Palácio do Planalto (Brasília, DF)

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NOV.D.1 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-25
  • Pièce
  • 26/08/1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas e femininas estão observando a exposição tendo em destaque a ex-primeira dama do Brasil (de 1956 a 1961) Sarah Kubitschek (1908-1996) com vestido midi branco com mangas compridas, acessórios de pérolas e luvas branca a qual está segurando em sua mão esquerda enquanto conversa com o homem à sua esquerda. Ao fundo, um extenso painel de chão tem tramas aparentemente amadeiradas na parte superior e estas expõem diversas fotografias de maquetes físicas como do Palácio do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto bem como a construção desses monumentos. Na parte superior da fotografia, ao centro, uma pequena logomarca da empresa Panair do Brasil.
É possível observar a mesma figura humana masculina que conversa com a ex-primeira dama Sarah Kubitschek (1908-1996) e a figura humana feminina com vestido de estampa florida no item NOV-D-4-4-D-1 (26).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO:
Sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio.
"

Sans titre

NOV.D.1 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-23
  • Pièce
  • 26/08/1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Diversas figuras humanas masculinas e femininas estão observando a exposição tendo em destaque a ex-primeira dama do Brasil (de 1956 a 1961) Sarah Kubitschek (1908-1996) com vestido midi branco com mangas compridas, acessórios de pérolas e luvas branca a qual está segurando em sua mão esquerda enquanto aponta com a mão direita para a fotografia de uma das maquete físicas da representação das superquadras de Brasília. No canto inferior direito, parte de um avião com escrito POL em sua asa com duas turbinas. À esquerda, uma trama vertical com linhas grossas aparentemente amadeiradas. Os painéis de chão têm tramas aparentemente amadeiradas na parte inferior e estas expõem diversas fotografias de maquetes físicas como do Palácio do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto bem como a construção desses monumentos. Na parte superior da fotografia, ao centro um pouco à esquerda, uma pequena logomarca da empresa Panair do Brasil.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE AS SUPERQUADRAS DE BRASÍLIA:
A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO:
Sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio.
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Sans titre

NOV.D.1 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-13
  • Pièce
  • 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Em destaque, uma figura humana masculina com vestes formais (paletó e calça) observando e apontando para o painel que possui diversas fotografias de capas e páginas da Revista Módulo publicadas em 1959 (nº 10 na parte superior ao centro - capa com a coluna do Palácio do Planalto; nº 12 no canto superior esquerdo - capa de um edifício colonial; nº 13 à esquerda - capa com linhas verticais e horizontais; nº 14 próximo ao paletó - capa branca com desenho estilizada) e da Revista Brasília publicadas em 1958 e 1959 (nº 16 no canto inferior direito - capa com fotografias da maquete física do Palácio do Planalto; nº 17 próximo a cabeça da figura masculina - capa com desenhos do Museu da Cidade; nº 20 no canto superior direito - capa do Brasília Palace Hotel; nº 21 no canto superior direito - capa com as colunas da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida de Brasília; nº 27 ao centro à direita - capa da Capela do Palácio da Alvorada; nº 28 logo abaixo do local onde a figura masculina está apontando - capa com fotografias da fachada de um bloco residencial do Iapc).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA MÓDULO:
A Revista Módulo foi criada em 1955 pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), sendo o editor do mesmo e tendo como tema principal a arquitetura, mas também temas sobre artes, urbanismo, design e cultura de forma geral. Em 1965 a Revista Módulo acabou por ser proibida pela ditadura militar do Brasil que iniciou-se em 1964 e voltou a circular em 1975, acabando definitivamente em 1986.
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA BRASÍLIA:
Periódico criado pela Novacap – Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, publicado entre janeiro de 1957 e maio de 1963, mensalmente.

O objetivo da revista era documentar a construção da nova capital, como um boletim informativo, para abastecer a opinião pública nacional e internacional sobre o andamento das obras.
Com uma tiragem de aproximadamente 6.000 exemplares, a revista era gratuita e destinada aos assinantes, que em sua maioria eram bibliotecas, universidades e colégios. Uma remessa de 1.000 cópias era encaminhada para o exterior, principalmente às embaixadas.

A sede da Revista de Brasília sempre foi na capital federal, ou seja, até meados de 1959 era na cidade do Rio de Janeiro e entre 1959 até sua extinção foi a cidade de Brasília enquanto que todas as edições da revista foram impressas na editora Bloch, localizada na cidade carioca.

