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NOV.C.2 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-61
  • Unidad documental simple
  • 1958 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em foco na fotografia está o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele veste camisa social em tons claros, gravata e terno de cor preta. Aparentemente JK estava conversando com os dois homens à sua frente, vestidos com ternos de cor bege, no entanto não foi possível identificá-los. Ao fundo estão diversas pessoas anônimas, que aparentam estar com os olhares voltados para o presidente. O local do registro não pode ser identificado mas é possível ver no canto superior da fotografia, entre as duas colunas de concreto, uma esquadrilha com moldura de madeira e vidro onde há uma placa de identificação, apesar de não ser possível enxergá-la por inteiro nota-se a seguinte inscrição: “AGÊNCIA [ilegível]/PASSAGENS [ilegível]”. Possivelmente a fotografia foi capturada em algum evento comemorativo.
"

Sin título

NOV.B.21 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-9
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e pequenos troncos sobre o solo. Na linha do horizonte, a presença de parte da vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito).
"

Sin título

NOV.B.21 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-8
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem feita em 03/09/1959. No registro uma placa identifica a Casa da Cultura Francesa – atualmente a Aliança Francesa de Brasília –, durante os primeiros anos da construção de Brasília, entre 1956 e 1959. A placa apresenta uma preocupação estética em sua representação, que diferente de parte das demais placas presentes durante o processo de construção de Brasília, esta apresenta uma melhor diagramação das letras. Duas linhas paralelas fazem alusão às cores da bandeira francesa. Um fato curioso, é que, apesar não ter tido o projeto concretizado, “durante visita de Le Corbusier à Brasília, Darcy Ribeiro, na ocasião Ministro da Cultura, teria ‘encomendado’ a Le Corbusier os projetos para a Embaixada da França e para a Casa da Cultura Francesa”. “Ao longo dos anos, a Aliança teve que expandir para acomodar mais alunos, agora mais de 3.000 por ano, tornando-se a primeira escola de língua francesa do Distrito Federal e a terceira Alliance francesa do país, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro” (Aliança Francesa Brasília). A placa está sustentada por duas ripas de madeira pintadas de branca sobre um solo concretado. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A placa está alocada, possivelmente, às margens de uma estrada ainda em terra batida. Em plano de fundo, parte do contexto de construção, sendo possível sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. Ao fundo nota-se vegetação com alta densidade de ávores de diferentes porte, indicando uma formação florestal do Cerrado conhecida como cerradão.

Sin título

NOV.B.21 (58)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-58
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1958
  • Parte deSin título

Fotografia preta e branca em formato paisagem explicita uma placa de dizeres cômicos inscritos: Não Preciso Palpites: Sei Errar Sozinho. A placa parece estar aparafusada sobre um portal, não sendo possível apontar a sua exata localização neste ambiente ou de qual lugar pertence.

Sin título

NOV.B.21 (57)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-57
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia preta e branca em formato paisagem explicita uma placa identificadora de um estabelecimento comercial. A placa em questão contém a inscrição: Barbearia na Kosmos. Entre as palavras há um símbolo gráfico de direcionamento (seta). Esta placa está pregada no tronco de uma árvore nativa do Cerrado popularmente conhecida como curriola (Pouteria ramiflora). Ao fundo vê-se vegetação rasteira com árvores de médio porte esparsas e um cerceamento de madeira que delimita a área de duas construções de madeira, as quais se assemelham a um alojamento de funcionários de obra. A vegetação parece ter sofrido intervenção humana, tendo aspecto mais ralo.

Sin título

NOV.B.21 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-56
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retirada em 19/10/1958. Registro de uma das placas de identificação colocada às margens de um canteiro de obra destinado à construção dos Ministérios, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa apresenta os dizeres: “Emulpress do Brasil S/A. Indústria de Concreto. Concretagem dos 11 edifícios ministeriais”, empresta esta, responsável pela concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) responsável por toda a concretagem dos 11 edifícios ministeriais. A placa está sustentada por uma estrutura treliçada feita com ripas de madeira. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Posterior a estrutura da placa, um alojamento simples feito em madeira com o telhado de uma água, possivelmente, destinava-se a uma instalação de apoio ao processo de construção dos Ministérios. A estrutura de madeira localiza-se próximo de outras estruturas destinadas aos processo de obra do local, sendo possível identificar: aglomerados de materiais, estruturas em madeira e lonas de cobertura, alojamentos em madeiras, postes de energia e uma torre d’água. Autor do fotografia: Mario Fontenelle.
"

