Plano Piloto

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NOV.B.22 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e áreas periféricas. Data provável: a partir de 1957. No centro, observa-se as edificações ministeriais da Esplanada, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental, é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz, local que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. Na parte superior, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Observa-se edificações das quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 se concentrava um conjunto de casas populares. Boa parte das casas foi construída pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), que serviriam de residência para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama na parte superior e o Bananal na área inferior. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA. Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (1) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

Untitled

NOV.B.22 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-1
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e arredores. Data provável: a partir de 1957. Do lado esquerdo, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Verifica-se edificações localizadas nas quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 concentravam-se conjuntos de casas populares. Boa parte das casas foram construídas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), com o propósito de servirem de residências para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. Ainda, ao lado esquerdo, canto superior, avista-se a Candangolandia, local do escritório e acampamento da NOVACAP e, ao centro, está o Aeroporto Internacional de Brasília (atual aeroporto internacional Presidente Juscelino Kubitschek) em sua fase inicial com o primeiro terminal de passageiros e a primeira pista de operações, obra realizada pela Companhia Metropolitana, coordenada pelo engenheiro Atahualpa Schmitz Prego (1926 - 2020). No centro da fotografia, na parte inferior, é possível observar as edificações ministeriais da Esplanada dos Ministérios, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz (continha 2.700 metros) (SILVA, 2006, p. 105) que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama no lado esquerdo e o Bananal no lado direito. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA (Revista Brasília, jun. 1958, p. 3). Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (2) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

Untitled

NOV.B.19 (75)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-75
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem do croqui da Escola Normal da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). A ilustração, feita com tinta nanquim, apresenta a vista aérea (perspectiva de voo de pássaro) da escola pioneira com as propostas de paisagismo e de paginação do piso externo, além de escala humana e automobilística. O projeto é um exemplar da arquitetura moderna, fator que é notório devido a adoção de volumes simples e cobertura shed, com platibanda, para compor a obra, e emprego da vedação externa em pele de vidro (cortina de vidro). Ainda, no projeto, um vasto gramado circunda a construção - composta por três volumes retangulares, sendo dois menores e um maior -, enquanto espécies arbóreas compõem um cinturão de vegetação que delimita os limites do lote.

Informações adicionais sobre a Escola Normal: Sobre a Escola Normal consta, no Museu da Educação do Distrito Federal, a seguinte informação:
“Outra importante escola pioneira foi a Escola Normal de Brasília que funcionou, desde 1960, nas dependências do Colégio CASEB e, posteriormente, do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, CEMEB. Sua sede própria data de 1970, tendo sido inaugurada com a presença do então Ministro da Educação Tarso Dutra e outras autoridades. Seu projeto arquitetônico, de autoria do arquiteto Germano Galler, atende à filosofia da educação adotada por Anísio Teixeira para o desenvolvimento de um currículo escolar abrangente de uma instituição que funcionaria em tempo integral. Localizada numa área de 18.000m², tendo 12.000m² de área construída, a Escola Normal de Brasília, concebida para atender 1.000 alunos, possui 137 dependências. A Escola Normal de Brasília inspirou-se no modelo de escola de John Dewey, em Chicago, como um centro permanente de pesquisa e experimentação pedagógica. Nela, foram idealizadas quatro unidades: (1ª) laboratório primário; (2ª) laboratório jardim; (3ª) laboratório creche; e (4ª) laboratório formação (normal)

As inovações pedagógicas estavam presentes desde as instalações sanitárias, laboratórios, salas de repouso, gabinetes médico-odontológicos e de enfermagem, cantinas. Os laboratórios de biologia, por exemplo, possuíam plataformas externas para a colocação dos biotérios e eram equipados com dispositivos de proteção contra incêndio e explosão. Havia, ainda, quatro conjuntos de quatro salas, divididas por divisórias móveis, removíveis, que, além de possuírem isolamento acústico, podiam ser transformadas em salões, o que permitia agrupar atividades didáticas. O auditório era uma área de uso múltiplo, com um palco, camarins e dispositivos para cenários, assim como cabine de projeção equipada com projetores de 16 e 35mm, mesa de comando e distribuição de som e luz. As salas de aulas possuem janelas envidraçadas, na sua maioria voltadas para os jardins.”
"

