Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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NOV.C.1 (13)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco se vê o jornalista Raimundo Nonato da Silva (1918), em frente ao Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade) no dia 21 de abril de 1960, mesmo dia da inauguração tanto do museu quanto da nova capital. Ao fundo sob a estrutura do monumento se vê várias pessoas que celebram a inauguração da cidade.
Nonato Silva foi diretor da Divisão de Divulgação da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil) e editor da Revista Brasília, periódico mensal mantido pela construtora a fim de documentar a estruturação da cidade, sendo o primeiro veículo de comunicação da capital. O jornalista foi contratado pela Novacap para editar o boletim da companhia com as nomeações e atos oficiais, assumindo oficialmente a direção da Divisão de Divulgação e da revista em 16 de abril de 1957, substituindo a posição de Paulo Rehfeld, que passa a ser chefe da organização.
O Museu Histórico de Brasília é um projeto de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer, o monumento faz parte do Conjunto Cultural Três Poderes (integram também o conjunto: Palácio do Planalto, o Panteão da Pátria e o Supremo Tribunal Federal) e foi planejado com o intuito de preservar a história e feitos relacionados ao projeto audacioso que foi a construção de Brasília. O museu tem sua estrutura formada por um bloco longitudinal, que se apoia fora do eixo sobre um cubo, erguido em concreto armado, conta com elementos estéticos modernistas, marcado principalmente pelas linhas retas e sóbrias, seu atributo mais chamativo são as inscrições históricas presentes em suas paredes revestidas de mármore branco, tanto na fachada externa quanto nas paredes internas do marco.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.26 (1)

"Fotografia colorida, formato paisagem. Vista aérea em que se observa as obras de edificação do conjunto da praça dos Três Poderes, esses representados pelos edifícios, em sentido anti-horário: Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal. Em posição central aos três edifícios está o museu da Cidade. As estruturas das construtoras, compostas de oficinas, alojamentos, escritórios, refeitórios, estão localizadas próximas aos edifícios.
Palácio do Congresso Nacional: O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Palácio do Planalto: A arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma de velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos) que compõem o Palácio do Planalto. À frente, evidencia-se a rampa de acesso ao salão nobre, que se eleva lentamente do solo, abaixo, há o espelho d’água que circunda frontalmente e lateralmente do prédio, confere beleza à fachada do palácio, auxiliar a manter a segurança do prédio e a controlar a umidade do ar. O Parlatório situado à direita da entrada principal, é o local onde o Presidente e convidados podem se dirigir ao povo concretado na praça.
Supremo Tribunal Federal: Destaca-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos.
Museu da Cidade: O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília.
Padrão do Terrapleno: Ao centro, nota-se a formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo), Supremo Tribunal Federal (Judiciário) e Palácio do Planalto (Executivo).
Praça Central da Praça dos Três Poderes: Ao centro da Praça dos Três Poderes, há um grande espaço vazio característica marcante da concepção praça cívica, composto de pedra portuguesa.
Eixo Monumental: Atravessando o complexo que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, está em fase inicial de construção o Eixo Monumental ainda não pavimentado.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (16)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) na construção do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, escrito: “MUSEU – NOVACAP – DEPARTAMENTO DE EDIFICAÇÕES – 2ª DIVISÃO”. Ao fundo, da esquerda para a direita, nota-se a construção do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), e a sua frente, há uma faixa de saudações dos trabalhadores da Construtora Rabello escrita: “Os trabalhadores da Rabello saúdam a Comitiva Presidencial”, ao centro, faixa sobre a cobertura do Museu da Cidade da Construtora Rabello e multidão de pessoas próxima ao acampamento da Construtora Rabello S/A no inferior da fotografia. Logo abaixo da placa de identificação estão sete homens, sendo que dois destes estão escorados no madeiramento que ergue a placa. O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (80)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Desenho da perspectiva externa do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. O desenho em questão foi realizado para fins de estudo do monumento, mais precisamente, de uma de suas fachadas. Este tem perspectiva com um ponto de fuga no centro que é a referência no horizonte para fazer as linhas em um desenho e construir uma perspectiva. Próximo ao monumento, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão na Praça dos Três Poderes. À frente do Museu aparenta ter um mastro de bandeira e desenhos de croquis de Brasília dos monumentos e do desenvolvimento da capital na fachada, os quais não foram executados. No entanto, a rampa de acesso ao Museu, à direita, e o que aparenta ser a sugestão da escultura em pedra sabão da Cabeça do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) incrustada na parede externa do Museu da Cidade em construção com 1,5 tonelada e 1,40 metros de altura, de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002) foram realizados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (79)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Desenho da perspectiva interna do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. O desenho em questão foi realizado para fins de estudo do monumento, mais precisamente, da sua área interna. Este está em perspectiva com um ponto de fuga no centro que é a referência no horizonte para fazer as linhas em um desenho e construir uma perspectiva. Em primeiro plano, há três pequenos expositores de chão no formato retangular com a representação de objetos expostos sobre e dentro dos mesmos. Ao centro, mais ao fundo, dois calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão dentro do Museu, sendo que um está observando a parede com o desenho do Plano Piloto de Brasília de Lucio Costa (1902-1998), à esquerda, e o outro está observando um comprido expositor retangular fixado na parede oposta. Nas paredes percebe-se algumas inscrições que futuramente serão os 16 painéis que contam a história da mudança da capital. Na cobertura, há pequenas aberturas zenitais para a entrada de iluminação natural (claraboias), ou seja, é uma abertura feita na laje de uma construção que permite a entrada de iluminação natural, projetam luz no piso, formando padrões de sombreamento, e se conectam com uma das aberturas da fachada, a fenda vertical. Ao fundo, outro pequeno expositor de chão no formato retangular próximo a fenda vertical.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (60)

