Plano Piloto

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NOV.B.18 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-99
  • Item
  • 01/06/1957
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas e riscos brancos. Registro aéreo dos Cruzamentos dos Eixos Monumental e Rodoviário, durante os primeiros anos da construção de Brasília, em 6/1957, rodeado por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que ocupa toda a fotografia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzam em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo, relata-se que, ""desse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Pinheiro, 1957, p.10). No registro, o Cruzamentos dos eixos é evidenciado, estando, até aquele momento, sem asfaltamento havendo apenas a demarcação destes. De modo geral, os Cruzamentos dos dois eixos foram propostos de forma a atender uma interação de quatro escalas urbanas, que foram denominadas: monumental, residencial, gregária e bucólica. De acordo com Lucio Costa (1987, p.5): a escala monumental é comandada pelo eixo retilíneo terraplenada sentido leste e oeste, onde se tem como referência as principais massas edificadas dos Ministérios (na Esplanada dos Ministérios) e Praça dos Três Poderes, integrando o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal, Palácio do Planalto; a escala residencial contempla as implantação das Superquadras residenciais e as Entrequadras, arranjadas ao longos de 6 km do eixo arqueado denominado Eixo Rodoviário-Residencial. Essa escala define-se pelo entrosamento com a escala monumental, “não apenas pelo gabarito das edificações como pela definição geométrica do território de cada quadra através da arborização densa da faixa verde que a delimita e lhe confere cunho de ""pátio interno"" urbano’ (p. 5); a escala gregária “surge, logicamente, em torno da interseção dos eixos” (p. 5), havendo a presença da plataforma rodoviário, ponto de importância fundamental para integração de Brasília com as outras cidades (cidades satélites); a escala bucólica é pertinente a paisagem que intervém dos espaços urbanos, delimitando os espaços da cidades “por áreas livres arborizadas”. No registro, o adensamento arbóreo em torno das vias é expressivo, havendo a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito) por toda a fitografia. Autor da Fotografia: Mario Fontenelle
"

Untitled

NOV.B.18 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-48
  • Item
  • 30/09/1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a região do Eixo Monumental, na Esplanada dos Ministérios, retirada em 30/09/1958. Nota-se a delimitação das duas vias S1 e N1, ainda tracejadas por estradas de terra paralelas, na altura da Esplanada dos Ministérios, onde é possível ver as áreas retangulares destinadas aos edifícios ministeriais. Ao fim das vias paralelas, vê-se o platô e a estrutura da rampa do Congresso Nacional. À direita da retangular do Congresso, está parte das estruturas destinadas à Praça dos Três Poderes, local este também que abriga o Supremo Tribunal Federal. À esquerda da mesma retangular, acima da via, está o canteiro de obras para o Palácio do Planalto. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas laterais da parte inferior da imagem, nota-se vegetação de cerrado típico, e ao fundo, nas laterais e pelo horizonte, a vegetação está distribuída em forma de mosaico, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento. Sobre o Congresso Nacional e sua composição, conforme exposto por Oscar Niemeyer (1907-2012): “o objetivo de reunir as duas casas do Congresso num só edifício, visa a dar solução mais racional e econômica ao problema, sem prejuízo da independência que lhes é indispensável, permitindo, ainda, adotar para os serviços comuns (garagem, restaurante, biblioteca, salas de estar, etc.) instalações mais perfeitas e amplas. Por outro lado, estudados num só bloco, Senado e Câmara constituirão um conjunto monumental capaz de dominar, como desejável, as demais construções da cidade” (NIEMEYER, s.d., n.p.). Já a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que, inicialmente, quatro edifícios se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá.

Untitled

NOV.B.2 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-99
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista área da formação do terreno que corresponde a área do Congresso Nacional. Em destaque está o Eixo Monumental, com um automóvel transitando seu percurso, que cruza-se com uma via que circunda a parte superior da sede do Legislativo, ambas as vias estão sem pavimentação. É notável o grande nível de desmatamento entre os solos está bastante avançado presente nas divisórias.

