Palácio do Congresso Nacional (Brasília, DF)

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Palácio do Congresso Nacional (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (659)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-659
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Em primeiro plano vê-se um pedaço de chão em terra batida, resultado do processo de terraplenagem, delimitação que futuramente viria a se tornar a via N1 do Eixo Monumental. Em segundo plano, à esquerda da imagem, é possível ver o Palácio do Congresso em estágio intermediário de obra, sede do Poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. Na porção central aparecem parte dos edifícios ministeriais da Esplanada dos Ministérios. À direita da imagem está o Palácio do Planalto, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio; é possível ver que o corpo do palácio está em fase de cimbramento, um processo que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras de (madeira ou estrutura metálica); um pouco abaixo do palácio presidencial, mais à direita da imagem tem-se visão parcial de uma rampa que leva de um nível a outro; tal desnível de terra onde posteriormente seria construído um conjunto de anexos do palácio presidencial. O Palácio do Planalto com a construção em andamento, aparecendo boa parte da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), símbolos marcantes da fachada do palácio presidencial; conectadas as colunas está a laje de cobertura do palácio, com três figuras masculinas em pé em uma das pontas, cobertura essa que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá. Logo à frente das colunas está o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Na ponta do palácio, à direita do parlatório, está a caixa d’água temporária da obra com a placa com as letras “PFD”. identificando a construtora do Palácio do Planalto (Pacheco Fernandes Dantas), vários trabalhadores da época acreditavam ser “PFD” de Palácio Federal dos Despachos (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.46, p.47).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (65)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-65
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida com materiais de construção sobre o mesmo, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À esquerda da fotografia, na base do monumento, há a rampa de acesso do piso térreo às cúpulas (à direito da fotografia) com diversas figuras humanas, e abaixo das cúpulas, local onde terá a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos. Ao centro, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. A casca da cúpula do Senado está finalizada, enquanto a da Câmara está em processo cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, circundando o mesmo. Ao fundo, entre o Senado e as torres, o Palácio do Planalto em fase de construção, podendo visualizar a parte superior das suas colunatas presentes em sua fachada principal; atrás da Câmara, há um grande guindaste.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (64)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-64
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem.Vista frontal das rampas externas, ainda inconclusas do Congresso Nacional. Na rampa inferior observa-se um funcionário com regata, calça bege e chapéu, carregando um bloco de construção de mão direita e um estilete na mão esquerda, perto do trecho final,na área externa à direita, é possível visualizar uma concentração de tábuas de madeira espalhadas ao solo. No lado oposto, situa-se a coluna de concreto, sem acabamento completo, que sustenta a rampa externa, adjacente à coluna, nota-se uma estrutura de madeira, a qual fornece acesso ao topo dela. Ulteriormente a rampa inferior, é pouco perceptível a estrutura interna do edifício principal, com dois pares de colunas de concreto, ainda com fina espessura,na parte interna e na varanda. Já na rampa externa superior, com furos encadeados em sua extremidade direita, percorrendo sua extensão, localizam-se quatro trabalhadores carregando conjuntamente, nos ombros, uma longa barra de metal cilíndrica. Nota-se que o primeiro operário olhando fixamente à direita, mais abaixo da rampa, com roupas em tons de bege, não possui nada protegendo seu corpo contra o peso e atrito da barra. A presença da caneca azul pendurada em sua roupa, perto da região do quadril, destoa-se bastante do resto da sua vestimenta. Em seguida, é possível visualizar apenas as costas do obreiro com camisa xadrez e calça escura, o qual traz na parte superior do corpo, um saco para apoiar segura o material de obra carregado em questão. Logo depois, mais distanciado, há um terceiro membro da obra, de camisa longa bege,calça branca e chapéu de palha, que detém também um saco, no ombro direito, porém mais bem amarrado à barra que seu colega anterior, tal operário traz em seu bolso de trás uma caneca de metal. Por último, situa-se outro profissional de vestes brancas e