"Fotografia em cores, formato paisagem com marca de fitas nas laterais. Vista aproximada da maquete do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. A maquete em questão foi realizada para fins de estudo do monumento, mais precisamente, de uma de suas fachadas. Próximo ao monumento, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão na Praça dos Três Poderes. À frente do Museu aparenta ter um mastro de bandeira e desenhos de croquis de Brasília dos monumentos e do desenvolvimento da capital na fachada, os quais não foram executados. No entanto, a rampa de acesso ao Museu, à direita, e o que aparenta ser a sugestão da escultura em pedra sabão da Cabeça do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) incrustada na parede externa do Museu da Cidade em construção com 1,5 tonelada e 1,40 metros de altura, de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002) foram realizados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (49)

"Imagem em preto e branco, apresentada no formato paisagem, captura a maquete do primeiro anteprojeto do Congresso Nacional, de Oscar Niemeyer, em 1957. A fotografia oferece uma visão única da maquete, revelando a perspectiva arquitetônica da época, onde as cúpulas destacam-se por aberturas estratégicas para iluminação.
A cena abrange as vias laterais, identificadas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional. Destaca-se também uma rampa localizada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Neste projeto inicial, não há uma via específica dedicada ao Congresso, como encontramos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a situação atual, observamos a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente incorporado ao design. A imagem sugere que, devido à perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes mantêm semelhanças notáveis com a configuração presente.
Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (46)

"A imagem em preto e branco, apresentada no formato paisagem, imortaliza o primeiro anteprojeto de Oscar Niemeyer em 1957, destacando a maquete do Congresso Nacional em Brasília. A fotografia foca na elevação leste e posterior do edifício, proporcionando uma visão ímpar dessa fase inicial do projeto. Apesar de ser o primeiro anteprojeto, as cúpulas retratadas não exibem aberturas, diferindo das imagens anteriores.
Na composição visual, percebe-se distintamente dois platôs no terreno. O primeiro, situado em um nível abaixo, abriga o próprio Congresso Nacional, enquanto o segundo, em posição mais elevada, localiza a esplanada dos ministérios e delimita a área circundante. Essa decisão projetual evidencia a intenção dos arquitetos de conferir imponência ao edifício, ressaltando sua importância como local de deliberação de leis e decisões governamentais.
A cena abrange as vias laterais, identificadas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional. Chama atenção também uma rampa posicionada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício anexo ao Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial do projeto, não se delineia uma via específica dedicada ao Congresso, como encontramos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a atualidade, nota-se a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, elemento incorporado posteriormente ao design, assim como o jardim de palmeiras situado na parte posterior e ao lado do edifício anexo. A perspectiva limitada da fotografia sugere que elementos como rampas, coberturas, cúpulas e o edifício dos gabinetes mantêm notáveis semelhanças com a configuração presente, proporcionando um vislumbre intrigante da evolução arquitetônica ao longo do tempo.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (45)

"A imagem em preto e branco, apresentada no formato paisagem, a fotografia apresenta a elevação oeste e frontal do Congresso Nacional, situado em Brasília, correspondendo ao primeiro anteprojeto de Oscar Niemeyer em 1957. A fotografia proporciona uma visão singular da maquete, revelando a arquitetura marcante da época, com as cúpulas se destacando por aberturas estratégicas para iluminação.
A cena abraça as vias laterais, conhecidas como Via S1 e Via N1, que envolvem majestosamente o Congresso Nacional. Destaca-se uma rampa situada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial do projeto, não se delineia uma via específica dedicada ao Congresso, diferenciando-se da organização viária que observamos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a situação atual, notamos a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente incorporado ao projeto. A imagem sugere que, devido à perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes mantêm notáveis semelhanças com a configuração presente.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (44)

"A fotografia em preto e branco, apresentada no formato paisagem, oferece uma perspectiva única da maquete do primeiro anteprojeto, de 1957, destacando a cúpula e as camadas intrincadas destinadas à construção do plenário da Câmara dos Deputados. A imagem revela, aberturas estratégicas nas cúpulas e a visão interna do plenário, proporcionando um vislumbre detalhado do projeto arquitetônico.
Com base na tese de doutorado de Elcio Gomes, a explicação detalhada destaca como o projeto foi concretizado. Os volumes das cúpulas de revolução desempenham um papel central, definindo os principais elementos espaciais. O estudo da fase de concepção revela a solução geométrica adotada para a cúpula do Senado, caracterizada por uma curva parabólica, com vértice limitado a uma altura de 9,85 metros e pontos extremos determinados por um diâmetro de 39 metros.
A estrutura é engenhosamente resolvida para aproveitar os potenciais de resistência oferecidos pela forma estrutural, permitindo vencer grandes vãos com o mínimo de material necessário. A casca da cúpula apresenta uma espessura mínima de 14 centímetros nos meridianos superiores, aumentando para 50 centímetros na região de máxima compressão próxima ao anel de contenção dos esforços horizontais, próximo à base de contato com a plataforma. Isso resulta na transmissão eficiente de cargas verticais aos pontos de contato e apoios.
Assim, a imagem não apenas documenta a fase inicial do projeto, mas também proporciona uma visão detalhada da execução e resolução estrutural, destacando a engenhosidade por trás da materialização do anteprojeto.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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