Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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Praça dos Três Poderes (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (666)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-666
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Vista a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, base das colunas com a construção aparente e, mais à direita, monte de terra. Ao centro, três das sete colunas de uma das fachadas do Palácio do Supremo Tribunal Federal. Ao fundo, da esquerda para a direita, dois homens trabalhando na parte inferior das colunas; construções que aparentam ser acampamento dos trabalhadores ou depósito de materiais sobre terra batida e um veículo.
Item NOV-4-4-B-2 (182) é cópia desta fotografia.
Item NOV-4-4-B-2 (431) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (665)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-665
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de parte do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) tendo em destaque parte de uma das suas fachadas laterais com sete colunas. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, tábuas de madeira sobre o chão de terra batida, as sete colunas do Palácio do Supremo Tribunal Federal finalizadas, uma torre em madeira ao fundo entre as colunas e andaimes na sua volumetria central, além de alguns homens trabalhando na obra. Em segundo plano, à esquerda da fotografia, há sete homens sobre uma estrutura que aparenta ser o acampamento dos trabalhadores.
Item NOV-4-4-B-2 (172) é cópia desta fotografia.
Item NOV-4-4-B-2 (435) é semelhante, porém há alteração de coloração da fotografia para preto e branco, enquadramento e movimentação dos trabalhadores.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (664)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-664
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Imagem enquadrando a Praça dos Três Poderes, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto; todos inseridos em uma espaço delimitado de acordo com o projeto de Lucio Costa e passado pelo processo de terraplenagem; margeando as obras da praça e dos palácios é possível ver estruturas de acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e das construtoras responsáveis pela obra dos monumentos. Na porção superior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Planalto em estágio inicial de obras, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; à direita o palácio presidencial é margeado por vegetação de sentido restrito e logo à frente da fachada frontal passa uma via de terra que viria a se tornar a via N1 do Eixo Monumental. Na porção central da imagem, à esquerda está o terreno da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; dispostas na praça estão materiais de obra. Ainda na porção central à direita aparece uma depressão de terra que em 1988 viria a se tornar o Parque Bosque dos Constituintes, um local de grande significado histórico por homenagear os membros da Assembleia Nacional Constituinte. Esses parlamentares foram pioneiros ao incluir, na Constituição Federal, um artigo inteiramente dedicado à proteção do meio ambiente - o 225. Na porção inferior da imagem aparece o terreno de obras do Palácio do Supremo Tribunal Federal em estágio inicial de obras, monumento sede do poder Judiciário, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (7 colunas). No canto superior direito é possível observar parte da vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.2 (663)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-663
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com materiais de construção sobre o mesmo, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À esquerda da fotografia, na base do monumento, há a rampa de acesso do piso térreo às cúpulas (à direito da fotografia) com diversas figuras humanas, e abaixo das cúpulas, local onde terá a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos. Ao centro, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A casca da cúpula do Senado está finalizada, enquanto a da Câmara está em processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, circundando o mesmo. Ao fundo, entre o Senado e as torres, o Palácio do Planalto em fase de construção, podendo visualizar a parte superior das suas colunatas presentes em sua fachada principal; atrás da Câmara, há um grande guindaste.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (66)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-66
