Plano Piloto

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NOV.B.18 (104)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-104
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, toda a estrutura do trevo apresenta processo avançado de obra, devido a tráfego de veículos em todos os sentidos: à esquerda do registro, a faixa direita da EPAR - em processo de asfaltamento avançado, percorrendo a fotografia diagonalmente interligando-se com a EPNA, e três veículos transitam pela via - uma caminhonete, um ônibus e um carro; à direita do registro, a via que parte do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) - como visto no trecho superior a direita, não tendo a pavimentação finalizada - e conecta-se a EPAR, rumo ao Aeroporto de Brasília. Ainda referente às vias, no quadrante superior: à direita, à faixa da esquerda da EPAR sobe em diagonal, conectando-se a EPGU com rumo ao Guará; à direita, a faixa de conexão entre a via do Eixo Rodoviário e a EPGU ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2017, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, tem-se parte de uma das nascentes do Lago Paranoá coberto por uma vegetação de Mata de Galeria e Mata Ciliar. Na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023). Margeando a via há a presença de parte da vegetação do Cerrado, com gramíneas baixas e ao fundo das vias, , a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada).

Untitled

NOV.B.18 (103)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-103
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas. Registro da estrada interna que foi responsável por interligar o Aeroporto de Brasília a Eixo Monumental a altura da Praça do Cruzeiro, durante os primeiros anos da construção da nova capital (1956-1958). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por Cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ao fundo, observa-se restos vegetais (galhos, folhas e troncos) misturados a terra revolvida e algumas árvores de médio porte dispersas logo atrás. Ainda nos primeiros anos da concepção de Brasília, a estrada tenha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (1902-1976) (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. Foi na região da Praça do Cruzeiro que houveram os primeiros eventos que influenciaram nas tomadas de decisões para o futuro da construção da nova capital, sendo alguns deles: devido a ser ponto de maior altitude da região - com 1.172 metros - testemunhou, segundo JK “a verdadeira pedra fundamental da cidade. É sem dúvida seu marco histórico [...]” (Kubistchek, 2000); local onde se podia vislumbrar a extensão territorial do Planalto Central, havendo das primeiras decisões sobre o processo das construções; recebeu o Cruzeiro permanente para celebração da primeira missa em Brasília; foi onde registrou-se o Marco Geodésico nº 8 do IBGE (através deste marco que os topógrafos conseguiram colocar em prática o plano de Lucio Costa (1902-1998) na região). No registro, 12 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central do Plano Piloto. Na identificação das placas, da direita para a esquerda: “IAPETC SEVERO E VILLARES”; “KOSAOS”; “IAPSE” Instituto de Previdência e Aposentadoria dos Servidores do Estado; “I.A.P.C” Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários; “C.C.B.E.” Companhia Brasileira de Estradas; “CruzEIRO”; Autor da Fotografia: Mario Fontenelle

Untitled

NOV.B.18 (100)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-100
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta desfoque, caracterizando baixa qualidade de resolução. Registro aéreo do viaduto da via Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051) com passagem sobre a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). Abaixo da ponte, a EPIA se estende verticalmente sentido ao final oeste do Eixo Monumental, seguindo para o “Balão do Colorado” que interliga as vias Estrada Parque do Contorno (EPCT ou DF-001) responsável por contornar a Bacia Hidrográfica do Paranoá e “inicialmente, seria um demarcador da sua área de proteção - o “cinturão verde” de Brasília.”, e a Estrada Parque Armazenagem e Abastecimento (EPAA ou DF-010) que interliga “liga a N-1 do Eixo Monumental (na altura do Palácio do Buriti) ao Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (SAAN) (Cavalcanti, 2012). Identifica-se um processo de asfaltamento avançado devido ao fluxo de veículos nos dois sentidos da via, porém, com alguns locais em solo terroso alterado e porções de terra ainda evidenciando o ambiente de obra recente (nos canteiros laterais e no central). Nas margens do viaduto, é possível identificar algumas vias vicinais que cortam diagonalmente parte dos canteiros, provavelmente, destinado ao percurso direto para outras regiões, passagem de maquinário e materiais para o processo de obra. Mais ao fundo, após o viaduto, parte do córrego Riacho Fundo serpenteando abaixo da via EPIA com presença da vegetação de mata ciliar. Na parte esquerda do registro, parte da estrutura do helicóptero que sobrevoa o viaduto. Ao fundo, às margens da via, há a presença de parte da vegetação do Cerrado (fitofisionomia não identificada).
"