Untitled

NOV.B.2 (98)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-98
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea dos monumentos componentes da Praça dos Três Poderes e parte da esplanada dos ministérios. A imagem enquadra o Palácio do Supremo Tribunal Federal, cinco dos edifícios ministeriais, o Palácio do Congresso Nacional, o Museu da Cidade de Brasília e grande parte do terreno delimitado para a praça.

Untitled

NOV.B.2 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-96
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Imagem aérea da Praça dos Três Poderes e dos monumentos componentes da praça. A imagem enquadra o Palácio do Planalto, o Museu Histórico de Brasília, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o terreno delimitado para a praça, tendo o Lago Paranoá ao fundo.

Centralizado no primeiro terço da imagem está o jardim e espelho d’água do Palácio do Congresso Nacional; passando pelas laterais do jardim estão as vias N1 e S1 do Eixo Monumental.
Entre o primeiro e o segundo terço da imagem é possível ver o Palácio do Planalto, sua arquitetura tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado,sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão a caixa de vidro que compõem o Palácio do Planalto. À frente, evidencia-se a rampa de acesso ao salão nobre, que se eleva lentamente do solo, abaixo, há o espelho d’água que circunda frontalmente e lateralmente do prédio, conferindo beleza à fachada do Palácio Presidencial e auxiliando a manter a segurança do prédio e a controlar a umidade do ar. O Parlatório situado à direita da entrada principal, é o local onde o Presidente e convidados podem se dirigir ao povo concretado na praça. Um pouco mais abaixo do Palácio do Planalto está situado o Museu Histórico de Brasília, de concreto armado e mármore branco, sustentado por um par de vigas que formam um bloco de 35 metros de comprimento e 5 metros de largura, apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao vão com inscrições nas paredes; em seu interior estão paredes em mármore exibem 16 painéis, que contam a história da mudança da capital; este foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960. Centralizado no segundo terço da imagem está o centro da Praça dos Três Poderes, onde há um grande espaço vazio característica marcante da concepção praça cívica, composto de pedra portuguesa

No terceiro terço da imagem está o Palácio do Supremo Tribunal Federal com suas colunas harmoniosas em duas fachadas (faces leste e oeste) com formato que remete a velas de barco; a caixa de vidro compõe o centro do edifício, dando a sensação de suspensão; a forma simples com elementos marcantes torna o edifício em um espaço convidativo e contemplativo, além de edificações ícones da região; a simplicidade da volumetria também incorpora os aspectos modernistas, característicos da assinatura do arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, responsável pelo projeto dos palácios da Praça dos Três Poderes.

Na base da imagem estão presentes os galpões e depósitos que provavelmente armazenavam os materiais de construção utilizados nas obras.
"

Untitled

NOV.B.2 (94)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-94
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Imagem aérea da Praça dos Três Poderes e dos monumentos componentes da praça. A imagem enquadra o Palácio do Congresso, o Palácio do Planalto, o Museu Histórico de Brasília, o Palácio do Supremo Tribunal Federal e o terreno delimitado para a praça.

No primeiro terço da imagem, da metade inferior, estão passando as vias N1 e S1 do Eixo Monumental, uma de cada lado do Palácio do Congresso Nacional; ainda nessa região é possível ver a rampa que leva ao Salão Negro.

Entre o primeiro e segundo terço da imagem, encontra-se o Palácio do Congresso, este edifício situado no vértice superior do triângulo do complexo da Praça dos Três Poderes; é composto pelos edifício principal e dois anexos destinados aos escritórios administrativos; as cúpulas do edifício principal possuem um traço delicado que contrastam com as colunas simétricas, as mesmas correspondem à Câmara dos Deputados (cúpula virada para cima) e o Senado Federal (cúpula virada para baixo); as torres que formam vértices de 92 metros de altura, podem ser vistas desde a Torre de TV e orientam as perspectiva dos visitantes até a Esplanada dos Ministérios.

