Plano Piloto

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NOV.B.12 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-13
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Fotografia do posto de saúde n. 1, localizado na Asa Sul Entrequadra Sul (EQS) 508/509. O projeto de arquitetura é da Diretoria de Urbanismo e Arquitetura (DUA) da Novacap, 1958. O material utilizado é o concreto armado. Na imagem, o bloco sobre pilotis, empena e fachada de Cobogó, no vão térreo livre algumas pessoas presentes e dois modelos Jeep, automóvel ícone no período, amplamente utilizado construção de Brasília. Conforme Ernesto Silva (Silva, 2006, p. 261-280), o plano de saúde para Brasília compreendeu os anos de construção da futura capital do Brasil. Um complexo sistema de atendimento a diversidade das necessidades de saúde dos pessoas que habitavam a região, tais como, ambulatórios, exames, cirurgias, vacinação, controle de endemias, foram organizadas com a criação do Departamento de Saúde da Novacap a partir da colaboração do Departamento Nacional de Endemias Rurais - DNERu, do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI, dos Institutos e Serviços Nacionais de Turbeculose e de Lepra e do Serviço Social da Indústria – SESI. Ver itens: 14 e 15.
SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-12
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem apresenta o ambulatório da Carteira de Acidentes do Trabalho, na fachada sobre o arco da entrada está escrito I.A.P.I. Posto de Acidentes do Trabalho, de iniciativa do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Eram postos de saúde construídos em madeira e voltados para o atendimento dos trabalhadores. Ornando a entrada do posto de saúde existe um canteiro. Algumas pessoas transitam, uma ambulância encontra-se estacionada junto a uma modelo do Jeep, automóvel ícone no período, amplamente utilizado construção de Brasília. Provavelmente a imagem é do ano de 1957. Para outra versão do local, ver os itens: 3 e 17. Sobre o sistema de saúde existente no período de construção de Brasília e o planejamento para a cidade, consultar: SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-10
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem do posto médico do acampamento do Instituto de Previdência e Aposentadoria dos Servidores do Estado - IPASE, construção em madeira, três trabalhadores sentados em frente a fachada. Conforme Ernesto Silva (Silva, 2006, p. 261-280), o plano de saúde para Brasília compreendeu os anos de construção da futura capital do Brasil. Um complexo sistema de atendimento a diversidade das necessidades de saúde dos pessoas que habitavam a região, tais como, ambulatórios, exames, cirurgias, vacinação, controle de endemias, foram organizadas com a criação do Departamento de Saúde da Novacap a partir da colaboração do Departamento Nacional de Endemias Rurais - DNERu, do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI, dos Institutos e Serviços Nacionais de Turbeculose e de Lepra e do Serviço Social da Indústria – SESI.

Untitled

NOV.B.12 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-1
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. A imagem apresenta, mulheres, crianças e homens, em atendimento no lactário da Fundação das Pioneiras Sociais. A construção em madeira provavelmente localizada no Núcleo Bandeirante ou na Candangolândia era parte do primeiro sistema de saúde de Brasília para atendimento aos trabalhadores e moradores. Provavelmente a fotografia foi feita em 1957.
Quando Juscelino Kubitschek foi eleito governador de Minas Gerais (1951-1955), Sarah Kubitschek começou a mobilizar as senhoras da alta sociedade mineira a fim de arrecadar doações para os necessitados. As voluntárias se reuniam na garagem do Palácio da Liberdade e se dedicavam à ajuda de crianças, mães e mulheres grávidas. Este grupo ganharia o nome de Pioneiras Sociais, cujos Núcleos se espalharam pelo estado, com dezenas de voluntárias trabalhando no preparo e distribuição de merenda escolar, roupas, alimentos, cadeiras de rodas e aparelhos para deficientes físicos.
Esta obra social ganhou novo impulso quando JK foi eleito presidente da República (1956-1961). Em 22 de março de 1956, Sarah Kubitscheck criou formalmente a Fundação das Pioneiras Sociais, que desenvolveu atuação em dez estados brasileiros. Suas ações principais estavam voltadas para as assistências médica e educacional da população pobre. Entre suas principais realizações, se podem citar a criação de hospitais volantes, escolas, centro de pesquisas, ambulatórios, lactários, centros de recuperação motora, recreação infantil e cursos de artes domésticas. Fonte: Fundação das Pioneiras Sociais - Observatório História e Saúde (fiocruz.br). Disponível em ohs.coc.fiocruz.br. Acesso em 30 jan. 2024.

