Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (162)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-162
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) em fase de construção. Em primeiro plano, terra batida com materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, à direita, parte do Museu da Cidade, também em fase de construção, com fôrma de madeira e andaimes ao redor; Em destaque, o Palácio do Supremo Tribunal Federal com cimbramento circundando todo o edifício; as colunas foram concretadas e desenformadas, e há a presença de uma grande rampa provisória (à direita da fotografia) que se estende do chão até a cobertura da fachada oeste. Uma placa de identificação na fachada principal, próximo à cobertura, tem as inscrições: “Palácio do Supremo Tribunal Federal”. Atrás do edifício, há duas torres de madeira na fachada leste do edifício e mais à direita, outras construções temporárias, possivelmente usadas como depósitos de materiais ou alojamento dos trabalhadores. No horizonte, a área de Cerrado aparentemente não foi modificada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (161)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-161
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica do Eixo L2 Sul cruzando o Eixo Monumental. Destaca-se, em primeiro plano, uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) nos dois lados da pista. Uma construção simples de pouca expressividade, ao lado direito da pista, provavelmente de caráter provisório, destoa-se em meio a amostra do bioma. Próximo às vias urbanas, está a Catedral Metropolitana de Brasília com seus marcantes dezesseis pilares parabólicos, compostos de concreto, oriundos de sua planta circular de 70 m de diâmetro. Tais pilares característicos sobem inclinadamente tocando uns aos outros e são permeados por virtuosos vitrais internos elaborados por Marianne Peretti, constituídos de fibra de vidro de tons de: azul, verde, branco e marrom. Ao longo, do complexo da Esplanada dos Ministérios, destacam-se os edifícios administrativos, sentido esquerda e direita, compostos por sua estrutura marcante de vigas e pilares metálicos totalmente envolvidos por concreto, a execução de laje de forro no mesmo material, o que definiu, conforme os padrões, laje dupla nos pavimentos. À direita, estão vários edifícios que provavelmente correspondem a galpões ou depósitos para acúmulo de materiais de construção. Mais ao fundo, na Praça dos Três Poderes, está o Congresso Nacional com seus monumentais anexos destinados aos escritórios administrativos. Tais edificações formam vértices de 92 metros. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza às duas torres correspondentes. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.2 (160)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-160
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Imagem enquadrando a Praça dos Três Poderes, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto; todos inseridos em uma espaço delimitado de acordo com o projeto de Lucio Costa e passado pelo processo de terraplenagem; margeando as obras da praça e dos palácios é possível ver estruturas de acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e das construtoras responsáveis pela obra dos monumentos. Na porção superior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Planalto em estágio inicial de obras, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; à direita o palácio presidencial é margeado por vegetação de sentido restrito e logo à frente da fachada frontal passa uma via de terra que viria a se tornar a via N1 do Eixo Monumental. Na porção central da imagem, à esquerda está o terreno da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; dispostas na praça estão materiais de obra. Ainda na porção central à direita aparece uma depressão de terra que em 1988 viria a se tornar o Parque Bosque dos Constituintes, um local de grande significado histórico por homenagear os membros da Assembleia Nacional Constituinte. Esses parlamentares foram pioneiros ao incluir, na Constituição Federal, um artigo inteiramente dedicado à proteção do meio ambiente - o 225. Na porção inferior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Supremo Tribunal Federal em estágio inicial de obras, monumento sede do poder Judiciário, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (7 colunas). No canto direito superior, há parte de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Duplicata do item NOV-D-4-4-B-2 (664)."

Untitled

NOV.B.2 (158)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-158
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, chão de terra batida com materiais de construção sobre o mesmo além de um galpão, mais abaixo da fotografia, para armazenamento de materiais. Ao centro, construção da fundação do STF já dando início a base do edifício. No mesmo local, há diversos trabalhadores e uma torre de madeira ao centro. Atrás da construção, da esquerda para a direita, chão de terra batida que se estende até a parte superior da fotografia, um rasgo no chão de terra e outros galpões.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro, localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.2 (156)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-156
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Vista em destaque encontra-se o Eixo Monumental, ainda sem pavimentação, alongando-se por todo complexo Praça dos Três Poderes-Esplanada dos Ministérios com dois caminhões ao final do trajeto, ao lado evidencia-se uma vegetação de Cerrado com diversas rebrotas sobre terra batida, circundada por uma cerca simplória. À esquerda, destaca-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. Em uma das colunas há um enorme andaime com uma construção simples de altura diminuta provavelmente com função de depósito ou galpão. A caixa de vidro, localizada no meio, dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, transmite a sensação de suspensão, porém não está plenamente concluída. Mais a frente notabiliza-se o Congresso Nacional, em estado inicial de construção, com a presença de andaimes e estruturas provisórias. Adjacente à sede do Legislativo está a cúpula do Senado em estágio final de acabamento. Ao fundo, nota-se a série de edifícios administrativos correspondente aos Ministérios com sua malha estrutural composta predominantemente de barras de aço nos pilares e lajes repleta de andaimes.

