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NOV.B.05(67)

Fotografia preta e branca no formato, retirada em 03/09/1959 em Brasília - DF, retrato de seis prédios ministeriais construídos entre os anos de 1957 e 1960 na nova capital (Brasília), sob a execução da construtora Décio Silviano Brandão Ltda., projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. É possível observar que os prédios contêm estruturas de vigas e pilares, preparando para receber os pré-moldados de concreto e a concretagem de suas lajes e forros. Nota-se que os prédios contam com o apoio de andaimes por toda a extensão da fachada voltada para a direita e alguns andaimes estreitos espalhados na extensão das laterais. Ao redor do edifício observa-se terra batida, com duas árvores do Cerrado á direita, com um cerceamento que delimita o canteiro de obra juntamente com o armazenamento de materiais de uma via de transitação de carros, caminhões e pedestres. Na porção inferior da fotografia nas imediações da via existe um agrupamento de brita e algo semelhante a uma estrada de acesso à via com uma delimitação por cerceamento de estacas de madeira. No quadrante inferior direito há uma pequena área com vegetação típica do Cerrado e o descarte de madeira e entulho de obra.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(69)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, placas correspondentes ao ministério nº11, construído entre os anos 1957 a 1960, em Brasília-DF. Tendo a placa principal informações sobre identificação do ministério e sobre a construtora Décio Silviano Brandão Ltda. O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Ao lado da placa principal, placas  acima do cercamento de madeira indicam os fornecedores da obra: Eraklit, responsável pelas chapas isolantes termo-acústicas; Marmoraria São Luiz, encarregada das pedras a serem utilizadas no edifício. No quadrante superior esquerdo, é possível ver as estruturas de andaimes para possibilitar acesso dos materiais nos pavimentos os quais as esquadrias ainda não receberam os painéis de vidro. No terceiro pavimento, no limite direito da imagem, um trabalhador aparece segurando um capacete e olhando em direção ao fotógrafo. No quadrante inferior da imagem, maquinários e materiais aparecem no canteiro. Algumas janelas recebem marcação que possivelmente indicam fabricantes e a construtora responsável pelo edifício - lê-se DSB (Décio Silviano Brandão) no terceiro pavimento, quarta vidraça da direita para esquerda.   

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(79)

Fotografia preta e branca em formato retrato, estruturas metálicas dos ministérios na esplanada em Brasília–DF, entre os anos de 1957-1960, locação sequencial dos ministérios ao longo da esplanada onde nota-se as diversas etapas ao longo do processo de obra em cada um dos quatro ministérios presentes no registro, onde da direita para a esquerda identificam-se como: 8º - Ministério da Agricultura, 9º, 10º e 11º sem identificação. Alguns ainda em esqueleto estrutural metálico e outros em certo nível de alvenaria, colocação de materiais e esquadrias das fachadas. Andaimes metálicos e em madeira, dispostos verticalmente nas fachadas para auxílio do processo de rebocagem das fachadas e colocação das esquadrias. Em primeiro plano, nota-se a presença de placas de concreto pré-moldadas - feitas pelos próprios trabalhadores in loco no canteiro – depositadas no solo ainda não pavimentado na larga delimitação do Eixo Monumental. No plano projetual de Lúcio Costa, a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que o edifício se localiza-se em sequência aos demais dispostos – inicialmente quatro se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF.

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NOV.B.05(81)

Fotografia preta e branca em formato retrato, registra a empena cega (fachada sem janelas nem portas) do Ministério nº1 - Ministério da Educação e Cultura, identificada pela placa com as informações sobre a construtora e comercial Dácio A. de Moraes S/A, com gestão da NOVACAP D.E 4º D.Obras, sobre o início das obras em 10/6/1959. O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Ao lado da placa principal, uma placa sobre os elevadores Atlas instalados na obra. Atrás da placa, o ministério em transversal aparenta estar em fase final de obra, com todas as esquadrias e vidraças instaladas, porém com andaimes ainda anexados à estrutura. À frente do cerceamento do canteiro, porções de terra revolvidas e um poste provisório. 

