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NOV.B.21 (18)

Fotografia colorida em formato retrato. Capturada em 19/10/1958 pelo fotógrafo Mário Fontenelle, Registra de uma placa de identificação das Obras da futura sede da Confederação Nacional do Comércio, entidade sindical de grau máximo do setor terciário brasileiro, que reúne 34 federações e mais de mil sindicatos patronais filiados em todo o território brasileiro. Fundada em 4 de setembro de 1945, teve a sua sede transferida para Brasília e passou a funcionar em imóvel próprio no Setor Comercial Sul, quadra 2, bloco C, nº 227, Edifício Presidente Dutra, em 16/07/1973. No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “OBRAS DA FUTURA SEDE DA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO/ DIRETORIA/ Brasilio Machado Neto/ Charles Edgart Moritz/ Severino Maia Filho/ Manoel Alfeu Silva/ Nylton Moreira Veloso/ Arnaldo Menezes Paiva/ Rosario Humberto Stramandinou/ Ranulpho Torres Raposo/ Jessé Pinto Freire/ Coryntho de Arruda Falcão/ Antonio Julio de Moraes/ Deraldo Motta/ Francisco Guimarães e Souza/ José Ramos de Moraes/ João de Souza Vasconcelos/ CONSELHO FISCAL/ Clovis Arrais Maia/ José Luiz Guerra Regu/ José Ribeiro Soares/ SECRETÁRIA GERAL/ José Carlos Pereira de Souza/ DIRETORIA GERAL DO SESC/ Manoel Lopes Meirelles/ DIRETORIA GERAL DO SENAC/ Maurício Magalhães Carvalho” e mais afastado, no canto inferior direito da placa “MEDINA”. Atrás da placa, uma estrada ainda em terra batida e ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (17)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma das placas de identificação colocada às margens de um canteiro de obra destinado à porção do terreno correspondente à Catedral de Brasília durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). A Catedral teve sua estrutura executada entre os anos de 1958 a 1960 em Brasília, e foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo, e só foi inaugurada em 31/05/1970, quando recebeu os painéis de vidro transparentes. Placas são visíveis em primeiro plano no canto direito da imagem com as inscrições: Catedral de Brasília, Administração Direta, NOVACAP: Departamento de Edificações, 3ª Divisão; Monolítico; Ainda no primeiro plano, nota-se a delimitação da área destinada à construção da Catedral por meio de um cerceamento de madeira. Ao lado esquerdo da placa principal, uma placa com indicação dos tipos de estacas e fundações a serem utilizadas na obra – Estacas Franki LTDA. Fundações. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo, no quadrante esquerdo, é possível identificar duas instalações: uma instalação de apoio feita em madeira com telhado de uma água, e uma mais fundo, de estrutura longitudinal, possivelmente destinada ao alojamento de operários. No terreno, um grande amontoado de ripas de madeira destinada a estruturação. Em toda porção inferior da imagem, a estrada de terra batida que, futuramente se tornaria o Eixo Monumental. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado, onde viria a ser a futura capital federal do Brasil. É possível notar copas de árvores de diferentes tamanho, sendo possível afirmar ser uma fitofisionomia savânica ou florestal.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (15)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa de identificação colocada às margens da estrada interna ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a margem da estrada ainda em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 2 placas de orientação dão informação sobre a construtora Kosmos Engenharia S.A. que ficou responsável pela construção dos “11 blocos da SQS 106 para serem concluídos em 24 meses, tempo que Juscelino Kubitschek considerou exagerado: ‘Isso não é prazo para Brasília’, teria dito o presidente em reunião”. A companhia conseguiu respeitar o prazo e um pouco mais: a Kosmos entregou o primeiro conjunto completamente finalizado de Brasília, o número 10, atual Bloco D da 106 Sul. Além da placa em formato de seta identificando o Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários (IAPC) que, segundo o Diretório Brasil de Arquivos (Dibrarq), do Arquivo Nacional, o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) foi criado em 21 de maio de 1934, durante o Governo de Getúlio Vargas. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A entidade fazia parte do conjunto de autarquias de nível nacional, controladas pelo Governo Federal, denominadas de Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPS). O objetivo da instituição era conceder pensão aos beneficiários e aposentadoria aos seus associados, além disso, financiava a eles projetos habitacionais. O Instituto foi extinto em 21 de novembro de 1966, durante a Ditadura Militar, por meio do Decreto-lei n. 72, que uniu os IAPAS e criou o Instituto Nacional de Previdência Social. Ao fundo da fileira de placas, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação dos troncos sobre o solo. Atrás da vegetação revolvida, há cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (14)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 11 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Civilsan S. Paulo; Fundação Da Casa Popular; Acampamento Construtora Planalto LTDA; I.A.P.B.; I.A.P.C.; I.P.A.S.E.; I.A.P.E.T.E.C. Obras. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, uma caminhonete Ford F-600 de cor escura percorre o registro que, segundo o vislumbre de uma placa – em formato de seta – identifica o destino com sentido ao Congresso. A caminhonete está ocupada por possíveis operários que, além do motorista, identificam-se outros 4 sentados na caçamba do veículo. Às margens das vias, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção das estradas, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. No canto direito, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

