Palácio do Congresso Nacional (Brasília, DF)

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Palácio do Congresso Nacional (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (218)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-218
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato retrato. Em primeiro plano e destaque central da imagem o protótipo de madeira, apoiado em uma escada e algumas cordas tensionadas presas em estacas de madeira fincadas no chão; pilares que viriam a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51). Em segundo plano, logo atrás do protótipo é possível ver parte de uma estrutura temporária da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105). Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227), (469) é possível ver um protótipo do pilar do palácio, que foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola, deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106)
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (221)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-221
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista aérea da fase de construção da fundação das cúpulas e do Edifício Principal do Palácio do Congresso Nacional a partir da fachada lateral do Palácio. Circundando todo o Congresso Nacional, chão de terra batida. Em primeiro plano, chão de terra batida com montes de materiais sobre o mesmo, um pequeno cercado de madeira, estrada de terra e um caminhão circulando sobre o que virá a ser o Eixo Monumental. À direita, alguns materiais sobre o chão de terra batida, um buraco para a fundação das torres anexas que serão implantadas neste local e uma construção temporária de aspecto longitudinal, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Ao centro, a construção do Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. A cúpula da Câmara está localizada na parte inferior, com diversas formas de madeira para os pilares e laje concretada, e a cúpula do Senado na parte superior com uma forma circular que segue o traçado da cúpula. Entre as cúpulas, em direção a Esplanada dos Ministérios (à esquerda), a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio, quanto para a laje de cobertura, embasamento das cúpulas, cujo acesso é restrito. Próximo a rampa, uma construção temporária provavelmente com o mesmo intuito da construção próxima a fundação das torres anexas. No quadrante superior, a outra pista do Eixo Monumental, mais construções temporárias, e mais ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (223)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-223
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da estrutura metálica em execução, presumivelmente, nos edifícios anexos (as torres) do Congresso Nacional ou dos Ministérios com candangos na obra (a palavra candango é uma variação de candongo, da língua quimbundo, dos bantos do sudoeste de Angola, e era usada de forma depreciativa contra os colonizadores daquele continente. Ao serem traficados para a região canavieira nordestina, os africanos mantiveram o sentido pejorativo para se referir aos senhores portugueses e, depois, aos próprios brasileiros (HOLSTON,1993). Com o decorrer do tempo, porém, o alvo da depreciação foi invertido. A palavra virou sinônimo de cafuzo, mestiço, mameluco e negro. Posteriormente, seu significado foi ampliado, passando a abranger genericamente as populações pobres do interior do país, sobretudo trabalhadores itinerantes, de baixa qualificação profissional, situação predominante entre aqueles que chegaram ao canteiro de obras da futura capital). Em destaque, dois trabalhadores homens com vestes simples (blusas claras com mangas curtas, calça escura, sapatos fechados e capacete de obra claro em suas cabeças) estão arrebitando a estrutura bem como o que aparenta ser uma escada provisória de madeira à esquerda da fotografia apoiada nessa estrutura. O sistema construtivo é composto por viga (componente horizontal) e por pilar (componente vertical). O pilar é unido à viga à esquerda por meio de cantoneiras de ligação, arrebitadas (rebite é um fixador mecânico semi permanente) na sua estrutura. A chapa metálica soldada nesse pilar denomina-se enrijecedor de coluna e tem como função conferir estabilidade à estrutura.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (225)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-225
