Plano Piloto

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NOV.B.02 (217)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-217
  • Item
  • 1959 - 1969
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato retrato. Em primeiro plano em corte ativo aparece o capô de um carro da marca Mercedes-Benz 170; em segundo plano observa-se solo exposto com uma uma cerca delimitando a área de construção da catedral, em que há um grupo de dez indivíduos, sendo três figuras femininas e sete figuras masculinas, possivelmente uma família e acompanhantes, presume-se que estariam visitando a construção; atrás deles está um caminhão Chevrolet GMC com uma figura masculina em cima, à frente da movimentação de terra que viria a se tornar a rampa de entrada da catedral; ao centro da imagem, atrás de uma cruz pintada de branco fincada no chão, temos duas figuras masculinas e uma figura feminina, andando; ao fundo está a Catedral Metropolitana de Brasília com os pilares parabólicos já finalizados; e em último plano está o galpão de materiais.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada."

Untitled

NOV.B.2 (218)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-218
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato retrato. Em primeiro plano e destaque central da imagem o protótipo de madeira, apoiado em uma escada e algumas cordas tensionadas presas em estacas de madeira fincadas no chão; pilares que viriam a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51). Em segundo plano, logo atrás do protótipo é possível ver parte de uma estrutura temporária da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105). Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227), (469) é possível ver um protótipo do pilar do palácio, que foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola, deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106)
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.02 (219)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-219
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Vista aérea da Catedral Metropolitana de Brasília e de seu terreno de obras em terra batida, resultado de um processo de terraplanagem. No centro da imagem, está a Catedral em estágio avançado de construção de sua estrutura; movimentações de terra, para a construção do corpo da igreja, da entrada e dos caminhos para os anexos, iniciados; em torno da igreja estão várias estacas de madeira, espalhadas ao redor da estrutura e pelo chão do terreno; atrás da catedral, está o galpão de materiais; mais à direita da catedral estão as pequenas construções temporárias de auxílio à obra; ao fundo está a via do eixo monumental, com alguns veículos passando, toda a região se encontra em solo exposto, com vias delimitando a passagem de carros.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada.
"

Untitled

NOV.B.2 (227)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-227
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Em primeiro plano há algumas vigas utilizadas na obra dispostas em fila lado a lado, em cima do chão de terra batida, resultado de um processo de terraplanagem, do terreno delimitado para a Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23). Em segundo plano, na lateral esquerda da imagem está o protótipo de madeira dos pilares que viriam a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51). À direita do protótipo é possível ver parte de algumas estruturas temporárias da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105); à frente das construções está a caixa d’água temporária da obra. Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227), (469) é possível ver um protótipo do pilar do palácio, que foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (247)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-247
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano, destaca o terreno de terra batida, fruto de terraplanagem (técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo) correspondente ao Eixo Monumental e à praça central. À esquerda, situa-se o Supremo Tribunal Federal com suas colunatas harmoniosas, ainda em período de construção, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. Ressalta-se o andaime erigido, na quarta coluna em sequência, o qual alonga-se até um pouco mais da altura da laje do edifício, adjacente localiza-se uma construção temporária de aspecto longitudinal, com pilares metálicos e sem vedações, suponha que provavelmente servia para acúmulo de materiais. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão, está em processo de acabamento. No trecho inicial do terreno, há uma edificação de maior porte composto de madeira, acoplado a ela está uma caixa d’água de tamanho médio, o que pode-se deduzir tratar-se de um provável alojamento para os trabalhadores. Próximo a obra, nota-se sutilmente os postes de madeira com energia elétrica. Permeando o local alastra-se a vegetação de Cerrado Nativo do tipo savânico bastante desmatado, delimitado, na região, por uma cerca simplória de madeira. Mais a frente, localiza-se o Congresso Nacional, com seus monumentais edifícios administrativos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de andaimes, alguns com lona e sem a vedação completa. À direita, ocorre a concentração de caminhonetes transitando próximo à sede do Legislativo e de uma guarita, sustentada no desnível do terreno, que obtém iluminação própria, por meio de um poste e possui uma plataforma superior de madeira utilizada para fiscalização de obras. Logo abaixo, há um declive que forma um perímetro, o qual situa-se um caminhão estacionado, colado a uma cerca improvisada de galhos. Atrás da sede do Legislativo, encontram-se, os edifícios administrativos encadeados correspondentes aos Ministérios, composto de vigas e pilares metálicos, ainda repleto de andaimes, sem esquadrias. Mais distante está a sombra do Banco do Brasil.

