Palácio do Planalto (Brasília, DF)

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Palácio do Planalto (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (489)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-489
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Imagem do Palácio do Planalto em estágio final de obra, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Vê-se que o que próximo às janelas estão dois andaimes servindo de apoio aos trabalhadores. É possível ver parte da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51); tais colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51). Na porção inferior da imagem, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à uma porção de chão em terra batida, resultado de um processo de terraplenagem, que faz parte da composição territorial do Palácio do Planalto; logo atrás é possível ver algumas pequenas movimentações de terra, para a implantação de infraestrutura do palácio presidencial. Logo abaixo da laje principal do Palácio do Planalto nota-se a presença de um aglomerado de materiais de construção utilizados na obra da edificação. Na porção inferior direita da imagem, destacam-se quatro trabalhadores descansando à base da coluna-curva da extremidade esquerda da fachada frontal.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
"

Untitled

NOV.B.2 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-49
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem, visão aérea. Em primeiro plano nota-se um terreno descampado em chão de terra batida resultado de um processo de terraplanagem que viria a se tornar o Bosque dos Constituintes (local de grande significado histórico por homenagear os membros da Assembleia Nacional Constituinte, esses parlamentares foram pioneiros ao incluir, na Constituição Federal, um artigo inteiramente dedicado à proteção do meio ambiente - o 225) ao lado do início da construção da via N1 do Eixo Monumental. Em segundo plano na lateral esquerda na imagem está o Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade) localizado no espaço destinado à Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; ainda em segundo plano, na lateral direita da imagem, está o Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio, com a estrutura da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) de sua fachada finalizadas; as mesmas sustentam a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; ao centro da fachada principal do palácio está a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento; inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro), o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70); entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial. Logo atrás do museu, está o Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo, com o esqueleto do prédio construído, com as vigas e lajes de concreto aparentes. Em terceiro plano, na lateral esquerda da imagem, atrás do Palácio do Congresso está parte da Esplanada dos Ministérios, com alguns prédios ministeriais em estágio inicial de construção; à direita da imagem, atrás do Palácio do Planalto aparece o acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105), e parte do espaço em que seria construída a Asa Norte, ainda sem alteração na vegetação que se trata de vegetação típica do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (490)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-490
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, com uma linha branca na lateral esquerda da fotografia e algumas marcas do tempo. Vista aérea da composição territorial do Palácio do Planalto. Imagem do Palácio do Planalto, em fase intermediária de construção, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. A fachada principal voltada para a Praça dos Três Poderes, à direita da imagem, é marcada por três aspectos marcantes: a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), tais colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51); a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Em primeiro plano, na porção inferior da imagem, nota-se a delimitação de estrada em terra batida, resultado do processo de terraplenagem, do percurso onde hoje passa a via N1 e N2 do Eixo Monumental. Na porção central mais à esquerda da imagem (atrás da fachada posterior do Palácio do Planalto) é possível ver várias pequenas movimentações de terra e estruturas de madeira, para a implantação da garagem subterrânea do palácio presidencial; nos entorno do Palácio do Planalto, tem-se a presença de acampamentos da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105); na lateral direita da imagem nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à uma porção de chão em terra batida que faz parte da composição territorial da Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu; mais ao fundo da imagem estão pedaços de terra onde hoje ficam a Vila Planalto, o Palácio do Jaburu e o Palácio da Alvorada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (491)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-491
  • Item
  • 30/06/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea do canteiro de obras Palácio do Planalto.
Canteiro de obras do Palácio do Planalto em área com piso de terra e diversos materiais de construção sobre o piso. Alguns veículos são visualizados no canto inferior esquerdo, bem como dois caminhões ao centro da fotografia. No canto superior direito, outra parte do canteiro de obras, porém, este possui cercamento simples com estacas, provavelmente, de madeira. Dentro deste canteiro, há mais materiais de construção sobre o piso, alguns veículos e o que aparentam ser depósitos. Ao fundo, piso de terra sem nenhuma construção.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
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Untitled

