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NOV.B.18 (93)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-93
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas e riscos brancos. Registro térreo do Trevo do Aeroporto, responsável pela conexão viária da Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047) e a Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). No registro, parte da extensão viária do “Balão do Aeroporto” com processo de pavimentação avançado, aparentando estar em funcionamento devido a passagem de um veículo Jeep Willys de cor escura. À esquerda e à direita do registro, parte do canteiro e o centro do balão com presença de gramíneas e solo terroso aparente; pequenas estacas de madeira para demarcação dos limites da via. Ao fundo, às margens da via, há a presença de vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No plano de fundo, após a vegetação, notam-se parte dos conjuntos residenciais das Superquadras, apresentando níveis diferentes de processo construtivo: onde alguns aparentam processo de obra, devido ao aspecto de fachadas vazadas e empenas cegas (fachada sem aberturas, janelas ou portas) ainda em concreto aparente e esqueletos estruturais em evidência; enquanto outros apresentam detalhamentos mais específicos, aparentando estarem finalizados ou em processo de finalização devido a falta de andaimes, com destaque das esquadrias colocadas e pinturas nas fachadas. Os conjuntos residenciais, conforme descritas por Lucio Costa (1902-1998), foram denominadas e pertencentes a Escala Residencial, sendo esta constituída de “superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., rodeada por uma área arborizada de 20 m de largura e localizadas de cada lado do eixo monumental Norte-Sul” (Castro, 1960, p.73).
"

Sans titre

NOV.B.18 (94)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-94
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas brancas. Registro térreo sobre o viaduto da via Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051) que passa sobre a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). No registro, em primeiro plano, parte da infraestrutura da ponte: o guarda corpo; meio-fio; escoamento de águas pluviais; blocos de concreto que estruturam parte da infraestrutura do viaduto; a via já asfaltada; resquícios de materiais (pedaços de madeira e tábuas). Abaixo da ponte, a EPIA se estende verticalmente sentido ao final oeste do Eixo Monumental, seguindo para o “Balão do Colorado” que interliga as vias Estrada Parque do Contorno (EPCT ou DF-001) responsável por contornar a Bacia Hidrográfica do Paranoá e “inicialmente, seria um demarcador da sua área de proteção - o “cinturão verde” de Brasília.”, e a Estrada Parque Armazenagem e Abastecimento (EPAA ou DF-010) que interliga “liga a N-1 do Eixo Monumental (na altura do Palácio do Buriti) ao Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (SAAN) (Cavalcanti, 2012). Identifica-se um processo de asfaltamento avançado devido ao fluxo de veículos nos dois sentidos da via, porém, com alguns locais em solo terroso alterado e porções de terra, ainda evidenciando o ambiente de obra recente (nos canteiros laterais e no central). No canteiro central, é possível identificar algumas vias vicinais que cortam diagonalmente o canteiro presente entre os dois sentidos da EPIA. À direita, às margens da EPIA, quatro transeuntes transitam no sentido oposto ao fluxo da direita, onde, três estão caminhando lado a lado e um quarto caminha mais a frente. Acima, uma via vicinal corta transversalmente a vegetação à direita das rodovias. As margens do Eixo Monumental, há a presença de parte da vegetação campestre do Cerrado, incerto se é naturalmente campestre ou outra forma de vegetação que teve vegetação removida pela ação humana e ao fundo nota-se uma faixa de vegetação com maior adensamento de árvores, sendo a mata de galeria que acompanha o Córrego Bananal.
"

Sans titre

NOV.B.18 (96)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-96
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem captura a fiscalização das estradas do Plano Piloto, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Representante digital contém manchas escurecidas e pontos esbranquiçados. Um Jeep Willys está se deslocando para fora do limite esquerdo da fotografia, contendo dois homens de possível posição social elevada devido às suas vestimentas. O motorista veste um terno, calça social, óculos e leva um cigarro aos lábios. Atrás deste, um homem curvado e com a mão na cintura veste um suéter bege, brando e preto, calça e usa óculos escuros. Ambos parecem observar o que vem adiante. Na estrada de terra que percorrem está uma placa identificadora com inscrição “W5” indicando a demarcação da região da via W5, que passa por detrás dos comércios da W3. Na parte inferior da fotografia nota-se vegetação de Cerrado com presença de gramíneas, ervas e arbustos, sendo possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito), sendo a mesma vegetação da parte de trás da via de terra batida, porém logo atrás da via a vegetação parece ter sofrido intervenção humana, devido a ausência da parte aérea da vegetação. Atrás desta região, uma vegetação mais adensada com espécies arbóreas que correspondem ao Cerrado típico (cerrado sentido amplo). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. À época, a demarcação por estacas foi feita por uma equipe da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) para definir o traçado urbano da topografia de Brasília. As demarcações no Eixo Monumental foram realizadas no dia 20/04/1957, quando, “16 homens, entre topógrafos, ajudantes de topógrafos e motoristas [...] Naquele dia, íamos cravar o primeiro marco do Plano Piloto”, segundo os relatos, uma equipe de aproximadamente 10 homens foram “descendo com o teodolito, locando o Eixo Monumental até a Praça dos Três Poderes.” O responsável por ficar a Estaca Zero no chão foi o engenheiro e agrimensor Ronaldo de Alcântara Velloso (ARPDF, 2023).
"

