Plano Piloto

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NOV.B.07 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-17
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra placa da construção de filial da Caixa Econômica Federal, no comércio Local da quadra 107 da Asa Sul. Na imagem, consta placa com os seguintes dizeres: "ECISA; Engenharia, comércio e industria S. A.; Rua Senador Dantas Nº 74-12º andar - Telefone 32- 2363; Obra: Caixa Econômica Federal do Rio de Janeiro; Quadra - 107 - Setor Comercial Local; Fiscalização - Serviço de engenharia; Eng. Resps. Julio de Barros Barreto C.R. 1219 D. Nº 537 CREA 5ª REG.; DONALD STEWART JUNIOR C.R. 8594 D. Nº 32437 CREA 5ª REG.; HEITOR BARBOSA MOREIRA C.R. 8460 D. Nº 31778 CREA 5ª REG.". Ao fundo observamos a obra de construção da filial de maneira desfocada.

Untitled

NOV.B.07 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-24
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra avenida W3 sul em construção, na altura da quadra 508 sul. Em primeiro plano, há a avenida W3 em estrada de terra. Em segundo plano, as edificações que darão origem aos prédios comerciais, alguns em malha estrutural e outros em estágios mais avançados de construção. O galpão localizado atrás dos prédio comerciais em construção pertencia à NOVACAP, com armazenamento de materiais de construção ao lado, e atualmente é onde se localiza o Espaco Cultural Renato Russo. Em terceiro plano observamos vegetação de Cerrado Típico (Cerrado sentido restrito) com sinais de intervenção humana como estradas para passagem, com cerca de 5 pedestres caminhando por elas, em localidades distintas. A fotografia B.7 (25) se refere à mesma região.

Untitled

NOV.B.07 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-25
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra avenida W3 sul, na altura da quadra 508 sul. Em primeiro plano, há a avenida W3 em estrada de terra. Em segundo plano, as edificações dos prédios comerciais, em malha estrutural. O galpão localizado atrás dos prédio comerciais em construção pertencia à NOVACAP, e atualmente é onde se localiza o Espaco Cultural Renato Russo. Em terceiro plano observamos área de Cerrado Típico (Cerrado sentido restrito) com sinais de intervenção humana como estradas para passagem, com cerca de 5 pedestres caminhando por elas, em localidades distintas. A fotografia B.7 (24) se refere a mesma região.

Untitled

NOV.B.07 (35)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-35
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra vista aérea do Setor de Diversões Sul (SDS) e Setor Bancário Sul (SBS), em construção. No primeiro plano, no canto inferior direito, vê-se instalações de suporte para construção no lote que atualmente abriga o Hotel Nacional, cujas obras se iniciaram em 1960. No segundo plano, no centro da imagem, tratores e veículos de carga trabalham na terraplanagem e preparação para asfaltamento das vias, das quais se destacam o Eixo Rodoviário e, perpendicular a ele, no nível inferior, a via S2. No terceiro plano, destaca-se a construção do edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimentos, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. Posterior ao SBS, é possível identificar área de Cerrado e trecho do Lago Paranoá. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