chapéu chegando próximo a região da plataforma. Na direita da rampa externa, no canteiro de obras, é possível observar apenas a cabeça de um contratado de boné, adjunto, a um conjunto de blocos de concreto que está próximo de um poste madeira, em seguida, há uma pequena movimentação de terra, perto a outra amontoado menor de terra misturado com entulho, também adjacente a um poste elétrico. Paralelamente, há um profissional esparso no terreno, olhando para a rampa externa superior. No lado esquerdo do edifício principal, é perceptível a presença de par de colunas de concreto, não finalizadas, na varanda. Entre elas, na parte interna, verifica-se um operário fazendo a fiada de blocos de concreto, na extrema esquerda, está pouco nítida uma escada que leva a uma parede interna do edifício. Acima, na plataforma,sobressai o Senado com sua estrutura quase completa, mas revestimento não finalizado, verifica-se duas escadas provisórias em cada parede externa, a da esquerda é mais simplória e a da direita é mais elaborada, na base, é possível visualizar na base dois barris. Ao centro, ressalta-se as torres anexas com sua estrutura de aço aparente ainda com poucos pavimentos construídos, entre as torres pousa-se uma plataforma que interliga as duas edificações, perto da cobertura, observa-se três gruas operando suas funções.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (631)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-631
  • Item
  • maio de 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal da Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, chão de terra batida com a presença de algumas mudas arbóreas já plantadas no solo. Ao centro, a Capela praticamente finalizada, podendo visualizar suas paredes curvilíneas de concreto armado já com revestimento e a janela em fita de vidro na sua base, no acesso ao subsolo da obra. Mais ao fundo, à esquerda da fotografia, uma das colunas da fachada principal do Palácio da Alvorada está isolada e adjacente à rampa de acesso principal à Capela. Ao fundo, da esquerda para a direita, fitofisionomia do Cerrado e parte da Esplanada do Ministérios em fase de construção, como as torres do Palácio do Congresso Nacional da Praça dos Três Poderes e alguns edifícios dos ministérios.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA:
Em 1956, anteriormente à vitória de Lucio Costa (1902-1998), o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) projeta os principais palácios de Brasília e realiza o projeto da praça cívica. [...] A igreja proposta complementa a praça cívica composta pela triangulação palácio-hotel-igreja [...]. O partido consiste em duas paredes curvas que se entrelaçam para conformar a nave, única. [...] As aberturas são mínimas, todas verticais. [...] Presume-se que a altura total seja de aproximadamente 20 metros, bem como o seu diâmetro. [...] Em sua conformação final, esta igreja transforma-se em capela anexa ao palácio residencial, conectada a este pelo subsolo. A escala do edifício se modifica, adaptando-se a designação de capela propriamente dita, mesmo que o partido se mantenha praticamente intacto. [...] Em sua conformação final a altura total é de aproximadamente 9,5 metros, ou seja, a metade (ALMEIDA, 2012, p. 59, 63 e 64). A empresa responsável pela obra (do Palácio da Alvorada) foi a construtora Rabello, do engenheiro Marco Paulo Rabello (1918-2010) (ALMEIDA, 2012, p.94).
"

Untitled

NOV.B.2 (63)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-63
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Vista frontal do Congresso Nacional. Em primeiro plano, situa-se o canteiro de obras, bastante alagado, com poços de lama em diferentes lugares. Em evidência, ressalta-se a rampa externa inferior, em seu trecho final, sem o piso finalizado. Em sua extremidade esquerda, localizam-se três pequenas torres de luz encadeadas, posteriormente a elas, é possível visualizar ainda mais duas torres de luz, dispostas diagonalmente, cortadas pela presença de um barril. Já no limite direito da rampa inferior, pousa-se algumas lajes enfileiradas para futura utilização no piso. Na rampa superior, no trecho inicial, visualiza-se outra pequena torre de luz paralela e um barril que situa-se no encontro entre as rampas externas que apresenta-se sem o piso assentado. Em sua base, verifica-se vários tapumes de madeira cercando a entrada, possivelmente, para proteção da chuva ou para a espera da cura do material utilizado no piso. À frente dos tapumes, é pouco nítido, no solo molhado com marcas de pneu de carro, a presença de um cano em posição vertical, que estende-se para a direita, encontrando-se com outro tubo, mais aparente, que inicialmente vem alastrando-se perpendicularmente e segue o fluxo do outro encanamento em paralelo, expandindo-se à direita. Tais tubulações vem cercadas por duas grandes movimentações de terra, até um grande poste de iluminação. Ulteriormente ao poste, mais à direita, há um operário adjunto a um conjunto de