Relevo

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NOV.B.10 (102)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-102
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a Usina-Piloto Saia Velha. Em primeiro plano, observa-se à esquerda uma mata de galeria margeando um curso d'água, com troncos de árvores dispostos paralelamente ao riacho, para passagem de pessoas. Ao lado do curso d'água, observa-se mureta de concreto que contém parte do terreno nivelado e ao lado, a usina hidrelétrica. Em segundo plano, estrutura provisória de madeira na encosta de um morro, com vegetação campestre do Cerrado (provavelmente campo sujo) que na lateral direita possui um duto advindo da usina que segue em direção ao morro. Um pouco acima da encosta do morro, observa-se dois postes de transmissão de energia elétrica. Em terceiro plano, horizonte ensolarado com poucas nuvens. Ver os itens B10 (43), B10 (49), B10 (51), B10 (57) e B10 (58). A Usina - Piloto Saia Velha teve sua construção iniciada em 1957 e foi inaugurada em 1958, para que a energia gerada pudesse abastecer oficinas, residências e escritórios da NOVACAP, além do aeroporto (FONSECA, 2001, p. 191). Após décadas de reinvindicação e abandono, dando lugar a pichações e vandalismo, a usina localizada na Cidade Ocidental, município de Goiás, foi finalmente tombada como Patrimônio Artístico e Cultural do estado de Goiás em 2020 (GOIÁS, 2020). Atualmente se encontra em uma área particular, com a ideia de ser transformada em um museu histórico .

Untitled

NOV.B.10 (103)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-103
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, em formato paisagem, retrata uma área de extração de matéria-prima para construção, possivelmente relacionada à barragem do Lago Paranoá. No primeiro plano, destaca-se uma lâmina d'água, seguida por um barranco, sobre o qual um guindaste está coletando material. À esquerda da fotografia, uma figura masculina é visível. No terceiro plano, algumas árvores nativas do Cerrado compõem a paisagem. Notavelmente, um carimbo com as inscrições ""ENGENHARIA CIVIL E PORTUÁRIA S.A; BRASÍLIA"" está presente na fotografia. Este carimbo indica uma das empresas envolvidas na construção da barragem do Lago Paranoá, sugerindo que a área capturada seja uma cascalheira ou areal próximo à barragem.
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.10 (66)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-66
  • Item
  • 21/03/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra maquinário realizando terraplanagem do Rio Paranoá, para a construção da Barragem do Paranoá. Em primeiro plano observa-se revolvimento de terra por trator de esteira da empresa estadunidense Caterpillar (modelo CAT A7), com a finalidade de desviar a trajetória do Rio Paranoá para o vertedouro da barragem. Em segundo plano, observa-se vegetação florestal típica do Cerrado que ocorre próximo a cursos d'água (mata de galeria ou mata ciliar). Em terceiro plano, observa-se o horizonte nublado. Fotógrafo: Mário Fontenelle. Imagens complementares podem ser encontradas no grupo/maço A.1 (Paisagens) itens A.1(25), (37), (69) e (76) e no grupo/maço B10 (Energia) itens B.10 (33), B.10 (35), B.10 (38), B.10 (39), B.10 (61), B.10 (65), B.10 (67), B.10 (68), B.10 (89), B.10 (109), B.10 (111), B.10 (116).
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.23 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem registra Lago Paranoá próxima à barragem. Em primeiro plano, observa-se o Lago Paranoá, em que o formato das seichas (ondulações em corpos de água confinados) na parte inferior da fotografia indica que ela foi tirada de algum tipo de veículo náutico. Em segundo plano, há um monte de terra acumulada para a formação da Barragem do Paranoá, com uma máquina à esquerda. Em terceiro plano, vegetação do Cerrado adensada à direita e o horizonte ensolarado com muitas nuvens ao fundo. A barragem do Paranoá foi pensada como a solução do problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. A construção se iniciou no final de 1957, com o represamento do Rio Paranoá, envolvendo diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec. No final de 1959, com a conclusão da barragem, deu-se início à formação do Lago Paranoá. Um acampamento foi montado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que inicialmente, estava em uma área hoje inundada. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento era deslocado para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à cidade do Paranoá. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo.

Untitled

NOV.B.23 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-4
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem registra o Lago Paranoá a partir do salão de festas do Brasília Palace Hotel. Em primeiro plano, sob a marquise do salão, é possível ver um jardim com espécies tropicais, ladeado por pavimentação com paginação diagonal. Em segundo plano, há um gramado com uma estrada de terra adjacente, margeado por postes de madeira, e cerrado típico (cerrado sentido restrito) que avança até o Lago Paranoá. Em terceiro plano, verifica-se morros com cobertura vegetal nativa do Cerrado praticamente inalterado pela ação humana, e horizonte ensolarado com poucas nuvens ao fundo. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012), o Brasília Palace Hotel foi inaugurado em 1958, sendo o primeiro empreendimento do Brasil a ser construído com vigas metálicas produzidas no país. Conta com dois paineis de Athos Bulcão (1918-2008) e a ideia era que o local deveria acolher primeiramente, os profissionais que chegavam para a construção da capital. Mas acabou também servindo para que visitantes pudessem ver ao vivo a grandiosa construção de Juscelino Kubitschek (1902-1976).

Untitled

NOV.B.23 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-5
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra vista aérea da região da Barragem do Paranoá. Na parte inferior da imagem, observa-se a construção da Barragem do Paranoá, margeada por vegetação nativa de Cerrado, com casebres que servem de acampamento e apoio na borda inferior. A vegetação circunda toda a imagem, sendo mais adensada na lateral esquerda e mais rasteira na parte inferior. No centro da imagem se encontra o Lago Paranoá, indo rumo ao Palácio da Alvorada na parte superior, e na lateral esquerda solo revolvido para aterramento da barragem. A barragem do Paranoá foi pensada como a solução do problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. A construção se iniciou no final de 1957, com o represamento do Rio Paranoá, envolvendo diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec. No final de 1959, com a conclusão da barragem, deu-se início à formação do Lago Paranoá. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Um acampamento foi montado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que inicialmente estava em uma área hoje inundada. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento era deslocado para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à cidade do Paranoá.

Untitled

NOV.B.23 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-7
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra lancha no Lago Paranoá. Em primeiro plano, observa-se a lancha estacionada na margem do Lago Paranoá, sendo que na parte inferior percebe-se solo exposto e galhos secos à esquerda da lancha, e vegetação herbácea-subarbustiva de baixo porte à direita. Em segundo plano, há o Lago Paranoá, com a Barragem do Paranoá localizada à direita. Em terceiro plano, morros de vegetação nativa do Cerrado e ao fundo acampamento de casebres para moradia e apoio à construção da barragem. Em quarto plano, horizonte ensolarado com muitas nuvens. A barragem do Paranoá foi pensada como a solução do problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. A construção se iniciou no final de 1957, com o represamento do Rio Paranoá, envolvendo diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec. No final de 1959, com a conclusão da barragem, deu-se início à formação do Lago Paranoá. Um acampamento foi montado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que inicialmente estava em uma área hoje inundada. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento era deslocado para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à cidade do Paranoá. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo.

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