Paranoá

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NOV.B.26 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-26-4
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Registro aéreo do lago Paranoá, com enfoque na Península Sul do Lago, região em que se encontram, ao fundo da imagem, o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel, ambos inaugurados em 30 de junho de 1958. Em primeiro plano a lagoa do Jaburu, em sua margem o terreno desmatado e preparado para receber as obras do Palácio do Jaburu (projetado em 1973), sede residencial da vice-presidência da República. Os palácios e o hotel são projetos do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Ver as pastas B 2 e B 13.

Untitled

NOV.B.23 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-6
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra Lago Paranoá com o Palácio da Alvorada ao fundo. Em primeiro plano, observa-se o Lago Paranoá e em segundo plano, gramado com o Palácio da Alvorada em um plano mais elevado e à direita o Brasília Palace Hotel. Em terceiro plano, observa-se o horizonte com muitas nuvens. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. O Palácio da Alvorada, obra de Oscar Niemeyer (1907-2012), foi o primeiro projeto a ser construído em Brasília, sendo a primeira edificação em alvenaria da cidade. O palácio foi inaugurado em 30 de junho de 1958 para ser a residência oficial do Presidente da República. Projetado por Niemeyer, o Brasília Palace Hotel foi inaugurado em 1958, sendo o primeiro empreendimento do Brasil a ser construído com vigas metálicas produzidas no próprio país. Conta com dois paineis de Athos Bulcão (1918-2008) e a ideia era que o local deveria acolher primeiramente, os profissionais que chegavam para a construção da capital. Contudo, acabou também servindo para que visitantes pudessem ver ao vivo a grandiosa construção de Juscelino Kubitschek (1902-1976).

Untitled

NOV.B.23 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-4
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem registra o Lago Paranoá a partir do salão de festas do Brasília Palace Hotel. Em primeiro plano, sob a marquise do salão, é possível ver um jardim com espécies tropicais, ladeado por pavimentação com paginação diagonal. Em segundo plano, há um gramado com uma estrada de terra adjacente, margeado por postes de madeira, e cerrado típico (cerrado sentido restrito) que avança até o Lago Paranoá. Em terceiro plano, verifica-se morros com cobertura vegetal nativa do Cerrado praticamente inalterado pela ação humana, e horizonte ensolarado com poucas nuvens ao fundo. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012), o Brasília Palace Hotel foi inaugurado em 1958, sendo o primeiro empreendimento do Brasil a ser construído com vigas metálicas produzidas no país. Conta com dois paineis de Athos Bulcão (1918-2008) e a ideia era que o local deveria acolher primeiramente, os profissionais que chegavam para a construção da capital. Mas acabou também servindo para que visitantes pudessem ver ao vivo a grandiosa construção de Juscelino Kubitschek (1902-1976).

Untitled

NOV.B.23 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-3
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, espelhada e em formato paisagem registra Lago Paranoá com o Palácio da Alvorada (à direita) e Brasilia Palace Hotel (à esquerda) ao fundo. Em primeiro plano, o Lago Paranoá com o gramado às suas margens e um veículo no canto direito. O formato das seichas (ondulações em corpos de água confinados) na parte inferior da fotografia indica que ela foi tirada de algum tipo de veículo náutico. Em segundo plano, observa-se o Palácio da Alvorada à direita, o Palácio do Congresso Nacional em construção ao centro e o Brasilia Palace Hotel à esquerda. Ainda no mesmo plano, observa-se árvores nativas do Cerrado dispostas de forma esparsa. Em terceiro plano, há o horizonte ensolarado com muitas nuvens. O Palácio da Alvorada, obra de Oscar Niemeyer (1907-2012), foi o primeiro projeto a ser construído em Brasília, sendo a primeira edificação em alvenaria da cidade. O palácio foi inaugurado em 30 de junho de 1958 para ser a residência oficial do Presidente da República. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Projetado por Niemeyer, o Brasília Palace Hotel foi inaugurado em 1958, sendo o primeiro empreendimento do Brasil a ser construído com vigas metálicas produzidas no próprio país. Conta com dois paineis de Athos Bulcão e a ideia era que o local deveria acolher, primeiramente, os profissionais que chegavam para a construção da capital. Contudo, acabou também servindo para que visitantes pudessem ver ao vivo a grandiosa construção de Juscelino Kubitschek (1902-1976). O Palácio do Congresso Nacional, projetado por Oscar Niemeyer, foi inaugurado juntamente com Brasília, em 21 de abril de 1960, e abriga a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. O edifício contém duas torres anexas de 28 andares: uma delas pertence à Câmara e a outra ao Senado. O local é reconhecido internacionalmente devido a sua arquitetura modernista. Dentre as suas funções, destaca-se a de ser local de manifestação política e representação democrática de deputados e senadores, de onde surgem as legislações federais.

