Praça do Cruzeiro (Brasília, DF)

Taxonomy

Code

Scope note(s)

Source note(s)

Display note(s)

Hierarchical terms

Praça do Cruzeiro (Brasília, DF)

Equivalent terms

Praça do Cruzeiro (Brasília, DF)

Associated terms

Praça do Cruzeiro (Brasília, DF)

34 Archival description results for Praça do Cruzeiro (Brasília, DF)

34 results directly related Exclude narrower terms

NOV.B.21 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-9
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e pequenos troncos sobre o solo. Na linha do horizonte, a presença de parte da vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito).
"

Untitled

NOV.B.21 (52)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-52
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de parte das placas de identificação às margens de uma estrada interna ainda sem pavimentação, possivelmente responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 9 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Monac; Aço Torsima S.A.; Emulpress - Obras dos Ministérios; Construtora Planalto; Estacas Franki LTDA. - Acampamento Escritório; IRB - Instituto de Resseguros do Brasil - Edifício “Seguradoras”. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Atrás das placas, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparenta uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Em plano de fundo, há a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre a camada contínua de gramíneas.
"

Untitled

NOV.B.21 (50)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-50
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de operários às margens, possivelmente, à espera de transporte para serem levados ao ambientes de obra, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, um grupo de operários aguarda próximo as placas, provavelmente, esperando um transporte para levá-los aos canteiros de obras da construção de Brasília. As margens da via, os 8 operários são visíveis no registro, estando 5 de cócoras – 2 mais ao fundo e 3 mais à frente, próximos de uma maleta escura –, e outros 3 em pé, observando e interagindo. 6 placas de identificação em formato de seta apontam com sentido ao centro de Brasília, identificando principais obras e empreiteiras. A direita do registro, um Jeep Willys de cor escura estacionado às margens da via. A esquerda, a estrada em terra batida evidência, possivelmente, trata-se do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro.Em plano de fundo, às margens da via, pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada, sendo que em ambas as laterais da via há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007).

Untitled

NOV.B.21 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-49
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 1958. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de rebrotas, galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Ao fundo, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.21 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-48
  • Item
  • 30/09/1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 1958. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da placa, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via, se fazendo evidente devido à presença de rebrotas, galhos, aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra

Untitled

NOV.B.21 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-17
  • Item
  • 30/09/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma das placas de identificação colocada às margens de um canteiro de obra destinado à porção do terreno correspondente à Catedral de Brasília durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). A Catedral teve sua estrutura executada entre os anos de 1958 a 1960 em Brasília, e foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo, e só foi inaugurada em 31/05/1970, quando recebeu os painéis de vidro transparentes. Placas são visíveis em primeiro plano no canto direito da imagem com as inscrições: Catedral de Brasília, Administração Direta, NOVACAP: Departamento de Edificações, 3ª Divisão; Monolítico; Ainda no primeiro plano, nota-se a delimitação da área destinada à construção da Catedral por meio de um cerceamento de madeira. Ao lado esquerdo da placa principal, uma placa com indicação dos tipos de estacas e fundações a serem utilizadas na obra – Estacas Franki LTDA. Fundações. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo, no quadrante esquerdo, é possível identificar duas instalações: uma instalação de apoio feita em madeira com telhado de uma água, e uma mais fundo, de estrutura longitudinal, possivelmente destinada ao alojamento de operários. No terreno, um grande amontoado de ripas de madeira destinada a estruturação. Em toda porção inferior da imagem, a estrada de terra batida que, futuramente se tornaria o Eixo Monumental. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado, onde viria a ser a futura capital federal do Brasil. É possível notar copas de árvores de diferentes tamanho, sendo possível afirmar ser uma fitofisionomia savânica ou florestal.
"

