Palácio do Congresso Nacional (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (669)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-669
  • Unidad documental simple
  • 03/09/1959
  • Parte deSin título

"Fotografia preto em branco, formato paisagem com uma grande mancha branca circular no topo e uma pequena mancha branca também, possivelmente fruto da deterioração do material físico. Vista frontal do Palácio do Congresso Nacional situado na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Na área esquerda, nota-se a silhueta de um trabalhador próximo a cúpula da Câmara, no final da plataforma perto do talude. Na área direita, há silhuetas de três máquinas e o que parece mais dois trabalhadores sob a plataforma. Mais ao fundo, é possível visualizar três Ministérios,compostos de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Sin título

NOV.B.2 (67)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-67
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Vista frontal do Congresso Nacional. Em evidência estão as rampas externas, ainda inconclusas. Pousando, na rampa superior, verifica-se de cinco homens com vestes sociais caminhando para a frente, nota-se, na ponta direita, que três deles estão usando óculos escuros, entre eles, destoa-se um indivíduo usando terno e calça social. Posteriormente, localiza-se duas mulheres, uma com vestido camisa branca e saia grande escura, segurando uma bolsa com a mão direita e a outra com vestido azul está olhando para um operário de camisa branca e calça escura retornando o olhar para ela. No canto esquerdo, paralelamente, há um cidadão esparso de cabeça baixa e mãos para trás do tronco, observando, o canteiro de obra. Ulteriormente, mais ao centro, há um casal com o homem vestindo branco e a mulher com um vestido estampado vermelho usando uma grande saia escura, seguindo o fluxo. Mais atrás, é possível visualizar apenas a parte superior de uma mulher indo em direção a plataforma. No trecho inicial da rampa externa, nota-se uma pequena rampa provisória de madeira que leva ao canteiro de obras, em meio ao solo de terra batida, no limite direito, é possível observar bem sutilmente um pequeno amontoado de terra próximo a um cavalete de madeira, em seguida, presencia-se vários agrupamentos de barras de metal cilíndricas, consecutivamente, há uma escada encostada em um poste elétrico com alto falante em meio a diversas tábuas de madeira espalhadas ao solo, tal poste está ligado a outro, que encontra-se na localidade intermediária entre o canteiro e o edifício principal do Congresso Nacional, um funcionário percorre essa região, passando inicialmente, por um considerável acúmulo de terra e um entulho que alastra-se do canteiro até a plataforma improvisada que liga-se ao edifício principal. Entre os dois postes elétricos, há um obreiro alinhando os blocos de concreto de um grande conjunto. Na rampa inferior, à direita, há uma reunião de tábuas de madeira espalhadas por todo o terreno, verifica-se que as tábuas da porção inicial são de maior as calhas situadas, em seguida, são menores estão dispostas de forma entrelaçada. Avista-se por todo a extensão do edifício principal, a presença das colunas de concreto,ainda não finalizadas, na parte interna é pouco nítido a formação das fiadas das paredes e alguns funcionários realizando outras tarefas. Acima, na plataforma, da esquerda para direita, ressalta-se o Senado com sua estrutura quase completa, mas revestimento não finalizado, verifica-se duas escadas provisórias em cada parede externa, a da esquerda é mais simplória e a da direita é mais elaborada, na base, é possível visualizar dois barris. Ao centro, estão as torres anexas com sua estrutura de aço aparente ainda com poucos pavimentos construídos, entre as torres pousa-se uma plataforma que interliga as duas edificações, perto da cobertura, observa-se três gruas operando suas funções. Na extrema direita, há três pedreiros e um mais afastado, a oeste, perto das esperas em formato circular correspondentes à fundação inicial da cúpula da Câmara.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Sin título

NOV.B.2 (670)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-670
  • Unidad documental simple
  • 03/09/1959
  • Parte deSin título

