Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (92)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Praça dos Três Poderes. Em primeiro plano, destaca-se o terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, com uma vegetação de Cerrado Nativo bastante desmatada e com duas vias terrestres simples cruzam-se em uma via única. Em segundo plano, ao centro, o desenho do Congresso Nacional, fica no vértice superior do triângulo, e é composto pelo edifício principal e dois anexos destinados aos escritórios administrativos verticalizados de 92 metros. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. À esquerda, está presente o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, mais visível em seu lado oeste. Possuem formatos que remetem a velas de barco. A caixa de vidro, que compõem o centro do edifício, dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, dá a sensação de suspensão. Próximos ao monumento ainda estão presentes os galpões e depósitos que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. À direita, evidencia-se o Palácio do Planalto com suas nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que são bastante similares à sede do Judiciário. Próximo a sede do Executivo, está o Eixo Monumental que perpassa o complexo Praça dos Três Poderes-Esplanada dos Ministérios, já em fase final de construção o Eixo Monumental ainda não pavimentado. Em terceiro plano, nota-se a Esplanada dos Ministérios com espaços vazios (característica marcante do arquitetura modernista), ao centro e os Ministérios com suas vigas e pilares metálicos totalmente envolvidos por concreto, a execução de laje de forro no mesmo material, o que definiu, conforme os padrões, laje dupla nos pavimentos. No lado esquerdo, após a Esplanada dos Ministérios, está presente o Banco do Brasil de maior dimensão e a Caixa Econômica ao lado.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (91)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção da fundação da cúpula da Câmara dos Deputados do Palácio do Congresso Nacional. Há diversas formas de madeira e estruturas temporárias de madeira as quais estão servindo de escoramento. A cúpula da Câmara está localizada à esquerda, com diversas formas de madeira para os pilares e laje concretada. A base da cúpula é a construção do Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (90)

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, visão aérea. Em primeiro plano nota-se um terreno descampado, em chão de terra batida, resultado de um processo de terraplanagem de onde viria a ser construído o Bosque dos Constituintes (local de grande significado histórico por homenagear os membros da Assembleia Nacional Constituinte. Esses parlamentares foram pioneiros ao incluir, na Constituição Federal, um artigo inteiramente dedicado à proteção do meio ambiente - o 225), ao lado da via N1 do Eixo Monumental. Em segundo plano na lateral esquerda da imagem aparece uma parte da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23); no centro da imagem, está o Palácio do Planalto finalizado, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) de sua fachada finalizadas; as mesmas sustentam a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento. Inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro), e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70); ao lado direito do palácio presidencial estão construções temporárias da NOVACAP, da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores. Em terceiro plano, atrás do Palácio do Planalto está o espaço em que seria construída a Asa Norte, ainda sem alteração na vegetação que se trata de vegetação típica do Cerrado.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (9)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista lateral do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). Perpassando o triângulo equilátero encontra-se o Eixo Monumental, ainda sem pavimentação. Galpões e depósitos de materiais circundam os monumentos. À direita, destaca-se uma Mata de Galeria, cortada, ao centro, pela vila operária conhecida como Vila Planalto com habitações simplórias de madeira.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (89)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Praça dos Três Poderes, em primeiro plano, destaca-se o Supremo Tribunal Federal com suas sequência de colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), como formatos que remete a velas de barco. A caixa de vidro dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, o qual compõem o centro do edifício, dá a sensação de suspensão. A cobertura retangular transmite uma sensação de “caixa sobre caixa”. Ao redor, nota-se que o terreno circundante do Supremo Tribunal Federal, está sendo arado, no canto inferior direito, por alguns tratores e próximo a trilha que percorre a parte lateral do palácio. Uma via longa, já pavimentada, perpassa a área do Praça dos Três Poderes e estende-se até a Esplanada dos Ministérios. Na parte central, está o renque de palmeiras imperiais que imprime uma verticalidade ao conjunto dos monumentos diferenciando com o espaço vazio da praça autônoma do Congresso Nacional. Tal monumento ressalta sua expressividade com os dois anexos verticalizados, de 92 metros, correspondentes aos edifícios administrativos. À frente, as duas cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) contrastam com as colunas simétricas dos anexos administrativos e acrescenta mais beleza a tais torres grandiosas. Mais à frente, é possível visualizar apenas dois prédios ministeriais, próximos ao Eixo Monumental que estende-se por um longo trecho. Mais à direita, ao fundo, é possível visualizar o Cerrado nativo já bastante desmatado.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (88)