Untitled

NOV.B.13 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-99
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada sul do Brasília Palace Hotel e parte do segundo bloco térreo em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Na porção esquerda da imagem, diversos trabalhadores (11) estão distribuídos por entre as estruturas da base ao segundo pavimento, sendo que alguns estão se equilibrando nas vigas. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Atrás do segundo bloco térreo - onde se localiza o saguão, restaurante, salão de festas e o mezanino - está um andaime de madeira treliçado. No plano de fundo do lado direito, atrás dos montes de materiais, estruturas destinadas para apoio ao canteiro de obras. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do Lago Paranoá. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.13 (91)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-91
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo, marcas de adesivos em sua extremidade. Vista aérea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase final de obra, foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de parte da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Na fachada leste, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento, e escadas de madeira para o acesso dos operários ao pavimento superior. Ao redor do edifício, a leste deste, uma torre d’água à esquerda, e agrupamentos de materiais. Delimitações das proximidades do hotel e estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel no período de obras. Na porção direita do registro, aproximadamente 20 operários - trajando roupas sociais e chapéu - exercem diversas funções no processo de obra. Sobre a laje da passagem para o saguão, da esquerda para a direita, dez trabalhadores manuseiam materiais - aparentam ser tábuas - e fazem o uso de uma mesa para corte. No pavimento superior, 10 trabalhadores transitam sobre a laje ainda em fase de acabamento. Na cobertura do hotel, três trabalhadores observam o cenário da obra. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Na porção inferior do registro, no corredor térreo de acesso ao terraço do restaurante, dois trabalhadores empunham martelos e fazem a colocação de uma tábua para auxílio da sustentação da laje. A laje em T, onde hoje encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Ao fundo, atrás das construções, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo).

Untitled

NOV.B.13 (90)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-90
  • Item
  • 1957 - 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo, marcas de adesivos em sua extremidade, e no canto superior esquerdo, o número 2 escrito. Vista térrea registra o processo de montagem estrutural das peças metálicas do que veio a ser o Brasília Palace Hotel, em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro da perspectiva térrea da estrutura do edifício implantado. Ao centro do registro, direcionada para a orientação oeste, uma grua - posicionada diagonalmente ao topo das vigas que estruturam a laje do Brasília Palace Hotel. Há a presença de operários (7) - trajando roupas sociais e chapéu -, onde, da esquerda para a direita, um operário caminha sobre a extremidade do esqueleto estrutural. Outros quatro encontram-se no solo de terra próximos a grua - da fabricante Bucyrus Erie Co., fornecida pela construtora Coenge S.A. -, enquanto outro está em cima do maquinário, aparentemente, operando-o. Na extremidade superior direita da estrutura, outro operário se equilibra sobre as vigas. Nas duas extremidades do registro, ao lado dos pilares metálicos, montes de peças metálicas depositadas ao solo.  Do lado direito da imagem, fora das delimitações do esqueleto depositado, na base da fachada leste, um montante de agregado - possivelmente areia. Do lado esquerdo da imagem, nas delimitações das proximidades do hotel, as estradas ainda em terra batida, evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel no período de obras. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao fundo, a vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

