Pessoas - Personalidades

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NOV.C.2 (55)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-55
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido A imagem fotográfica apresenta uma estrada de terra no meio de vegetações e matas do Cerrado típico com vários carros e pessoas. No primeiro plano, mostra-se duas figuras masculinas de costas correndo em direção ao fundo da imagem, a de esquerda está de uniforme e capacete, e a de direita está com camisa branca de manga curta de pele negra, e do lado dele, um carro preto estacionado na estrada, um pouco em frente e do lado direito da imagem, há um grupo de pessoas de pé em cima de um caminhão sendo obstruídas pelas árvores. Na frente do policial há uma figura masculina de terno e outros policiais com uniformes correndo. Há uma fileira de carros na estrada, e do lado esquerdo, há uma árvore e no chão uma bicicleta do lado da mesma. Depois da árvore, podemos identificar um caminhão com algumas pessoas de pé em cima. Por último, podemos observar o céu nublado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:
NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (29); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (31); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (33);NOV-D-4-4-C-2 (34); NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
"

Untitled

NOV.C.2 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-56
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em formato paisagem colorida, autor desconhecido. A imagem foi registrado em um dia ensolarado, no primeiro plano, apresenta-se três figuras masculinas sorridentes, no meio está o engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo fazendo uma pose para foto com o gesto positivo mostrando o ""Sinal de ok"" com o dedão para cima; os dedos do indicador ao mindinho fechados e está vestido de camisa branca, cinto bege com calça branca. Junto com dois oficiais uniformizados, de camisa branca e gravata verde, calça verde, cinto verde, e de chapéu quepe. Podemos enxergar por trás das figuras masculinas, a construção do Palácio da Alvorada, também um grupo de pessoas trabalhando (operários) em baixo da edificação. Do lado esquerdo da imagem, há uma ponte cruzando um canal, na qual duas figuras masculinas estão caminhando (Oscar Niemeyer e outra pessoa não identificada). No canto superior a esquerda da imagem, podemos visualizar o céu claro e nublado.

Informações adicionais:

O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:
NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (29); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (31); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (33);NOV-D-4-4-C-2 (34); NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).

"

Untitled

NOV.C.2 (57)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-57
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. A imagem apresenta, em primeiro plano, uma elevação de terra avermelhada com flores artificiais e fitas roxas. No segundo plano, a vegetação de cerrado (típico) e por último o céu nublado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:
NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (29); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (31); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (33);NOV-D-4-4-C-2 (34); NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).
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Untitled

NOV.C.2 (58)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-58
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma multidão. No primeiro plano, podemos identificar figuras masculinas e femininas de costas e de perfil. Essas utilizam roupas sociais, as figuras masculinas de terno, camisas, e parte das figuras femininas de vestidos. No meio das cujas, podemos ver uma figura masculina infantil de camisa e bermuda, descalço com as mãos nas costas. No canto e do lado direito da imagem, há um carro amarelo estacionado e um pouco mais à frente, uma ambulância com o símbolo da Cruz Vermelha. Do lado da ambulância, há um homem de pé e uma figura feminina infantil de vestido sobre a roda de frente com a mão esquerda (da imagem) em cima do capô. Perto da ambulância e quase no meio da multidão, podemos identificar coroas de flores, o que indica que o evento em questão é um funeral. Referente ao enterro de Bernardo Sayão. Ao lado esquerdo da imagem, é perceptível uma diferença de altura de um grupo de pessoas em relação ao resto da multidão. Nos aparenta ser que estão em cima de um caminhão que não pode ser identificado. Atrás da multidão no segundo plano, concentração de cerrado (típico), na qual uma árvore se destaca do lado esquerdo. E por último, o céu nublado.

Untitled

NOV.C.2 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-59
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Em foco está retratado um grande grupo de pessoas, cerca de vinte e oito, elas vestem roupas sociais, como ternos, suéteres, vestidos, camisas e camisetas em diferentes cores. O grupo está acompanhando pelo rádio a transmissão do jogo da seleção brasileira de futebol no torneio da Copa do Mundo de 1958. As pessoas se encontram ao redor de uma mesa circular feita em madeira, ao centro da fotografia. É possível reconhecer o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele se encontra sentado à mesa, vestindo terno em cor caqui, camisa social branca e gravata preta, e observa atentamente o rádio que está disposto sobre a mesa. Ao seu lado, também sentada à mesa, está sua esposa Sarah Kubitschek (1908-1996), ela utiliza um vestido vermelho e aparenta estar conversando com um dos trabalhadores ao seu lado.
O cômodo no qual se encontram é o espaço entre o jardim externo e o salão de festas do Brasília Palace Hotel. O local da fotografia pode ser identificado a partir do painel de azulejos brancos e azuis ao fundo, o painel é de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) e tem ao todo 3,25x26m de dimensão. O painel possui dois tipos de azulejos composto por um único de peça, de tamanho 11cm x 11cm, com formas e cores que se alternam, de modo que o resultado é um jogo positivo/negativo, o que proporciona um efeito ótico nos observadores.
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.
"