NOV.B.2 (492)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-492
  • Item
  • 30/09/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista aérea do canteiro de obras do Palácio do Planalto.
Canteiro de obras do Palácio do Planalto em área com piso de terra, diversos materiais de construção sobre o piso e o que devem ser, provavelmente, alguns depósitos. O canteiro possui cercamento simples com estacas, provavelmente, de madeira. Dentro deste canteiro, na parte inferior da fotografia, há recortes no piso, aparentando ser estudo estrutural de fundação para o Palácio do Planalto. À direita uma pista pavimentada está adjacente ao canteiro de obras.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
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Untitled

NOV.B.2 (493)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-493
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Fotografia tirada debaixo do Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade), enquadrando a parte inferior do museu e parte da fachada frontal do Palácio do Planalto. Em primeiro plano nota-se uma pilha de estacas de madeira dispostas à sombra do Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade); na lateral esquerda da imagem é possível ver as delimitações da continuação da Via S1 do Eixo Monumental, em chão de terra batida, resultado do processo de terraplenagem, ainda sem pavimentação, que vai de encontro a Via N1 do Eixo Monumental; em segundo plano nota-se parte da composição territorial da Praça dos Três Poderes, ainda em chão de terra batida, com vários escombros dos restos das obras dos monumentos construídos no entorno da praça; mais ao fundo na imagem está o Palácio do Planalto em estado intermediário de construção, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; vê-se alguns suportes espalhados no corpo do palácio, como parte da fase de cimbramento, um processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica). Entre a rampa e o parlatório está a placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto.
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Untitled

NOV.B.2 (5)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-5
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista lateral da formação do terrapleno, técnica oriental milenar que busca a nivelação do solo, para a preparação da localidade correspondente a Praça dos Três Poderes. O desenho elaborado da forma do triângulo, detém todos os lados iguais simbolizando o caráter independente de cada poder da teoria de Montesquieu, em cada vértice estão os monumentos, com estrutura inacabada; presença de andaimes e sem pintura, relacionados aos Três Poderes: Congresso Nacional (Legislativo, à superior), Supremo Tribunal Federal (Judiciário, à esquerda) e Palácio do Planalto (Executivo, à direita). Nota-se a concentração de materiais de construção no canto direito do Palácio do Planalto. Alojamentos e galpões de tintura branca localizam-se logo atrás do terrapleno da sede do Executivo e rodeiam também o Supremo Tribunal Federal. Na interseção dos dois monumentos localizados nos vértices inferiores, mais materiais de construção estão enfileirados ao longo do terreno, além disso , destaca-se o Eixo Monumental que ainda está sem a pavimentação completa. No vértice superior, ao redor, do Congresso Nacional há a preparação do terreno para a formação do futuro jardim do Burle Marx. No canto superior esquerdo da foto, é possível visualizar uma pequena amostra de Cerrado.