Untitled

NOV.B.19 (74)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-74
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem dos croquis do Centro Cultural da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). O projeto, não executado, é apresentado por meio de duas vistas externas, uma aérea (perspectiva de voo de pássaro) e outra em perspectiva do pedestre. Por elas, é possível identificar o formato irregular da construção proposta, composto por várias diagonais. Além disso, nota-se que a cobertura possuiria diversas águas e platibanda e que o fechamento principal externo seria por meio de uma extensa pele de vidro. Também, devido à robustez dos elementos representados e a cultura construtiva de Brasília, é possível inferir que material proposto para a estrutura do complexo seria o concreto armado. Ainda sobre esse ponto, o projeto possui grandes pilares em formato de “V”, localizados no perímetro da vedação externa, que vencem vãos consideráveis. Por último, complementam os croquis, a escala humana e a representação do paisagismo.

Untitled

NOV.B.19 (73)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-73
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem dos croquis do Centro Esportivo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). O projeto, não executado, apresentado por meio de duas vistas em perspectiva - uma externa e outra interna, respectivamente - é de um centro poliesportivo semienterrado, de grande vão, e com visual e acessos amplos no pavimento térreo. Por meio do desenho, da robustez dos elementos e da cultura construtiva de Brasília, é possível inferir que o material proposto para a estrutura do pavilhão seria o concreto armado. Ainda sobre esse ponto, o projeto retangular é composto por largos pilares de seção “V”, localizados equidistantes nas extremidades das laterais de maior lado, e recebem as cargas de uma cobertura de várias águas, de mesmo material. Internamente, pode-se visualizar arquibancadas de sete patamares, uma quadra de basquete e uma piscina com trampolim. Por último, complementam o croqui superior de vista externa, a escala humana, a representação do paisagismo e uma haste de bandeiras, situada do lado esquerdo da representação, enquanto, no croqui inferior, apenas são ilustrados os dois primeiros itens mencionados.

Untitled

NOV.B.18 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-96
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a fiscalização das estradas do Plano Piloto, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém manchas escurecidas e pontos esbranquiçados. Um Jeep Willys está se deslocando para fora do limite esquerdo da fotografia, contendo dois homens de possível posição social elevada devido às suas vestimentas. O motorista veste um terno, calça social, óculos e leva um cigarro aos lábios. Atrás deste, um homem curvado e com a mão na cintura veste um suéter bege, brando e preto, calça e usa óculos escuros. Ambos parecem observar o que vem adiante. Na estrada de terra que percorrem está uma placa identificadora com inscrição “W5” indicando a demarcação da região da via W5, que passa por detrás dos comércios da W3. Na parte inferior da fotografia nota-se vegetação de Cerrado com presença de gramíneas, ervas e arbustos, sendo possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito), sendo a mesma vegetação da parte de trás da via de terra batida, porém logo atrás da via a vegetação parece ter sofrido intervenção humana, devido a ausência da parte aérea da vegetação. Atrás desta região, uma vegetação mais adensada com espécies arbóreas que correspondem ao Cerrado típico (cerrado sentido amplo). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. À época, a demarcação por estacas foi feita por uma equipe da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) para definir o traçado urbano da topografia de Brasília. As demarcações no Eixo Monumental foram realizadas no dia 20/04/1957, quando, “16 homens, entre topógrafos, ajudantes de topógrafos e motoristas [...] Naquele dia, íamos cravar o primeiro marco do Plano Piloto”, segundo os relatos, uma equipe de aproximadamente 10 homens foram “descendo com o teodolito, locando o Eixo Monumental até a Praça dos Três Poderes.” O responsável por ficar a Estaca Zero no chão foi o engenheiro e agrimensor Ronaldo de Alcântara Velloso (ARPDF, 2023).
"

Untitled

NOV.B.18 (90)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-90
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Observa-se a via duplicada da W3 Sul e construções comerciais com marquises do lado esquerdo das pistas. Atrás estão prédios das quadras 300, separados do comércio pela construção da via W2 Sul. Notam-se instalações de apoio ao trabalhadores e pilhas de materiais na região da pista a ser delimitada. Na W3, diversos carros transitam, do lado direito está uma Rural Willys com, ao menos, três pessoas no veículo e mais carros a frente seguem o fluxo oposto da direção do fotógrafo. Tangente à pista, na calçada, dois grupos de pessoas se aglomeram: o primeiro grupo, mais distante, contém quatro pessoas em que uma delas é uma mulher. O segundo grupo, mais próximo do fotógrafo, é composto por cinco pessoas, sendo quatro crianças em posição descontraída e vestes escolares e um homem que acena na direção do autor da imagem, está com vestes formais e uma maleta, e todos parecem observar a ação do fotógrafo. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