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Vista lateral do Congresso Nacional. Em primeiro plano, na extrema esquerda, nota-se um poste de madeira, situado entre um pequeno cercado também de madeira, à direita, e um gerador de energia que fornece eletricidade ao poste, à esquerda. No lado oposto, há outro poste elétrico interligando seus fios com o anterior. À frente, predomina um terreno descampado, marcado por marcas de pneus, o qual está sendo realizado as tarefas da obra. Destoa-se na extremidade direita do edifício principal, a execução do processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, para o levantamento das colunas de concreto situadas na varanda, dispõe-se cercas encadeadas na parte do subsolo. Na área externa, perto da base do cimbramento, verifica-se apenas a cabeça de um operário trabalhando próximo de uma concentração de areia. No encontro do edifício principal com a rampa externa inferior, presencia-se um poste elétrico, adjacente, cavaletes e cercas de madeira que impedem acesso à área subterrânea. Em paralelo, é possível visualizar cinco obreiros realizando suas funções, em meio ao entulho e acúmulo de areia. Na porção final, é perceptível um homem de camisa branca, de costas deslocando para baixo da rampa inferior, a qual detém diversos funcionários, por toda sua extensão, encarregando-se de seu firmamento, atrás do pedreiro de camisa branca, há uma considerável concentração de terra misturado com entulho. No encontro das duas rampas, há um cidadão de braço semi flexionado olhando para a frente, enquanto outro indivíduo caminha em direção contrária, por meio da rampa externa até a plataforma. No lado esquerdo da rampa superior, evidencia-se o que assemelha-se a um gerador nas proximidades da varanda do edifício principal. Já colado ao talude, pousam-se diversas tábuas de madeira espalhadas ao solo. Sob o talude, encontra-se o Eixo Monumental, em seu trecho inicial, há um profissional ao lado de um caminhão estacionado. Entre o talude e o edifício principal, visualiza-se também o processo de cimbramento sendo efetuado, é pouco nítido a presença de outro caminhão com vários operários, em sua caçamba, percorrendo a via. Focando o olhar na plataforma, sobressai o Senado com sua estrutura quase completa, todavia sem o acabamento finalizado, Na sua porção esquerda, apresenta-se um contratado sentando em uma caixa de madeira em meio aos materiais de construção, à esquerda, é possível ver a parte posterior de uma placa indicativa. Adjunto a ela está outra placa pequena com dois pedreiros observando-a, ao redor, situa-se dois barris distantes diagonalmente. Já na porção direita do Senado, há um pequeno depósito de telhado íngreme, circundado por dois pequenos postes de luz e um trabalhador agachado perto do limite da plataforma, observando o perímetro, ulteriormente, ao pequeno depósito, é pouco visível alguns obreiros elaborando as escadas temporárias úteis para fornecer acesso ao topo do Senado. Ao fundo da imagem, é pouco perceptível a coluna de concreto do Supremo Tribunal Federal envolta por um andaime.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (87)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea dos monumentos componentes da Praça dos Três Poderes e parte da esplanada dos ministérios. A imagem enquadra o Palácio do Supremo Tribunal Federal, cinco dos edifícios ministeriais, o Palácio do Congresso, o Museu Histórico de Brasília e grande parte do terreno delimitado para a praça. No primeiro terço da imagem, na parte superior, aparecem cinco edifícios ministeriais, enfileirados paralelamente, que compõem a esplanada dos ministérios. Entre o primeiro e segundo terço da imagem, na parte inferior, nota-se o Palácio do Supremo Tribunal Federal com suas colunas harmoniosas em duas fachadas (faces leste e oeste) com formato que remete a velas de barco; a caixa de vidro compõe o centro do edifício, dando a sensação de suspensão; a forma simples com elementos marcantes torna o edifício em um espaço convidativo e contemplativo, além de edificações ícones da região; a simplicidade da volumetria também incorpora os aspectos modernistas, característicos da assinatura do arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, responsável pelo projeto dos palácios da Praça dos Três Poderes. No segundo terço da imagem encontra-se o Palácio do Congresso, este