Hoje, a documentação da NOVACAP, inclusive as 44 edições da Revista Brasília, integra um dos Fundos Públicos do Arquivo Público do Distrito Federal – ArPDF.
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Sans titre

NOV.B.26 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-26-1
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, formato paisagem. Vista aérea em que se observa as obras de edificação do conjunto da praça dos Três Poderes, esses representados pelos edifícios, em sentido anti-horário: Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal. Em posição central aos três edifícios está o museu da Cidade. As estruturas das construtoras, compostas de oficinas, alojamentos, escritórios, refeitórios, estão localizadas próximas aos edifícios.
Palácio do Congresso Nacional: O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Palácio do Planalto: A arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas. Destaca-se a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, que remetem à forma de velas de barco. Tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos) que compõem o Palácio do Planalto. À frente, evidencia-se a rampa de acesso ao salão nobre, que se eleva lentamente do solo, abaixo, há o espelho d’água que circunda frontalmente e lateralmente do prédio, confere beleza à fachada do palácio, auxiliar a manter a segurança do prédio e a controlar a umidade do ar. O Parlatório situado à direita da entrada principal, é o local onde o Presidente e convidados podem se dirigir ao povo concretado na praça.
Supremo Tribunal Federal: Destaca-se o Supremo Tribunal Federal, com suas colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada ao meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais que transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos.
Museu da Cidade: O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília.
Padrão do Terrapleno: Ao centro, nota-se a formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estará os monumentos relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo), Supremo Tribunal Federal (Judiciário) e Palácio do Planalto (Executivo).
Praça Central da Praça dos Três Poderes: Ao centro da Praça dos Três Poderes, há um grande espaço vazio característica marcante da concepção praça cívica, composto de pedra portuguesa.
Eixo Monumental: Atravessando o complexo que engloba a Praça dos Três Poderes e a Esplanada dos Ministérios, está em fase inicial de construção o Eixo Monumental ainda não pavimentado.
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Sans titre

NOV.B.23 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-5
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra vista aérea da região da Barragem do Paranoá. Na parte inferior da imagem, observa-se a construção da Barragem do Paranoá, margeada por vegetação nativa de Cerrado, com casebres que servem de acampamento e apoio na borda inferior. A vegetação circunda toda a imagem, sendo mais adensada na lateral esquerda e mais rasteira na parte inferior. No centro da imagem se encontra o Lago Paranoá, indo rumo ao Palácio da Alvorada na parte superior, e na lateral esquerda solo revolvido para aterramento da barragem. A barragem do Paranoá foi pensada como a solução do problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. A construção se iniciou no final de 1957, com o represamento do Rio Paranoá, envolvendo diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec. No final de 1959, com a conclusão da barragem, deu-se início à formação do Lago Paranoá. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Um acampamento foi montado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que inicialmente estava em uma área hoje inundada. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento era deslocado para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à cidade do Paranoá.

Sans titre

NOV.B.20 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-20-6
  • Pièce
  • 1958 - 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da porção de terra delimitada do que aparenta ser para a construção do Palácio do Planalto, em chão de terra batida, resultado do processo de terraplenagem. Sede do Poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Em duas faixas paralelas é possível ver marcações no chão, com furos cobertos por grades de madeira, para a implantação da fundação do palácio presidencial. Na parte superior da imagem, há grama (incerta se plantada ou não).
Fotografia do mesmo local com diferença de ângulo da NOV-D-4-4-B-2 (705).
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Sans titre

NOV.B.19 (87)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-87
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, que destaca alguns croquis, possivelmente concebidos pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Na imagem há um desenho da perspectiva frontal do Palácio do Planalto, evidenciando a grandiosidade do edifício por meio da presença de alguns kalungas que proporcionam uma escala humana marcante. Esses elementos não apenas conferem dimensão ao cenário, mas também ressaltam a imponência arquitetônica do Palácio. Também observa-se o desenho da obra ""Os Candangos"", situada à frente do edifício, com alguns traços rasurados por cima, sugerindo uma evolução ou adaptação no projeto ao longo do tempo.
O segundo croqui destaca a fachada lateral do edifício, revelando a notável ausência de colunas nessas áreas.
Por fim, o terceiro desenho apresenta um corte esquemático da coluna do Palácio do Planalto, contrastando com o tamanho das pessoas, oferecendo uma perspectiva visual sobre a escala e proporção da arquitetura.

sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Autoria: texto retirado do livro Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p22."

