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NOV.B.21 (26)

"Fotografia preta e branca em formato paisagem feita em 03/09/1959. No registro uma placa identifica a Casa da Cultura Francesa – atualmente a Aliança Francesa de Brasília –, durante os primeiros anos da construção de Brasília, entre 1956 e 1959. A placa apresenta uma preocupação estética em sua representação, que diferente de parte das demais placas presentes durante o processo de construção de Brasília, esta apresenta uma melhor diagramação das letras. Duas linhas paralelas fazem alusão às cores da bandeira francesa (como é possível notar em sua representante colorida de item 8 na mesma pasta). Um fato curioso, é que, apesar não ter tido o projeto concretizado, “durante visita de Le Corbusier à Brasília, Darcy Ribeiro, na ocasião Ministro da Cultura, teria ‘encomendado’ a Le Corbusier os projetos para a Embaixada da França e para a Casa da Cultura Francesa”. “Ao longo dos anos, a Aliança teve que expandir para acomodar mais alunos, agora mais de 3.000 por ano, tornando-se a primeira escola de língua francesa do Distrito Federal e a terceira Alliance francesa do país, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro” (ALIANÇA FRANCESA BRASÍLIA). A placa está sustentada por duas ripas de madeira pintadas de branca sobre um solo concretado. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A placa está alocada, possivelmente, às margens de uma estrada ainda em terra batida. Em plano de fundo, parte do contexto de construção, sendo possível sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada e alguns troncos empilhados na área. Ao fundo nota-se vegetação com alta densidade de ávores de diferentes porte, indicando uma formação florestal do Cerrado conecida como Cerradão.

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NOV.B.21 (43)

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 18/03/58. Registro de uma placa de identificação de uma dos trechos de construção das Casas Populares na W3, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa apresenta os dizeres: “Casas Residenciais de Propriedade da Caixa Econômica Federal do Rio de Janeiro". Construção de: Luiz J. da Costa Leite - CREA 64 - D - 5ª Região - Av. Presidente Wilson 198 - Sala - 11104 - Rio de Janeiro - DF. Fiscalização: Serviço de Engenharia da Caixa Econômica”. A placa está alocada às margens da W3, no período inicial da construção, trata-se do agrupamento comercial da W3. Atrás da placa, o local ainda é caracterizado pela presença da vegetação, supondo que o processo de obra ainda não foi iniciado. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Em plano de fundo, nota-se copas de árvores de médio/grande porte nativas do Cerrado. Autor da fotografia: Mario Fontenelle.

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NOV.B.21 (45)

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada em 13/03/58. Registro de uma placa responsável por identificar o Ministério da Aeronáutica, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa retangular de madeira apresenta os dizeres: Ministério da Aeronáutica - Alojamento Piloto Base Aérea de Brasília. “ENAL” Eng. e Arquitetura. Eng. Alberto Giesbrecht LTDA. CREA 1497/D - 4ª Região. A placa está fixada em uma estrutura feita com ripas de madeira, às margens de duas estradas ainda em terra batida que se interseccionam, possivelmente, tratando do Eixo Monumental. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão foi um trabalho de Oscar Niemeyer, o qual pensou em uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental. Toda a parte de concretagem (lajes de forro, lajes pré-moldadas e estruturas de concreto armado) foi de responsabilidade da empresa Emulpress S/A, vencedora da concorrência. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás da vegetação remexida, encontra-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

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NOV.B.21 (46)

"Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada entre 1958-1959. Registro de uma placa responsável por identificar um trecho da Rodovia Brasília-Belo-Horizonte – hoje identificado como BR-040 –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa retangular de madeira está sustentada por uma estrutura simples de ripas de madeira às margens de um trecho da rodovia BR-040 ainda em fase de obra na época da construção, em que se lê: “NOVACAP D.V.O. Rodovia Brasília - Belo Horizonte. Trecho Estação Rodoviária-Luziânia 47 km (20 km em pista dupla) Construção de Coenge S.A. Engenharia e Construções”. A construtora Coenge S.A., junto da Companhia Metropolitana, realizaram a terraplanagem do Aeroporto definitivo de Brasília. A placa identifica trechos de construção do que hoje é a BR-040 “faz parte de um grande sistema rodoviário que contempla os Estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Distrito Federal [...]. Possui extensão superior a mil quilômetros, e faz ligação entre as capitais brasileiras” (Santos; Gomes, 2015, p. 16). As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Em plano de fundo, às margens da via, a vegetação se faz evidente, e pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada. Ao fundo há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Autor da fotografia: Mario Fontenelle.
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NOV.B.21 (47)

"Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada entre 1958-1959. Registro de uma placa responsável por identificar um trecho da Rodovia Brasília-Planaltina – hoje identificado como BR-040 –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa retangular de madeira está sustentada por uma estrutura simples de ripas de madeira às margens de um trecho da Rodovia BR-040 ainda em fase de obra na época da construção, em que se lê: “NOVACAP D.V.O. Rodovia Brasília - Planaltina. Construção de Coenge S.A. Engenharia e Construções”. A construtora Coenge S.A., junto da Companhia Metropolitana, realizaram a terraplanagem do Aeroporto definitivo de Brasília. A placa identifica trechos de construção do que hoje é a BR-040 “faz parte de um grande sistema rodoviário que contempla os Estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Distrito Federal [...]. Possui extensão superior a mil quilômetros, e faz ligação entre as capitais brasileiras.” (Santos; Gomes, 2015, p. 16). As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Em plano de fundo, às margens da via, a vegetação se faz evidente, e pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada. Ao fundo há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
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NOV.B.21 (48)

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 1958. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da placa, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via, se fazendo evidente devido à presença de rebrotas, galhos, aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra

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NOV.B.21 (49)

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 1958. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de rebrotas, galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Ao fundo, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

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NOV.B.21 (50)

Fotografia preta e branco em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de operários às margens, possivelmente, à espera de transporte para serem levados ao ambientes de obra, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, um grupo de operários aguarda próximo as placas, provavelmente, esperando um transporte para levá-los aos canteiros de obras da construção de Brasília. As margens da via, os 8 operários são visíveis no registro, estando 5 de cócoras – 2 mais ao fundo e 3 mais à frente, próximos de uma maleta escura –, e outros 3 em pé, observando e interagindo. 6 placas de identificação em formato de seta apontam com sentido ao centro de Brasília, identificando principais obras e empreiteiras. A direita do registro, um Jeep Willys de cor escura estacionado às margens da via. A esquerda, a estrada em terra batida evidência, possivelmente, trata-se do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro.Em plano de fundo, às margens da via, pequenos aglomerados de terra separam a vegetação da estrada, sendo que em ambas as laterais da via há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007).

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NOV.B.21 (51)

Fotografia preta e branca em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de uma placa de identificação da construtora Adolpho Lindenberg, empresa, possivelmente, responsável pela construção do Edifício JK – localizado na SCS Quadra 1 Bloco D, na Asa Sul –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “Construtora Adolpho Lindenberg - Edifício JK - Escritórios e Condomínio - Adolpho Lindenberg”. A placa está instalada sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada ao ambiente de obra no local. O cerceamento em madeira e arame em primeiro plano evidencia as limitações do perímetro do canteiro. Atrás da placa, uma caminhonete – de modelo não identificado – e dois alojamentos em madeira caracterizam o ambiente do canteiro de obra. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Dentro do perímetro do canteiro, são visíveis amontoados de materiais diversos – pedregulhos, galhos, terra, tambores metálicos e mesas de trabalho. Na parte externa do perímetro, notam-se amontoados de materiais – tábuas, ripas e pequenos troncos de madeira. Ainda no interior do ambiente de obra, dois operários são visíveis, estando o primeiro escorado na extremidade esquerda da estrutura da placa, olhando para o registro; e o segundo, ao fundo, aparenta estar saindo da estrutura em plano posterior. Em plano de fundo, ao que tudo indica, trata-se do agrupamento comercial da W3. Toda a região está em terra batida, sendo que ao fundo é possível observar parte de copas de árvores do Cerrado.

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NOV.B.21 (52)

"Fotografia colorida em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de parte das placas de identificação às margens de uma estrada interna ainda sem pavimentação, possivelmente responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 9 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Monac; Aço Torsima S.A.; Emulpress - Obras dos Ministérios; Construtora Planalto; Estacas Franki LTDA. - Acampamento Escritório; IRB - Instituto de Resseguros do Brasil - Edifício “Seguradoras”. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Atrás das placas, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparenta uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Em plano de fundo, há a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre a camada contínua de gramíneas.
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