Sin título

NOV.B.21 (55)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-55
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia preta e branca em formato retrato. Capturada em 19/10/1958 pelo fotógrafo Mário Fontenelle, Registra uma placa de identificação das Obras da futura sede da Confederação Nacional do Comércio, entidade sindical de grau máximo do setor terciário brasileiro, que reúne 34 federações e mais de mil sindicatos patronais filiados em todo o território brasileiro. Fundada em 4 de setembro de 1945, teve a sua sede transferida para Brasília e passou a funcionar em imóvel próprio no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco C, nº 227, Edifício Presidente Dutra, em 16/07/1973. No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “OBRAS DA FUTURA SEDE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO/ DIRETORIA/ Brasilio Machado Neto/ Charles Edgart Moritz/ Severino Maia Filho/ Manoel Alfeu Silva/ Nylton Moreira Veloso/ Arnaldo Menezes Paiva/ Rosario Humberto Stramandinou/ Ranulpho Torres Raposo/ Jessé Pinto Freire/ Coryntho de Arruda Falcão/ Antonio Julio de Moraes/ Deraldo Motta/ Francisco Guimarães e Souza/ José Ramos de Moraes/ João de Souza Vasconcelos/ CONSELHO FISCAL/ Clovis Arrais Maia/ José Luiz Guerra Regu/ José Ribeiro Soares/ SECRETÁRIA GERAL/ José Carlos Pereira de Souza/ DIRETORIA GERAL DO SESC/ Manoel Lopes Meirelles/ DIRETORIA GERAL DO SENAC/ Maurício Magalhães Carvalho” e mais afastado, no canto inferior direito da placa “MEDINA”. Atrás da placa, uma estrada ainda em terra batida e a presença de parte de vegetação campestre do Cerrado (campo limpo), que transiciona para um ambiente com maior densidade de árvores ao fundo. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

"

Sin título

NOV.B.21 (54)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-54
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1958
  • Parte deSin título

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada em outubro de ano desconhecido entre 1957-1960. Registro das placas de identificação de parte de um trecho das rodovias Brasília-Belo-Horizonte e Brasília-Planaltina – hoje identificadas como BR-040 e a EPIA (DF-003) –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No quadrante inferior, em primeiro plano, a estrada ainda sem pavimentação, apenas terraplanada, com resquícios de materiais e passagem de pneu dos veículos e maquinários. No registro, as placas retangulares de madeira estão sustentadas por uma estrutura simples de ripas de madeira às margens trechos da Rodovia Brasília-Belo Horizonte e Rodovia Brasília-Planaltina, ainda em fase de obra na época da construção, em que se lê, na placa esquerda, as inscrições: “NOVACAP D.V.O. Rodovia Brasília - Belo Horizonte. Trecho Estação Rodoviária-Luziânia 47 km (20 km em pista dupla) Construção de Coenge S.A. Engenharia e Construções”; e na segunda placa: “NOVACAP D.V.O. Rodovia Brasília-Planaltina - Construção de Coenge S.A. Engenharia e Construções”. A construtora identificada nas placas trata-se da Coenge S.A. que, junto da Companhia Metropolitana, realizaram a terraplanagem do Aeroporto definitivo de Brasília. A placa identifica trechos de construção do que hoje é a BR-040” faz parte de um grande sistema rodoviário que contempla os Estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Distrito Federal [...]. Possui extensão superior a mil quilômetros, e faz ligação entre as capitais brasileiras.” (Santos; Gomes, 2015, p. 16). As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Em plano de fundo, às margens da via, a vegetação se faz evidente, e pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada. Ao fundo está uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estende pelo horizonte.

Sin título

NOV.B.21 (52)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-52
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de parte das placas de identificação às margens de uma estrada interna ainda sem pavimentação, possivelmente responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 9 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Monac; Aço Torsima S.A.; Emulpress - Obras dos Ministérios; Construtora Planalto; Estacas Franki LTDA. - Acampamento Escritório; IRB - Instituto de Resseguros do Brasil - Edifício “Seguradoras”. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Atrás das placas, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparenta uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Em plano de fundo, há a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre a camada contínua de gramíneas.
"

Sin título

NOV.B.21 (51)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-51
  • Unidad documental simple
  • 19/08/1959
  • Parte deSin título

Fotografia preta e branca em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de uma placa de identificação da construtora Adolpho Lindenberg, empresa, possivelmente, responsável pela construção do Edifício JK – localizado na SCS Quadra 1 Bloco D, na Asa Sul –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “Construtora Adolpho Lindenberg - Edifício JK - Escritórios e Condomínio - Adolpho Lindenberg”. A placa está instalada sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada ao ambiente de obra no local. O cerceamento em madeira e arame em primeiro plano evidencia as limitações do perímetro do canteiro. Atrás da placa, uma caminhonete – de modelo não identificado – e dois alojamentos em madeira caracterizam o ambiente do canteiro de obra. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Dentro do perímetro do canteiro, são visíveis amontoados de materiais diversos – pedregulhos, galhos, terra, tambores metálicos e mesas de trabalho. Na parte externa do perímetro, notam-se amontoados de materiais – tábuas, ripas e pequenos troncos de madeira. Ainda no interior do ambiente de obra, dois operários são visíveis, estando o primeiro escorado na extremidade esquerda da estrutura da placa, olhando para o registro; e o segundo, ao fundo, aparenta estar saindo da estrutura em plano posterior. Em plano de fundo, ao que tudo indica, trata-se do agrupamento comercial da W3. Toda a região está em terra batida, sendo que ao fundo é possível observar parte de copas de árvores do Cerrado.

Sin título

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