Untitled

NOV.B.18 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-10
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem retrata o asfaltamento do Eixo Rodoviário do Plano Piloto, entre os anos de 1957-1960. Representante digital contém riscos e manchas verdes. A fotografia capta não só a delimitação das vias do eixo rodoviário, como também registra a construção dos edifícios das quadras 400, 100 e 300 e residências (provavelmente as construídas pela FCP - Fundação da Casa Popular) que ficaram nas quadras 700, próximas à W3 Sul (que são as pequenas edificações brancas no quadrante esquerdo superior). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Ao centro direito da fotografia estão as três vias do Eixo Rodoviário (que recebem a alcunha de eixão - via central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da via central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio) e, entre os intervalos das pistas, é possível observar vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com presença de vegetações arbustivas e árvores de médio e grande porte. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento"" (Costa, 1957, p.10).
"

Untitled

NOV.B.18 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-1
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas amareladas. Registro à margem do Eixo Rodoviário (popularmente conhecido como eixão) transitado por automóveis e em plano de fundo visualiza-se as superquadras durante os primeiros anos da construção de Brasília entre 1956 e 1960. A disposição dos conjuntos residenciais e a trama viária se deram no plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital através do eixo rodoviário, este que, segundo a edição “Arquitetura e Engenharia” da Revista Brasília (Pinheiro, 1960, p. 9), “foi arqueado, de acordo com a topografia local, e veio a formar o tronco da circulação, livre de Cruzamento graças ao recurso dos trevos e passagens de nível, que conduz às superquadras residenciais, estabelecidas em ambos os lados seus” que, conforme relatou Lucio Costa em uma das edições da Revista Brasília de 1957, “o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p. 10). A construção das pistas do Eixo Rodoviário e suas pistas marginais (que recebem a alcunha de eixão - pista central e maior, com 6 faixas separadas por uma faixa especial presidencial - e eixinhos - pistas duplicadas de duas faixas cada, localizadas em ambos os lados da pista central), ainda a receber delimitações de via (como faixas e meio-fio). Localizam-se na via: um veículo de modelo Chevrolet Biscayne cor bege, trafegando em primeiro plano; um caminhão verde e mais dois automóveis transitam em lados opostos da avenida (o da esquerda, é, provavelmente, um Rural Willys; e o da direita, possivelmente, um Ford F100 1951 “Vampirinha”); ao fundo do registro, veículos dispersos não identificaveis locomovem-se pelo eixo rodoviário; adjacentes à via, postes de iluminação. No quadrante inferior esquerdo, o canteiro lateral em terra seca contendo pedras e pedaços de madeira, caracterizando o processo de obra recente. Entre os canteiros centrais das vias, o solo ainda em terra, com poucas árvores. No quadrante central do registro, adjacentes ao eixo rodoviário, notam-se três conjuntos residenciais das superquadras, apresentando níveis diferentes do processo construtivo: o primeiro ao centro do registro, em plano posterior ao eixão, caracteriza-se ainda em processo de obra devido a presença de andaimes nas fachadas; aspecto de fachadas vazadas e empenas cegas (fachada sem aberturas, janelas ou portas) ainda em concreto aparente; além de esqueletos estruturais ainda evidentes. Ao fundo, outros dois conjuntos implantados em lados opostos do Eixo Rodoviário já apresentam detalhamentos mais específicos, aparentando estarem finalizados ou em processo de finalização devido a falta de andaimes, com destaque das esquadrias colocadas e pinturas nas fachadas. Os conjuntos residenciais, conforme descritos por Lucio Costa compõem a Escala Residencial, sendo esta constituída de “superquadras, quadriláteros medindo 240 x 240 ms., rodeada por uma área arborizada de 20 m de largura e localizadas de cada lado do eixo monumental Norte-Sul” (Castro, 1960, p.73). Do lado direito do registro, duas vias paralelas em declive, ladeadas por areas de terra batida e ao fundo à direita adensamento de árvores - de pequeno e médio porte - caracterizam uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), com árvores esparsas entre os eixos, próximos às construções, tornando-se mais densa conforme se distancia da via, à direita da imagem.

Untitled

NOV.B.15 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-9
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, imagem aérea que retrata uma torre, possivelmente de telefonia, circundada por construções simples esparsadas. No primeiro plano, há uma torre de aço, notável pela sua forma reticular, posicionada ligeiramente à direita do centro da imagem. A torre é cercada por vários pedaços de madeira e outros materiais espalhados irregularmente ao redor de sua base. Adjacente à torre, há construções simples, com telhados de duas águas e veículos chegam até essa área por meio de uma estrada de terra. À esquerda da torre e das construções, o terreno de terra é marcado por inúmeras trilhas que sugerem movimentação frequente de veículos ou maquinário pesado, contudo não estão presentes na imagem. As pessoas na imagem parecem estar envolvidas em atividades típicas de construção ou manutenção, embora suas ações específicas não estejam claras devido à perspectiva distante. No plano de fundo, a área é dominada por vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), marcando o limite da paisagem desmatada. À direita, há uma estrada que se estende da parte inferior até o horizonte, sem veículos visíveis, delineada por postes de eletricidade que seguem sua trajetória.