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista frontal da rampa composto de madeira que liga-se a Cúpula do Congresso Nacional ainda repleta de andaimes, nota-se cinco trabalhadores alinhados, virados de frente, utilizando vestes simples e portando chapéu, ao lado, estão dois operários de costas, apoiando uma barra, conjuntamente, no ombro, ambos utilizando proteções para o material para diminuição do desconforto, o que se encontra-se mais elevado está virando a face para trás. Mais acima, há dois pedreiros próximos um ao outro, um deles destoa-se com a camisa aberta, encontra-se com a camisa fechada, mas ambos encontram-se com chapéus. Perto da curva da rampa aparece um obreiro de costas, carregando também uma barra de aço, em conjunto, com um trabalhador que aparece apenas de relance. Bem ao fundo, é pouco perceptível um operário de roupas claras caminhando até o topo. À esquerda, da rampa, presenciam-se barras de aço no chão, sob uma calha de madeira, adjacente a ela, localizam-se duas pequenas valas. Adjunto aos andaimes,na parte inferior, destoa-se três tábuas de madeira espalhadas próximas a uma cerca. À direita da rampa, está um cercado de madeira que dá acesso ao restante da plataforma com vários entulhos espraiados na superfície, ao meio, encontra-se a rampa externa, ainda inacabada, a qual fornece acesso ao edifício principal do Congresso Nacional. Mais ao fundo estão empilhadas e agrupadas várias barras de metal, adjunto a elas, situa-se um poste elétrico de madeira próximo ao que se assemelha a uma mesa de carpintaria, no limite da superfície da plataforma, há um obreiro de calça escura, camisa clara e chapéu mirando o horizonte. Posteriormente, há um poste de madeira que interliga-se a outro localizado em um trecho da plataforma, a qual verifica-se um operário realizando alterações no piso, sequencialmente,mais atrás, está estabelecendo outra ligação com um poste simplório que apenas é possível visualizar sua imagem parcialmente.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (671)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-671
  • Unidad documental simple
  • 03/09/1959
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista do Palácio do Congresso Nacional a partir da marquise, cobertura que protege e circunda as fachadas, do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). Em primeiro plano, quatro molduras verticais de esquadrias, onde serão inseridas as janelas; o piso entre as esquadrias e as colunas que possuem nas fachadas leste e oeste do edifício; três colunas da fachada oeste; um poste de madeira com fiação e um homem com vestes escuras próxima a uma das colunas (à direita da fotografia). Em segundo plano, terra batida com monte de terra em alguns locais. Da esquerda para a direita, um poste de madeira com fiação, uma máquina para construção com alguns homens, provavelmente trabalhadores, ao lado do mesmo; monte de terra e materiais de construção (um homem próximo ao monte de terra, provavelmente um trabalhador) e um pequeno grupo de homens entre as colunas. Em terceiro plano, o Palácio do Congresso Nacional em construção tendo as estruturas de madeira na parte da Câmara dos Deputados, parte da cúpula do Senado Federal praticamente finalizado e as duas torres do edifício ainda em construção com as estruturas aparentes.
Item NOV-4-4-B-2 (364) é cópia desta fotografia.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:
O Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF), sede do poder Judiciário, localiza-se na Praça dos Três Poderes em Brasília, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Palácio do Planalto. Foi idealizado por Oscar Niemeyer (1907-2012) em conjunto com outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). A concepção arquitetônica do Palácio consiste em uma caixa de vidro localizada ao centro de duas lajes planas apoiadas por uma série de sete pilares curvos revestidos em mármore e o conjunto é levemente elevado do solo. Na fachada principal, há uma rampa externa que permite acesso ao edifício e cria uma perfeita simetria com os pórticos formados pelos seus elementos horizontais (lajes) e verticais (colunas). Ainda na porção frontal da edificação, localiza-se a obra “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti, escultura de uma mulher vendada com uma espada em seu colo sentada sobre um bloco monolítico. O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e a execução da obra foi conduzida pelas Construtoras Rabello S.A. Planalto Ltda. e pela empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria. O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Sin título

NOV.B.2 (672)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-672
  • Unidad documental simple
  • 03/09/1959
  • Parte deSin título