barris pretos, em sua diagonal,há outro profissional, em perfil, próximo a um piso de madeira que contém em seu centro uma forma quadrada de madeira. Em paralelo ao poste de iluminação, há outro poste elétrico. Na região intermediária entre eles, está um terreno bem acidentado, com uma grande poça de lama, nota-se no canto direito a aparição de uma construção temporária sem vedação. No perímetro do poste seguinte, próximo à varanda do edifício principal, à esquerda observa-se uma concentração, de baixo para cima: de areia, brita e a areia mais grossa, ambas no chão. No encontro da rampa inferior com o piso do edifício principal, é pouco perceptível a presença de um pedreiro de braços cruzados, ao lado de um pequeno poste elétrico, olhando fixamente, um poço de lama. Em seguida, há outro obreiro de costas mirando um andaime, adjacente a outro poste de iluminação, que estende-se até a plataforma. No túnel que localiza-se na parte direita do edifício principal, dispõem-se vários operários próximos às cercas circundando sua entrada. No sentido oeste do túnel, pousa-se duas concentrações de areia, perto a uma betoneira de cor amarela e uma construção provisória de madeira, acoplada a ela está um elevador simplório que leva um barril, contendo material até a plataforma. No sentido leste do túnel, há mais um poste de iluminação adjacente a dois automóveis e entulhos da obra. No lado oposto do canteiro de obras, à esquerda das rampas externas, situa-se um solo bastante encharcado com diversas poças de água. Da esquerda para direita, destaca-se a presença de outro túnel que fornece acesso ao subsolo do Congresso Nacional, com pequenas cercas em seus limites laterais. Perto da varanda do edifício principal, é possível enxergar um gerador amarelo adjunto de poste elétrico e dois tapumes em posição vertical perto de estruturas de metal. Já na plataforma, no sentido oeste-leste, realça-se o Senado com sua estrutura quase completa, todavia sem o acabamento finalizado, possuindo uma clara divisão em seu acabamento, no lado esquerdo está em um estágio mais avançado, já no lado oposto está mais atrasado com diversos pontos brancos em sua superfície. Ao centro, sobressai as torres anexas com sua estrutura de aço aparente, diferencia-se em sua base a construção das empenas cegas, constata-se a aparição de plataforma de proteção no centro dos edifícios e na lateral da torre esquerda, mais acima. No intermédio das torres anexas, observa-se pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) juntamente a estruturas temporárias para acesso às duas edificações. Na lateral da torre à direita, destaca-se um elevador provisório, utilizado para carregamento de materiais ou para facilitar a locomoção dos trabalhadores na fase de construção das torres. À frente das torres anexas, percebe-se uma construção temporária de madeira juntamente a uma pequena torre de luz e dois cavaletes de madeira. À direita da plataforma, pousa-se a Câmara contornada por inúmeros operários assentado o piso, ao lado de barris, e realizando outras funções da obra. Perto deles, situa-se barras de metal sustentando a estrutura da cúpula invertida. Repara-se que no lado esquerdo há uma construção temporária de considerável tamanho. Ao fundo, na extremidade oeste é possível observar parte da cortina de vidro e cobertura do Palácio do Planalto e na extremidade leste é perceptível visualizar parte das colunas de concreto do Supremo Tribunal Federal e sua esbelta cobertura e cortina de vidro.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (62)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-62
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Vista lateral da rampa externa, ainda inconclusa, do Congresso Nacional. Em sua extensão, localizam-se quatro trabalhadores carregando conjuntamente, nos ombros, uma longa barra de metal cilíndrica. Nota-se que o primeiro operário olhando fixamente à direita, mais abaixo da rampa, com roupas em tons de bege, não possui nada protegendo seu corpo contra o peso e atrito da barra. A presença da caneca azul pendurada em sua roupa, perto da região do quadril, destoa-se bastante do resto da sua vestimenta. Em seguida, é possível visualizar apenas as costas do obreiro com camisa xadrez e calça escura, o qual traz na parte superior do corpo, um saco para apoiar segura o material de obra carregado em questão. Logo depois, mais distanciado, há um terceiro membro da obra, de camisa longa bege,calça branca e chapéu de palha, que detém também um saco, no ombro direito, porém mais bem amarrado à barra que seu colega anterior, tal operário traz em seu bolso de trás uma caneca de metal. Por último, situa-se outro profissional de vestes brancas e chapéu chegando próximo a região da plataforma. Abaixo da rampa, destaca-se a coluna de concreto, sem acabamento completo, adjunto a uma estrutura de madeira, a qual fornece acesso ao topo dela. À esquerda da rampa externa, no sentido baixo-cima, é possível visualizar dois