Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (283)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-283
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, observa-se que a rampa externa está em processo embrionário de construção com esperas da armação de concreto armado à mostra . Para o acesso a plataforma foi erigido rampas provisórias de madeira, destoa-se que à esquerda foi alçado duas pequenas coberturas próximas a base da rampa. No sentido oeste, constata-se o que se assemelha a longo trilho contendo das nervuras de travamento, o qual detém também uma pequena cobertura no centro. Lateralmente, situa-se um grande acúmulo de areia. Em meio a essa imensidão, pousa-se de escada e poste de iluminação. Adiante, há entulhos espalhados ao solo, adjacentes, a um depósito de caráter simplório. No sentido leste, destaca-se a presença de uma construção temporária de aspecto longitudinais, contendo beiral e pilotis, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À frente, da sua fachada está uma grande concentração de areia seguida das tábuas de madeira. Verifica-se que o edifício principal nem apresenta ainda com varanda realizada, sua base está repleta de escoras provenientes de processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, visualiza-se que na parte esquerda do edifício principal pontaletes de madeira, diagonalmente, que servem possivelmente para contraventamento. Acima, na plataforma ressalta-se um complexo esqueleto estrutural de vigas radiais e diagonais, cujo desenho lembra estruturas da natureza, que servem para auxílio no suporte de cargas da futura laje. Sob a malha estrutural, sobressai a circunferência a qual se formará o topo da cúpula do Senado Federal e no momento presente é possível visualizar parte de sua fundação. No perímetro central percebe-se na porção inicial, as vigas de transição, já na porção final ainda nem foi instalada uma fileira sequer. À direita, se faz pouco nítido a localidade condizente a Câmara dos Deputados ainda em processo construtivo mais moroso. Em seguida, centralizado, da cavidade retangular para fundação das torres anexas,em ambos os lados, do canteiro em volta predomina o acúmulo de terra e areia. No lado oeste, diferencia-se a aparição de uma construção impermanente rente ao edifício principal. Após a fundação das torres anexas, evidencia-se vários perfis de aço espalhados pelo solo formando uma série de fileiras. À esquerda pousa-se o Eixo Monumental, ainda sem pavimentação, com concentração de areia na pista, paralela à lateral da plataforma do Congresso Nacional, fora do trajeto, verifica vias de terra de chão batida que levam a parte de baixo da via N1. Em seu trecho final, no sentido oeste, é possível visualizar o grande cercado correspondente ao canteiro de obras do Planalto, na porção inicial observa-se uma pequena e posteriormente uma construção temporária de dimensões consideráveis. Ulteriormente, a tal edificação presencia-se novamente um montante de areia.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (281)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-281
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com aspecto lamacento com materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Além disso, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. O terreno foi escavado para abrigar a fundação das torres. É possível perceber pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) entre as duas torres do Congresso Nacional, servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Ao centro das torres, na fachada principal, a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio. A base das cúpulas é o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. O edifício principal possui cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Há diversas figuras humanas sobre a laje de cobertura deste edifício e da cúpula do Senado. À esquerda, um muro de arrimo, uma construção mais forte, capaz de conter forças como barrancos e equilibrar a pressão de um terreno, ao qual está adjacente a base do Palácio do Congresso Nacional.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (28)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-28
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores em formato paisagem. Na foto, se vê o processo de montagem da estrutura de aço das torres do anexo do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano à esquerda, percebe-se a figura parcial de um operário, enquanto no segundo plano à direita há outro operário deslocando-se entre as passarelas formadas pelo madeiramento dos andaimes. Ao fundo, verifica-se parte do edifício principal, escoramentos em madeira e parte das cúpulas em processo de construção. O volume dos anexos do Congresso Nacional corresponde ao edifício em altura, posterior ao volume horizontal que abriga as duas cúpulas, emblemático no horizonte de Brasília e que pode ser visto de diversos pontos da cidade, especialmente no eixo monumental, via que cruza a cidade transversalmente.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. "