Untitled

NOV.B.2 (154)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-154
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), cobertura que se projeta para além da área edificada. Em primeiro plano, as colunas que possuem nas fachadas leste e oeste do edifício; três colunas da fachada Oeste; um poste de madeira com fiação e um homem próximo a uma das colunas (à direita da fotografia). Em segundo plano, chão de terra batida com montes de terra em alguns locais. Da esquerda para a direita, alguns montes de materiais de construção e um pequeno grupo de homens entre as colunas. Em terceiro plano, o Palácio do Congresso Nacional em construção tendo as estruturas de madeira na parte da Câmara dos Deputados, parte da cúpula do Senado Federal praticamente finalizada e as duas torres do edifício ainda em construção com as estruturas aparentes.
Item NOV-4-4-B-2 (432) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (152)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-152
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, chão de terra batida com pequeno cercado de madeira e materiais de construção sobre o chão. Ao centro, da esquerda para a direita, um galpão para armazenamento de materiais da obra, o início da fundação do STF, outro galpão um pouco mais à frente e um canteiro de obras. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro, localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.2 (150)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-150
  • Item
  • 1958 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em destaque, há a pavimentação da pista que circunda a Praça dos Três Poderes, próximo ao Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília que se encontra na lateral esquerda da fotografia circundado por chão de terra batida. Ao fundo, um veículo, Jeep Rural, próximo ao Museu da Cidade, máquina pavimentadora de asfalto, e há operários trabalhando na pavimentação. Ao centro no canto direito, observa-se parte da copa de árvores, provavelmente nativas do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (148)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-148
  • Item
  • 1958 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista em diagonal da lateral do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. Em primeiro plano, à esquerda da fotografia, há uma terraplanagem para pavimentação da pista para automóveis e à direita um monte de terra que foi deslocado. Em segundo plano, verifica-se as fachadas do Museu da Cidade que estão voltadas para o Palácio do Congresso Nacional, em direção à Esplanada dos Ministérios, e para o Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) na Praça dos Três Poderes. Ao fundo, é possível perceber as colunas e cobertura do Palácio do Planalto em construção. A arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma de velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos) que compõem o Palácio do Planalto. À frente, evidencia-se a rampa de acesso ao salão nobre, que se eleva lentamente do solo, abaixo, há o espelho d’água que circunda frontalmente e lateralmente do prédio, confere beleza à fachada do palácio, auxiliar a manter a segurança do prédio e a controlar a umidade do ar. O Parlatório situado à direita da entrada principal, é o local onde o Presidente e convidados podem se dirigir ao povo concretado na praça.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (146)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-146
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Vista aérea da malha estrutural do Congresso Nacional, em primeiro plano, estão quatros galpões de aspecto longitudinal, provavelmente acumulava materiais de construção ao redor dessas edificações provisórias. Em segundo plano, está a estrutura do em fase inicial, das cúpulas e da rampa externa da sede do Legislativo. Ao lado, está o Eixo Monumental, atravessando todo complexo que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, que está em fase inicial de construção, sem pavimentação. Em terceiro plano, diversas calhas estão enfileiradas ao centro. À esquerda, está a área delimitada elevada alguns metros com a presença de apenas uma coluna erigida, correspondente ao Palácio do Planalto, um grande depósito próximo a um menor. Embaixo, outros galpões encadeados. À direita, há um terreno modificado cercado com mais galpões também alguns materiais de construção. Ao fundo, vegetação de Cerrado nativo, em que logo atrás da terra batida e das construções observa-se cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo diversas fitofisionomias distribuídas em forma de mosaico.

Untitled

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