Untitled

NOV.B.07 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-40
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Registra o Comércio Residencial Sul (CRS) 507, em construção. No primeiro plano, vê-se a Via W3 (sentido Rodoviária do Plano Piloto), ainda em terra batida. Adjacente a ela, do lado esquerdo, observa-se troncos de árvores cortados, possivelmente de espécies nativas do Cerrado. No segundo plano, entre a via e os blocos comerciais, ainda do lado esquerdo, são vistos montículos de terra e areia. Os três blocos, registrados em perspectiva, são compostos por três pavimentos e possuem seu térreo coberto por uma marquise contínua que proporciona sombreamento para os pedestres. Na fachada principal dos blocos é possível distinguir alguns elementos e materiais construtivos convencionais: o uso de alvenaria, os tijolos aparentes no peitoril do terceiro pavimento e as esquadrias metálicas com abertura basculante (segundo e terceiro pavimento). Acima da marquise, nota-se a presença de uma abertura gradeada, possivelmente para a ventilação e iluminação do pavimento térreo. Neste último, por sua vez, vê-se as aberturas, separadas por pilares, que delimitarão as lojas comerciais. Ainda na fachada principal, na primeira loja, vê-se uma faixa com as inscrições: "BANCO LOWNDES S.A; BRASÍLIA". A mesma faixa aparece também na empena cega do bloco. Na frente da primeira loja, sob a marquise, é possível identificar quatro homens, todos vestindo calça social e camisa social de cores claras. No horizonte, céu ensolarado com poucas nuvens. A fotografia B.7 (01), refere-se aos mesmos blocos, em uma fase anterior da construção; a B.7 (14) mostra os blocos ao fundo, em fase posterior e a B.7 (29) refere-se ao mesmo prédio comercial (Banco Lowndes, Bloco A), também em fase posterior da construção.

Untitled

NOV.B.07 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-41
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra fachada de agência bancária da Caixa Econômica Federal. A fotografia registra, em vista aproximada, espécie de grade, também vista em outras imagens que mostram os blocos comerciais da 507 Sul (ver B.7 (40)). Acima da grade, faixa branca com as incrições: "CAIXA ECONÔMICA FEDERAL; DO RIO DE JANEIRO; SUCURSAL DE BRASÍLIA". De acordo com matéria publicada no Correio Braziliense, em 28 de agosto de 1960, edição 111, p. 8, no dia 29 de agosto do mesmo ano, seria inaugurada a Agência Central da Caixa Econômica Federal de Brasília. Ainda de acordo com a matéria, "[...] a nova agência daquele estabelecimento de crédito, fica situada na Quadra 107, próximo à Igreja N.S. de Fátima, no Plano Pilôto.". Apesar de atualmentede existir uma agência do referido banco no CLS 107, a fotografia mais se aproxima do padrão arquitetônico do Comércio Residencial Sul 507.

Untitled

NOV.B.15 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-1
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, a Central Telefônica Sul, em processo de construção. Em primeiro plano, na porção inferior à esquerda, um amontoado de entulho e, mais à frente chão de terra batida. Em segundo plano, há estacas de madeira, formando um cercamento, que delimita a área de intervenção e, ao longo dessa, amontoados de terra provavelmente provenientes de movimentações do terreno. À extrema esquerda, há duas placas de identificação com as inscrições (respectivamente da esquerda para a direita): "CENTRAL TELEFÔNICA SUL [em destaque]/ NOVACAP [Companhia Urbanizadora da Nova Capital] DEPARTAMENTO/ DE EDIFICAÇÕES 5ᵃ DIVISÃO" e "ESTACAS FRANKI LTDA./ FUNDAÇÕES (...)[restante ilegível]". Na segunda placa, parte das inscrições estão ilegíveis, mas se infere tratar dos nomes dos responsáveis técnicos e endereço da empresa. Na extrema direita, há uma terceira placa indicativa onde se lê: "SOCIEDADE IMOBILIÁRIA E COMERCIAL PAULISTA SICOPAL/ Sicopal/ [à esquerda] ENG ᵒˢ RESPONSÁVEIS/ ALBERTO LANG - CREA 5644/ MILTON OLIVO - CREA 8671/ ROBERTO BUENO - CREA 8724/ [à direita] AV. LIBERDADE/ TEL. 35-0114 S.". Mais adiante, está o edifício da Central Telefônica Sul com a execução em andamento. Sua estrutura (pilares e laje) encontra-se ainda enformada e apoiada por tábuas em madeira e há escoramentos montados ao longo da porção visível do edifício. Na parte posterior, há uma torre treliçada com uma escada central, ao que tudo indica executada em madeira, constituída por quatro apoios e travamentos diagonais (contraventamentos), possivelmente erigida para alojar a antena telefônica. Ao fundo, há postes de iluminação e na lateral esquerda, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.15 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-10
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, um cenário ao ar livre com uma tenda que lê "PANAIR DO BRASIL", indicando um local associado à antiga companhia aérea brasileira. No primeiro plano, há vegetação do cerrado com aspecto ralo, devido a intervenção humana no local. No segundo plano, há uma grande tenda de lona branca sustentada por cordas amarradas a estacas no solo. A tenda possui aberturas que parecem ser janelas ou entradas com abas levantadas. Acima dessa construção, há uma placa informativa afixada em dois postes com os dizeres "PANAIR DO BRASIL", adornada por duas bandeiras, uma a brasileira, ambas içadas e visivelmente agitadas pelo vento. No plano de fundo, à direita, há uma estrutura que parece ser outra tenda ou cobertura similar, coberta por uma lona escura e também sustentada por cordas. No plano de fundo, há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria e vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte. Não há pessoas visíveis na imagem, o que sugere uma área temporária ou um momento de pouca atividade. A ausência de atividade humana enfatiza a estrutura do sinal e as tendas como principais pontos de interesse. A intenção do fotógrafo parece ser documentar a presença da Panair do Brasil em Brasília, talvez marcando o início das operações de voo ou outro tipo de serviço relacionado à aviação na nova capital. A escolha de capturar as bandeiras pode ter sido para enfatizar a identidade nacional e o orgulho associados à expansão da infraestrutura aérea no país.

