Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (399)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-399
  • Item
  • 03/09/1959 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista interna do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, ainda em construção, em concreto armado, provavelmente com rebocamento do edifício e execução do contrapiso, porém sem pintura ou revestimentos. Na cobertura, há pequenas aberturas zenitais para a entrada de iluminação natural (claraboias), ou seja, é uma abertura feita na laje de uma construção que permite a entrada de iluminação natural, projetam luz no piso, formando padrões de sombreamento, e se conectam com uma das aberturas da fachada, a fenda vertical ao fundo da fotografia. No piso, há uma abertura quadrada para instalação de equipamentos elétricos, e no horizonte, construção da Praça dos Três Poderes.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-4
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista frontal da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). No momento, há apenas construções simples longitudinais, provavelmente para o alojamento e repouso dos trabalhadores operantes da obra. Inserido no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida de Brasília (ainda em período de construção).

Untitled

NOV.B.2 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-40
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores em formato retrato. Vista lateral do edifício principal do Congresso Nacional, com suas cúpulas marcantes e parte dos edifícios anexos. No pavimento inferior do edifício principal, visualiza-se as colunas de concreto recém-formadas, na área externa a esse perímetro, presencia-se um operário com roupa clara e calça escura caminhando até o limite da edificação. Ao centro, adjacente a rampa inferior do Congresso encontra-se um poste de iluminação, composto de madeira, juntamente com um grande gerador elétrico. Nota-se, abaixo da rampa inferior, a silhueta de trabalhadores possivelmente deslocando-se até a Chapelaria, no lado direito, alastra-se a presença da tela de proteção tapume alaranjada, protegendo os operários de uma possível queda no subsolo, materiais de construção encontram-se espalhados na área demarcada tela, próximo ao trecho final da rampa, localizam-se dois postes de iluminação, o de maior dimensão, o qual possui alto-falante. À direita, ressalta-se o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, para a criar mais colunas de concreto. No perímetro das escoras de madeiras , verifica-se, à esquerda, um agrupamento de blocos de concreto, em sua base presencia-se blocos de mármore branco, mais à frente, há mais outro poste de iluminação com alto falante, interligado a outro poste da rampa inferior. Mais a frente, seguindo o sentido das escoras, há um obreiro de camisa branca e calça escura, utilizando chapéu, adjacente a um barril de latão ligado por uma mangueira que transfere água. Adjacente, dispõem-se várias calhas de madeira agrupadas, um profissional de camisa longa roxa e calça clara portando chapéu encontra-se ao lado. Circunvizinho ao membro da obra, em questão, estão mais madeiras espraiadas. É possível visualizar apenas o topo do poste de iluminação, tampado por rebrotas e arbustos de pequeno porte de lobeira (Solanum lycocarpum) e pela cobertura de uma construção temporária, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (400)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-400
  • Item
  • 03/09/1959 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista externa do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília em construção com andaimes de madeira ao redor do edifício para acesso à obra, além de formas de madeira ao redor do edifício para a concretagem do mesmo. Este está em fase de cimbramento que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, provavelmente para formas do processo de concretagem. Em primeiro plano, piso em terra nivelada. Em segundo plano, uma cerca de madeira com arame e em terceiro plano a construção do edifício, diversos materiais de construção e tábuas de madeira sobre o chão de terra batida, trabalhadores atuando nos andaimes e uma pequena torre de madeira vazada ao fundo.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (401)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-401
  • Item
  • 21/04/1960 - 02/05/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) na construção do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, escrito: “MUSEU – NOVACAP – DEPARTAMENTO DE EDIFICAÇÕES – 2ª DIVISÃO”. Ao fundo, da esquerda para a direita, nota-se a construção do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), e a sua frente, há uma faixa de saudações dos trabalhadores da Construtora Rabello escrita: “Os trabalhadores da Rabello saúdam a Comitiva Presidencial”, ao centro, faixa sobre a cobertura do Museu da Cidade da Construtora Rabello e multidão de pessoas próxima ao acampamento da Construtora Rabello S/A no canto inferior direito da fotografia.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (402)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-402
  • Item
  • 21/04/1960 - 03/05/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea da construção do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. Em primeiro plano, há materiais de construção sobre chão de terra nivelada. Em segundo plano o Museu com andaimes de madeira ao redor do edifício para acesso à obra, além de formas de madeira ao redor do edifício para a concretagem do mesmo. Este está em fase de cimbramento que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, provavelmente para formas do processo de concretagem, além disso, há trabalhadores atuando na obra. Ao fundo, vegetação do Cerrado não modificado que se estende pela linha do horizonte, composto de diferentes fitofisionomias dispersas em forma de mosaico. No horizonte, local onde futuramente virá a ser o Lago Paranoá.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (403)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-403
  • Item
