Rebrotas

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NOV.B.14 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-15
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, há via de terra batida com fragmentos de canos dispersos alinhados à esquerda da fotografia para tubulação de água. Nas laterais da via, há vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), com destaque para uma única árvore de grande porte na lateral esquerda (espécie não identificada). Na margem da via, a vegetação se encontra com aspecto ralo e com algumas rebrotas de árvores e arbustos, indicando que houve remoção recente da vegetação por intervenção humana. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Untitled

NOV.B.13 (95)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-95
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Representante digital consta de manchas e riscos. Vista térrea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de parte da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Na fachada do hotel, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento. No plano inferior central, ao térreo da fachada leste, nota-se a estruturação do terraço do que veio a ser o restaurante - ainda em processo obra -, caracterizado pela laje em T onde hoje, encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria  do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). A frente da laje sobre pilotis do saguão, observa-se a presença de uma caminhonete - responsável pela carga e descarga dos materiais no canteiro de obra -, e atrás deste, montes de materiais - aparentando ser areia. Abaixo da marquise, à direita, dois tanques. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada a locação do edifício, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Na parte inferior, nota-se rebrotas de gramíneas, arbustos e árvores do Cerrado, indicando remoção recente da vegetação.

Untitled