No segundo terço da imagem está o Palácio do Planalto, sua arquitetura tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado,sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão a caixa de vidro que compõem o Palácio do Planalto. À frente, evidencia-se a rampa de acesso ao salão nobre, que se eleva lentamente do solo, abaixo, há o espelho d’água que circunda frontalmente e lateralmente do prédio, conferindo beleza à fachada do Palácio Presidencial e auxiliando a manter a segurança do prédio e a controlar a umidade do ar. O Parlatório situado à direita da entrada principal, é o local onde o Presidente e convidados podem se dirigir ao povo concretado na praça. Um pouco mais abaixo do Palácio do Planalto está situado o Museu Histórico de Brasília, de concreto armado e mármore branco, sustentado por um par de vigas que formam um bloco de 35 metros de comprimento e 5 metros de largura, apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao vão com inscrições nas paredes; em seu interior estão paredes em mármore exibem 16 painéis, que contam a história da mudança da capital; este foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960. Ao centro do segundo terço está o centro da Praça dos Três Poderes, onde há um grande espaço vazio característica marcante da concepção praça cívica, composto de pedra portuguesa

Centralizado no terceiro terço da imagem o Palácio do Supremo Tribunal Federal com suas colunas harmoniosas em duas fachadas (faces leste e oeste) com formato que remete a velas de barco; a caixa de vidro compõe o centro do edifício, dando a sensação de suspensão; a forma simples com elementos marcantes torna o edifício em um espaço convidativo e contemplativo, além de edificações ícones da região; a simplicidade da volumetria também incorpora os aspectos modernistas, característicos da assinatura do arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, responsável pelo projeto dos palácios da Praça dos Três Poderes.

Ao fundo da imagem está a parte do Lago Paranoá e mais à direita estão o Brasília Palace Hotel e o Palácio da Alvorada.
"

Untitled

NOV.B.2 (92)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-92
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Praça dos Três Poderes. Em primeiro plano, destaca-se o terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, com uma vegetação de Cerrado Nativo bastante desmatada e com duas vias terrestres simples cruzam-se em uma via única. Em segundo plano, ao centro, o desenho do Congresso Nacional, fica no vértice superior do triângulo, e é composto pelo edifício principal e dois anexos destinados aos escritórios administrativos verticalizados de 92 metros. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. À esquerda, está presente o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, mais visível em seu lado oeste. Possuem formatos que remetem a velas de barco. A caixa de vidro, que compõem o centro do edifício, dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, dá a sensação de suspensão. Próximos ao monumento ainda estão presentes os galpões e depósitos que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. À direita, evidencia-se o Palácio do Planalto com suas nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que são bastante similares à sede do Judiciário. Próximo a sede do Executivo, está o Eixo Monumental que perpassa o complexo Praça dos Três Poderes-Esplanada dos Ministérios, já em fase final de construção o Eixo Monumental ainda não pavimentado. Em terceiro plano, nota-se a Esplanada dos Ministérios com espaços vazios (característica marcante do arquitetura modernista), ao centro e os Ministérios com suas vigas e pilares metálicos totalmente envolvidos por concreto, a execução de laje de forro no mesmo material, o que definiu, conforme os padrões, laje dupla nos pavimentos. No lado esquerdo, após a Esplanada dos Ministérios, está presente o Banco do Brasil de maior dimensão e a Caixa Econômica ao lado.

Untitled

NOV.B.2 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-9
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista lateral do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). Perpassando o triângulo equilátero encontra-se o Eixo Monumental, ainda sem pavimentação. Galpões e depósitos de materiais circundam os monumentos. À direita, destaca-se uma Mata de Galeria, cortada, ao centro, pela vila operária conhecida como Vila Planalto com habitações simplórias de madeira.