Untitled

NOV.B.18 (88)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-88
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista de uma janela de um prédio comercial, na região das 500 sul. Observa-se a grande concentração de veículos estacionados, principalmente no canteiro central e transeuntes caminhando na calçada do comércio e entre os carros. Alguns dos veículos presentes são: Jeep Willys, Rural Willys, Caminhonete Ford F-100, Aero Willys, Plymouth Special Deluxe 1948 e caminhões Ford. À esquerda da via principal da W3 sul estão as residências duplex da Caixa Econômica, com uma árvore de grande porte na lateral esquerda dos prédios. As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993).
"

Untitled

NOV.B.18 (87)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-87
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção dos viadutos do Eixo Rodoviário Sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea de uma tesourinha/trevo de saída/entrada da superquadra 108 sul, onde se vê que a pista ainda está sendo asfaltada e que um dos retornos da tesourinha não foi executado. Uma kombi está parada próxima a placa sinalizadora de fim de trecho, por conta da execução das obras.Entre os eixos e tesourinhas, há diversas árvores nativas do Cerrado de tamanhos diversos, sobre terrenos descampados, em que posteriormente colocaram gramas. Ao fundo, do lado esquerdo, estão alguns prédios residenciais da 208 sul e, do lado direito destes prédios, estão construções de edifícios correspondentes à superquadra 408, onde nota-se o prédio sem pilotis (sem apoios de pilares que garantam vão livre no seu térreo), blocos estes que receberam a alcunha de prédio JK. Os primeiros sete prédios JK foram construídos pela NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), entre 1959 e 1961, na quadra 408 sul e foram projetados por Oscar Niemeyer (1907-2012). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento" (Costa, 1957, p.10). Para as superquadras residenciais, o arquiteto e urbanista Nauro Esteves (1923-2007) - bastante atuante na construção de Brasília - explicou ao Arquivo Público do DF que, por não haver tempo hábil de desenvolver quadra por quadra, foram elaborados seis modelos básicos de quadra. O primeiro projeto foi o da SQS (superquadra sul) 113, em 1957; depois as quadras SQS 105 e 305, por Hélio Uchôa (1913-1971), no mesmo ano; Em 1958, SQS 108 por Oscar Niemeyer (1907-2012); Em 1959, SQS 308 por Marcello Campello (1928-1964) e Sérgio Rocha; A construção das quadras não obedeceu essa ordem projetual. O primeiro bloco residencial a ficar pronto foi o da SQS 306 - bloco do IAPC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários) - e, na Asa Norte, que foi construída só em 1966, começou pela SQN (superquadra norte) 312, a cinco quilômetros de distância do centro do Plano Piloto.

Untitled

NOV.B.18 (78)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-78
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a construção de edifícios, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém pontos esbranquiçados. No primeiro terço da imagem estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central). Na primeira faixa marginal (correspondente ao eixo W - eixinho oeste), transita um Rural Willys, na direção do limite inferior da imagem. No canteiro entre marginal e pista central do Eixo Rodoviário Sul, além da vegetação rasteira com árvores esparsas, estão três pedestres: um homem de calças claras e camisa escura próximo a uma árvore, um homem de vestes claras e chapéu sentado sobre um corrimão de concreto e, atrás deste, um homem de vestes pretas caminha sobre a marcação de calçada. Na pista marginal eixo L, próximo às construções está um veículo preto. Entre a pista marginal e as construções está uma faixa de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Além disso, entre o Eixo Rodoviário e o Eixo L, há árvores do Cerrado esparsas de pequeno e médio porte. No centro da vegetação está uma construção em fase estrutural (possivelmente de um posto de gasolina entre quadras). Ao fundo, construções de edifícios correspondentes à superquadra 408, onde nota-se a construção de dois prédios sem pilotis (sem apoios de pilares que garantam vão livre no seu térreo), blocos estes que receberam a alcunha de prédio JK. Os primeiros sete prédios JK foram construídos pela NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), entre 1959 e 1961, na quadra 408 sul e foram projetados por Oscar Niemeyer (1907-2012).
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