Untitled

NOV.B.10 (94)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-94
  • Item
  • 1955 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Mostra, em vista aérea, a área de construção da barragem da Granja do Torto. A imagem destaca o solo exposto com marcas de veículos, indicando a remoção vegetal e manipulação da área. Vê-se a área bastante úmida, indicado a característica de brejo do solo do local. Nota-se , no terço central da fotografia, a construção da galeria de desvio e da elevatória que bombeará a água pelas adutoras. Ainda à esquerda da fotografia, barracões em madeira, servindo de apoio provisório à obra. A Captação de Água do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB), foi construída durante a construção de Brasília, em 1959 e é composta por uma barragem de terra, um sistema de extravasor de cheias (vertedouro), um descarregador de fundo e uma tomada d’água de captação de água bruta. A barragem, faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. Remissiva aos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(82), B10 (83) e B10(118); Pasta B6. Ver Fotografias referentes à Granja Modelo do Torto na Pasta B6.

Untitled

NOV.B.10 (86)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-86
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato retrato registra o posteamento do Eixo Rodoviário de Brasília. Em primeiro plano, observa-se na parte inferior, a curva popularmente conhecida como "tesourinha", que dá acesso aos comércios e residências das superquadras. Ainda no mesmo plano, observa-se na parte superior e no meio os canteiros com solo exposto, com árvores esparsas e ao fundo vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ao fundo, atrás da cerca. Em segundo plano, há o Eixo Rodoviário ainda em estrada de terra, com piquetes de demarcação e postes em ambas as laterais da via. Além disso, observa-se um andaime na lateral da via, com um cabo que entra em um dos postes e se estende até o andaime, com cerca de três homens próximos, e outro homem mais á esquerda, na contenção do viaduto. Ao fundo, observa-se uma caminhonete com um homem na porta e outro na caçamba. Em terceiro plano, canteiro com solo exposto e árvores plantadas com fim paisagístico, e blocos residenciais das superquadras (SQ) ao fundo, e horizonte com muitas nuvens. No andaime, há placa com os seguintes dizeres: "EMPRESA BRASILEIRA DE ENGENHARIA S.A.; EBE; S.A.; ELÉTRICA; HIDRÁULICA; MONTAGENS". A Empresa Brasileira de Engenharia (EBE) foi uma empreiteira com grande papel na constituição das estruturas da capital, como a rede elétrica, a limpeza pública, o ajardinamento, e a construção do Congresso Nacional, Edifícios ministeriais, o Palácio do Planalto entre 1958 e 1966 (BR.ArPDF.NOV.C.1.4). A empresa se instalou no Planalto Central em 1957 e, três anos depois, conforme o cronograma previsto, já havia feito toda a instalação elétrica dos palácios, hospitais, blocos residenciais, ruas, praças, avenidas, aeroporto e embaixadas. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85).

Untitled

NOV.B.10 (85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-85
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a iluminação do Eixo Rodoviário no período noturno. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (84)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-84
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a Asa Sul no período noturno, em algum ponto das quadras 105/205, 106/206, 107/207 e 108/208. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. Em segundo plano, há a Superquadra Residencial Sul (SQS), com edifícios residenciais com algumas janelas iluminadas. Devido a data da fotografia, provavelmente ela foi tirada na altura das quadras 105, 106, 306, 107, 108, 208 e 308, que já estavam em prontas ou em construção na época da inauguração (OLIVEIRA, 2006, p. 347). Apesar disso, nem todos os prédios e obras de calçamento e ajardinamento dessas quadras estava concluída. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 103). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (83)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-83
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra barragem da Captação do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB). A barragem foi erguida durante a construção de Brasília, em 1959, e faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. No primeiro plano da fotografia, à direita, destaca-se o espelho d'água da represa, seguido pelo corpo da barragem cuja montante é coberta por rochas. Posterior à barragem, situa-se a Estação Elevatória de Água do torto. A edificação é construída em concreto armado e abriga os equipamentos necessários para o bombeamento de água para a ETA Brasília. Próximo à elevatória, vêem-se edificações provisórias de madeira que serviram de apoio à obr, seguidas por paisagem composta por vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). Ver imagens complementares da construção da barragem do torto nos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(82), B10 (94) e B10(118); Pasta B6.

Untitled

NOV.B.10 (82)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-82
  • Item
  • 1957 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra trabalhadores na obra da barragem da Captação do Torto, localizada no Parque Nacional de Brasília (PNB). A barragem foi erguida durante a construção de Brasília, em 1959, e faz parte dos três mananciais que são tratados na Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília, sendo eles o Bananal, Santa Maria e o Torto. De acordo com a CAESB, a ETA Brasília é responsável pela produção de 25% da água tratada no Distrito Federal. A fotografia evidencia figuras masculinas trabalhando em uma das adutoras que conduz água da barragem à ETA Brasília. No segundo Plano, vê-se a Estação Elevatória de Água Bruta do Torto, e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.. Remissiva aos itens B10(12), B10(14), B10(41), B10(42), B10(73), B10(74), B10(75), B10(76), B10(77), B10(78), B10 (79), B10(80), B10(81), B10(83), B10 (94), B10(101) e B10(118); Pasta B6.

Untitled

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