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da estrutura metálica em execução, presumivelmente, nos edifícios anexos (as torres) do Congresso Nacional ou dos Ministérios com candangos na obra (a palavra candango é uma variação de candongo, da língua quimbundo, dos bantos do sudoeste de Angola, e era usada de forma depreciativa contra os colonizadores daquele continente. Ao serem traficados para a região canavieira nordestina, os africanos mantiveram o sentido pejorativo para se referir aos senhores portugueses e, depois, aos próprios brasileiros (HOLSTON,1993). Com o decorrer do tempo, porém, o alvo da depreciação foi invertido. A palavra virou sinônimo de cafuzo, mestiço, mameluco e negro. Posteriormente, seu significado foi ampliado, passando a abranger genericamente as populações pobres do interior do país, sobretudo trabalhadores itinerantes, de baixa qualificação profissional, situação predominante entre aqueles que chegaram ao canteiro de obras da futura capital). Em destaque, dois trabalhadores homens com vestes simples (blusas claras com mangas curtas, calça escura, sapatos fechados e capacete de obra claro em suas cabeças) estão arrebitando a estrutura bem como o que aparenta ser uma escada provisória de madeira à esquerda da fotografia apoiada nessa estrutura. O sistema construtivo é composto por viga (componente horizontal) e por pilar (componente vertical). O pilar é unido à viga à esquerda por meio de cantoneiras de ligação, arrebitadas (rebite é um fixador mecânico semi permanente) na sua estrutura. A chapa metálica soldada nesse pilar denomina-se enrijecedor de coluna e tem como função conferir estabilidade à estrutura.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (227)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-227
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, no formato paisagem. Em primeiro plano há algumas vigas utilizadas na obra dispostas em fila lado a lado, em cima do chão de terra batida, resultado de um processo de terraplanagem, do terreno delimitado para a Praça dos Três Poderes, praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23). Em segundo plano, na lateral esquerda da imagem está o protótipo de madeira dos pilares que viriam a formar a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51). À direita do protótipo é possível ver parte de algumas estruturas temporárias da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. localizado no canteiro de obras do Palácio do Planalto, servindo de suporte para os trabalhadores da obra (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.105); à frente das construções está a caixa d’água temporária da obra. Nos itens NOV-D-4-4-B-2 (206), (210), (212), (216), (218), (227), (469) é possível ver um protótipo do pilar do palácio, que foi feito de madeira e serviu para estudo de volumetria para Oscar Niemeyer, que depois de analisar a forma modificou o ângulo da parábola deixando o pilar mais estreito) (Palácio do Planalto - Entre o concreto e o cristal, p.105, 106).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Untitled

NOV.B.2 (229)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-229
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em evidência, a obra do Congresso Nacional em andamento, com enquadramento fechado somente na porção referente à área de intervenção dos Anexos, vista da fachada lateral esquerda (norte) na direção da via S1 do Eixo Monumental. Os Anexos, domicílio dos gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados, constituem um edifício em altura composto por duas torres gêmeas lamelares (formato de lâmina) de 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Em primeiro plano, há chão de terra compactada com marcas de pneu, algumas peças em madeira amontoadas e uma tábua longa de madeira, utilizada como passarela, conectando a parte mais elevada do terreno diretamente à estrutura em construção. Em segundo plano, em destaque, observa-se o esqueleto de aço das torres dos Anexos em processo de montagem, estando somente um de seus andares completamente visível, enquanto, à esquerda, há indícios da continuidade da estrutura do subsolo. No momento do registro, estão ausentes a vedação externa e a laje da edificação, percebe-se a presença de trabalhadores transitando essa área por meio de passarelas feitas com tábuas de madeira apoiadas sobre as vigas metálicas, há um andaime montado e, na área circundante, avista-se grande quantidade de materiais de construção como montes de brita e de areia e uma grande quantidade de tábuas de madeira empilhadas utilizadas, possivelmente, como fôrma de concreto e escora, presumivelmente, destinadas ao descarte. No plano de fundo, olhando através da estrutura, à esquerda, percebe-se uma pequena edificação em madeira e maquinário e, em direção ao lado direito, um grande amontoado de terra proveniente, ao que tudo indica, da escavação do terreno para implantação do edifício.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (231)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-231