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem.Vista lateral das rampas externas, ainda inconclusas do Congresso Nacional. Percorrendo a rampa externa, bem no começo, há um operário de camisa e calça de tons de bege caminhando na mesma direção de outros dois trabalhadores andando paralelamente, o funcionário à esquerda usa camisa clara e calça jeans e é possível ver apenas suas costas, o profissional da direita usando camisa clara e calça bege está olhando para trás. Mais afastado, verifica-se outro pedreiro caminhando perto da plataforma que abriga as cúpulas. À esquerda da rampa externa superior, no nível do solo, visualiza-se o largo canteiro de obras. No trecho inicial, pousa-se o solo de terra batida com pequenas concentrações de terra em ambas as laterais, difere-se apenas na direita a presença de um bloco de concreto sob a terra, seguido de um cavalete fixado no limite do canteiro. Mais adiante, presencia-se vários agrupamentos de barras de metal cilíndricas, apoiadas sob tábuas de madeiras para evitar o contato com o solo. Tais recursos da obra estende-se até a localidade onde está a coluna de concreto (sem acabamento completo) escorado sob uma estrutura de madeira que é seguida, em sua descendente, de uma pequena área com calhas de madeira entrelaçadas; consecutivamente, perto do limite do canteiro situam-se dois andares de barris separados por um papelão (o andar de baixo com seis barris e o de cima com quatro barris) destoando-se do resto um barril vermelho na extrema esquerda. À esquerda da última fileira das barras de metal, situa-se um grande conjunto de blocos de concreto, próximo a diversas tábuas de madeira, adjacentes a elas,há uma escada encostada em um poste elétrico com alto falante. À direita da rampa externa superior, é perceptível apenas parte da rampa inferior, fora dela, no sentido leste, é possível visualizar uma concentração de tábuas de madeira espalhadas ao solo. Na extrema direita da parte interna do edifício principal, destaca-se o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, possivelmente para o levantamento das colunas de concreto ou para a fundação da Câmara, a qual localiza-se no pavimento acima, apenas é visível as esperas em formato circular, da estrutura embrionária da Cúpula, com um poste de iluminação ao centro. Alguns funcionários rodeiam a circunferência presente da fundação inicial . Ao centro, da plataforma superior sobressai as torres anexas com sua estrutura de aço aparente ainda com poucos pavimentos construídos, entre as torres pousa-se uma plataforma que interliga as duas edificações, perto da cobertura, observa-se duas gruas operando suas funções.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (659)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-659
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano vê-se um pedaço de chão em terra batida, resultado do processo de terraplenagem, delimitação que futuramente viria a se tornar a via N1 do Eixo Monumental. Em segundo plano, à esquerda da imagem, é possível ver o Palácio do Congresso em estágio intermediário de obra, sede do Poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. Na porção central aparecem parte dos edifícios ministeriais da Esplanada dos Ministérios. À direita da imagem está o Palácio do Planalto, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; é possível ver que o corpo do palácio está em fase de cimbramento, um processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica); um pouco abaixo do palácio presidencial, mais à direita da imagem tem-se visão parcial de uma rampa que leva de um nível a outro; tal desnível de terra onde posteriormente seria construído um conjunto de anexos do palácio presidencial. O Palácio do Planalto com a construção em andamento, aparecendo boa parte da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), símbolos marcantes da fachada do palácio presidencial; conectadas as colunas está a laje de cobertura do palácio, com três figuras masculinas em pé em uma das pontas, cobertura essa que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá. Logo à frente das colunas está o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Na ponta do palácio, à direita do parlatório, está a caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.46, p.47).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (65)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-65
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com materiais de construção sobre o mesmo, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À esquerda da fotografia, na base do monumento, há a rampa de acesso do piso térreo às cúpulas (à direito da fotografia) com diversas figuras humanas, e abaixo das cúpulas, local onde terá a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos. Ao centro, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A casca da cúpula do Senado está finalizada, enquanto a da Câmara está em processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, circundando o mesmo. Ao fundo, entre o Senado e as torres, o Palácio do Planalto em fase de construção, podendo visualizar a parte superior das suas colunatas presentes em sua fachada principal; atrás da Câmara, há um grande guindaste.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (64)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-64
