Residência provisória 1

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NOV.B.02 (542)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-542
  • Unidad documental simple
  • 1956
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco, placa comemorativa do segundo aniversário do Catetinho 1, feita de bronze e inserida na alvenaria do edifício, em homenagem aos idealizadores e construtores do “Palácio de Tábuas”. Descrição da placa: “Esta Casa, Primeira Construção de Brasília, executada em dez dias, de 22 a 31-10-1956, foi a Residência Provisória do Presidente da República, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira. Participaram desta obra pioneira: João Milton Prates, Oscar Niemeyer, César Prates, José Ferreira de C. Chaves, Roberto Penna, Dilermando Reis, Emídio Rocha, Vivaldo Lírio, Osório Reis e Agostinho Montandon. À frente, Juscelino Kubitschek aplaudindo e olhando fixamente para o monumento junto a vários visitantes que estão aglomerados em volta também celebrando o marco histórico.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sin título

NOV.B.02 (541)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-541
  • Unidad documental simple
  • 10/11/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco, placa comemorativa do segundo aniversário do Catetinho 1, feita de bronze e inserida na alvenaria do edifício, em homenagem aos idealizadores e construtores do “Palácio de Tábuas”. Descrição da placa: “Esta Casa, Primeira Construção de Brasília, executada em dez dias, de 22 a 31-10-1956, foi a Residência Provisória do Presidente da República, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira. Participaram desta obra pioneira: João Milton Prates, Oscar Niemeyer, César Prates, José Ferreira de C. Chaves, Roberto Penna, Dilermando Reis, Emídio Rocha, Vivaldo Lírio, Osório Reis e Agostinho Montandon. À frente, duas mulheres visitantes, cada uma em um lado da placa comemorativa posando sorridentes para a foto. Ao fundo, um grupo de três homens socializando na região da marquise, a cobertura que protege o pilotis.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sin título

NOV.B.02 (540)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-540
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista lateral do Catetinho 1 composto praticamente todo de madeira com concreto armado e alvenaria, é visível as portas que condizentes aos quartos, salas de hóspedes, sala de despacho, bar e depósito. É notável os toldos ao longo do telhado. À direita, é possível ver a parede externa da direita e um recorte do pilotis pertencentes ao Catetinho 2. Com linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, ausência de beiral do telhado e presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo do edifício. Nesta área, na parte direita há um homem com vestes sociais próxima a parede. Ao centro, um homem sentado em um banco acoplado à parede do local que corresponde ao banheiro. À esquerda, há mesas tradicionais de madeira usadas para refeição. Ao redor do Catetinho, há quatro plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) e uma palmeira de médio porte ao lado da parede externa direita. Ao fundo, há uma mata de galeria.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sin título

NOV.B.02 (539)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-539
  • Unidad documental simple
  • 1956
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, área campestre do Cerrado, com dois arbustos esparsos circundando a parte da entrada do Catetinho 1 com uma leve elevação do terreno no meio. Uma barraca íngreme sustentada por uma tábua de madeira conectada ao “Palácio de Tábuas”. A lona, componente da barraca, protege os materiais de construção, dentro deles, é visível um barril de madeira. À frente, há outro exemplar de típica do Cerrado. Em segundo plano, o Catetinho ainda em fase de construção e sem pintura branca. Nota-se que as janelas ainda não estão completamente prontas. Da esquerda para a direita: uma abertura sem as palhetas de venezianas que corresponde ao banheiro do Bar do “Palácio de Tábuas”; outras duas pequenas aberturas condizem com a futura janela do quarto de hóspede 01; as próximas duas janelas, já concluídas pertencem a sala de despachos; a janela seguinte responde ao quarto de Ernesto Silva (1914-2010), ao penúltima é do banheiro e a última do quarto Juscelino Kubitschek (1902-1976). No térreo, na parte à esquerda da barraca, com a parte de tijolos ainda sem pintura com caixote de madeira. À direita da barraca, há um grupo de quatro trabalhadores comunicando-se, um operário, mais visível, está carregando uma cesta de madeira. Ao fundo, é possível visualizar só um recorte da folhagem de uma planta grande da região.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sin título