Untitled

NOV.B.2 (89)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-89
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Praça dos Três Poderes, em primeiro plano, destaca-se o Supremo Tribunal Federal com suas sequência de colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), como formatos que remete a velas de barco. A caixa de vidro dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, o qual compõem o centro do edifício, dá a sensação de suspensão. A cobertura retangular transmite uma sensação de “caixa sobre caixa”. Ao redor, nota-se que o terreno circundante do Supremo Tribunal Federal, está sendo arado, no canto inferior direito, por alguns tratores e próximo a trilha que percorre a parte lateral do palácio. Uma via longa, já pavimentada, perpassa a área do Praça dos Três Poderes e estende-se até a Esplanada dos Ministérios. Na parte central, está o renque de palmeiras imperiais que imprime uma verticalidade ao conjunto dos monumentos diferenciando com o espaço vazio da praça autônoma do Congresso Nacional. Tal monumento ressalta sua expressividade com os dois anexos verticalizados, de 92 metros, correspondentes aos edifícios administrativos. À frente, as duas cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) contrastam com as colunas simétricas dos anexos administrativos e acrescenta mais beleza a tais torres grandiosas. Mais à frente, é possível visualizar apenas dois prédios ministeriais, próximos ao Eixo Monumental que estende-se por um longo trecho. Mais à direita, ao fundo, é possível visualizar o Cerrado nativo já bastante desmatado.

Untitled

NOV.B.2 (87)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-87
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea dos monumentos componentes da Praça dos Três Poderes e parte da esplanada dos ministérios. A imagem enquadra o Palácio do Supremo Tribunal Federal, cinco dos edifícios ministeriais, o Palácio do Congresso, o Museu Histórico de Brasília e grande parte do terreno delimitado para a praça. No primeiro terço da imagem, na parte superior, aparecem cinco edifícios ministeriais, enfileirados paralelamente, que compõem a esplanada dos ministérios. Entre o primeiro e segundo terço da imagem, na parte inferior, nota-se o Palácio do Supremo Tribunal Federal com suas colunas harmoniosas em duas fachadas (faces leste e oeste) com formato que remete a velas de barco; a caixa de vidro compõe o centro do edifício, dando a sensação de suspensão; a forma simples com elementos marcantes torna o edifício em um espaço convidativo e contemplativo, além de edificações ícones da região; a simplicidade da volumetria também incorpora os aspectos modernistas, característicos da assinatura do arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer, responsável pelo projeto dos palácios da Praça dos Três Poderes. No segundo terço da imagem encontra-se o Palácio do Congresso, este edifício situado no vértice superior do triângulo do complexo da Praça dos Três Poderes; é composto pelos edifício principal e dois anexos destinados aos escritórios administrativos; as cúpulas do edifício principal possuem um traço delicado que contrastam com as colunas simétricas, as mesmas correspondem à Câmara dos Deputados (cúpula virada para cima) e o Senado Federal (cúpula virada para baixo); as torres que formam vértices de 92 metros de altura, podem ser vistas desde a Torre de TV e orientam as perspectiva dos visitantes até a Esplanada dos Ministérios. Passando dos dois lados do Palácio do Congresso estão as vias S1 e N1 do Eixo Monumental (respectivamente da esquerda para a direita), é possível ver alguns carros passando nos sentidos das vias. Centralizado no terceiro terço da imagem está o Museu Histórico de Brasília, de concreto armado e mármore branco, sustentado por um par de vigas que formam um bloco de 35 metros de comprimento e 5 metros de largura, apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao vão com inscrições nas paredes; em seu interior estão paredes em mármore exibem 16 painéis, que contam a história da mudança da capital; este foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960. Centralizado no terceiro terço da imagem está o centro da Praça dos Três Poderes, onde há um grande espaço vazio característica marcante da concepção praça cívica, composto de pedra portuguesa. Ao fundo da imagem está o espaço de terra onde posteriormente foi construída a Asa Norte do Plano Piloto.

Untitled

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