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem.Vista frontal das rampas externas, ainda inconclusas do Congresso Nacional. Na rampa inferior observa-se um funcionário com regata, calça bege e chapéu, carregando um bloco de construção de mão direita e um estilete na mão esquerda, perto do trecho final,na área externa à direita, é possível visualizar uma concentração de tábuas de madeira espalhadas ao solo. No lado oposto, situa-se a coluna de concreto, sem acabamento completo, que sustenta a rampa externa, adjacente à coluna, nota-se uma estrutura de madeira, a qual fornece acesso ao topo dela. Ulteriormente a rampa inferior, é pouco perceptível a estrutura interna do edifício principal, com dois pares de colunas de concreto, ainda com fina espessura,na parte interna e na varanda. Já na rampa externa superior, com furos encadeados em sua extremidade direita, percorrendo sua extensão, localizam-se quatro trabalhadores carregando conjuntamente, nos ombros, uma longa barra de metal cilíndrica. Nota-se que o primeiro operário olhando fixamente à direita, mais abaixo da rampa, com roupas em tons de bege, não possui nada protegendo seu corpo contra o peso e atrito da barra. A presença da caneca azul pendurada em sua roupa, perto da região do quadril, destoa-se bastante do resto da sua vestimenta. Em seguida, é possível visualizar apenas as costas do obreiro com camisa xadrez e calça escura, o qual traz na parte superior do corpo, um saco para apoiar segura o material de obra carregado em questão. Logo depois, mais distanciado, há um terceiro membro da obra, de camisa longa bege,calça branca e chapéu de palha, que detém também um saco, no ombro direito, porém mais bem amarrado à barra que seu colega anterior, tal operário traz em seu bolso de trás uma caneca de metal. Por último, situa-se outro profissional de vestes brancas e chapéu chegando próximo a região da plataforma. Na direita da rampa externa, no canteiro de obras, é possível observar apenas a cabeça de um contratado de boné, adjunto, a um conjunto de blocos de concreto que está próximo de um poste madeira, em seguida, há uma pequena movimentação de terra, perto a outra amontoado menor de terra misturado com entulho, também adjacente a um poste elétrico. Paralelamente, há um profissional esparso no terreno, olhando para a rampa externa superior. No lado esquerdo do edifício principal, é perceptível a presença de par de colunas de concreto, não finalizadas, na varanda. Entre elas, na parte interna, verifica-se um operário fazendo a fiada de blocos de concreto, na extrema esquerda, está pouco nítida uma escada que leva a uma parede interna do edifício. Acima, na plataforma,sobressai o Senado com sua estrutura quase completa, mas revestimento não finalizado, verifica-se duas escadas provisórias em cada parede externa, a da esquerda é mais simplória e a da direita é mais elaborada, na base, é possível visualizar na base dois barris. Ao centro, ressalta-se as torres anexas com sua estrutura de aço aparente ainda com poucos pavimentos construídos, entre as torres pousa-se uma plataforma que interliga as duas edificações, perto da cobertura, observa-se três gruas operando suas funções.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (631)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-631
  • Item
  • maio de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal da Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, chão de terra batida com a presença de algumas mudas arbóreas já plantadas no solo. Ao centro, a Capela praticamente finalizada, podendo visualizar suas paredes curvilíneas de concreto armado já com revestimento e a janela em fita de vidro na sua base, no acesso ao subsolo da obra. Mais ao fundo, à esquerda da fotografia, uma das colunas da fachada principal do Palácio da Alvorada está isolada e adjacente à rampa de acesso principal à Capela. Ao fundo, da esquerda para a direita, fitofisionomia do Cerrado e parte da Esplanada do Ministérios em fase de construção, como as torres do Palácio do Congresso Nacional da Praça dos Três Poderes e alguns edifícios dos ministérios.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Untitled

NOV.B.2 (63)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-63
