Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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NOV.B.19 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-49
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem em preto e branco, apresentada no formato paisagem, captura a maquete do primeiro anteprojeto do Congresso Nacional, de Oscar Niemeyer, em 1957. A fotografia oferece uma visão única da maquete, revelando a perspectiva arquitetônica da época, onde as cúpulas destacam-se por aberturas estratégicas para iluminação.
A cena abrange as vias laterais, identificadas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional. Destaca-se também uma rampa localizada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Neste projeto inicial, não há uma via específica dedicada ao Congresso, como encontramos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a situação atual, observamos a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente incorporado ao design. A imagem sugere que, devido à perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes mantêm semelhanças notáveis com a configuração presente.
Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (46)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-46
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem em preto e branco, apresentada no formato paisagem, imortaliza o primeiro anteprojeto de Oscar Niemeyer em 1957, destacando a maquete do Congresso Nacional em Brasília. A fotografia foca na elevação leste e posterior do edifício, proporcionando uma visão ímpar dessa fase inicial do projeto. Apesar de ser o primeiro anteprojeto, as cúpulas retratadas não exibem aberturas, diferindo das imagens anteriores.
Na composição visual, percebe-se distintamente dois platôs no terreno. O primeiro, situado em um nível abaixo, abriga o próprio Congresso Nacional, enquanto o segundo, em posição mais elevada, localiza a esplanada dos ministérios e delimita a área circundante. Essa decisão projetual evidencia a intenção dos arquitetos de conferir imponência ao edifício, ressaltando sua importância como local de deliberação de leis e decisões governamentais.
A cena abrange as vias laterais, identificadas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional. Chama atenção também uma rampa posicionada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício anexo ao Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial do projeto, não se delineia uma via específica dedicada ao Congresso, como encontramos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a atualidade, nota-se a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, elemento incorporado posteriormente ao design, assim como o jardim de palmeiras situado na parte posterior e ao lado do edifício anexo. A perspectiva limitada da fotografia sugere que elementos como rampas, coberturas, cúpulas e o edifício dos gabinetes mantêm notáveis semelhanças com a configuração presente, proporcionando um vislumbre intrigante da evolução arquitetônica ao longo do tempo.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-45
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem em preto e branco, apresentada no formato paisagem, a fotografia apresenta a elevação oeste e frontal do Congresso Nacional, situado em Brasília, correspondendo ao primeiro anteprojeto de Oscar Niemeyer em 1957. A fotografia proporciona uma visão singular da maquete, revelando a arquitetura marcante da época, com as cúpulas se destacando por aberturas estratégicas para iluminação.
A cena abraça as vias laterais, conhecidas como Via S1 e Via N1, que envolvem majestosamente o Congresso Nacional. Destaca-se uma rampa situada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial do projeto, não se delineia uma via específica dedicada ao Congresso, diferenciando-se da organização viária que observamos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a situação atual, notamos a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente incorporado ao projeto. A imagem sugere que, devido à perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes mantêm notáveis semelhanças com a configuração presente.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-44
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A fotografia em preto e branco, apresentada no formato paisagem, oferece uma perspectiva única da maquete do primeiro anteprojeto, de 1957, destacando a cúpula e as camadas intrincadas destinadas à construção do plenário da Câmara dos Deputados. A imagem revela, aberturas estratégicas nas cúpulas e a visão interna do plenário, proporcionando um vislumbre detalhado do projeto arquitetônico.
Com base na tese de doutorado de Elcio Gomes, a explicação detalhada destaca como o projeto foi concretizado. Os volumes das cúpulas de revolução desempenham um papel central, definindo os principais elementos espaciais. O estudo da fase de concepção revela a solução geométrica adotada para a cúpula do Senado, caracterizada por uma curva parabólica, com vértice limitado a uma altura de 9,85 metros e pontos extremos determinados por um diâmetro de 39 metros.
A estrutura é engenhosamente resolvida para aproveitar os potenciais de resistência oferecidos pela forma estrutural, permitindo vencer grandes vãos com o mínimo de material necessário. A casca da cúpula apresenta uma espessura mínima de 14 centímetros nos meridianos superiores, aumentando para 50 centímetros na região de máxima compressão próxima ao anel de contenção dos esforços horizontais, próximo à base de contato com a plataforma. Isso resulta na transmissão eficiente de cargas verticais aos pontos de contato e apoios.
Assim, a imagem não apenas documenta a fase inicial do projeto, mas também proporciona uma visão detalhada da execução e resolução estrutural, destacando a engenhosidade por trás da materialização do anteprojeto.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-43
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A fotografia em preto e branco, apresentada no formato paisagem, proporciona uma visão única da maquete da cúpula do congresso nacional, primeiro anteprojeto datado de 1957. A imagem destaca a cúpula e as camadas construtivas destinadas à edificação do plenário da Câmara dos Deputados, focando especialmente na parte interna da cúpula, o que explica a ausência da camada de cobertura na fotografia da maquete.
A narrativa se aprofunda com base na tese de doutorado de Elcio Gomes, fornecendo uma explicação minuciosa sobre a concretização do projeto. Os volumes das cúpulas de revolução emergem como protagonistas, definindo os elementos espaciais essenciais. O estudo da fase conceitual revela a solução geométrica adotada para a cúpula do Senado, caracterizada por uma curva parabólica com vértice limitado a 9,85 metros de altura e pontos extremos determinados por um diâmetro de 39 metros.
A engenhosidade estrutural se destaca na resolução do projeto, aproveitando os potenciais de resistência oferecidos pela forma, permitindo vencer grandes vãos com o mínimo de material necessário. A casca da cúpula exibe uma espessura mínima de 14 centímetros nos meridianos superiores, que se amplia para 50 centímetros na região de máxima compressão próxima ao anel de contenção dos esforços horizontais, próximo à base de contato com a plataforma. Isso resulta em uma transmissão eficiente de cargas verticais aos pontos de contato e apoios.
Dessa forma, a imagem não apenas documenta a fase inicial do projeto, mas também oferece uma visão detalhada da execução e resolução estrutural, destacando a engenhosidade por trás da materialização do anteprojeto.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-30
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, desfocada e com partes esbranquiçadas. Vista diagonal da maquete de estudo do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa a qual cria um sombreamento na parte inferior da fotografia e o fundo da maquete (parte superior) é escuro. Percebe-se na maquete a cor escura para representar a grama e o monumento em branco, criando um contraste.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.19 (29)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-29
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, capturada em orientação paisagística, oferece uma visão singular da fachada oeste da maquete do Palácio do Planalto. Apesar da visão detalhada ser limitada, uma análise minuciosa, baseada na tese de doutorado do Dr. Elcio Gomes, permite deduzir que se trata do segundo anteprojeto da sede do poder executivo, uma obra marcante desenvolvida pelos renomados arquitetos Oscar Niemeyer e Nauro Esteves em 1958, representando uma fase crucial na evolução da arquitetura da capital brasileira.
O palácio, com sua imponente forma de bloco retangular, é destacado pela presença de nove colunas em ambas as fachadas frontal e posterior. Estas colunas possuem uma peculiar forma de tronco cônico invertido, estreitando-se elegante em direção ao topo, distinguindo-se da primeira versão do projeto. Notavelmente, as fachadas oeste e leste carecem dessas colunas, com as janelas da fachada oeste proporcionando uma vista desimpedida para o Congresso Nacional.
A partir da fotografia, é possível inferir a existência de múltiplos pavimentos, incluindo subsolo, térreo, segundo, terceiro e quarto andares. A disposição das esquadrias apresenta semelhanças com a configuração atual, sugerindo uma continuidade na essência arquitetônica ao longo do tempo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO: Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), teve os jardins e espelho d’água de autoria do paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994) em 1991, Fausto Favale foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). As obras iniciaram no dia 10 de julho de 1958 e o palácio presidencial foi inaugurado em 21 de abril de 1960. O prédio que ocupa o limite norte da Praça dos Três Poderes, em Brasília. Foi um dos primeiros edifícios construídos, considerado o principal símbolo da transferência da Capital Federal do Rio de Janeiro para Brasília, durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). Autoria: Iris Castro"

