Presidência da República

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NOV.B.2 (278)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-278
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a vista diagonal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e uma mancha arroxeada no quadrante inferior direito. No primeiro terço vertical à esquerda, vê-se parte da estrutura exposta do bloco principal do Palácio da Alvorada, onde um trabalhador, vestindo macacão e usando chapéu, se equilibra sobre vergalhões metálicos que seccionam os painéis de vidro na fachada. Abaixo deste trabalhador, dois outros operários trabalham entre escada, andaimes e materiais de construção, sem capacetes e equipamentos de proteção individual (EPI). No terço vertical central, mais três operários trabalham na fachada frontal do Palácio, se pendurando em andaimes ou vergalhões. No terço vertical direito, seis operários estão no gramado central do Palácio, sendo: dois operários conversando próximos a uma rampa de acesso ao bloco principal, três operários em volta de placas de concreto no chão e um operário em um plano atrás, à direita do poste de energia. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram, infelizmente, comuns devido à falta de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela vertiginosa altura. Como relatado em áudios transcritos de trabalhadores da época: ...“Você parava por ali assim, e dava uma olhada na Esplanada dos Ministérios, sempre à tardezinha, à noite. Meu Deus do céu! Parecia fogos de artifício. Era o cidadão trabalhando, peão, gente caindo, muita gente morrendo. Não cuidava muito da segurança, tinha que fazer. E foi fazendo.” (DE FARIA, 1989 apud VIDESOTT, 2009). Sobre a estrutura do Palácio, nota-se que, no momento do registro, a obra estava em sua fase de finalização de revestimentos e aplicação de planos de vidro nas esquadrias. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Sin título

NOV.B.2 (276)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-276
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Em primeiro plano temos o helicóptero do modelo BELL 47J (H-13J) - RANGER, que transportava o então presidente da república, Juscelino Kubitschek com o objetivo de inspecionar as obras da nova capital federal. Em segundo plano à esquerda temos o Palácio da Alvorada com suas obras concluídas e à direita um conjunto de palmeiras ornamentais. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Sin título

NOV.B.2 (274)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-274
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a vista frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. No primeiro terço inferior da imagem, vê-se restos de materiais da obra, sendo parte destes resquícios advindos do cerceamento em madeira que delimita a área de terra revolvida da área de pedregulho e areia, separando claramente a região de obras do Palácio da Alvorada. Acima do primeiro terço, encontram-se montes de terra espalhados na região dentro do cerceamento do canteiro. Na região central da imagem está localizado o Palácio da Alvorada, em aparente fase construtiva concluída, recebendo visitas (como se nota uma aglomeração de pessoas ao centro, ao lado esquerdo de um ônibus amarelo e a circulação de outro ônibus de mesmo modelo na pista à esquerda do Palácio). A fachada frontal do Palácio da Alvorada recebe 10 colunas em formato parabolóide que servem de apoio para a cobertura retilínea e longitudinal da construção. Seu invólucro (envoltória) envidraçado é visível por detrás das colunas. Ao lado esquerdo da fachada do Palácio está a Capela anexa à construção principal. Na linha do horizonte, tem-se um alojamento de trabalhadores no limite à esquerda da imagem, um vislumbre da capela da Ermida Dom Bosco com sua estrutura triangular, em formato da letra “A” e a vasta vegetação que varia do Cerrado típico (cerrado sentido restrito) à direita e Cerrado denso (cerrado sentido amplo) à esquerda do registro. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

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