Sans titre

NOV.B.2 (279)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-279
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com aspecto lamacento com materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Além disso, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. O terreno foi escavado para abrigar a fundação das torres. É possível perceber pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) entre as duas torres do Congresso Nacional, servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Ao centro das torres, na fachada principal, a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio. A base das cúpulas é o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. O edifício principal possui cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Há diversas figuras humanas sobre a laje de cobertura deste edifício e da cúpula do Senado. Ao fundo, à esquerda, parte da construção do Palácio do Planalto, também em fase de construção.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (277)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-277
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Em primeiro plano, um fotógrafo de camisa listrada para dentro da calça branca segura uma filmadora ao lado de outro cidadão de camisa xadrez e cabelo com gel olha fixamente para o Congresso Nacional. Observa-se que o edifício principal está em estágio avançado de construção, com esquadrias montadas e todas as colunas de concreto presentes na varanda. Acima, na plataforma, sobressai as torres anexas iniciando seu processo montagem das empenas cegas nos primeiros pavimentos, nas laterais, nota-se dois elevadores provisórios que estendem-se um pouco acima das plataformas de proteção localizadas ao centro. Entre os edifícios, observa-se sutilmente a aparição de pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós), servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. No sentido oeste, pousa-se o Senado apresentando uma clara divisão em sua superfície possivelmente em processo de cura de concreto diferentes, o lado direito possui umas pontas brancas em sua camada de concreto. No topo, é possível visualizar dois postes de iluminação em ambas divisões e na parte direita, se faz pouco nítido a presença de dois indivíduos. No lado oposto das torres, destaca-se a Câmara dos Deputados, em sua circunferência esquerdas presencia-se a silhueta de alguns obreiros próximos às escoras.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (275)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-275
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com aspecto lamacento com materiais de construção sobre o mesmo, cercado de madeira, uma pequena construção que se assemelha a uma guarita e dois trabalhadores próximo ao mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Ao lado, visualiza-se a rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso à cobertura da cúpula da Câmara e também um guindaste. Além disso, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. O terreno foi escavado para abrigar a fundação das torres. É possível perceber pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) entre as duas torres do Congresso Nacional, servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Ao centro das torres, na fachada principal, a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio. A base das cúpulas é o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. O edifício principal possui cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Há diversas figuras humanas sobre a laje de cobertura deste edifício e da cúpula do Senado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (273)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-273
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal do Senado; Em primeiro plano, situa-se o canteiro de obras do Congresso Nacional, à esquerda, evidencia-se a rampa externa em estágio avançado em construção. À leste da rampa, é possível visualizar apenas dois trabalhadores em perfil, adjacentes, a uma mesa de madeira e diversos vergalhões de aço dispostos em fileiras, são permeados por duas placas indicativas. Ao centro da rampa, está um obreiro ao lado de outro profissional de cócoras. No sentido leste da rampa, pousam-se várias barras de aço que juntamente, a uma pequena construção temporária bastante simplória, formam um pequeno corredor. Neste espaço estão presentes dois trabalhadores usando chapéu de palha, um deles agachado, e outro em pé realizando funções da obra. Posteriormente, há outro operário deslocando em sentido ao barril e um poste de iluminação, mais ao fundo, em um nível mais rebaixado, está outro transitando pelo canteiro. À direita da construção simples, quatro profissionais montando estruturas necessárias à obra, dois trabalhadores estão na mesma mesa de carpintaria, os outros dois encontram-se em outros lugares. Adiante, destaca-se as escoras de madeira relacionadas ao processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção. Perto de sua base, nota-se acúmulo de areia que também manifesta-se em menor proporção, na parte direita da rampa, adjacente à varanda do edifício principal. Sob a plataforma, destaca-se o Senado com estrutura quase completa mas acabamento inconcluso. Observa-se que perto da parede direita do monumento, há alguns profissionais esparsos no ambiente, perto da extremidade do edifício principal, visualiza-se uma rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso à cobertura da cúpula da Câmara. No sentido leste-oeste desta edificação, evidencia-se uma caixa d'água, no intermédio, entre um guindaste localizado, próximo a um grande andaime fincado na plataforma, e um poste de iluminação adjacente a um barril. Lateralmente, observa-se o que seriam estacas de madeira. Na extrema esquerda, é possível ver apenas a cabeça de obreiros e mais um barril, circunvizinhos de um grande guindaste posicionando fora da plataforma. Abaixo da parede lateral esquerda, alastra-se área rente a base da Câmara , diversos trabalhadores estão socializando ou efetuando tarefas de seu ofício. Ao fundo, se faz pouco nítido, a esbelta cobertura e parte da cortina de vidro do Supremo Tribunal Federal.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Sans titre

