Plano Piloto

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NOV.B.2 (159)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-159
  • Item
  • 21/04/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista externa da construção da Igrejinha repleta de andaimes de madeira ainda em processo de finalização da estrutura. Na imagem, vista diagonal do edifício já com o pilar do centro da fachada principal, praticamente finalizada que sustenta a curvilínea, característica típica do formato de catenária (curva que se assemelha a um arco parabólico) central e de 25 a 30 cm nas extremidades em balanço composta por laje maciça e apoiada em três pilares, aumentando as solicitações de carga na estrutura, faz parecer um elemento desprovido de peso. Em primeiro plano, piso modificado de aspecto lamacento.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.2 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-16
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato retrato. Painel de Athos Bulcão (1918-2008), primeira obra do autor em Brasília, nomeado “Natividade” composto por azulejos de 15 x 15 cm para o revestimento externo colocado em 1959 da Igreja Nossa Senhora de Fátima conhecida como Igrejinha Nossa Senhora de Fátima. Realizado em 1957, a pomba branca representa o Divino Espírito Santo e a estrela em preto a estrela da Natividade, ambos sobrepostos ao fundo azul.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Untitled

NOV.B.2 (161)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-161
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica do Eixo L2 Sul cruzando o Eixo Monumental. Destaca-se, em primeiro plano, uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) nos dois lados da pista. Uma construção simples de pouca expressividade, ao lado direito da pista, provavelmente de caráter provisório, destoa-se em meio a amostra do bioma. Próximo às vias urbanas, está a Catedral Metropolitana de Brasília com seus marcantes dezesseis pilares parabólicos, compostos de concreto, oriundos de sua planta circular de 70 m de diâmetro. Tais pilares característicos sobem inclinadamente tocando uns aos outros e são permeados por virtuosos vitrais internos elaborados por Marianne Peretti, constituídos de fibra de vidro de tons de: azul, verde, branco e marrom. Ao longo, do complexo da Esplanada dos Ministérios, destacam-se os edifícios administrativos, sentido esquerda e direita, compostos por sua estrutura marcante de vigas e pilares metálicos totalmente envolvidos por concreto, a execução de laje de forro no mesmo material, o que definiu, conforme os padrões, laje dupla nos pavimentos. À direita, estão vários edifícios que provavelmente correspondem a galpões ou depósitos para acúmulo de materiais de construção. Mais ao fundo, na Praça dos Três Poderes, está o Congresso Nacional com seus monumentais anexos destinados aos escritórios administrativos. Tais edificações formam vértices de 92 metros. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza às duas torres correspondentes. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.2 (163)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-163
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica da Praça dos Três Poderes e da Esplanada dos Ministérios. No primeiro terço, ressalta-se o solo modificado com alterações bruscas no terreno próximos a sede do Legislativo, mais ao fundo, estão os Ministérios encadeados com sua estrutura composta de vigas e pilares metálicos, acompanhados, à esquerda, de uma parede lateral externa. Mais ao centro está o espaço vazio, característica marcante da arquitetura moderna, mais ao fundo está o Congresso Nacional com seus monumentais anexos destinados aos escritórios administrativos. Tais edificações formam vértices de 92 metros. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza às duas torres correspondentes. Do lado direito, estão outros dos prédios administrativos dos Ministérios e alguns pequenos galpões de acúmulo de depósitos de materiais. Ao fundo das construções, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.2 (165)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-165
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista panorâmica do complexo Esplanada dos Ministérios-Praça dos Três Poderes, sobre terra batida. Em primeiro plano, galpões pequenos de depósitos de acúmulo de materiais longitudinais. Com um terreno de chão de terra batida com automóveis estacionados ao canto. Mais a frente, está a Esplanada dos Ministérios, com o sentido leste-oeste, com prédios administrativos encadeados com estrutura composta de vigas e pilares metálicos envolvidos por concreto. No lado direito, está a Catedral Metropolitana de Brasília com seus dezesseis pilares incompletos, ainda sem o formato parabólico completamente concretado, possuindo apenas sua estrutura metálica que auxilia na sustentação. Ao fundo, destaca-se o Congresso Nacional os prédios formam vértices de 92 metros. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal.As cúpulas e colunas utilizadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer são traços marcantes apresentados em sua arquitetura. Menos visível, no lado direito, está o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro, localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. No lado esquerdo, está o Palácio do Planalto, que detém como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. A caixa de vidro transmite uma sensação de suspensão, a cobertura acrescenta um aspecto de “caixa sobre caixa”. É possível apenas visualizar de lateralmente está a nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco. À esquerda da fotografia, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.2 (166)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-166