Sans titre

NOV.B.18 (97)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-97
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção de uma pista do Eixo Monumental do Plano Piloto de Brasília, entre os anos de 1957-1960. Item similar ao item 4. O enquadramento foi pensado para retratar a construção do Congresso Nacional e, possivelmente, um dos ministérios da Esplanada. Nota-se o domo fechado correspondente ao Senado Federal na região central da imagem, a elevação de terreno e o platô, com a estrutura das duas torres do Congresso a subir. As obras do Congresso Nacional foram iniciadas no ano de 1957 e, no mesmo ano, também foi iniciado o trabalho de asfaltamento do Eixo Monumental. À esquerda, um plano a frente deste cenário, uma torre de caixa d’água com a vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) a circundar as laterais da estrada asfaltada. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento". Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Sans titre

NOV.B.18 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-99
  • Pièce
  • 01/06/1957
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas e riscos brancos. Registro aéreo dos Cruzamentos dos Eixos Monumental e Rodoviário, durante os primeiros anos da construção de Brasília, em 6/1957, rodeado por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que ocupa toda a fotografia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzam em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo, relata-se que, ""desse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Pinheiro, 1957, p.10). No registro, o Cruzamentos dos eixos é evidenciado, estando, até aquele momento, sem asfaltamento havendo apenas a demarcação destes. De modo geral, os Cruzamentos dos dois eixos foram propostos de forma a atender uma interação de quatro escalas urbanas, que foram denominadas: monumental, residencial, gregária e bucólica. De acordo com Lucio Costa (1987, p.5): a escala monumental é comandada pelo eixo retilíneo terraplenada sentido leste e oeste, onde se tem como referência as principais massas edificadas dos Ministérios (na Esplanada dos Ministérios) e Praça dos Três Poderes, integrando o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal, Palácio do Planalto; a escala residencial contempla as implantação das Superquadras residenciais e as Entrequadras, arranjadas ao longos de 6 km do eixo arqueado denominado Eixo Rodoviário-Residencial. Essa escala define-se pelo entrosamento com a escala monumental, “não apenas pelo gabarito das edificações como pela definição geométrica do território de cada quadra através da arborização densa da faixa verde que a delimita e lhe confere cunho de ""pátio interno"" urbano’ (p. 5); a escala gregária “surge, logicamente, em torno da interseção dos eixos” (p. 5), havendo a presença da plataforma rodoviário, ponto de importância fundamental para integração de Brasília com as outras cidades (cidades satélites); a escala bucólica é pertinente a paisagem que intervém dos espaços urbanos, delimitando os espaços da cidades “por áreas livres arborizadas”. No registro, o adensamento arbóreo em torno das vias é expressivo, havendo a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito) por toda a fitografia. Autor da Fotografia: Mario Fontenelle
"

Sans titre

NOV.B.19 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-17
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem, Mário Fontenelle. Imagem do mapa de planejamento habitacional do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). Por essa razão, do lado esquerdo, há uma grande planta do PPB com suas respectivas quadras e grandes áreas, enquanto, do lado esquerdo, há o título do desenho com uma legenda de cores e outra de números. Além do título, aparece destacada por uma linha de chamada a Rede Hospitalar da área.
A legenda inicial é segmentada por sete faixas de cores correspondentes a determinada quantidade de habitantes, sendo elas: amarelo claro, 49.250 hab; azul claro, 39.400 hab; rosa claro, 48.900 hab; laranja, 38.600 hab; amarelo, 40.000 hab; azul escuro, 10.000 hab; e rosa escuro, 60.000 hab. Em contrapartida, a segunda legenda está ilegível devido a resolução da fotografia.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
"