NOV.B.2 (271)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-271
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista frontal das torres Anexas. Em evidência, na rampa externa, ainda sem acabamento finalizado, encontra-se um homem negro prestes a dar outro passo em sua caminhada, trajando uma camisa de gola polo inserida por dentro de uma calça social que é sustentada por um cinto preto à mostra. Ulteriormente a ele, há um outro rapaz negro de camisa social, também gola polo, de tonalidade mais escura, porém de mangas compridas e calça preta, deslocando-se na superfície diagonalmente. À esquerda da rampa, destaca-se a presença de um poste de iluminação que detém um alto-falante, em sua base, presencia-se um acúmulo de terra misturado levemente com um amontoado de areia, em seguida ao poste elétrico, é possível visualizar a silhueta de estantes de madeira e próximo a varanda, uma coluna envolta por escoras de madeira. No lado direito, observa-se, no sentido baixo-cima, uma mulher de cabelos curtos ondulados, na altura do pescoço, vestindo um casaco e calça clara sentada sob um pano branco. Adjacente a ela, há um homem usando óculos de grau e trajando camisa longa xadrez, ele é acariciado no pescoço por uma mulher de cabelo curto ondulado usando vestido médio de gola rolê. Posteriormente a ela, é possível ver apenas a cabeça de outros dois cidadãos, um de camisa clara e outro de camisa escura. Ao centro da fotografia, sobressai as torres anexas com sua estrutura de aço aparente, contendo entre os edifícios plataformas provisórias, para o possível deslocamento dos trabalhadores. Além disso, verifica-se, à frente de ambas edificações, a presença de dois grandes andaimes que perpassam todos os pavimentos já construídos e cortam as quatros plataformas de proteção localizadas, paralelamente, na base da edificação e ao centro. No sentido oeste, nota-se o Senado ainda sem acabamento finalizado rodeado por dois postes de iluminação interligados.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Sans titre

NOV.B.2 (269)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-269
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do local onde provavelmente será o Palácio do Congresso Nacional. Em destaque, chão de terra batida e materiais de construção sobre o mesmo, como tábuas de madeira e montes de terra; este aparenta ser o início da construção da fundação do edifício. Ao centro, da esquerda para a direita, diversos homens trabalhadores atuando na obra, um pequeno muro de contenção supostamente de concreto, material que parece com brita, por sua coloração clara, que será utilizada na mistura do concreto e pequenas construções que são provavelmente armazenamento de materiais da obra. Ao fundo, um caminhão ao centro, um grande monte de terra que forma um muro ao qual irá trazer um aspecto visual de destaque para o Congresso Nacional quando este estiver finalizado (esse monte de terra foi retirado da movimentação de terra realizado na Rodoviária do Plano Piloto - centro do cruzamento dos eixos do Plano Piloto Eixo Central e Eixo Monumental, e inserido nas laterais do Congresso Nacional). No horizonte, parte do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sans titre

NOV.B.2 (267)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-267
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista lateral de uma grande caixaria (estrutura provisória geralmente feita de madeira, que recebem a armação e o concreto para a confecção das vigas e pilares na obra. Têm como função moldar e dar geometria ao concreto armado, suportando-o até que ele possa se sustentar) sob vigas de aço, as quais estão apoiadas perpendicularmente em duas vigas de madeira acopladas entre si, abaixo delas, situam-se os pilares de madeira firmada em pontaletes. Adjacente a base, verifica-se um trabalhador usando chapéu e trajando camisa longa branca e calça clara de joelho semiflexionado segura um fio elétrico que se eleva até um buraco no topo da caixaria, adjunto a um obreiro que observa-se o interior da estrutura, em questão, e encontra-se apoiado sob uma viga de madeira e pousa seus braços sob a tábua de madeira mais alta, inclinado seu quadril um pouco para trás. Na parte lateral esquerda, visualiza-se um operário negro segurando os pilares, no penúltimo degrau, de uma longa escada alicerçada em duas vigas de madeira assentadas sob placas de madeira sobrepsotas umas as outras. No lado oposto, há grandes degraus simplórias de madeira, sustentada por escoras arrimadas sob placas de madeira empilhadas, que formam um corredor fechado, à esquerda deste, enxerga-se somente a parte superior do corpo de um trabalhador de camisa branca olhando fixamente para cima, ao lado, de uma caçamba de caminhão. Ao fundo, encontra-se um cidadão suspendendo placas de madeira que localizam-se empilhadas mais à frente, adjacente a ele, está um operário de regata e capacete mirando uma surpreendente elevação de terra que supera considerável sua altura. Abaixo da sequência de degraus, é pouco perceptível o tronco de um operário rente a parede da caixaria, paralelamente, à direita, visualiza-se um trilho, esparso, sobre uma outra concentração de terra, no entanto, de menor dimensão. À esquerda da caixaria, perpendicularmente, se faz pouco nítido algumas cercas delimitando perímetros , ocupados por trabalhadores que realizam funções de obra. Sobressai, ao fundo, um pequeno depósito de cobertura íngreme e sem vedação completa, em meio a um poste de iluminação à leste e à oeste, evidencia-se as formas de madeira de pilares, encadeadas contendo aprumadores para seu endireitamento. Ulteriormente, dispõem-se o grande talude que cerca o canteiro de obras do Congresso Nacional.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Sans titre

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