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.05(82)

Fotografia preta e branca em formato paisagem, retirada em 21/04/1959 em Brasília - DF, tem como ponto focal a placa da Emulpress do Brasil S/A, responsável por toda a concretagem dos 11 edifícios ministeriais, construídos durante os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF. Ao lado, uma visão de obra inicial de um prédio ministerial recebendo placas e treliças de apoio para concretagem da laje de cada pavimento. O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental.  No quadrante inferior direito, atrás de um caminhão de carga parado na futura via de acesso aos ministérios, uma edificação de apoio aos operários. Abaixo da placa, quatro trabalhadores: um está observando a área externa do canteiro, enquanto o outro de pé conversa com outros dois agachados à sombra. Próximo a essas figuras, mais trabalhadores ao fundo se deslocam por debaixo das estruturas do prédio. Um pouco à esquerda, um dos trabalhadores está sobre uma estrutura de patamar. No canto inferior esquerdo, um operário carrega pedaços de madeira.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (10)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura do Eixo Monumental –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 6 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, lê-se: Sobrasil; I.A.P.E.T.E.C. Obras; Cruzeiro D.V.O. D.V. Pacheco Fernandes Dantas: Obras do Hotel; C.C.B.E.; I.P.A.S.E. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás do monte de terra e na lateral, nota-se a presença de Cerrado típico (cerrado sentido restrito) presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre tapete graminoso.
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NOV.B.21 (12)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa responsável por identificar o Ministério da Aeronáutica, durante os primeiros anos da construção da nova capital (1956-1960). No registro, a placa retangular de madeira apresenta os dizeres: Ministério da Aeronáutica Alojamento Piloto Base Aérea de Brasília. “ENAL” Eng. e Arquitetura. Eng. Alberto Giesbrecht LTDA. CREA 1497/D - 4ª Região. A placa está fixada em uma estrutura feita com ripas de madeira, às margens de duas estradas ainda em terra batida que se interseccionam, possivelmente, tratando do Eixo Monumental. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer, o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Toda a parte de concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) foi de responsabilidade da empresa Emulpress S/A, vencedora da concorrência. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás da terra revolvida, nota-se a presença de parte da vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre tapete graminoso.

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NOV.B.21 (13)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa responsável por identificar o Reservatório R-2, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa aponta um sentido, estando em formato de seta apoiada por uma ripa de madeira apresentando os dizeres: Reservatório <R-2> Tabajara: W. Costa, Luiz Ros. Engenharia. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer, o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Toda a parte de concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) foi de responsabilidade da empresa Emulpress S/A, vencedora da concorrência. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Havendo a presença de parte da vegetação do Cerrado, com densidade média e baixa (fitofisionomia de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte).
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NOV.B.21 (14)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 11 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Civilsan S. Paulo; Fundação Da Casa Popular; Acampamento Construtora Planalto LTDA; I.A.P.B.; I.A.P.C.; I.P.A.S.E.; I.A.P.E.T.E.C. Obras. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, uma caminhonete Ford F-600 de cor escura percorre o registro que, segundo o vislumbre de uma placa – em formato de seta – identifica o destino com sentido ao Congresso. A caminhonete está ocupada por possíveis operários que, além do motorista, identificam-se outros 4 sentados na caçamba do veículo. Às margens das vias, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção das estradas, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. No canto direito, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

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NOV.B.21 (15)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa de identificação colocada às margens da estrada interna ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a margem da estrada ainda em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 2 placas de orientação dão informação sobre a construtora Kosmos Engenharia S.A. que ficou responsável pela construção dos “11 blocos da SQS 106 para serem concluídos em 24 meses, tempo que Juscelino Kubitschek considerou exagerado: ‘Isso não é prazo para Brasília’, teria dito o presidente em reunião”. A companhia conseguiu respeitar o prazo e um pouco mais: a Kosmos entregou o primeiro conjunto completamente finalizado de Brasília, o número 10, atual Bloco D da 106 Sul. Além da placa em formato de seta identificando o Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários (IAPC) que, segundo o Diretório Brasil de Arquivos (Dibrarq), do Arquivo Nacional, o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) foi criado em 21 de maio de 1934, durante o Governo de Getúlio Vargas. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A entidade fazia parte do conjunto de autarquias de nível nacional, controladas pelo Governo Federal, denominadas de Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPS). O objetivo da instituição era conceder pensão aos beneficiários e aposentadoria aos seus associados, além disso, financiava a eles projetos habitacionais. O Instituto foi extinto em 21 de novembro de 1966, durante a Ditadura Militar, por meio do Decreto-lei n. 72, que uniu os IAPAS e criou o Instituto Nacional de Previdência Social. Ao fundo da fileira de placas, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação dos troncos sobre o solo. Atrás da vegetação revolvida, há cerrado típico (cerrado sentido restrito).

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