agrupamentos de barras de metal seguidas, entre, dois andares de barris separados por um papelão à direita (o andar de baixo com seis barris e o de cima com quatro barris), Nota-se, no andar de baixo, há um barril vermelho na extrema esquerda. E à esquerda, um amontoado de blocos de concreto. Mais à frente, há diversas tábuas de madeira espalhadas ao solo. Em seguida, há uma escada encostada em um poste elétrico, ainda é possível averiguar sutilmente a parte interna da sede do legislativo sendo levantada as paredes da edificação, na extremidade esquerda é perceptível um pedreiro realizando as tarefas da obra. Ao fundo, acima da plataforma,sobressai o Senado com sua estrutura quase completa, mas revestimento finalizado, verifica-se duas escadas provisórias em cada parede externa, a da esquerda é mais simplória e a da direita é mais elaborada, na base, é possível visualizar na base dois barris.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-61
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Vista panorâmica do Congresso Nacional e seu canteiro de obras. Em primeiro plano, nota-se que há um grande cercado com arame delimitando o perímetro do canteiro de obras, o qual é cortado, em seu trecho inicial, por duas vias de terra: uma central que leva a rampa externa do Congresso , ainda não acabada, e outra que desloca à direita da grande da área externa da sede do Legislativo. Na entrada da cerca, verifica-se uma pequena guarita de cobertura íngreme, escorado em um poste de iluminação com placa indicativa, encontram-se dois operários de capacete e camisa branca conversando. Posteriormente a eles, estão vários troncos de madeiras perto de barras de metal, no limite esquerdo da cerca, localizam-se mais troncos de madeira perto de um banco simples. Em seguida, há uma cerca circular, entre dois postes elétricos, contendo um extensa mesa de madeira, perto a rampa externa mais uma pequena cerca, entre dois postes de iluminação, com a presença de uma simples construção temporária de telha simples que divide a área, ambos as localidades possui diversos operários trabalhando. Na extremidade esquerda, é possível visualizar entulhos seguidamente de uma pequena movimentação de terra, adjacente a mais entulho da obra, é preciso salientar que o túnel, à esquerda da rampa externa, já está com a sua cavidade formada. Na porção direita do canteiro de obras, adjacente à via central,averigua-se algumas construções provisórias e membros da obra operando em grandes mesas de madeira, circundados de entulhos e com postes de elétricos rodeando o pequeno perímetro. Em destaque, ao fundo, sobressai o edifício principal passando pelo processo de instalação de suas esquadrias, no lado direito à rampa externa destoa-se o procedimento do cimbramento, o qual consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, para o levantamento das colunas de concreto, ao centro das escoras, localiza-se um amontoado de areia e no canto direito, é possível ver cinco automóveis próximos a uma construção temporária. Manifesta-se também o processo de cimbramento, em menor, na extrema esquerda, a área limítrofe do edifício principal. Acima, presencia-se o Senado com sua estrutura completa, todavia sem o acabamento finalizado com obreiros ao redor de sua circunferência e um único trabalhador no topo, ao meio, um pequeno depósito de telhado íngreme com diversos operários em volta, à direita, a Câmara com estrutura quase completa, mas sem revestimento finalizado, em sua base e cobertura, ainda está repleto de trabalhadores. No sentido oeste do monumento, há uma grande grua movimentando à esquerda, no sentido leste, há um pequeno escoramento na parede externa direita, adjacente a uma a rampa provisória de madeira utilizada para dar acesso à cobertura da cúpula da Câmara. Já as torres anexas, ressalta-se sua estrutura de aço, aparente, demonstrando sua surpreendente monumentalidade, dois andaimes atravessando todos os pavimentos da edificação até a cobertura, ao meio, ainda é possível visualizar sutilmente estruturas metálicas que estabelecem ligações entre os dois edifícios anexos.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-60
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Vista panorâmica da área correspondente a parte interna do edifício principal do Congresso Nacional. Em evidência, localiza as colunas de concreto encadeadas,sem acabamento concluído, nota-se uma pequena barra de metal acoplada no topo de cada coluna, estabelecendo ligação com o piso da plataforma que abriga as cúpulas (Câmara e Senado). É perceptível reparar que o piso condizente à parte interna da sede do Legislativo ainda está longe de seu encerramento construtivo. Perto da área do Salão Negro, encontra-se uma fileria de lâmpadas incandescentes, paralelas as colunas de concreto, que alastram-se até o final da edificação. Paralelo à segunda coluna, no sentido cima-baixo, presencia-se uma pequena série de dois andares de blocos de concretos, de base mais