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Vista panorâmica do terreno pertencente à Praça dos Três Poderes e Esplanada dos Ministérios, sendo que no lado esquerdo está a região que corresponde ao Supremo Tribunal Federal, com galpões de aspecto longitudinal que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. Por fora das habitações notabiliza-se os recursos materiais da obra concentrados. Mais a frente, está a construção ainda incipiente da malha estrutural da cúpula do Senado, composta de pilares metálicos e concreto (ainda não inserido) formando uma planta circular. Próximo a esta estrutura inicial da sede do Legislativo, estão mais galpões e recursos materiais reunidos. Ao fundo, encontra-se apenas uma estrutura composta de pilares e vigas metálicas de um edifício administrativo correspondente à Esplanada dos Ministérios. Tais recursos de obra estão sendo sustentados por um guindaste pinça que alastra-se por mais uma aérea destinada a uma futura edificação. No lado direito, é possível visualizar mais um guindaste pinça, todavia sem um terreno modificado mais drasticamente. Ao fundo da construção, principalmente na lateral esquerda, observa-se vegetação de Cerrado nativo (fitofisionomia não identificável) que se estende pelo horizonte, em que é possível distinguir áreas campestres e com alta densidade de arbóreas dispersas em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.2 (167)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-167
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem em que se observa a Esplanada dos Ministérios em construção, com toda a região ainda em terra batida. Em primeiro plano, destaca-se galpões de aspecto longitudinal que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras ou serviam de habitação temporária, estão rodeados por poste de luz e outros recursos da obra. Na edificação maior encontram-se dois trabalhadores próximos a uma bicicleta na entrada. Abaixo, estão amontoados de tábuas de madeira. Nota-se uma carregadeira alocando um amontoado de materiais. Mais a frente, está uma via provisória com um Jeep Candango transitando e outros automóveis estacionados ao redor do terreno. Ao centro, está o espaço vazio característico moderno da praça cívica da Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste estão os edifícios administrativos correspondente aos Ministérios composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. No lado direito localiza-se a Catedral Metropolitana de Brasília com seus marcantes dezesseis pilares parabólicos, compostos de concreto (ainda não finalizados no topo), oriundos de sua planta circular de 70 m de diâmetro. Tais pilares característicos sobem inclinadamente tocando uns aos outros, os virtuosos vitrais internos elaborados por Marianne Peretti constituídos de fibra de vidro de tons de: azul, verde, branco e marrom, ainda não foram instalados. A cobertura ainda não está concretizada, expondo apenas sua estrutura metálica. Ao fundo, do sentido esquerda para direita, encontra-se o Palácio do Planalto características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas (ao lado) revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão a caixa de vidro que compõem o Palácio do Planalto. Ao centro, o Congresso Nacional fica no vértice superior do triângulo, e é composto pelo edifício principal e dois anexos destinados aos escritórios administrativos (ainda sem o mármore branco completado finalmente). Os prédios formam vértices de 92 metros que podem ser vistos desde a Torre de TV e orientam a perspectiva do visitante até a Esplanada dos Ministérios. As cúpulas do edifício do Congresso (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo) possuem um traço delicado que contrasta com colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Ao lado direito, encontra-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro, localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.2 (168)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-168
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, no formato paisagem. Vista lateral da formação do terrapleno em terra batida, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. Destaca-se a forma do triângulo, com ambos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, que futuramente abarcará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita), perpassando o triângulo equilátero, encontra-se o Eixo Monumental ainda sem pavimentação. No vértice esquerdo, encontra-se um galpão de aspecto longitudinal com caixa d ' água adjacente cercado por recursos de obras (brita, areia e areia fina). Ao centro, destaca-se um cercado quadrado de madeira com estruturas provisórias, e trabalhadores espalham-se desde do desnível até a parte de cima do terreno. Uma vala comum origina do centro para a base do triângulo. No lado direito da vala, nota-se mais materiais de construção (brita, areia e areia fina) na base com caminhões em volta. Acima, há um outro galpão alongado com areia mais fina e caminhões percorrendo a região. Na extrema direita, encontram-se calhas empilhadas, com caminhões transitando ao redor, próximo encontra-se o Eixo Monumental ainda não pavimentado, atrás está o depósito que provavelmente acumulava recursos da obra, alguns estão amontoados ao redor. Ao fundo do terrapleno, observa-se vegetação de Cerrado , composto de diversas fitofisionomias distribuídas em forma de mosaico. Além disso, duas regiões destacam-se com prováveis alojamentos e refeitórios e o local mais afastado corresponde às habitações da Vila Planalto.