Untitled

NOV.B.15 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-8
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, imagem aérea que retrata uma torre, possivelmente de telefonia, circundada por construções simples esparsadas. No primeiro plano, a terra é amplamente desprovida de vegetação, indicando um desenvolvimento em andamento. Várias trilhas de veículos convergem em um ponto a torre de estrutura metálica treliçada se ergue. Próximo a sua base, há construções simples, há um veículo estacionado, aparentemente uma Kombi, e o acesso a essa área é feito por meio de uma estrada de terra. À esquerda, uma estrada de terra corta o terreno, ladeada por postes de eletricidade que se estendem para fora da cena. No plano de fundo, ao ladeando a área descampada, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo do plano piloto, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, em que é possível identificar trechos com adensamento de árvores (formação savânica ou florestal) e trechos com pouca ou ausência de árvores (campo sujo ou campo limpo). Envolvendo a área de vegetação, é possível aferir a paisagem de Brasília em desenvolvimento, com edifícios já erguidos ou em avançado processo de construção, possivelmente de uma Superquadra. Não há pessoas claramente visíveis na fotografia, o que indica que a imagem pode ter sido tirada em um momento de baixa atividade no local ou que as pessoas presentes são indistintas devido à escala e à perspectiva aérea.

Untitled

NOV.B.15 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-7
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, o retrato de uma mulher que posa para a foto. Ela está sentada, reclinada ligeiramente para trás, sorri para a câmera com um olhar ligeiramente inclinado demonstrando relaxamento, e seu braço se apoia numa superfície que parece ser o topo de uma mesa ou balcão. Sua vestimenta consiste de uma blusa de listras horizontais, complementado por um pequeno broche na altura do peito. Seu cabelo é escuro, curto e ondulado e sua maquiagem parece suave, com um destaque nos lábios, possivelmente usando um batom em uma tonalidade escura ou vermelha. A maneira como ela se posiciona e o contato visual com a câmera sugerem que a foto foi tirada em um ambiente informal, talvez durante uma pausa em suas atividades diárias. Ao fundo, a textura e o padrão da parede sugerem ser painéis ou tábuas em madeira.

Untitled

NOV.B.15 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-6
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, há uma telefonista, operando o primeiro sistema de telefonia montado na NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital) em 08/09/1958. Ela está vestida com uma blusa listrada de mangas curtas, usa um óculos de sol de estilo vintage e segura um telefone antigo. A sua postura e expressão facial transmitem uma atmosfera relaxada e alegre. O dispositivo à direita na imagem é uma central telefônica manual operada por atendentes. Para realizar uma chamada, o usuário girava uma manivela do seu telefone para enviar um sinal à central. Esse sinal era conhecido como “corrente de toque” e alertava a telefonista e essa, por meio de conectores chamados “pegas”, estabelecia fisicamente a conexão entre a linha do chamador e a do destinatário, permitindo assim a comunicação entre os dois usuários. No topo do quadro de plugues, há algo que se parece com uma antena, parte do sistema de sinalização da central. Ao fundo, a textura e o padrão da parede sugerem ser painéis ou tábuas de madeira. Essa imagem documenta não apenas a tecnologia de telecomunicação de uma era passada, mas também o papel importante das operadoras de telefone, que eram predominantemente mulheres.

Untitled

NOV.B.15 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-15-5
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, edifício provisório dos Correios e telégrafos. Em primeiro plano, há um solo planificado com aspecto arenoso. Em Segundo plano, é um prédio de madeira elevado do chão por pilares, também de madeira, provavelmente para proteção contra umidade ou inundações. Na fachada principal, há uma grande inscrição anunciando "DCT. CORREIOS e TELÉGRAFOS", indicando que o edifício é uma instalação provisória para serviços de correios e telégrafos. A sigla "DCT" refere-se ao “Departamento de Correios e Telégrafos”, uma autarquia criada em 1930, substituída em 1967 pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), uma empresa pública, vinculada ao Ministério das Comunicações. A porta do edifício está aberta, e é possível ver pessoas aguardando na parte interna. No plano de fundo, observamos o céu claro e linhas de transmissão de energia elétrica, características de infraestrutura que estavam sendo implantadas na nova capital. A presença de postes de eletricidade com vários braços e isoladores sugere o rápido desenvolvimento de comunicações e serviços públicos na região. A fotografia captura um momento de transição, mostrando estruturas temporárias que foram necessárias para o funcionamento da cidade enquanto Brasília estava sendo construída. O uso de um prédio modular para os serviços de correios e telégrafos reflete a necessidade de instalações funcionais que pudessem ser erguidas rapidamente para atender às necessidades de comunicação em uma cidade em rápido crescimento.

Untitled

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