Pessoas - Personalidades

Taxonomy

Code

Scope note(s)

Source note(s)

Display note(s)

Hierarchical terms

Pessoas - Personalidades

Equivalent terms

Pessoas - Personalidades

Associated terms

Pessoas - Personalidades

74 Archival description results for Pessoas - Personalidades

74 results directly related Exclude narrower terms

NOV.C.2 (19)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-19
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, Ernesto Silva (1914 – 2010), Israel Pinheiro (1896 – 1973), Íris Meinberg (1908 – 1973) e Coracy Uchôa Pinheiro (1906 – 2013) são vistos conversando na varanda do Catetinho. O recorte da fotografia mostra o teto do primeiro piso, com vigas de madeira aparente e colunas pintadas de azul. Além disso, é possível observas, um pedaço das paredes decoradas com cartazes e calendários, e alguns chapéus estão pendurados. A varanda é acessível por uma escada de madeira pintada de branco, com corrimão azul. No segundo piso, Silva, vestido com uma jaqueta de couro marrom, calça preta, meias brancas e sapatos pretos, inclina-se ligeiramente, com os braços apoiados no guarda-corpo de madeira. Ao seu lado, Pinheiro veste uma calça social marrom e suéter bege, enquanto Meinberg usa uma calça social bege com casaco e colete marrons, sobre uma camisa branca, apoiando uma mão no guarda-corpo e com as pernas cruzadas. Em frente a eles, Coracy, esposa de Israel, está com um casaco preto e olha para o andar inferior, apoiada no mesmo guarda-corpo, que exibe uma bandeira do Brasil pendurada verticalmente. No segundo plano, observa-se a estrutura de madeira do Catetinho, com paredes brancas e duas portas marrons ao fundo. Uma persiana branca entreaberta percorre toda a varanda, levantada até o teto na entrada para facilitar a circulação das pessoas.
Originado de uma discussão entre amigos no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama.
"

Untitled

NOV.C.2 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Em destaque estão dois homens debruçados sobre uma mesa de desenho, enquanto se observam, à esquerda é possível reconhecer o arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), vestido com camisa social e gravata, ele segura um lápis em sua mão direita e olha atentamente para o homem ao seu lado. Este com a mão ao rosto é Lucio Costa (1902-1998), arquiteto responsável pelo projeto do Plano Piloto de Brasília, ele veste roupas sociais em tons claros e usa gravata preta, olhando atentamente para Niemeyer. O cômodo em que se encontram aparenta ser um escritório, onde é possível ver em segundo plano um balcão com folhas de papel empilhadas. Não foi possível identificar o local no qual a fotografia foi capturada.
Lucio foi vencedor do concurso nacional realizado em 1957 para definir o desenho urbano da nova capital, projeto urbanístico que lhe concedeu reconhecimento internacional. Oscar por sua vez ganhou notoriedade pelos projetos de edifícios cívicos que elaborou para Brasília, sendo convidado em 1956 pelo Governo do ex Presidente da República (1956-1961) Juscelino Kubitschek (1902-1976) para este trabalho. Ambos os arquitetos são ícones da arquitetura modernista brasileira."

Untitled

NOV.C.2 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-20
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque Israel Pinheiro (1896 -1973), primeiro presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, conversa com homem não identificado em frente a um avião. Em primeiro plano, está Pinheiro com as mãos no bolso e olhar direcionado para o homem, os dois vestem calças e camisas socais de manga longa. Eles estão em um terreno descampado, provavelmente uma pista de pouso, próximos a eles é possível ver a frete da aeronave estacionada. O avião é Cessna 310, bimotor de pequeno porte, na cor verde com detalhes brancos. Ao fundo, nota-se vegetação típica do bioma Cerrado, com fitofisionomia não identificada.