Untitled

NOV.B.15 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-11
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, a captura de um momento dentro de um espaço de comunicação ou monitoramento, típico dos anos 60. No primeiro plano à esquerda, um homem perfilado de cabelos e bigode escuros com vestes aparentemente formais, se volta para um grande painel de comunicação e porta um equipamento conectado por um cabo no painel. Sua expressão é concentrada e ele está levemente inclinado em direção ao equipamento, sugerindo uma comunicação ativa ou transmissão. À direita, um segundo homem de óculos e vestes claras, com fones de ouvido, está sentado de frente para um painel semelhante repleto de botões, interruptores e medidores. Ele segura o que parece ser um documento ou folha de papel, e sua postura é de foco e atenção ao trabalho que realiza. Ambos estão engajados em suas tarefas, indicando uma atmosfera de trabalho. Não há muitos detalhes visíveis no plano de fundo, além dos equipamentos ao qual as figuras humanas interagem, mas pode-se perceber que o ambiente é fechado e funcional, com um aspecto utilitário. A fotografia, provavelmente, tinha a intenção de documentar a tecnologia de comunicações da época e o papel das pessoas que a operavam.

Untitled

NOV.B.15 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-12
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano mostra um terreno árido de terra batida e irregular com sinais de tráfego e escavações, sugerindo atividade de construção ou preparação do solo. Marcas de pneus são visíveis, percorrendo horizontalmente a imagem. Pequenos montes de terra, vegetação esparsa e detritos são distribuídos por toda a área. No segundo plano, ao centro da imagem, há uma pequena edificação e acima dela há uma placa informativa afixada em dois postes com os dizeres "PANAIR DO BRASIL", adornada por duas bandeiras, uma delas a brasileira, ambas içadas e visivelmente agitadas pelo vento. À esquerda da imagem, vê-se o que parece ser o início da linha de postes e vegetação desordenada e à direita, a área é cerceada por uma cerca de madeira simples, delineando a fronteira do que pode ser uma zona de construção. A cena está desprovida de pessoas, veículos ou maquinário, o que transmite uma sensação de quietude ou pausa no trabalho. Postes de eletricidade ou telefone alinham-se verticalmente à esquerda, diminuindo de tamanho à medida que se afastam, o que ajuda a criar uma perspectiva de profundidade na imagem. No plano de fundo, posterior à edificação, há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria e ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte. O fotógrafo parece ter optado por uma abordagem documental, buscando capturar a realidade do local sem embelezamentos ou alterações significativas.

Untitled

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