Untitled

NOV.B.2 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-6
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Em primeiro plano, há uma pilha com várias peças de madeira dispostas no chão provenientes, possivelmente, de restos de materiais utilizados na construção da estrutura de agrupamentos de canteiros, fôrmas e escoras de construção e instalações de apoio aos trabalhadores da obra do Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo. Em segundo plano, mais à esquerda, é possível ver uma pequena estrutura, um pequeno casebre de madeira, servindo de apoio à obra do Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. No segundo quarto do segundo plano, está o Palácio do Planalto em estágio intermediário de construção, com a estrutura em concreto armado da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) da fachada frontal do palácio presidencial, finalizadas e a estrutura interna, rodeada de andaimes; as mesmas sustentam a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; a rampa de acesso ao salão nobre erguida, rampa com um aclive sutil do solo, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70), com a estrutura finalizada, porém sem acabamento, entre a rampa e o parlatório está uma placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto. No terceiro quarto do segundo plano, é possível ver o caminho de terra delimitando o local definido para a construção do espelho d’água do Palácio do Congresso. No quarto do segundo plano, mais à direita da imagem, está o Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade) em seu formato final.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (608)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-608
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Registro aéreo do Plano Piloto em Brasília-DF, durante os primeiros anos de construção da capital, entre 1956 e 1960. No registro, de baixo para cima, a passagem do Rio Paranoá, local onde veio a ser preenchido o Lago Paranoá, estando em evidência a Península Sul do Lago, região em que se encontram o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel em fase de obra. Nas imediações de todo o contexto de obra do que viria a ser a península sul do lago, pequenas estradas vicinais direcionam caminhos para o oeste com sentido Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios e o ponto de cruzamento entre os dois eixos – Eixo Monumental (Via S1 e N1) e o Eixo Rodoviário (DF-002) –, que se tornaria a Plataforma Rodoviária, estando ainda em processo de obra. A poucos quilômetros do Eixo Monumental, à direita, notam-se alguns pequenos alojamentos, possivelmente, destinados aos operários responsáveis pelas construções. O cruzamento entre as vias é evidenciado em pleno processo de obra, o rearranjo topográfico, demarcações realizadas e movimentações de terra se apresentam avançados, mas sem asfaltamento. O Eixo Rodoviário se dispõe apenas no sentido sul, logo, a Asa Sul, esta que foi desenvolvida antes da Asa Norte. Consequentemente, os primeiros conjuntos residenciais foram construídos na Asa Sul. No quadrante superior esquerdo, observam-se edifícios sendo construídos, referentes às superquadras modelo – 107, 108, 307, 308 sul – construídas primeiro que as demais. A disposição dos conjuntos residenciais e a trama viária se deram no plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital através do eixo rodoviário, este que, segundo a edição “arquitetura e engenharia” da Revista Brasília (PINHEIRO, 1960, p. 9), “foi arqueado, de acordo com a topografia local, e veio a formar o tronco da circulação, livre de cruzamento graças ao recurso dos trevos e passagens de nível, que conduz às superquadras residenciais, estabelecidas em ambos os lados seus” que, conforme relatou Lucio Costa em uma das edições da Revista Brasília de 1957, “o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento” (PINHEIRO, 1957, p. 10). No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. No quadrante superior, na extremidade norte do Eixo Monumental, o vislumbre do que configura a Praça do Cruzeiro. Em todo o registro, diversas vias vicinais de interligação realizam parte dos percursos auxiliares de conexões entre as dinâmicas de construção dos primeiros anos de construção de Brasília, facilitando o transporte de suprimentos e materiais, passagens de veículos e maquinários. Por toda imagem é possível identificar vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico.

Untitled

NOV.B.2 (659)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-659
  • Item
  • 1959 - 1960
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"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano vê-se um pedaço de chão em terra batida, resultado do processo de terraplenagem, delimitação que futuramente viria a se tornar a via N1 do Eixo Monumental. Em segundo plano, à esquerda da imagem, é possível ver o Palácio do Congresso em estágio intermediário de obra, sede do Poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. Na porção central aparecem parte dos edifícios ministeriais da Esplanada dos Ministérios. À direita da imagem está o Palácio do Planalto, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; é possível ver que o corpo do palácio está em fase de cimbramento, um processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica); um pouco abaixo do palácio presidencial, mais à direita da imagem tem-se visão parcial de uma rampa que leva de um nível a outro; tal desnível de terra onde posteriormente seria construído um conjunto de anexos do palácio presidencial. O Palácio do Planalto com a construção em andamento, aparecendo boa parte da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), símbolos marcantes da fachada do palácio presidencial; conectadas as colunas está a laje de cobertura do palácio, com três figuras masculinas em pé em uma das pontas, cobertura essa que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá. Logo à frente das colunas está o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Na ponta do palácio, à direita do parlatório, está a caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.46, p.47).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

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