Untitled

NOV.B.19 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-20
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com diversas manchas amarelas. Desenho da perspectiva interna do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília com fina moldura alaranjada/marrom a qual possui um grampo em cada um dos vértices. O desenho em questão foi realizado para fins de estudo do monumento, mais precisamente, da sua área interna. Este está em perspectiva com um ponto de fuga no centro que é a referência no horizonte para fazer as linhas em um desenho e construir uma perspectiva. Em primeiro plano, há três pequenos expositores de chão no formato retangular com a representação de objetos expostos sobre e dentro dos mesmos. Ao centro, mais ao fundo, dois calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão dentro do Museu, sendo que um está observando a parede, à esquerda, e o outro está observando um comprido expositor retangular fixado na parede oposta. Nas paredes percebe-se algumas inscrições que futuramente serão os 16 painéis que contam a história da mudança da capital. Na cobertura, há pequenas aberturas zenitais para a entrada de iluminação natural (claraboias), ou seja, é uma abertura feita na laje de uma construção que permite a entrada de iluminação natural, projetam luz no piso, formando padrões de sombreamento, e se conectam com uma das aberturas da fachada, a fenda vertical. Ao fundo, outro pequeno expositor de chão no formato retangular próximo a fenda vertical.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.19 (158)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-158
  • Item
  • "1958 - construção 21/04/1960 - inauguração"
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com marca de fitas nas laterais. Vista afastada da maquete do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. A maquete em questão foi realizada para fins de estudo do monumento, mais precisamente, de uma de suas fachadas. Próximo ao monumento, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão na Praça dos Três Poderes. À frente do Museu aparenta ter um mastro de bandeira e desenhos de croquis de Brasília dos monumentos e do desenvolvimento da capital na fachada, os quais não foram executados. No entanto, a rampa de acesso ao Museu, à direita, e o que aparenta ser a sugestão da escultura em pedra sabão da Cabeça do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) incrustada na parede externa do Museu da Cidade em construção com 1,5 tonelada e 1,40 metros de altura, de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002) foram realizados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.19 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-14
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, em formato paisagem, revela o anteprojeto do congresso nacional, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1957.
A cena abrange as vias laterais, identificadas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional, incluindo a via N2. Destaca-se uma área indicativa do possível futuro Anexo 2, localizado ao lado do congresso nacional.

Na parte da frente do Congresso Nacional, destaca-se também uma rampa localizada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual.

Ao fundo da fotografia, o Congresso Nacional se estende, sem identificação específica do projeto representado. Observa-se o Jardim das Palmeiras e o espelho d'água no edifício anexo ao Congresso Nacional, adicionando elementos de paisagismo à arquitetura.

Ao comparar a maquete com a situação atual, observamos a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente incorporado ao design. A imagem sugere que, devido à perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes mantêm semelhanças notáveis com a configuração presente.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

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