Praça do Cruzeiro (Brasília, DF)

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NOV.B.18 (103)

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas. Registro da estrada interna que foi responsável por interligar o Aeroporto de Brasília a Eixo Monumental a altura da Praça do Cruzeiro, durante os primeiros anos da construção da nova capital (1956-1958). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por Cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ao fundo, observa-se restos vegetais (galhos, folhas e troncos) misturados a terra revolvida e algumas árvores de médio porte dispersas logo atrás. Ainda nos primeiros anos da concepção de Brasília, a estrada tenha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (1902-1976) (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. Foi na região da Praça do Cruzeiro que houveram os primeiros eventos que influenciaram nas tomadas de decisões para o futuro da construção da nova capital, sendo alguns deles: devido a ser ponto de maior altitude da região - com 1.172 metros - testemunhou, segundo JK “a verdadeira pedra fundamental da cidade. É sem dúvida seu marco histórico [...]” (Kubistchek, 2000); local onde se podia vislumbrar a extensão territorial do Planalto Central, havendo das primeiras decisões sobre o processo das construções; recebeu o Cruzeiro permanente para celebração da primeira missa em Brasília; foi onde registrou-se o Marco Geodésico nº 8 do IBGE (através deste marco que os topógrafos conseguiram colocar em prática o plano de Lucio Costa (1902-1998) na região). No registro, 12 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central do Plano Piloto. Na identificação das placas, da direita para a esquerda: “IAPETC SEVERO E VILLARES”; “KOSAOS”; “IAPSE” Instituto de Previdência e Aposentadoria dos Servidores do Estado; “I.A.P.C” Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários; “C.C.B.E.” Companhia Brasileira de Estradas; “CruzEIRO”; Autor da Fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.18 (102)

"Fotografia preta e branca em formato retrato. Representante digital consta manchas brancas. Registro térreo da estrada de terra que interligava o complexo do Aeroporto de Brasília à região onde hoje se encontra a Praça do Cruzeiro. Segundo relatos do Diário de Brasília (1957), essa estrada fez parte das obras advindas do Setor de estradas e rodagem, que tinham como objetivo interligar pontos estratégicas das primeiras construções da Nova Capital, sendo - no primeiro momento -, 3 vias, sendo elas: uma de ligação do aeroporto ao Cruzeiro, pensada para fornecer acesso direto ao centro da futura capital; uma de ligação do aeroporto ao sítio do Palácio Presidencial (Palácio do Planalto) e o Hotel de Turismo (Brasília Palace Hotel); uma de ligação do aeroporto à capelinha na Candagolândia, passando pelo Núcleo Bandeirante que, naquela época, denominava-se “Cidade Livre” sendo esta resultado “da necessidade de alojar os construtores da Capital e os que, tendo ou não ocupação fixa, se sentiram atraídos pelos trabalhos da construção” (SANTOS, 1965). No registro, a via se estende aplainada por aclives e declives até sumir na linha do horizonte, estando margeada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). O desmatamento recente na região se faz evidente devido à presença de galhos, aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Um fato histórico relevante foi que, durante a década de 1940, Getúlio Vargas (1882-1954) incentivou a ocupação do Cerrado Brasileiro, por meio do slogan “Marcha para o Oeste” havendo um pleno incentivo a ocupação do interior do Cerrado, a partir daí, com a construção de Brasília na década de 1950 o fluxo de imigrantes foi cada vez maior, ocasionando forte adensamento demográfico e consequentemente, a construção da infraestrutura necessária para o acesso a região – por meio das rodovias. A principal problemática dessa ocupação foi, justamente, a demasiada degradação do ecossistema causado durante o processo, afetando diretamente a vegetação do Cerrado existente (Brochado, 2014).
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.3 (6)

Fotografia em preto e branco no formato retrato. Em foco, trabalhadores constroem uma estrutura de arquibancada ao redor da base de uma cruz, o monumento era conhecido pelo nome "O Cruzeiro", feita em madeira de aroeira torneada. Possivelmente, o espaço estava sendo preparado para a primeira visita do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976) a Brasília. Entre os operários é possível reconhecer o vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959) - segundo homem da direita para a esquerda na fotografia. Ao fundo, observa-se uma paisagem composta por vegetação de Cerrado, que apresenta sinais de desmatamento. Atualmente o espaço é conhecido como Praça do Cruzeiro.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.3 (5)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, que na epóca contava somente com uma cruz, feita em madeira de aroeira, sob uma base de alvenaria, o monumento recebia o nome de O Cruzeiro. É possível ver ainda o marco geodésico "Vértice n°8", há alguns metros à direita do cruzeiro, sinalizado por uma bandeira hasteada. O marco se configura como um ponto referencial de coordenadas geográficas que integra a malha do Sistema Geodésico Brasileiro, instalado pelo IBGE da década de 1950. No segundo plano é possível observar o surgimento de uma das vias do Eixo Monumental, margeada por vegetação de cerrado típico. Ao fundo observa-se uma paisagem arbórea mais adensada, que se estende pelo horizonte em um conjunto de diferentes fitofisionomias do Cerrado em forma de mosaico. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (40)