Untitled

NOV.B.13 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-9
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital com manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial do Brasília Palace Hotel próximo ao Palácio da Alvorada. O Brasília Palace Hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo uma das primeiras construções do plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No terço central da imagem, no quadrante intermediário direito, tem-se a presença do hotel em fase de construção, com andaimes de madeira caracterizando o início da etapa construtiva. No plano de fundo, no quadrante superior, vislumbra-se o volume construtivo do Palácio da Alvorada, com sua barra horizontal e pilares, e a capela anexa. Nos arredores dos dois edifícios, observam-se agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores. Próximo ao hotel, nas orientações leste e oeste, há instalações de apoio (24) destinadas para depósito e manuseio de materiais. À frente do hotel, um campo de futebol com vegetação rala possivelmente destinado aos operários durante momentos de ócio da empreitada. No quadrante superior, do centro à direita, há prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Próximo ao Palácio da Alvorada, também se observa prováveis agrupamentos residenciais junto a aglomerados de instalações de apoio. As delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel. Ao fundo, acima do Palácio da Alvorada, uma estrada de terra leva até a Ermida, a primeira em alvenaria da nova capital, erguida em 1957. Trata-se de uma pirâmide de linhas rudimentares numa plataforma natural às margens do Lago Paranoá, que hoje faz parte do Parque Ecológico da Ermida Dom Bosco. A linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao redor do hotel, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e, no horizonte, a vegetação se estende com fitofisionomias diversas distribuídas em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada) do registro e na porção inferior esquerda, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Aparentemente, houve uso de maquinário para retirada e planificação de terra, com montes de resíduos da obra. No quadrante superior, transpassando o registro, há a passagem de um possível afluente do Rio Paranoá, margeado por mata de galeria com presença de buritis (Mauritia flexuosa). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-a-1; nov-d-4-4-b-1; nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23;

"

Untitled

NOV.B.13 (85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-85
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem, retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF.  O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado esquerdo do salão um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008) feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura - uma pintura mural feita sobre alvenaria - composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Ao fundo, no limite da fotografia - lado direito - sobre uma peça de tapeçaria, vê-se duas poltrona branca, um sofá amarelo de quatro lugares, uma mesinha branca na lateral com um telefone de disco e outra ao centro. No centro da fotografia, outro grupo de mobiliários contendo duas poltronas brancas, um sofá amarelo de quatro lugares e uma mesinha ao centro sobre uma peça de tapeçaria que delimita os espaços de convivência. Do lado esquerdo da imagem uma escadaria de seis degraus revestidos de mármore carrara, conduz a um mezanino que contém uma poltrona vermelha Womb Chair, projetadas em 1948 por Eero Saarinen (1910- 1961) sobre uma peça de tapeçaria. Na passagem no limite da imagem do lado esquerdo há uma poltrona Bardi’s Bowl, projetada em 1951 por Lina Bo Bardi (1914-1992) com uma parede feita de grandes placas de vidro e esquadrias de alumínio. Piso flutuante de madeira se estende por toda a extensão do piso inferior do salão exceto no centro da imagem - na base do mezanino - onde há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No forro, sete placas com materiais reflexiveis destoam das demais. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)

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NOV.B.13 (84)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-84
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista aérea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase avançada de construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de toda a extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, que evidencia um avanço em suas principais concepções arquitetônicas - disposto estruturalmente em lâmina (ou barra), repousa sobre os pilotis com marquise térrea no centro e paredes envidraçadas. Havendo assim, acessos e os percursos delimitados, do hotel ao terraço do restaurante, que leva até às escavações da piscina. A frente do edifício, instalações de apoio (5), voltados para leste, sendo destinados ao auxílio construtivo dentro do canteiro de obras estando aglomerados para facilitar os acessos por partes dos funcionários, sendo interligadas às estradas de acesso não pavimentados no entorno do hotel no período de obras. Da esquerda para a direita, no plano inferior, notam-se estruturas feitas em madeira com telhado aparente de duas águas e com volumes retangulares. Cinco estruturas, sendo quatro maiores e uma menor ao centro, que aparenta ser um banheiro. Entre as estruturas, materiais depositados ao solo - aglomerados de tábuas de madeira, caixas, tijolos, entre outros. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra - terra, embalagens, sacos, entre outros - e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. Na quadrante superior, do lado oeste do hotel, há a presença de prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. 

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