Untitled

NOV.B.2 (249)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-249
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano, destaca o terreno de terra batida, fruto de terraplanagem (técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo) correspondente a futura Praça dos Três Poderes e o Eixo Monumental, o qual alonga-se pelo amplo território. Em seu trecho final, destaca-se os automóveis transitando próximos a uma guarita, provavelmente carregavam os recursos da obra. Ademais, notabiliza-se ainda, na praça central, a presença de rala vegetação do Cerrado, com rebrotas sobre terra batida, indicando intervenção humana. Tais edificações não possuem vedação completa. Ao lado, é possível visualizar sutilmente a cúpula do Senado (virado para baixo, e de menor proporção em relação à Câmara) sem revestimento concluído. Ao fundo, situa-se os prédios ministeriais, no sentido leste-oeste, compostos de de vigas e pilares metálicos, sem esquadrias.

Untitled

NOV.B.02 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-26
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em formato retrato, em cores. Em destaque, a Catedral Metropolitana de Brasília com a sua estrutura, ainda em período de construção, de seus marcantes pilares parabólicos. Nota-se a presença de formas de madeira em boa parte da extensão da Igreja . Em primeiro plano, está o terreno de obras em terra batida, resultado de um processo de terraplanagem. Mais a frente, evidencia-se um grupo de quatro trabalhadores conversando entre eles, próximos a montes de areia utilizados na construção da igreja.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada."

Untitled

NOV.B.2 (269)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-269
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do local onde provavelmente será o Palácio do Congresso Nacional. Em destaque, chão de terra batida e materiais de construção sobre o mesmo, como tábuas de madeira e montes de terra; este aparenta ser o início da construção da fundação do edifício. Ao centro, da esquerda para a direita, diversos homens trabalhadores atuando na obra, um pequeno muro de contenção supostamente de concreto, material que parece com brita, por sua coloração clara, que será utilizada na mistura do concreto e pequenas construções que são provavelmente armazenamento de materiais da obra. Ao fundo, um caminhão ao centro, um grande monte de terra que forma um muro ao qual irá trazer um aspecto visual de destaque para o Congresso Nacional quando este estiver finalizado (esse monte de terra foi retirado da movimentação de terra realizado na Rodoviária do Plano Piloto - centro do cruzamento dos eixos do Plano Piloto Eixo Central e Eixo Monumental, e inserido nas laterais do Congresso Nacional). No horizonte, parte do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.02 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-27
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Em primeiro plano está o terreno de obras da igreja em terra batida, resultado de um processo de terraplanagem; em segundo plano está a placa da empresa Mills, o qual que fornecia os andaimes tubulares usados na construção; ao lado direito da placa tem um carro da marca Jeep pouco atrás de um rolo de fio; mais à direita do carro tem uma cruz pintada de branco fincada na terra; ao fundo, em destaque, ao centro da imagem está a Catedral Metropolitana de Brasília em período de construção, com os pilares parabólicos sendo moldados a partir de uma forma de madeira; no canto inferior direito, é possível ver a cobertura feita para proteger os materiais de obra.
CONTEXTO HISTÓRICO:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CURIOSIDADES E REMISSIVAS - CATEDRAL:
· A execução do projeto de edificação da catedral, foi acompanhado desde 1960 pela Arquidiocese de Brasília, que teve como seu primeiro arcebispo Dom José Newton de Almeida Baptista (1904-2001), este sacerdote teve papel relevante na condução das obras do templo, mantendo contato com os órgãos governamentais e empreendendo campanhas para arrecadar fundos para que a edificação fosse concluída.
· A Catedral de Brasília possui uma acústica potente, ou seja, se está perto de uma parede, é possível ouvir claramente o que uma pessoa fala a vários metros de distância se ela também estiver próxima da parede.
· A cruz no topo da Catedral de Brasília foi instalada em 1968 e tem 12 metros de altura. Ela foi benzida pelo Papa Paulo VI (1897-1978);
· O Papa Paulo VI (1897-1978) doou o altar principal da Catedral de Brasília;
· No interior da Catedral de Brasília, está a Cruz Histórica, essa cruz fez parte da 1ª missa oficial de Brasília, celebrada em 1957 na atual Praça do Cruzeiro, localizada no Eixo Monumental;
· Para não comprometer a estrutura da Catedral de Brasília, o Batistério foi construído depois que a estrutura da igreja foi finalizada.
"

Untitled

NOV.B.2 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-3
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, uma vegetação rasteira que acentua-se em manchas do Cerrado ao aproximar-se da extrema direita da fotografia. Perpassando essa região, logo abaixo, há uma via ainda sem pavimentação completa. Ao centro, nota-se a formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). No momento, há apenas construções simples longitudinais, provavelmente para o alojamento e repouso dos trabalhadores operantes da obra. Inserido no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral (ainda em período de construção). À direita do grande retângulo há manchas de Cerrado e uma aglomeração de habitações populares, algumas compactas e outras mais extensas. Ao fundo do retângulo da futura Esplanada dos Ministérios, é possível visualizar o final do Eixo Monumental e outras manchas do bioma do Cerrado.

Untitled

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