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco está uma estrada de terra batida, que corta a paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, enquanto ao fundo a vegetação arbórea original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (4)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, que a epóca contava somente com a base de alvenaria e a cruz em madeira de aroeira para ornamentação. É possível ver ainda o marco geodésico "Vértice n°8", a alguns metros à direita do cruzeiro, sinalizado por uma bandeira hasteada. O marco se configura como um ponto referencial de coordenadas geográficas que integra a malha do Sistema Geodésico Brasileiro, instalado pelo IBGE da década de 1950. No segundo plano é possível observar o surgimento de uma das vias do Eixo Monumental, margeada por vegetação de mata seca. Em terceiro plano, se estende pelo horizonte um conjunto de diferentes fitofisionomias do Cerrado. Na parte inferior da fotografia observa-se parte de uma árvore de gomeira (Vochysia thyrsoidea). Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (38)

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Em foco está uma estrada de terra batida, que corta a paisagem. Ao centro da fotografia está a área conhecida atualmente como Praça do Cruzeiro, em segundo plano é possível visualizar a vegetação típica de Cerrado com árvores de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas, que aparentemente foi desmatada, enquanto ao fundo a vegetação arbórea original de mata seca se mantém. É possível ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona no local durante a celebração da primeira missa de Brasília, em 03 de maio de 1957. O marco foi batizado em abril de 1955, quando o Marechal José Pessoa (1885-1959), solicitou que fosse marcado o ponto mais alto da região escolhida para receber a nova capital. O vice-governador do estado de Goiás na época, Bernardo Sayão (1901-1959), se encarregou de plantar uma cruz simplista feita com dois galhos de madeira pau-brasil para delimitar o local, que passou a se chamar de "o Cruzeiro". Posteriormente, o símbolo foi trocado por uma cruz de aroeira torneada, com uma base em alvenaria e pedra, além da adição de um tablado. Em 1975, o cruzeiro original foi movido para a Catedral Nossa Senhora Aparecida, e a praça recebeu uma réplica da peça original. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (35)

Fotografia colorida em formato paisagem. Em primeiro plano, ao centro, está uma das estruturas de madeira utilizadas para erguer uma lona durante a primeira missa de Brasília, meses antes - em 03 de maio de 1957 -no local conhecido atualmente como Praça do Cruzeiro. Em segundo plano é possível visualizar uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) que foi queimada recentemente, enquanto ao fundo observa-se a transição para uma vegetação mais adensada. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (34)

Fotografia colorida em formato paisagem. Em primeiro plano é possível visualizar a terra que foi removida para a construção da "Via S1" do Eixo Monumental. Ao fundo, é visto o espaço que atualmente é a Praça do Cruzeiro, com destaque para o marco geodésico "Vértice n°8" e a cruz que deu nome ao lugar, feita em madeira de aroeira torneada. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, que foram utilizadas para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília em 3 de maio de 1957. Fotografia de Mário Fontenelle. No horizonte é possível visualizar uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com indícios de queimada recentemente, enquanto ao fundo observa-se a transição para uma vegetação mais adensada. Fotografia de Mário Fontenelle.

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NOV.B.3 (30)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano, é possível visualizar uma paisagem típica de campo sujo, com árvores de médio porte de gomeira (Vochysia thyrsoidea) esparsas na paisagem, aparentemente desmatada, com a presença de marcas de automóveis na vegetação e árvores cortadas. Ao fundo, está a área que atualmente é a Praça do Cruzeiro, que recebeu este nome pela cruz que marca o local. É possivel ver ainda duas estruturas de madeira, semelhantes à cavaletes, que foram utilizadas para sustentar uma lona que serviria como cobertura no local durante a celebração da primeira missa de Brasília em 3 de maio de 1957.

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