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NOV.B.21 (13)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa responsável por identificar o Reservatório R-2, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa aponta um sentido, estando em formato de seta apoiada por uma ripa de madeira apresentando os dizeres: Reservatório <R-2> Tabajara: W. Costa, Luiz Ros. Engenharia. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer, o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Toda a parte de concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) foi de responsabilidade da empresa Emulpress S/A, vencedora da concorrência. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Havendo a presença de parte da vegetação do Cerrado, com densidade média e baixa (fitofisionomia de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte).
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NOV.B.21 (12)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa responsável por identificar o Ministério da Aeronáutica, durante os primeiros anos da construção da nova capital (1956-1960). No registro, a placa retangular de madeira apresenta os dizeres: Ministério da Aeronáutica Alojamento Piloto Base Aérea de Brasília. “ENAL” Eng. e Arquitetura. Eng. Alberto Giesbrecht LTDA. CREA 1497/D - 4ª Região. A placa está fixada em uma estrutura feita com ripas de madeira, às margens de duas estradas ainda em terra batida que se interseccionam, possivelmente, tratando do Eixo Monumental. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer, o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Toda a parte de concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) foi de responsabilidade da empresa Emulpress S/A, vencedora da concorrência. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás da terra revolvida, nota-se a presença de parte da vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre tapete graminoso.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (11)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa de identificação da construtora Adolpho Lindenberg, empresa, possivelmente, responsável pela construção do Edifício JK – localizado na SCS Quadra 1 Bloco D, na Asa Sul –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “Construtora Adolpho Lindenberg - Edifício JK - Escritórios e Condomínio - Adolpho Lindenberg”. A placa está instalada sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada ao ambiente de obra no local. O cerceamento em madeira e arame em primeiro plano evidencia as limitações do perímetro do canteiro. Atrás da placa, uma caminhonete – de modelo não identificado – e dois alojamentos em madeira caracterizam o ambiente do canteiro de obra. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Dentro do perímetro do canteiro, são visíveis amontoados de materiais diversos – pedregulhos, galhos, terra, tambores metálicos e mesas de trabalho. Na parte externa do perímetro, notam-se amontoados de materiais – tábuas, ripas e pequenos troncos de madeira. Ainda no interior do ambiente de obra, dois operários são visíveis, estando o primeiro escorado na extremidade esquerda da estrutura da placa, olhando para o registro; e o segundo, ao fundo, aparenta estar saindo da estrutura em plano posterior. Em plano de fundo, ao que tudo indica, trata-se do agrupamento comercial da W3. No canto direito, ao fundo, nota-se vegetação do Cerrado (fitofisionomia não identificada).
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NOV.B.21 (10)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura do Eixo Monumental –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 6 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, lê-se: Sobrasil; I.A.P.E.T.E.C. Obras; Cruzeiro D.V.O. D.V. Pacheco Fernandes Dantas: Obras do Hotel; C.C.B.E.; I.P.A.S.E. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás do monte de terra e na lateral, nota-se a presença de Cerrado típico (cerrado sentido restrito) presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre tapete graminoso.
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NOV.B.20 (22)

"Fotografia em cores, formato paisagem com risco no canto inferior direito e algumas manchas. Vista da Farmácia São João localizada na Cidade Livre, atual região administrativa Núcleo Bandeirante. A construção é longilínea e horizontalizada, com revestimentos de tábuas de madeira posicionadas verticalmente pintadas de verde claro, portas com detalhes em branco, telhado de uma água com inclinação mínima e sua base se eleva de acordo com a inclinação do terreno o qual é possível visualizar pelos tijolos rente ao chão de terra batida. Há uma figura humana masculina parada em uma das portas da construção e este está com veste formais (calça, camisa e terno). Acima desta porta há uma luminária de parede apontando para a rua. À direita da fotografia, a grande placa da farmácia escrito “Farmácia São João - manipulação, aplica-se injeções e domicílio”; uma bicicleta, parte da copa de um arbusto/árvore (espécie não identificada) e outra construção com telhado cerâmico com pelo menos duas águas.
Fotografia referência do item NOV-D-4-4-B-1 (246) a qual é possível visualizar ao fundo, à direita, escrito pintado em um edifício Farmácia São João. Esta fotografia está localizada na Avenida Central do Núcleo Bandeirante, mais especificamente na esquina da travessa Dom Bosco.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CIDADE LIVRE:
Conforme Jusselma Duarte Brito (2010, p. 68), o Núcleo Bandeirante foi idealizado como sede urbana temporária. Localizada à margem da rodovia que conectava com a cidade goiana de Luziânia (que abrigou os primeiros escritórios da Novacap na região), a pequena urbe mantinha em seu traçado primitivo apenas uma avenida central, duas secundárias e algumas ruas transversais, tinha seus terrenos cedidos em sistema de comodato, sem escritura definitiva, prevendo-se que fossem devolvidos aos domínios da Novacap em fins de 1959. As atividades comerciais eram facilitadas pela isenção de tributos, condição essa que inspirou o nome pelo qual o assentamento ficou mais conhecido em seus primeiros dias: Cidade Livre. Mas sagrou-se mesmo como Núcleo Bandeirante, onde cerca de duas mil pessoas habitavam em julho de 1957 (Geiger, 1963, p. 432).
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NOV.B.14 (64)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do saneamento/rede de esgoto de Brasília o qual pressupõe-se serem as galerias sobre o chão. Em primeiro plano, chão de terra batida com materiais de construção espalhados sobre o mesmo e uma placa escrito: NOVACAP - DAE/ SERVIÇO DE ÁGUA E ESGOTOS/ REDE DE ESGOTOS/ ESCRITÓRIO SATURNINO DE BRITO. Acima das galerias, chão de terra batida com tubulações, mais materiais de construção sobre o chão de terra e outra placa da empresa ESTACAS FRANKI LTDA. Ao fundo, vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

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