NOV.B.02 (538)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-538
  • Unidad documental simple
  • 22/10/1956
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Vista lateral do Catetinho 1, destaca-se na varanda do Catetinho, da esquerda para a direita: José Ferreira de Castro Chaves, conhecido por, Juca Chaves (1912-?), engenheiro, calça clara, camisa xadrez e paletó clara apoiando a mão no corrimão; César Prates, funcionário do Banco do Brasil em Minas, calça levemente escura, camisa branca e paletó preto; um homem não identificado; Oscar Niemeyer (1907-2012), arquiteto e urbanista, com calça escura, camisa clara e Emídio Rocha, conhecido popularmente como Rochinha, com calça e camisa clara, um pulôver e um chapéu na mão, apoiando o cotovelo no corrimão da escada. Próximo a escada ligada à varanda, há um veículo estacionado, uma caminhonete Chevrolet Pick-Up, no “solo de terra batida”. Ao lado, no térreo, há dois trabalhadores, poucos visíveis, comunicando-se. Mais a frente, há um suporte de madeira e um barril de metal. Ao fundo do Catetinho 2, evidencia-se a mata de galeria, existente devido à presença da nascente no local.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sin título

NOV.B.02 (537)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-537
  • Unidad documental simple
  • 20/03/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal da segunda Residência Provisória (RP2) do Presidente Juscelino Kubitschek durante a construção de Brasília. Em primeiro plano, um “solo de terra batida”, destacando-se, no canto superior esquerdo, a árvore típica do Cerrado conhecida popularmente como pau-doce (Vochysia elliptica). Em segundo plano, parte lateral do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2), que possui os mesmos aspectos modernistas e inspirações da arquitetura colonial brasileira. Entretanto, seu diferencial para o Catetinho 1, é a presença de uma fachada menos permeável e aberturas nas varandas mais diminutas, sua diferença estrutural evidencia-se na sua composição de estrutura mista, ferro e pilotis com vigas levíssimas de “alma” de Eucatex, uma chapa de fibra de madeira de alta densidade que permite o empilhamento eficaz e seguro em logística (Empresa Eucatex) e madeira. No térreo da edificação, duas árvores com metade dela pintada de branco, outras plantas ornamentais em arranjos de vasos enfileirados e outras, no solo, sem nenhum suporte semelhante. Perto da parede externa direita do Catetinho 2, nota-se um tipo de palmeira. Ao fundo, há a mata de galeria, que ocorre devido à presença da nascente no local.
Imagem semelhante à NOV-D-4-4-B-2 (226) e NOV-D-4-4-B-2 (535) com alteração de coloração, enquadramento levemente alterado com aproximação e sem a presença dos carros no pilotis do edifício.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 2:
Juscelino Kubitschek (1902-1976) se encantou com a construção da capital, mas ainda vinha pouco a Brasília. Em 1957, os amigos do presidente acharam que o Catetinho 1 (ganhou esse nome em homenagem ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro) era pequeno para JK, portanto, decidiram construir uma casa maior. O Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2) foi inaugurado em maio de 1957, uma versão maior, mais bem-acabada e mais confortável do Catetinho 1. Ernesto Silva (1914-2010) e Israel Pinheiro (1896-1973) seguiram morando no prédio antigo. O secretário particular Affonso Heliodoro (1916-2018) acompanhou o presidente. Em 1959 foi vendido ao empreiteiro Sebastião Camargo Corrêa (1909-1994) e hoje se desfez numa chácara nos arredores do Plano Piloto. No mesmo ano, o Catetinho 1 virou patrimônio histórico.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sin título

NOV.B.02 (536)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-536
  • Unidad documental simple
  • 1956
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem, com desfoques na lateral inferior esquerda e na lateral superior direita. Vista lateral do Catetinho 1 com suas tábuas de madeira e sem a pintura original branca. Posteriormente seriam acrescidos, ao edifício, concreto armado e alvenaria. Em primeiro plano, destaca-se área campestre do Cerrado (campo sujo), sem a realização de uma aparagem mais severa, correspondente ao bioma do Cerrado. Em segundo plano, está o “Palácio de Tábuas” projetado por linhas simples e elegantes advindas de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade e beleza. Nota-se que a parede externa esquerda do edifício estende-se até o solo, tal parede possui uma janela para ventilação (posteriormente seria retirada, mas atualmente encontra-se de novo). No térreo encontram-se diversos materiais de construção e entulhos à sua frente. A varanda, ainda inacabada, está sem a largura correspondente ao edifício atual. Neste local, quatro trabalhadores operam alterações na edificação. Dois membros da obra, no extremo do Catetinho, constroem uma parede. Em um dos pilares da varanda, um operário está realizando a pintura. No local que futuramente seria a escada está um homem com chapéu carregando uma tábua de madeira. Abaixo da estrutura provisória que seria a escada, notabilizou-se entulhos (tábuas de madeira enfileiradas e barril de metal), uma mesa de carpintaria e uma lona grande tampando o que seria mais material de construção. Destaca-se também no canto superior esquerdo da foto a árvore típica do Cerrado popularmente conhecida como pau-doce (Vochysia elliptica).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sin título