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Vista frontal do Congresso Nacional. Em primeiro plano, situa-se o canteiro de obras, bastante alagado, com poços de lama em diferentes lugares. Em evidência, ressalta-se a rampa externa inferior, em seu trecho final, sem o piso finalizado. Em sua extremidade esquerda, localizam-se três pequenas torres de luz encadeadas, posteriormente a elas, é possível visualizar ainda mais duas torres de luz, dispostas diagonalmente, cortadas pela presença de um barril. Já no limite direito da rampa inferior, pousa-se algumas lajes enfileiradas para futura utilização no piso. Na rampa superior, no trecho inicial, visualiza-se outra pequena torre de luz paralela e um barril que situa-se no encontro entre as rampas externas que apresenta-se sem o piso assentado. Em sua base, verifica-se vários tapumes de madeira cercando a entrada, possivelmente, para proteção da chuva ou para a espera da cura do material utilizado no piso. À frente dos tapumes, é pouco nítido, no solo molhado com marcas de pneu de carro, a presença de um cano em posição vertical, que estende-se para a direita, encontrando-se com outro tubo, mais aparente, que inicialmente vem alastrando-se perpendicularmente e segue o fluxo do outro encanamento em paralelo, expandindo-se à direita. Tais tubulações vem cercadas por duas grandes movimentações de terra, até um grande poste de iluminação. Ulteriormente ao poste, mais à direita, há um operário adjunto a um conjunto de barris pretos, em sua diagonal,há outro profissional, em perfil, próximo a um piso de madeira que contém em seu centro uma forma quadrada de madeira. Em paralelo ao poste de iluminação, há outro poste elétrico. Na região intermediária entre eles, está um terreno bem acidentado, com uma grande poça de lama, nota-se no canto direito a aparição de uma construção temporária sem vedação. No perímetro do poste seguinte, próximo à varanda do edifício principal, à esquerda observa-se uma concentração, de baixo para cima: de areia, brita e a areia mais grossa, ambas no chão. No encontro da rampa inferior com o piso do edifício principal, é pouco perceptível a presença de um pedreiro de braços cruzados, ao lado de um pequeno poste elétrico, olhando fixamente, um poço de lama. Em seguida, há outro obreiro de costas mirando um andaime, adjacente a outro poste de iluminação, que estende-se até a plataforma. No túnel que localiza-se na parte direita do edifício principal, dispõem-se vários operários próximos às cercas circundando sua entrada. No sentido oeste do túnel, pousa-se duas concentrações de areia, perto a uma betoneira de cor amarela e uma construção provisória de madeira, acoplada a ela está um elevador simplório que leva um barril, contendo material até a plataforma. No sentido leste do túnel, há mais um poste de iluminação adjacente a dois automóveis e entulhos da obra. No lado oposto do canteiro de obras, à esquerda das rampas externas, situa-se um solo bastante encharcado com diversas poças de água. Da esquerda para direita, destaca-se a presença de outro túnel que fornece acesso ao subsolo do Congresso Nacional, com pequenas cercas em seus limites laterais. Perto da varanda do edifício principal, é possível enxergar um gerador amarelo adjunto de poste elétrico e dois tapumes em posição vertical perto de estruturas de metal. Já na plataforma, no sentido oeste-leste, realça-se o Senado com sua estrutura quase completa, todavia sem o acabamento finalizado, possuindo uma clara divisão em seu acabamento, no lado esquerdo está em um estágio mais avançado, já no lado oposto está mais atrasado com diversos pontos brancos em sua superfície. Ao centro, sobressai as torres anexas com sua estrutura de aço aparente, diferencia-se em sua base a construção das empenas cegas, constata-se a aparição de plataforma de proteção no centro dos edifícios e na lateral da torre esquerda, mais acima. No intermédio das torres anexas, observa-se pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) juntamente a estruturas temporárias para acesso às duas edificações. Na lateral da torre à direita, destaca-se um elevador provisório, utilizado para carregamento de materiais ou para facilitar a locomoção dos trabalhadores na fase de construção das torres. À frente das torres anexas, percebe-se uma construção temporária de madeira juntamente a uma pequena torre de luz e dois cavaletes de madeira. À direita da plataforma, pousa-se a Câmara contornada por inúmeros operários assentado o piso, ao lado de barris, e realizando outras funções da obra. Perto deles, situa-se barras de metal sustentando a estrutura da cúpula invertida. Repara-se que no lado esquerdo há uma construção temporária de considerável tamanho. Ao fundo, na extremidade oeste é possível observar parte da cortina de vidro e cobertura do Palácio do Planalto e na extremidade leste é perceptível visualizar parte das colunas de concreto do Supremo Tribunal Federal e sua esbelta cobertura e cortina de vidro.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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