Primeira missa

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NOV.B.19 (57)

"Fotografia em preto branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem da maquete física, de materiais não identificados, da concepção do altar da primeira missa de Brasília. No registro há, na parte inferior, um corpo d’água e ao centro a construção do altar em meio a um gramado descampado. Uma grande cruz, provavelmente representando a cruz do Cruzeiro, encontra-se à frente do altar, próximo ao eixo central da obra, levemente deslocada para a esquerda.
A maquete contém bastante similaridade com o projeto presente nos desenhos arquitetônicos oficiais, disponíveis para consulta no Arquivo Público do Distrito Federal, em Brasília. Ela apresenta o mesmo posicionamento do painel de madeira do altar, ao centro; dos bancos, à esquerda; e do espaço de côro, à direita; e também dos pilares em formato de seta. A diferença está na disposição dos cabos de aço presos à lateral dos pilares, que tensionam e sustentam a cobertura de lona.

Informações adicionais: O projeto modernista do altar destinado à primeira missa de Brasília pode ser segmentado em três etapas: o desenho presente nas pranchas oficiais, a maquete elaborada e o projeto que foi materializado. Os dois primeiros momentos citados carregam similaridades, apesar de não serem iguais. Entretanto, a tenda construída para a cerimônia se difere bastante e tem caráter temporário e de improviso.
A obra foi elaborada por Oscar Niemeyer (1907-2012), em 10 de janeiro de 1957, data anterior à transferência da capital do Rio de Janeiro para Brasília, em 1º de outubro de 1957. O material contendo os desenhos originais está disposto em seis pranchas de papel vegetal desenhadas a grafite e encontram-se disponíveis no Arquivo Público do Distrito Federal, no fundo da SEDUMA (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente), mais precisamente, no escaninho 5. A ausência de carimbos em três das cinco folhas não permite saber se há mais desenhos que foram desenvolvidos para a ocasião.
"

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NOV.B.3 (40)

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco está uma estrada de terra batida, que corta a paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, enquanto ao fundo a vegetação arbórea original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (38)

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco está uma estrada de terra batida, que corta a paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, enquanto ao fundo a vegetação arbórea original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (35)

Fotografia colorida em formato paisagem. Em primeiro plano, ao centro, está uma das estruturas de madeira utilizadas para erguer uma lona durante a primeira missa de Brasília, meses antes - em 03 de maio de 1957 -no local conhecido atualmente como Praça do Cruzeiro. Em segundo plano é possível visualizar uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) que foi queimada recentemente, enquanto ao fundo observa-se a transição para uma vegetação mais adensada. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (34)

Fotografia colorida em formato paisagem. Em primeiro plano é possível visualizar a terra que foi removida para a construção da "Via S1" do Eixo Monumental. Ao fundo, é visto o espaço que atualmente é a Praça do Cruzeiro, com destaque para o marco geodésico "Vértice n°8" e a cruz que deu nome ao lugar, feita em madeira de aroeira torneada. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília em 3 de maio de 1957. Fotografia de Mário Fontenelle. No horizonte é possível visualizar uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com indícios de queimada recentemente, enquanto ao fundo observa-se a transição para uma vegetação mais adensada. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (30)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano, é possível visualizar uma paisagem típica de campo sujo, com árvores de médio porte de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas na paisagem, aparentemente desmatada, com a presença de marcas de automóveis na vegetação e árvores cortadas. Ao fundo, está a área que atualmente é a Praça do Cruzeiro, que recebeu este nome pela cruz que marca o local. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, semelhantes à cavaletes, que foram utilizadas para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília em 3 de maio de 1957.

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NOV.B.3 (3)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Ao centro da imagem está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar uma vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas que aparentemente foi desmatado. Ao fundo se estende pelo horizonte um conjunto de diferentes fitofisionomias do Cerrado não identificáveis. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (2)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, devido a presença de marcas de automóveis, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (19)

Fotografia colorida no formato paisagem. Ao centro da imagem está a área que atualmente é a Praça do Cruzeiro, com destaque para a cruz feita em madeira de aroeira torneada. Em segundo plano é possível visualizar vegetação do Cerrado que foi alterada para a construção da Via S1 do Eixo Monumental, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. É possivel ver ainda uma estrutura de madeira, que foi utilizada para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília em 3 de maio de 1957. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (18)

Fotografia colorida no formato paisagem. Ao centro da imagem está a área que atualmente é a Praça do Cruzeiro, com destaque para a cruz feita em madeira de aroeira torneada. Ao redor do marco é possível visualizar vegetação de Cerrado aparentemente desmatada, enquanto ao fundo a paisagem original de mata seca se mantém. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília em 3 de maio de 1957. Por toda a imagem é perceptível a ação humana devido a presença de estradas de terra batida e marcas de veículos em meio às gramíneas. Na parte inferior da imagem observa-se árvores de médio porte de gomeira (Vochysia thyrsoidea). Fotografia de Mário Fontenelle.

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