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em evidência, a obra do Congresso Nacional em andamento, com enquadramento fechado somente na porção referente à área de intervenção dos Anexos, vista da fachada lateral esquerda (norte) na direção da via S1 do Eixo Monumental. Os Anexos, domicílio dos gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados, constituem um edifício em altura composto por duas torres gêmeas lamelares (formato de lâmina) de 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Em primeiro plano, chão de terra compactada, algumas peças em madeira amontoadas e há um trabalhador caminhando sobre uma longa tábua de madeira, utilizada como passarela, conectando a parte mais elevada do terreno diretamente à estrutura em construção. Mais a frente, observa-se o esqueleto de aço das torres dos Anexos em processo de montagem, estando somente um de seus andares completamente visível, enquanto, na parte posterior, há indícios da continuidade da estrutura do subsolo. No momento do registro, estão ausentes a vedação externa e a laje da edificação, percebe-se a presença de trabalhadores, transitando essa área por meio de passarelas feitas com tábuas de madeira apoiadas sobre as vigas de aço, caixas de ferramentas e um andaime montado. Em segundo plano, olhando através da estrutura na área circundante, avista-se grande quantidade de materiais de construção como montes de brita e de areia, à esquerda se nota uma escada simples apoiada sobre a borda do talude formado a partir do corte do terreno e um projetor com cúpula montado como um poste encontra-se voltado para o canteiro de obras. No plano de fundo, há amontoados de materiais de construção e se observam edificações em madeira, presumivelmente depósito de materiais, alojamento ou escritório de obra, na área equivalente à Praça dos Três Poderes que serviram de apoio às obras executadas no conjunto da Esplanada dos Ministérios.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (233)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-233
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Registro da obra do Congresso Nacional em andamento com enquadramento fechado somente na porção referente à área dos Anexos, ângulo de uma das fachadas laterais (norte ou sul). Os Anexos, domicílio dos gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados, constituem um edifício em altura composto por duas torres gêmeas lamelares (formato de lâmina) de 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Em destaque no primeiro plano, se faz nítido o processo de obra recorrente dos Anexos: as duas valas escavadas se referem aos alicerces dos edifícios gêmeos. As escavações estão delimitadas por fôrmas de madeira escoradas internamente e vergalhões em aço, parte da armadura metálica da fundação, estão dispostos ao redor dessas, indicando que a área aguarda preenchimento de concreto. Ainda no perímetro da área fotografada, há presença massiva de vergalhões de aço ascendendo o radier, presumivelmente relativos à estrutura das paredes de contenção do subsolo dos edifícios lamelares. No plano de fundo, adjacente ao talude na parte baixa, há amontoados de materiais de construção, de peças de madeira empilhadas, presumivelmente entulho, enquanto, na parte superior, nota-se betoneiras e materiais de construção.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (235)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-235
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Registro da obra do Congresso Nacional em andamento com enquadramento fechado somente na porção referente à área dos Anexos, ângulo de uma das fachadas laterais (norte ou sul). Os Anexos, domicílio dos gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados, constituem um edifício em altura composto por duas torres gêmeas lamelares (formato de lâmina) de 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Em destaque no primeiro plano, se faz nítido o processo de obra recorrente dos Anexos: as duas valas escavadas se referem aos alicerces dos edifícios gêmeos. As escavações estão delimitadas por fôrmas de madeira escoradas internamente e vergalhões em aço, parte da armadura metálica da fundação, estão dispostos ao redor dessas, indicando que a área aguarda preenchimento de concreto. Ainda no perímetro da área fotografada, há presença massiva de vergalhões de aço ascendendo o radier, presumivelmente relativos à estrutura das paredes de contenção do subsolo dos edifícios lamelares. No plano de fundo, adjacente ao talude na parte baixa, há amontoados de materiais de construção, de peças de madeira empilhadas, presumivelmente entulho, enquanto, na parte superior, nota-se betoneiras e materiais de construção.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

NOV.B.2 (237)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-237
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato com pequeno sombreamento no canto superior esquerdo. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional com foco na base das cúpulas. Em primeiro plano, a ponta da laje superior do Edifício Principal do Congresso Nacional que causa a sensação de estar repousando sobre o terreno que virá a ser o Eixo Monumental, à esquerda, apoiada por pequenos blocos. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. Na parte inferior da fotografia, parte de chão de terra com estruturas temporárias de madeira e troncos de madeira. À direita, parte da cúpula do Senado Federal já finalizado e percebe-se os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. No horizonte, vegetação nativa do bioma Cerrado.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.

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