Sans titre

NOV.B.19 (67)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-67
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, com orientação paisagística, que apresenta uma maquete em perspectiva aérea do Palácio do Planalto. A visão detalhada é limitada, no entanto, após a análise da tese de doutorado do Dr. Elcio Gomes, torna-se possível deduzir que se trata do segundo anteprojeto - a segunda versão da sede do poder executivo. Este projeto foi desenvolvido pelos arquitetos Oscar Niemeyer e Nauro Esteves em 1958, marcando uma fase significativa na evolução da arquitetura da capital brasileira.
O palácio tem o formato de um bloco retangular, com nove colunas tanto a fachada frontal quanto a posterior. Estas colunas possuem uma forma singular de tronco cônico invertido, estreitando-se em direção ao topo. Uma característica marcante é a rampa de acesso principal, localizada assimétricamente no edifício, rompendo com a tradicional simetria arquitetônica.
Na fotografia, é possível visualizar a via de acesso e o estacionamento privativo para visitantes e servidores, situados à esquerda do observador. Esses elementos contribuem para a compreensão do contexto funcional e prático do edifício, revelando a consideração dada à organização do espaço.
É importante observar que a imagem da maquete destaca algumas diferenças em relação ao projeto atual do Palácio do Planalto. Notavelmente, a ausência do espelho d'água e do monumento aos candangos, que agora está localizado na Praça dos Três Poderes, em frente ao palácio.

sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Autoria: texto retirado do livro Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p22."

Sans titre

NOV.B.19 (46)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-46
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"A imagem em preto e branco, apresentada no formato paisagem, imortaliza o primeiro anteprojeto de Oscar Niemeyer em 1957, destacando a maquete do Congresso Nacional em Brasília. A fotografia foca na elevação leste e posterior do edifício, proporcionando uma visão ímpar dessa fase inicial do projeto. Apesar de ser o primeiro anteprojeto, as cúpulas retratadas não exibem aberturas, diferindo das imagens anteriores.
Na composição visual, percebe-se distintamente dois platôs no terreno. O primeiro, situado em um nível abaixo, abriga o próprio Congresso Nacional, enquanto o segundo, em posição mais elevada, localiza a esplanada dos ministérios e delimita a área circundante. Essa decisão projetual evidencia a intenção dos arquitetos de conferir imponência ao edifício, ressaltando sua importância como local de deliberação de leis e decisões governamentais.
A cena abrange as vias laterais, identificadas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional. Chama atenção também uma rampa posicionada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício anexo ao Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial do projeto, não se delineia uma via específica dedicada ao Congresso, como encontramos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a atualidade, nota-se a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, elemento incorporado posteriormente ao design, assim como o jardim de palmeiras situado na parte posterior e ao lado do edifício anexo. A perspectiva limitada da fotografia sugere que elementos como rampas, coberturas, cúpulas e o edifício dos gabinetes mantêm notáveis semelhanças com a configuração presente, proporcionando um vislumbre intrigante da evolução arquitetônica ao longo do tempo.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Sans titre

NOV.B.19 (157)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-157
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, em formato paisagem, que apresenta uma maquete em perspectiva aérea do Palácio do Planalto. A visão detalhada é limitada, no entanto, após a análise da tese de doutorado do Dr. Elcio Gomes, torna-se possível deduzir que se trata do segundo anteprojeto - a segunda versão da sede do poder executivo. Este projeto foi desenvolvido pelos arquitetos Oscar Niemeyer e Nauro Esteves em 1958, marcando uma fase significativa na evolução da arquitetura da capital brasileira.
O palácio tem o formato de um bloco retangular, com nove colunas tanto a fachada frontal quanto a posterior. Estas colunas possuem uma forma singular de tronco cônico invertido, estreitando-se em direção ao topo. Uma característica marcante é a rampa de acesso principal, localizada assimétricamente no edifício, rompendo com a tradicional simetria arquitetônica.
Na fotografia, é possível visualizar a via de acesso e o estacionamento privativo para visitantes e servidores, situados à esquerda do observador. Esses elementos contribuem para a compreensão do contexto funcional e prático do edifício, revelando a consideração dada à organização do espaço.
É importante observar que a imagem da maquete destaca algumas diferenças em relação ao projeto atual do Palácio do Planalto. Notavelmente, a ausência do espelho d'água e do monumento aos candangos, que agora está localizado na Praça dos Três Poderes, em frente ao palácio.

Palácio do Planalto: sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio.
Autoria: texto retirado do livro Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p22."

Sans titre

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