edifício situado no vértice superior do triângulo do complexo da Praça dos Três Poderes; é composto pelos edifício principal e dois anexos destinados aos escritórios administrativos; as cúpulas do edifício principal possuem um traço delicado que contrastam com as colunas simétricas, as mesmas correspondem à Câmara dos Deputados (cúpula virada para cima) e o Senado Federal (cúpula virada para baixo); as torres que formam vértices de 92 metros de altura, podem ser vistas desde a Torre de TV e orientam as perspectiva dos visitantes até a Esplanada dos Ministérios. Passando dos dois lados do Palácio do Congresso estão as vias S1 e N1 do Eixo Monumental (respectivamente da esquerda para a direita), é possível ver alguns carros passando nos sentidos das vias. Centralizado no terceiro terço da imagem está o Museu Histórico de Brasília, de concreto armado e mármore branco, sustentado por um par de vigas que formam um bloco de 35 metros de comprimento e 5 metros de largura, apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao vão com inscrições nas paredes; em seu interior estão paredes em mármore exibem 16 painéis, que contam a história da mudança da capital; este foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960. Centralizado no terceiro terço da imagem está o centro da Praça dos Três Poderes, onde há um grande espaço vazio característica marcante da concepção praça cívica, composto de pedra portuguesa. Ao fundo da imagem está o espaço de terra onde posteriormente foi construída a Asa Norte do Plano Piloto.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (86)

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Vista lateral do Congresso Nacional. Em primeiro plano, na extrema esquerda, nota-se um poste de madeira, situado entre um pequeno cercado também de madeira, à direita, e um gerador de energia que fornece eletricidade ao poste, à esquerda. No lado oposto, há outro poste elétrico interligando seus fios com o anterior. À frente, predomina um terreno descampado, marcado por marcas de pneus, o qual está sendo realizado as tarefas da obra. Destoa-se na extremidade direita do edifício principal, a execução do processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, para o levantamento das colunas de concreto situadas na varanda, dispõe-se cercas encadeadas na parte do subsolo. Na área externa, perto da base do cimbramento, verifica-se apenas a cabeça de um operário trabalhando próximo de uma concentração de areia. No encontro do edifício principal com a rampa externa inferior, presencia-se um poste elétrico, adjacente, cavaletes e cercas de madeira que impedem acesso à área subterrânea. Em paralelo, é possível visualizar cinco obreiros realizando suas funções, em meio ao entulho e acúmulo de areia. Na porção final, é perceptível um homem de camisa branca, de costas deslocando para baixo da rampa inferior, a qual detém diversos funcionários, por toda sua extensão, encarregando-se de seu firmamento, atrás do pedreiro de camisa branca, há uma considerável concentração de terra misturado com entulho. No encontro das duas rampas, há um cidadão de braço semi flexionado olhando para a frente, enquanto outro indivíduo caminha em direção contrária, por meio da rampa externa até a plataforma. No lado esquerdo da rampa superior, evidencia-se o que assemelha-se a um gerador nas proximidades da varanda do edifício principal. Já colado ao talude, pousam-se diversas tábuas de madeira espalhadas ao solo. Sob o talude, encontra-se o Eixo Monumental, em seu trecho inicial, há um profissional ao lado de um caminhão estacionado. Entre o talude e o edifício principal, visualiza-se também o processo de cimbramento sendo efetuado, é pouco nítido a presença de outro caminhão com vários operários, em sua caçamba, percorrendo a via. Focando o olhar na plataforma, sobressai o Senado com sua estrutura quase completa, todavia sem o acabamento finalizado, Na sua porção esquerda, apresenta-se um contratado sentando em uma caixa de madeira em meio aos materiais de construção, à esquerda, é possível ver a parte posterior de uma placa indicativa. Adjunto a ela está outra placa pequena com dois pedreiros observando-a, ao redor, situa-se dois barris distantes diagonalmente. Já na porção direita do Senado, há um pequeno depósito de telhado íngreme, circundado por dois pequenos postes de luz e um trabalhador agachado perto do limite da plataforma, observando o perímetro, ulteriormente, ao pequeno depósito, é pouco visível alguns obreiros elaborando as escadas temporárias úteis para fornecer acesso ao topo do Senado. Ao fundo da imagem, é pouco perceptível a coluna de concreto do Supremo Tribunal Federal envolta por um andaime.