NOV.B.02 (535)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-535
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da segunda Residência Provisória (RP2), já finalizada, do Presidente Juscelino Kubitschek durante a construção de Brasília. Em primeiro plano, um “chão de terra batida” e, à direita, a árvore típica do Cerrado conhecida como pau-doce (Vochysia elliptica), com metade do seu tronco tingida de branco. Em segundo plano, parte lateral do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2), que possui os mesmos aspectos modernistas e inspirações da arquitetura colonial brasileira. Entretanto, seu diferencial para o Catetinho 1, é a presença de uma fachada menos permeável e aberturas nas varandas mais diminutas, sua diferença estrutural evidencia-se na sua composição de estrutura mista, ferro e pilotis com vigas levíssimas de “alma” de Eucatex, uma chapa de fibra de madeira de alta densidade que permite o empilhamento eficaz e seguro em logística (Empresa Eucatex) e madeira. Em seu pilotis, há a presença de três automóveis, dois Vemag e um Jeep Rural, além de plantas ornamentais em vasos decorativos. Ao fundo, há a mata de galeria, que ocorre devido a presença de uma nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (226) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente alterado para a diagonal direita.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 2:
Juscelino Kubitschek (1902-1976) se encantou com a construção da capital, mas ainda vinha pouco a Brasília. Em 1957, os amigos do presidente acharam que o Catetinho 1 (ganhou esse nome em homenagem ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro) era pequeno para JK, portanto, decidiram construir uma casa maior. O Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2) foi inaugurado em maio de 1957, uma versão maior, mais bem-acabada e mais confortável do Catetinho 1. Ernesto Silva (1914-2010) e Israel Pinheiro (1896-1973) seguiram morando no prédio antigo. O secretário particular Affonso Heliodoro (1916-2018) acompanhou o presidente. Em 1959 foi vendido ao empreiteiro Sebastião Camargo Corrêa (1909-1994) e hoje se desfez numa chácara nos arredores do Plano Piloto. No mesmo ano, o Catetinho 1 virou patrimônio histórico.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sin título

NOV.B.02 (534)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-534
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista em perspectiva do Catetinho 1. Em primeiro plano, chão de terra com resquícios de materiais de construção e dois homens à esquerda da fotografia, ambos com calça escura e camisas brancas, sendo que um deles está utilizando chapéu. Em segundo plano, o Catetinho com suas linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo, e ausência de beiral do telhado. A placa comemorativa de inauguração e outra logo acima do tombamento ambas em uma coluna de alvenaria, já estão inseridas no Catetinho 1. Na parte posterior da Residência Provisória, está o anexo que corresponde a cozinha, a lavanderia e o depósito de materiais do local. Atrás deste anexo, há vegetações cercando o lote. A obra é composta majoritariamente por madeira, não possui varanda nem beiral e tampouco pilotis, há menos suntuosidade e rebuscamentos em seus detalhes. Mais à direita da fotografia, um Ford Pick-Up e, ao fundo, duas plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.), e árvores do Cerrado, dentre elas a planta popularmente conhecida como pau-doce (Vochysia elliptica).
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (716) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a direita.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Sin título

NOV.B.02 (533)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-533
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano, um chão de terra batida foi delimitado e a flora originária alterada, removendo parte da vegetação nativa e substituindo por vegetações ornamentais enfileiradas, como a plantas popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.) com duas plantas típicas do Cerrado entre as ornamentais. Em segundo plano, o Catetinho com suas linhas simples e elegantes, advinda de sua leve influência da casa colonial brasileira e sua concepção modernista que mistura: racionalidade, funcionalidade, beleza, presença de pilotis, característica comum nos prédios residenciais de Brasília, o qual permite o livre trânsito de pessoas no térreo, e ausência de beiral do telhado. A placa comemorativa de inauguração e outra logo acima do tombamento ambas em uma coluna de alvenaria, já estão inseridas no Catetinho 1. Em terceiro plano, parte lateral do Catetinho 2 ou Residência Provisória 2 (RP2). Ao fundo, vegetação natural da mata de galeria, que ocorre devido à presença de uma nascente no local.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (711) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a esquerda.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (713) com alteração de colorimetria e enquadramento levemente para a esquerda com pequeno desfoque no canto superior esquerdo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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