Sans titre

NOV.B.19 (18)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-18
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem parcial do mapa da rede de instituições do sistema de abastecimento do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). No desenho há a marcação da Esplanada dos Ministérios com as áreas destinadas aos equipamentos governamentais, portanto, é possível identificar a sequência dos Blocos Ministeriais, representados por traços verticais, e Congresso Nacional ao final da larga avenida, simbolizado por dois círculos e dois traços horizontais paralelos. As superquadras e as grandes áreas das asas Sul e Norte também aparecem de forma esquemática na representação. Outros dois elementos importantes no projeto encontram-se expostos do lado direito da imagem, o Lago Paranoá e a Lagoa Jaburu. Próximo a esse grande corpo d’água, estão situados o Hotel Turismo, atualmente denominado de Brasília Palace Hotel, e o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Por último, uma larga pista, que futuramente integraria a Estrada de Hotéis e Turismo, cruza a diagonal do mapa e se encerra percorrendo o perímetro das duas últimas edificações mencionadas.

Informações adicionais sobre a Esplanada dos Ministérios: Inserida no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral. Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste do Plano Piloto, estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios, composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. (sem esquadrias)

Informações adicionais sobre a Estrada de Hotéis e Turismo: No trecho da península sul do Lago Paranoá, encontram-se o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel. Um pequeno trecho de via, do que futuramente se tornaria a Estrada de Hotéis e Turismo, no Setor de Hotéis de Turismo Norte - SHTN.

Informações adicionais sobre o Palácio da Alvorada: O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre o Brasília Palace Hotel: O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Sans titre

NOV.B.19 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-6
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, é apresentada a vista aérea frontal da maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. As vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Sans titre

NOV.B.19 (68)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-68
  • Pièce
  • 1959 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem parcial do mapa da rede de instituições do sistema de abastecimento do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). No desenho há a marcação da Esplanada dos Ministérios com as áreas destinadas aos equipamentos governamentais, portanto, é possível identificar a sequência dos Blocos Ministeriais, representados por traços verticais, e Congresso Nacional ao final da larga avenida, simbolizado por dois círculos e dois traços horizontais paralelos. As superquadras e as grandes áreas das asas Sul e Norte também aparecem de forma esquemática na representação. Outros dois elementos importantes no projeto encontram-se expostos do lado direito da imagem, o Lago Paranoá e a Lagoa Jaburu. Próximo a esse grande corpo d’água, estão situados o Hotel Turismo, atualmente denominado de Brasília Palace Hotel, e o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Por último, uma larga pista, que futuramente integraria a Estrada de Hotéis e Turismo, cruza a diagonal do mapa e se encerra percorrendo o perímetro das duas últimas edificações mencionadas.

Informações adicionais sobre a Esplanada dos Ministérios: Inserida no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral. Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste do Plano Piloto, estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios, composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. (sem esquadrias)

Informações adicionais sobre a Estrada de Hotéis e Turismo: No trecho da península sul do Lago Paranoá, encontram-se o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel. Um pequeno trecho de via, do que futuramente se tornaria a Estrada de Hotéis e Turismo, no Setor de Hotéis de Turismo Norte - SHTN.

Informações adicionais sobre o Palácio da Alvorada: O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre o Brasília Palace Hotel: O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Sans titre

NOV.B.19 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-7
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, mostra-se em primeiro plano a maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. Ao fundo, uma representação do mapa de Brasília complementa a cena, embora a visualização detalhada dos setores esteja comprometida.
O mapa do Plano Piloto revela uma numeração de 01 a 25, apesar da dificuldade em discernir cada setor devido à qualidade da imagem. A legenda, no entanto, oferece valiosas informações sobre os principais pontos da cidade, incluindo:
1- Praça dos Três Poderes
2- Esplanada dos Ministérios
3- Catedral
4- Setor Cultural
5- Centro de Diversões
6- Setor de Bancos
7- Setor Comercial
8- Moteis

9- Setor emissora rádio TV
10- Setor esportivo
11- Praça municipal
12- Quarteis
13- Estação ferroviária
14- Armazenagem e XXX indústrias
15- Cidade XXX
16-
17- Setor residencial
18- Casas individuais
19-
20- Jardim Botânico
21- Jardim zoológico
22- Clube de Golf
23-
24-
25-

Essa composição visual não apenas destaca a proeminência da Rodoviária do Plano Piloto, mas também proporciona um vislumbre dos diversos setores que compõem a cidade de Brasília.

Na maquete aparece as vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Sans titre

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