrada, de larga extensão, de madeira com concreto em fase inicial, notabilizando-se também tábuas de madeira em posição vertical. Ao centro, um homem de vestes sociais está acima de uma tábua de madeira, segurando um fio e vistoriando a obra. Ao lado, outro operário também suspenso e pouco visível, está escorado na madeira posta em vertical, é possível visualizar apenas o chapéu e parte da calça do operário. Mais à direita, um membro da obra com veste próprio está segurando com a mão esquerda e na direita está enrolando a fita. Em baixo, do operário é possível perceber a elaboração de mais uma forma para preparação de concreto. À extrema direita da foto, há dois trabalhadores, ao lado do carrinho de mão. Um está com a pá retirando o material para jogá-lo, enquanto o outro está observando a ação do colega de ofício. Ao fundo, nota-se a presença de mata de galeria, que ocorre devido a presença de uma nascente local.
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (544)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-544
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque, a construção ainda em fase inicial do Catetinho 1, destaca-se a presença de tábuas de madeira compondo a estrutura correspondente a parte superior do edifício: quartos, banheiros e sala de despachos do “Palácio de Tábuas”. É possível visualizar os operários realizando os procedimentos da obra. Acima dois trabalhadores estão montando a estrutura do telhado. Na extremidade esquerda, nota-se apenas a silhueta de quatro trabalhadores, um membro da obra está agachado e outro em pé com paletó e calça clara está acompanhado de mais dois colegas do serviço. Na parte inferior direita, nota-se a estrutura composta de tijolos que corresponde ao futuro depósito e banheiro, porém sem a pintura da tinta branca. À frente, uma plataforma de madeira junto a tijolos empilhados. Mais à esquerda do Catetinho, está acumulado bastante entulho. Perto a essa localidade há um homem de chapéu branco, roupa comprida branca e calça escuro dando ordens a outro operário que em posição curvada caminhando em direção a ele. Outro membro da obra com chapéu, casaco preto e calça clara caminha em direção ao homem que estava guiando o andamento das obras. Em primeiro plano, mais à direita, tábuas de madeira estão empilhadas. Ao fundo da estrutura fundante do Catetinho está a densa mata de galeria, oriunda de uma nascente local.
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (545)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-545
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em evidência um possível aqueduto de caráter rudimentar, sustentado por sucessos pilares adjacentes, composto essencialmente de madeira contendo divisórias, percorri as redondezas da Fazenda Gama. Na frente do aqueduto, no lado esquerdo, há uma área campestre de Cerrado (campo sujo). No final da trajetória deste sistema aquífero, uma estrutura de madeira quadrada composta de tábuas contendo chaminé e destroços de tijolos possivelmente de uma antiga propriedade. Ao lado está presente uma caminhonete com dois trabalhadores curvados e um outro agachado em sua garupa, auxiliados por outro operário em pé. Ambos estão reunindo tijolos para possivelmente transportá-los para outro local. Ao fundo, observa-se do lado esquerdo, área de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e à direita da mata de galeria, que ocorre devido a presença de uma nascente no local.
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (546)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-546
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista do pilotis do Catetinho 1 ainda em fase de construção. Em primeiro plano, solo de terra de chão batida contendo alguns entulhos. Em segundo plano, o chão do pilotis,composto de concreto queimado, delimitou sua forma por tábuas de madeira no chão. Pilares de madeira ainda estão sem pintura, em um destes, um trabalhador agachado com vestes de campo e chapéu realizando acabamento. Em terceiro plano, destaca-se fogão à lenha, muito utilizado para realizar as refeições dos moradores. À esquerda, entulhos reunidos da obra e à direita um operário com chapéu e vestes simples com três carrinhos de mão. Ao fundo, mata de galeria, oriunda de uma nascente local. No canto superior direito da foto é possível visualizar tábuas de madeira expostas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (547)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-547
  • Pièce
  • 1956
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista do Catetinho 1 em fase de construção. Em primeiro plano, piso de terra com aspecto lamacento. Ao centro, em destaque, uma árvore típica do Cerrado e, ao fundo, observa-se tábuas de madeira no chão, as quais serão utilizadas no edifício. Mais ao fundo, da esquerda para a direita, um veículo próximo a uma tenda com cobertura que aparenta ser de lona, o Catetinho 1 em fase inicial de construção, um pequeno muro de tijolos cerâmicos, uma máquina para auxiliar na obra e diversos trabalhadores espalhados pela fotografia. Ao fundo, mata de galeria, que ocorre devido a presença de um nascente local.
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (548)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-548
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista dos trabalhadores que atuaram na construção do Catetinho. Em primeiro plano, piso de terra e seis homens trabalhadores vestindo, da esquerda para a direita, um homem com vestes escuras; um com calça e camisa clara; ao seu lado, um com vestes escuras e um pequeno chapéu sobre a cabeça; à sua frente, um outro também com calça e camisa clara; outro homem com calça mais escura, camisa clara e chapéu escuro sobre a sua cabeça e por último, um homem trajando uma bermuda e chapéu claro. Ao fundo, uma cobertura aparentemente de lona protegendo o que aparenta ser a segunda máquina geradora de energia presente no Catetinho 1, de 75kWA, trazido do Rio de Janeiro pela NOVACAP para a produção mais efetiva de energia elétrica nas instalações do mesmo.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (499).
CONTEXTO HISTÓRICO DO GERADOR:
IV - Diário de Brasília - 1º tomo - de 1956-1957:
“Quinta-feira, 25 de outubro de 1956
<<Palácio Provisório>> - Instala-se na Fazenda do Gama um gerador de 75kWa.
Chegam a Brasília mais caminhões com materiais, móveis e objetos para a residência presidencial, inclusive aquecedor elétrico e geladeira, na qual se produz gêlo em Brasília pela primeira vez.”
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sans titre

NOV.B.02 (549)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-549
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da paisagem que circunda o local do Catetinho 1. A fotografia foi tirada a partir do pilotis (um conjunto de colunas que sustentam uma obra e, ao mesmo tempo, deixam o pavimento térreo livre) da edificação. Em primeiro plano, piso de terra com uma árvore popularmente conhecida como pau-doce (Vochysia elliptica) em destaque ao lado direito, além da presença de algumas plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.). Ao fundo, observa-se área de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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