numerosa do que o topo, adjacente, pousa-se uma grande estaca de madeira que liga-se à cobertura. Entre a terceira e quarta coluna, observa-se um operário deslocando com um carrinho de mão, contendo material de construção, no sentido, de uma grande forma de madeira que também tem ao seu lado, uma grande estaca que liga-se ao piso da plataforma. Paralelo a quinta coluna, destoa-se no ambiente, a presença de uma bicicleta escorada em outra estaca de madeira fincada no chão. Entre o talude esquerdo da área de construção do Congresso e do edifício principal, é possível visualizar levemente um conjunto de blocos de concreto.No lado esquerdo das emblemáticas colunas, há uma grande vala, detendo algumas estruturas de madeira esparsas no local, tal perímetro fornece acesso a área do subsolo. Mais à frente, entre as rampas externas superiores e inferiores e o talude esquerdo da área externa do Congresso, situa-se o grande canteiro de obras, na orientação de cima para baixo, há três postes de madeira, em destaque, o primeiro contém acoplado um alto falante com uma escada escorada nele, em sua base há diversas tábuas de madeira espalhadas ao solo há diversas tábuas de madeira espalhadas ao solo, ao fundo, há um grande ajuntamento de blocos de concreto. No intermédio entre o segundo e terceiro poste, verifica-se um operário, adjunto, há uma considerável acúmulo de terra, o qual está presente também no lado direito do terceiro poste, seguidamente, é possível visualizar sutilmente, o que assemelha a sacos de cimento empilhados, os quais localizam-se atrás de uma concentração de areia. Bem afastado, é pouco perceptível, a de outro conjunto de blocos de concreto perto a um poste de iluminação, tais elementos construtivos estão delimitados por um considerável talude que possui uma superfície mais acidentada nas proximidades do edifício principal.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-6
  • Item
  • 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Em primeiro plano, há uma pilha com várias peças de madeira dispostas no chão provenientes, possivelmente, de restos de materiais utilizados na construção da estrutura de agrupamentos de canteiros, fôrmas e escoras de construção e instalações de apoio aos trabalhadores da obra do Palácio do Congresso, monumento sede do poder Legislativo. Em segundo plano, mais à esquerda, é possível ver uma pequena estrutura, um pequeno casebre de madeira, servindo de apoio à obra do Palácio do Planalto, prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. No segundo quarto do segundo plano, está o Palácio do Planalto em estágio intermediário de construção, com a estrutura em concreto armado da sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51) da fachada frontal do palácio presidencial, finalizadas e a estrutura interna, rodeada de andaimes; as mesmas sustentam a laje de cobertura, que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m2, feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá; a rampa de acesso ao salão nobre erguida, rampa com um aclive sutil do solo, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70), com a estrutura finalizada, porém sem acabamento, entre a rampa e o parlatório está uma placa da Construtora Pacheco Fernandes Dantas Ltda., responsável pela construção do palácio presidencial; na lateral esquerda da rampa está a placa da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) identificando a obra do Palácio do Planalto. No terceiro quarto do segundo plano, é possível ver o caminho de terra delimitando o local definido para a construção do espelho d’água do Palácio do Congresso. No quarto do segundo plano, mais à direita da imagem, está o Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade) em seu formato final.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-59
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  • 1959 - 1960
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"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em primeiro plano, chão de terra batida de aspecto lamacento com alguns materiais de construção sobre o mesmo. Ao fundo, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Na base do monumento, há a rampa de acesso do piso térreo às cúpulas e abaixo das cúpulas, a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos. A casca da cúpula do Senado está finalizada com algumas figuras humanas em sua base, enquanto a da Câmara está em processo de finalização com trabalhadores na sua base e pequenos andaimes circundando o mesmo. Atrás da cúpula da Câmara dos Deputados, há uma pequena parte do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF) também em fase de construção, podendo visualizar uma torre de madeira na fachada principal. Entre as torres é possível perceber pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) entre as duas torres do Congresso Nacional, servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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