Untitled

NOV.B.2 (169)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-169
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano, encontra-se uma via pavimentada, no lado sul ressaltam-se as manilhas dispersas no solo. No lado norte, nota-se uma estrutura temporária e alguns materiais de construção amontoados. Ao centro, situa-se um espaço vazio, característica marcante da arquitetura moderna, da Esplanada dos Ministérios. No sentido leste-oeste, é possível visualizar os edifícios administrativos encadeados com composição de estrutura metálica revestida de concreto, verifica-se apenas a parte lateral dessas edificações, próximos a elas estão uma série de postes de iluminação enfileirados. Em terceiro plano, está à esquerda, O Palácio do Planalto destaca-se com sua pureza das linhas, predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Ressalta-se, as noves colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma velas de barco.Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão a cortina de vidro que compõem a sede do Executivo. Em pequenos detalhes, observa-se a rampa de acesso e o Parlatório. Adjacente ao monumento, está uma habitação temporária simplória com caixa d` água. Ao centro, encontra-se o Congresso Nacional com seus monumentais escritórios administrativos verticalizados de 92 metros, que orientam a perspectiva do visitante até a Esplanada dos Ministérios e suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo), os quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. À direita, está o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. É possível notar que as edificações do Complexo Esplanada dos Ministérios-Praça dos Três Poderes estão circundados por uma cerca simples. Ao fundo, nota-se a presença da vegetação nativa do Cerrado, que se estende pela linha do horizonte.

Untitled

NOV.B.2 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-17
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional ainda está com estrutura inacabada e sem tintura original completa. Os dois anexos grandes destinados aos escritórios administrativos (de volumes verticalizados de 92 metros) apresentam-se com apenas metade dos edifícios com tintura e a outra está repleta de andaimes. A Câmara está quase no estágio final de acabamento e o Senado está ainda sem revestimento externo concluído. À direita, o Palácio do Planalto sem a cobertura finalizada e, à esquerda, o Supremo Tribunal Federal está com sua estrutura fundante incompleta. Ambos os momentos do Legislativo e Judiciário estão rodeados por galpões e depósitos que provavelmente acumulavam os materiais de construção utilizados nas obras. À frente, do triângulo equilátero formador do solo da Praça dos Três Poderes, há os Ministérios enfileirados estão com a acabamento incompleta. É possível visualizar a elevação da ponte que futuramente contribuirá com a formação da Via de Ligação Se/Ne. Todo o solo e vias (incluindo o Eixo Monumental) estão sem pavimentação. À direita, da Esplanada dos Ministérios, com diversas habitações populares está a Vila Planalto. É possível visualizar que o bioma natural da região está em estágio avançado de desmatamento, resta apenas algumas manchas de Cerrado espalhadas pelo território em questão.

Untitled

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