Untitled

NOV.B.21 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-15
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa de identificação colocada às margens da estrada interna ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a margem da estrada ainda em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 2 placas de orientação dão informação sobre a construtora Kosmos Engenharia S.A. que ficou responsável pela construção dos “11 blocos da SQS 106 para serem concluídos em 24 meses, tempo que Juscelino Kubitschek considerou exagerado: ‘Isso não é prazo para Brasília’, teria dito o presidente em reunião”. A companhia conseguiu respeitar o prazo e um pouco mais: a Kosmos entregou o primeiro conjunto completamente finalizado de Brasília, o número 10, atual Bloco D da 106 Sul. Além da placa em formato de seta identificando o Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários (IAPC) que, segundo o Diretório Brasil de Arquivos (Dibrarq), do Arquivo Nacional, o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) foi criado em 21 de maio de 1934, durante o Governo de Getúlio Vargas. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A entidade fazia parte do conjunto de autarquias de nível nacional, controladas pelo Governo Federal, denominadas de Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPS). O objetivo da instituição era conceder pensão aos beneficiários e aposentadoria aos seus associados, além disso, financiava a eles projetos habitacionais. O Instituto foi extinto em 21 de novembro de 1966, durante a Ditadura Militar, por meio do Decreto-lei n. 72, que uniu os IAPAS e criou o Instituto Nacional de Previdência Social. Ao fundo da fileira de placas, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação dos troncos sobre o solo. Atrás da vegetação revolvida, há cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.21 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-14
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 11 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Civilsan S. Paulo; Fundação Da Casa Popular; Acampamento Construtora Planalto LTDA; I.A.P.B.; I.A.P.C.; I.P.A.S.E.; I.A.P.E.T.E.C. Obras. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, uma caminhonete Ford F-600 de cor escura percorre o registro que, segundo o vislumbre de uma placa – em formato de seta – identifica o destino com sentido ao Congresso. A caminhonete está ocupada por possíveis operários que, além do motorista, identificam-se outros 4 sentados na caçamba do veículo. Às margens das vias, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção das estradas, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. No canto direito, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Untitled

NOV.B.21 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-10
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura do Eixo Monumental –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 6 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, lê-se: Sobrasil; I.A.P.E.T.E.C. Obras; Cruzeiro D.V.O. D.V. Pacheco Fernandes Dantas: Obras do Hotel; C.C.B.E.; I.P.A.S.E. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás do monte de terra e na lateral, nota-se a presença de Cerrado típico (cerrado sentido restrito) presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre tapete graminoso.
"

Untitled

NOV.B.18 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-36
  • Item
  • 1956 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro térreo da pavimentação do Eixo Monumental, em Brasília - DF, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1959). Registro que retrata parte da extensão do Eixo Monumental - nas orientações leste-oeste - em fase avançada de asfaltamento. No quadrante inferior do registro, parte da via não está pavimentada, estando em terra batida e com marcas de passagem de maquinário - usado para terraplenagem. Nos canteiros laterais da via nota-se a separação abrupta do solo pavimentado e a vasta vegetação de Cerrado, com alta densidade de árvores (fitofisionomia não identificada) de forma que: à esquerda, taludes em solo arenoso separam o asfalto do Eixo Monumental.. A esquerda da vista, um vislumbre do que aparentam ser tonéis e resquícios de materiais, evidenciando o processo de obra recente na área. O Eixo Monumental se inicia na Praça dos Três Poderes e termina no limite Oeste do Plano Piloto, onde se localiza a estação rodoferroviária. O canteiro central da via, parte do Congresso e Cruza com o eixo rodoviário definidor das Asas Norte e Sul, onde se encontra a plataforma rodoviária de Brasília. Após a rodoviária, contemplam-se a Torre de TV, a Feira da Torre de TV, o Eixo Cultural Ibero-americano, o Planetário, o Clube do Choro, o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a praça do Buriti, o Museu da Cultura Indígena, o Memorial JK, a Praça do Cruzeiro e por fim, a Catedral Militar Rainha da Paz (Nunes, 1994).

Untitled

Results 1 to 10 of 34