  • 21/04/1960 - 22/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista lateral do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. Escultura em pedra sabão da Cabeça do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) incrustada na parede externa do Museu da Cidade em construção com 1,5 tonelada e 1,40 metros de altura, de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002). À frente, há dois trabalhadores homens, um de cada lado do cavalete, estrutura que serve de suporte de materiais, equipamentos, semelhante à uma mesa. O trabalhador da esquerda usa calça e chapéu claros com camisa escura e o trabalhador da direita usa calça e chapéu escuros com camisa clara, e, acima da escultura, é possível ver apenas parte da calça de um terceiro operário; à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis, que contam a história da mudança da capital desde o processo de interiorização do mesmo em 1789 para o Planalto Central em 1960. O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (404)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-404
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano, está uma concentração de terra batida mais escura, situa-se nessa localidade um trabalhador trajando camisa xadrez, calça clara e um chapéu segurando uma longa corda que liga-se a estrutura sem vedação e com a presença de andaimes do Congresso Nacional. À esquerda, verifica-se apenas a parte de cima do corpo de quatro obreiros em pé usando seus habituais chapéus, nota-se um saca jogada ao chão. À direita, do amontoado de terra batida escura, há a abertura para o local que localiza-se um depósito de madeira e o resto dos materiais de construção, um trabalhador com calça escura, camisa branca de manga comprida e chapéu encontra-se no trecho inicial. No canto ensolarado, ao lado, de várias tábuas de madeira está uma placa branca com o escrito em caixa alta de “Comp.Construtora Nacional S.A”. Na extrema direita, um pedreiro aparece sutilmente, agachado, movendo um grande monte de terra, outro membro da obra está as mãos na cintura de boné, camisa branca e calça escura, encontra-se olhando para frente, em um nível abaixo, em um buraco com um cabo de longa extensão inserido, é visível a cabeça de um colega de profissão dentro da cavidade. Tomados pela sombra causada pela sede do Legislativo, ainda sem o revestimento completo, encontra-se uma edificação simples, à esquerda, de madeira sem vedação. Ao lado, está um trator com dois operários em pé na caçamba. Ao centro, pousa-se um depósito de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada. No canto direito, é possível visualizar parcialmente a silhueta de três conversando. No lado esquerdo, estão com a caixa ensolarados. Mais ao fundo, há o Museu da Cidade é sustentado por um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao vão com inscrições nas paredes. Em seu interior, paredes em mármore exibem 16 painéis, que contam a história da mudança da capital desde o processo de interiorização do mesmo em 1789 para o Planalto Central em 1960. Mais à direita, o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. Ao fundo, Cerrado nativo que se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.2 (405)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-405
  • Item
  • 1958 - 21/04/1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato, com duas manchas brancas, no canto superior esquerdo e outra no canto inferior direito. Vista da fachada do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília que está voltada em direção ao Palácio do Planalto. Em primeiro plano, a fachada do Museu da Cidade revestida em mármore branco e ao centro, observa-se a abertura vertical vedada com vidro que dá a visão de dentro do edifício; na parte inferior, a rampa de acesso ao Museu e, na parte posterior, verifica-se a escultura da cabeça de Juscelino Kubitschek à esquerda e trabalhadores, à direita. Ao fundo, da esquerda para a direita, o Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), a escultura da cabeça de Juscelino Kubitschek na fachada do Museu da Cidade e, provavelmente, acampamento da Construtora Rabello S/A. Abaixo do balanço do Museu, que serve como cobertura que protege a porta de entrada, há materiais de construção, tábuas de madeira e a rampa de acesso; na lateral, diversos trabalhadores atuando na construção do edifício.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.2 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-41
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista panorâmica do terreno à frente do Congresso Nacional. Em primeiro plano, destaca-se a movimentação de terra de grande extensão, perpendicular a localidade da Câmara dos Deputados, a qual possui uma vala em seu centro, no lado esquerdo encontra-se mais elevado no terreno, o indivíduo está se deslocando em direção ao poste de madeira, mais ao lado, há outro poste elétrico, situado em uma área cheia de entulhos. No lado direito da vala, está um membro da obra de cabeça baixa fitando o olhar para a cavidade, adjacente a ele, localiza-se um poste de madeira, ao lado, diversas manilhas espalhadas ao chão. Ao fundo, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. As empenas ainda não estão concluídas seu revestimento e ligando as torres ao centro, estão estruturas metálicas que auxiliam na construção, nota-se sutilmente dois andaimes, em ambos os edifícios, nas paredes laterais, a presença do andaime atravessando todos os pavimentos da edificação até a cobertura. Acima da plataforma, verifica-se, à direita a Câmara dos Deputados quase finalizada, apenas contém um andaime em sua parede lateral, e à esquerda localiza-se o Senado também quase concluído completamente, ao fundo, pousa-se o Palácio do Planalto com sua sequência nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos; sua cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos) e sua cobertura esbelta gerando a pureza da forma. No lado esquerdo, da sede do Executivo, espalham-se postes elétricos e alguns pequenos depósitos de madeira.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

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