Untitled

NOV.C.2 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-21
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque Israel Pinheiro (1896 -1973), presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, seu filho Israel Pinheiro Filho (1931 – 2020) e um homem não identificado conversam em frente a um avião. Em primeiro plano, está Pinheiro com uma mão no bolso e a outra segura uma estrutura metálica que compões a frente do avião, ele tem o olhar direcionado o para o chão, mas aparenta prestar atenção no que homem em sua frente fala. Atrás dos dois, olhando para o outro lado, com a mão na cintura está Israel Pinheiro Filho. Os três homens usam calça social e camisa. Eles estão em um terreno descampado, provavelmente uma pista de pouso, em frente uma aeronave estacionada. O avião é um Cessna 310, bimotor de pequeno porte, na cor verde com detalhes brancos. Ao fundo, nota-se vegetação típica do bioma Cerrado, com fitofisionomia não identificada.

Untitled

NOV.C.2 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-22
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma multidão distribuída no cerrado(típico), que foi registrada em um dia ensolarado. A multidão está composta por figuras masculinas e femininas, que usam roupas de modelo social do contexto da década de 1950-1960. No primeiro plano, mostra-se um jovem em cima de um carro olhando por cima do teto do carro em direção à multidão. Observa-se na multidão dois guardas-chuvas abertos de cor preta; infere-se, que um dos guardas-chuvas (localizado mais à esquerda da imagem), esteja protegendo o presidente Juscelino Kubitschek; e a outra está protegendo uma figura feminina com óculos de sol (localizado mais à direita da imagem). Infere-se que a figura feminina, possa ser a primeira-dama. Próximo ao presidente, um figura masculina que utiliza indumentária associada à função da Igreja Católica. Ao redor dos dois, figuras masculinas que estão de ternos, outras de camisas brancas. Ainda, próxima a figura feminina, destaca-se uma figura masculina com adorno de chapelaria. Há na multidão policiais uniformizados com capacete, situados em uma espécie de primeiro plano; figuras humanas outras, que utilizam adornos de chapelarias diversas. Dentre as figuras humanas, existem próximas de caminhões que vestem roupas relacionadas a usos diários, como blusas, camisetas, calças, sapatos, dentre outros não-identificados.
Ao fundo do aglomerado da multidão, existem três caminhões, sendo que dois destes puderam ser identificados e produzidos pela Fábrica Nacional de Motores. Esses automóveis possuem a inscrição, com siglas e em caixa alta: “FNM”, tal inscrição foi possível identificar na fotografia remissiva 41. Sobre os caminhões em movimento, figuras humanas diversas.
Ainda no fundo da imagem, no segundo plano, cerrado denso com árvores da vegetação em questão.

Informações Adicionais: “A FNM, estatal, foi criada em 1942 em Xerém, distrito industrial da cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para ser a primeira fábrica de motores de avião do País, idealizada pelo general brigadeiro Antônio Guedes Muniz, que dirigiu a criação e a fase inicial de operação da FNM - Fábrica Nacional de Motores S.A., e se tornou o diretor-presidente da empresa criada no bojo dos acordos entre o Brasil e os Estados Unidos sobre a cessão das bases aéreas e militares nas regiões Norte, em Barreiras, na Bahia e no Nordeste do Brasil, em Natal, no Rio Grande do Norte, durante a Segunda Guerra Mundial, para apoio militar do Brasil aos Estados Unidos”.
"

Untitled

NOV.C.2 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-23
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A fotografia foi tirada em um ambiente com presença do cerrado (típico). Apresenta, em primeiro plano, um grupo de pessoas em cima de automóveis, podendo ser identificado dois. O grupo é composto por figuras masculinas e femininas, cuja maioria dessas são masculinas, vestidas em grande parte de blusas de tonalidade clara, e se encontram em pé e também sentadas na parte nas laterais dos automóveis. Ao fundo da imagem, podemos identificar o teto de um ônibus de cor amarela por trás de um arbusto. E na linha do horizonte, copa da vegetação de árvores do cerrado em harmonia com o céu.