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (85)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista frontal, dos monumentos componentes da Praça dos Três Poderes, ao centro, encontra-se o Congresso Nacional composto por dois anexos destinados aos escritórios administrativos de 92 metros, ainda repleta de andaimes, assim como a cúpula do Câmara apresenta-se ainda com acabamento incompleto. Já a cúpula do Senado, está em estágio mais avançado de finalização em sua estruturação e encontra-se com a pintura inacabada. Ao redor, há poucos galpões e depósitos acumulados de materiais. Ao lado direito, atravessando o complexo que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, está o Eixo Monumental em fase inicial de construção, sem pavimentação, com bastante degradação ao centro, uma caminhonete percorrendo a via terrestre. No lado direito, há o Palácio do Planalto quase concluído, em sua lateral, estão reunidos alguns pequenos depósitos agrupados. Já no lado esquerdo, destaca-se o Supremo Tribunal Federal com suas colunas de ainda não finalizadas, circundados por galpões e depósitos que provavelmente de acúmulo de materiais. Mais ao fundo, na Esplanada dos Ministérios há vários edifícios encadeados inconclusos, do lado esquerdo e direito, ao centro, espaços vazios com vegetação.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (84)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, observa-se que a rampa externa está em processo embrionário de construção com a extremidade de pontaletes de madeira à mostra. Para o acesso a plataforma foi erigido rampas provisórias de madeira, observa-se que à esquerda é possível visualizar apenas parte de uma cobertura próxima a base da rampa. No sentido oeste, constata-se o que se assemelha a longo trilho contendo das nervuras de travamento, o qual detém também uma pequena cobertura no centro. Lateralmente, situa-se um depósito de caráter simplório, adjacente a diversos materiais de obra espalhados ao solo, posteriormente predomina um grande acúmulo de areia. Em meio a essa imensidão, pousa-se um poste de iluminação e uma escada escorada nele. No sentido leste da rampa, há diversas tábuas de madeira jogadas ao chão ou empilhadas, mais à direita. Ulteriormente, presencia-se uma grande concentração de areia, seguidamente, de uma construção temporária de aspecto longitudinais, contendo beiral e pilotis, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Em destaque, verifica-se que o edifício principal nem apresenta ainda varanda efetuada, sua base está repleta de escoras provenientes de processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, visualiza-se que na parte esquerda do edifício principal pontaletes de madeira, diagonalmente, que servem possivelmente para contraventamento. Acima, na plataforma ressalta-se um complexo esqueleto estrutural de vigas radiais e diagonais, cujo desenho lembra estruturas da natureza, que servem para auxílio no suporte de cargas da futura laje. Sob a malha estrutural, sobressai a circunferência a qual se formará o topo da cúpula do Senado Federal e no momento presente é possível visualizar parte de sua fundação. No perímetro central percebe-se na porção inicial, as vigas de transição instaladas, já na porção final ainda nem foi instalada uma fileira sequer. À direita, se faz pouco nítido a localidade condizente a Câmara dos Deputados ainda em processo construtivo mais moroso, ainda está sendo delimitado o desenho da circunferência, neste perímetro evidencia-se a presença de várias caixaria para pilares de concreto e as escoras de madeira mais visíveis nas extremidades comparada às outras localidades. Em seguida, centralizado, da cavidade retangular para fundação das torres anexas,em ambos os lados, do canteiro em volta predomina o acúmulo de terra e areia. No lado oeste, diferencia-se a aparição de uma construção impermanente rente ao edifício principal. Após a fundação das torres anexas, evidencia-se vários perfis de aço espalhados pelo solo formando uma série de fileiras. À direita, ressalta-se um grande cercado de madeira, correspondente a área construtiva do Supremo Tribunal Federal, fortemente ocupada com materiais de construção e detendo alguns de depósitos e alojamentos de cor branca. No lado oposto, está o cercado correspondente ao canteiro de obras do Palácio do Planalto, a porção inicial observa-se uma pequena guarita e, posteriormente, situa-se uma construção temporária de dimensões consideráveis seguida de um montante de areia. Na porção final destoa-se a aparição de apenas uma coluna de concreto do Planalto que provavelmente serviu para um teste logístico. Ao fundo da região, localiza-se uma área descampada, adjacente a outras construções impermanentes próximas a uma região de Cerrado Nativo. À frente, desse complexo, alastra-se o Eixo Monumental, ainda sem pavimentação, sendo usada de meio de locomoção de automóveis e de trabalhadores caminhando entre os canteiros. Destaca-se a surpreendente concentração de areia na pista, paralela à lateral da plataforma do Congresso Nacional, o qual detém uma plataforma temporária de madeira que liga-se a via, despejada por um caminhão estacionado perpendicularmente no percurso. Fora do Eixo Monumental, no sentido oeste, verifica-se que há uma trilha de terra de chão que fornece acesso à parte do subsolo da via N1.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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