Untitled

NOV.C.2 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-6
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque está o primeiro presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - NOVACAP, Israel Pinheiro (1896 – 1973). Ele está de perfil, veste um terno cinza escuro e esboça um semblante calmo. Israel opera um maquinário não identificado de cor verde. Logo atrás dele, é possível observar escrito em letras grandes na cor amarela sobre um fundo vermelho o nome da marca General Motors. Israel ajusta um pequeno painel composto por marcadores que possivelmente informavam as condições de funcionamento desse equipamento. O maquinário possui uma estrutura robusta de ferro, com vários instrumentos como manivelas e engrenagens. Em segundo plano, nota-se um Jeep Willys na cor verde, provavelmente o carro que ele utilizava para inspecionar as obras da nova capital. Ao fundo, estende-se um descampado coberto pelo solo em tons avermelhados característicos do bioma Cerrado, contrastando com o branco do céu repleto de nuvens.

Untitled

NOV.C.2 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-60
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em foco está retratado um grande grupo de pessoas, cerca de vinte e oito, elas vestem roupas sociais, como ternos, suéteres, vestidos, camisas e camisetas em diferentes cores. O grupo está acompanhando pelo rádio a transmissão do jogo da seleção brasileira de futebol no torneio da Copa do Mundo de 1958. As pessoas se encontram ao redor de uma mesa circular feita em madeira, ao centro da fotografia. É possível reconhecer entre os trabalhadores o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele se encontra sentado à mesa, vestindo terno em cor caqui, camisa social branca e gravata preta, e observa o rádio disposto sobre a mesa. Ao seu lado, também sentada à mesa, está sua esposa Sarah Kubitschek (1908-1996), ela utiliza um vestido vermelho.
O cômodo no qual se encontram é o espaço entre o jardim externo e o salão de festas do Brasília Palace Hotel. O local da fotografia pode ser identificado a partir do painel de azulejos brancos e azuis ao fundo, o painel é de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) e tem ao todo 3,25x26m de dimensão. O painel possui dois tipos de azulejos composto por um único de peça, de tamanho 11cm x 11cm, com formas e cores que se alternam, de modo que o resultado é um jogo positivo/negativo, o que proporciona um efeito ótico nos observadores.
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.
"

Untitled

NOV.C.2 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-61
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em foco na fotografia está o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele veste camisa social em tons claros, gravata e terno de cor preta. Aparentemente JK estava conversando com os dois homens à sua frente, vestidos com ternos de cor bege, no entanto não foi possível identificá-los. Ao fundo estão diversas pessoas anônimas, que aparentam estar com os olhares voltados para o presidente. O local do registro não pode ser identificado mas é possível ver no canto superior da fotografia, entre as duas colunas de concreto, uma esquadrilha com moldura de madeira e vidro onde há uma placa de identificação, apesar de não ser possível enxergá-la por inteiro nota-se a seguinte inscrição: “AGÊNCIA [ilegível]/PASSAGENS [ilegível]”. Possivelmente a fotografia foi capturada em algum evento comemorativo.
"

Untitled

NOV.C.2 (62)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-62
  • Item
  • 21/04/1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, posando para a fotografia, estão o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), Israel Pinheiro (1896-1973), presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – Novacap, o Coronel Aviador Henrique Thomas, e um homem não identificado. Juscelino usa um terno cinza, tem um semblante sério e mantém os braços para trás do corpo. Pinheiro veste um terno marrom e olha diretamente para o fotógrafo. Ao lado, encostado na porta da aeronave, está o piloto vestindo uniforme da aeronáutica. No canto direito da imagem, há um homem com terno cinza e óculos de grau. Em segundo plano, pode-se inferir que a aeronave em evidência seja um helicóptero Bell 47J (H-13J) – Ranger. Helicóptero leve, com capacidade para três passageiros e um tripulante, destinado ao transporte presidencial. A Força Aérea Brasileira operou cinco helicópteros desse modelo entre 1958 e 1974. Em terceiro plano, é possível observar uma pista asfaltada intercalada com piso de terra. Ao fundo, nota-se a vegetação típica do bioma Cerrado.

Untitled

NOV.C.2 (63)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-63
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em primeiro plano, o presidente Juscelino Kubitschek (1902 – 1976) está de costas, vestindo um terno bege e usando um capacete de segurança. Ele olha para um quadro, sustentado por um cavalete de madeira, que mostra a imagem da Praça dos Três Poderes vista de cima. Ao seu lado está Israel Pinheiro (1896 -1973), presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – Novacap, segurando uma vara de madeira e apontando para o quadro como se estivesse explicando a imagem para um pequeno grupo de pessoas que o observam atentamente. Próximo a Kubitschek, no canto esquerdo da imagem, nota-se um homem fotografando o momento. Em segundo plano, observa-se o grupo de pessoas, majoritariamente homens, com apenas uma mulher presente. Todos estão vestidos com trajes sociais típicos da época. Nenhuma outra pessoa da imagem foi identificada. Ao fundo, é possível perceber postes de madeira com fiação elétrica atravessando o local.

Untitled

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