Untitled

NOV.C.2 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-24
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação do cerrado (típico). No primeiro plano, apresenta-se um caminhão com figuras humanas que estão de perfil, umas em pé e outras sentadas, e com olhares direcionados para frente, sendo voltado para o lado direito da imagem. As figuras humanas, estão divididas entre figuras masculinas e infantis. Utilizam como roupas blusas em tonalidades claras, elementos de chapelaria, sombrinhas e duas figuras de óculos de sol. No fundo da imagem, há formação de cerrado típico predominante em harmonia com o céu.

"

Untitled

NOV.C.2 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-25
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco no formato paisagem, autor desconhecido. No primeiro plano, a fotografia mostra uma multidão e no meio dela há um caminhão cheio de figuras humanas. As figuras humanas em cima do caminhão estão em pé, a maioria vestida de camisa branca, observa-se que dentre essas figuras humanas, contém com peles negras. Há uma sombrinha aberta para se proteger do sol ardente do cerrado. Ao redor do caminhão, existem figuras humanas que estão agrupadas e sem espaço para o menor movimento. No canto direito da imagem, é possível enxergar dois capacetes, infere-se ser de policiais uniformizados da década de 1950. No segundo plano, há uma vegetação vasta e por último, o céu repleto de nuvens.

"

Untitled

NOV.C.2 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-26
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação de cerrado típico, mostra-se no primeiro plano, no canto inferior direito da imagem, podemos identificar a metade do rosto de uma figura infantil (criança), com uma mão no seu ombro e também o tronco de uma árvore no canto superior esquerdo da imagem. Tais características da figura infantil e da mão no ombro, configura-se como um corteativo por parte do(a) responsável do registro. A imagem tem como centralidade apresentar caminhões com figuras humanas em cima do mesmo, sendo cinco caminhões de cor amarela clara e automóveis outros não-identificados; sendo todos parados entre a vegetação do cerrado (típico). No primeiro caminhão, há cinco (5) figuras masculinas de pé e uma sentada em cima de um caminhão amarelo, e na frente do mesmo, figuras humanas sentadas no banco interno do automóvel. Dentre as que estão de pé, uma de pele negra, que se destaca pela tonalidade da roupa mais escura que as demais. Ainda no mesmo automóvel, outra parte com figuras impedidas de visualizar as faces devido a copa das árvores do Bioma do Cerrado. O segundo caminhão, ao lado (da direita para esquerda), com aproximadamente cinco (5) figuras masculinas de pé em cima, com roupas de tonalidades claras e marrons. Na porta do caminhão contém a inscrição: “NOVACAP” em caixa alta e abaixo dois dígitos não-identificados, no capô uma faixa preta na horizontal. A frente desse segundo automóvel, há uma árvore retorcida do cerrado, que a copa da mesma estar por cima de figuras humanas que estão distribuídas no terceiro e no quarto caminhão. Há outros automóveis não-identificados distribuídos, na vegetação do cerrado (típico). Atrás desses automóveis, vegetação de cerrado campestre, infere-se ser Campo Rupestre. Por último o céu de nuvens.

Untitled

NOV.C.2 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-27
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem de Mário Fontenelle, datada de 1959-1960, apresenta o início do cemitério do Campo da Esperança, em Brasília. A fotografia está composta por dois planos horizontais. No primeiro plano, túmulo de amontoado de terra vermelha com ornamentos de coroas de flores e folhas por cima, trata-se do túmulo do engenheiro agrônomo, Bernardo Sayão Carvalho de Araújo (Nascimento: Tijuca-RJ, 18/06/1901; Falecimento: Açailândia-MA, 15/01/1959). As coroas são compostas por flores variadas de cinco pétalas de pequeno e médio porte, com flores similares às de margaridas (Asteraceae sp) ou às gérberas (Gerbera jamesonii Bolus) de cores brancas. Em volta do túmulo, existe areia de tonalidade clara distribuída sobre terra vermelha. Ao fundo, o segundo plano é formado por uma vegetação que, possivelmente, transita de campo sujo para cerrado típico. Neste último, está complementado com o céu composto por nuvens.
"

Untitled

Results 11 to 20 of 74