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista panorâmica do Congresso Nacional. Em primeiro plano, da esquerda para direita, em destaque pousa-se a rampa externa que fornece acesso ao edifício principal, na rampa inferior que leva ao Salão Negro, em sua parte inferior, à direita, é possível visualizar sutilmente um grupo de cinco trabalhadores em círculo discutindo entre eles, ao seu redor encontram-se recursos da obra, próximo a plataforma, localiza-se o poste de madeira, no sentido oeste-leste, ressalta a construção das esquadrias, compostas de alumínio anodizado, que serviram de base para os painéis de vidro do Congresso Nacional, e a formação dos pilares de concreto. Nota-se que o processo de cimbramento, o qual consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, está em curso na extrema direita do edifício principal, nos locais que representam o Salão Nobre e o Plenário da Câmara. Esse procedimento está de forma mais acentuada, no local do Plenário da Câmara, as ligações estão mais realçadas, escorada nessa estrutura destoa-se às tábuas de madeira espalhadas no chão, à direita delas verifica-se a entrada para a área subterrânea do Congresso Nacional, rente a parede direita, no nível do solo, apresentam-se, no sentido baixo-cima, um caminhão Chevrolet GMC, dois Jeep Candangos e um automóvel não identificado, à esquerda das tábuas de madeira, mais à frente, situa-se um operário de pé com veste clara e capacete branco próximo a um montante de areia, adjunto a plataforma do edifício principal ressalta-se o poste elétrico, o qual possui uma escada simplória usada para manutenção, interliga-se a outro poste, que está próximo a um veículo que assemelha-se ao caminhão Chevrolet, conhecido popularmente como “Boca de Sapo”, na caçamba do veículo, dois obreiros estão retirando objetos ao lado de um trabalhador que encontra-se de cócoras, esse mesmo poste de energia liga-se a outro, já bastante afastado da sede do Legislativo. Na extrema direita, ao lado, do talude, ressalta-se uma construção temporária de aspecto longitudinal servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, é possível visualizar um automóvel estacionado de frente um com porta-mala aberto e outro estacionado de costas rente a parede externa do depósito, em seu lado direito, há um pedreiro andando no terreno e mais um membro da obra veste de calça escura, camisa clara e usando chapéu, encostando seus cotovelos no peitoril de janela. Na superfície da plataforma, na esquerda-direita, é perceptível visualizar a parte posterior da placa adjunto de placa ao lado de uma placa pequena, ao redor, duas pessoas e na área externa, situa-se um barril e carrinho de mão. Próximo a cúpula, estão mais dois obreiros cercados de recursos da obra, a cúpula do Senado destoa-se com seu revestimento incompleto. Na parte direita do Senado, há dois postes de iluminação e um pequeno depósito de madeira. Ao meio, verifica-se três membros deslocando para a direita. Perto do perímetro da Câmara, quatro operários possivelmente estão elaborando argamassa, mais cinco operários estão bem próximos da base reunidos, outros dois obreiros estão parados fitando o olhar para a Câmara, ressalta-se a sequência de três membros da obra assentando o piso, outro trabalhador está se encaminhando na direção central do edifício principal, nota-se levemente uma lâmpada de iluminação fixa na extremidade da plataforma, na extrema direita, observa-se um grande andaime ancorado no topo da cúpula invertida, ao lado, visualiza-se a rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso a cobertura da cúpula da Câmara, já na extremidade direita da cobertura, há uma grande caixa d'água sob quatro apoios, mais à esquerda, apresenta-se um guindaste operando suas funções, ao centro, é perceptível a silhueta de um operário apoiado em uma mesa, adjunto, há o poste de iluminação, ao fundo, é possível visualizar o topo de uma grua, mais à esquerda, há um obreiro agachado realizando suas tarefas. Em geral, a cúpula da Câmara apresenta-se com a estrutura quase finalizada, porém, com revestimento incompleto. Ao fundo, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, em processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Bem ao fundo, é possível visualizar levemente a estrutura das colunas de concreto, ainda em andaimes, e da cobertura correspondentes ao Supremo Tribunal Federal.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Sin título

NOV.B.2 (673)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-673
  • Unidad documental simple
  • 1959 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia em preto e branco, no formato paisagem. Vista frontal da via N1 do Eixo Monumental já com a presença de asfalto em sua composição, com caminhões e automóveis transitando ao longo da via, postes elétricos estão dispostos em fileira dos dois lados. No lado esquerdo, próximo ao canto inferior, vê-se uma porção de chão de terra batida com uma pequena construção de madeira rodeada por alguns postes de madeira, possivelmente se trata de uma estrutura de suporte à alguma das obras pertencentes ao conjunto de palácios da Praça dos Três Poderes. Em seguida, o Congresso Nacional finalizado com algumas estruturas de construção entre os edifícios do anexo, apoiando a passarela entre os mesmos. À direita, encontra-se o Palácio do Planalto já finalizado, sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. A fachada principal virada para a direita da imagem, é marcada por três aspectos marcantes: a sequência de nove colunas-curvas harmoniosas encadeadas, revestidas de mármore branco texturizado, sem ornamentos, elementos visuais que remetem a redes, velas de barco, que se movimentam no ar (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.18, p.20), cada uma com 14,4m de altura e um espaçamento de 12,5m (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.51), tais colunas que sustentam a laje de cobertura que protege o palácio e tem área correspondente a 7346 m², feita de concreto obtido com mistura de areia de mina, muito fina, e seixos rolados de quartzito, retirados do Rio Corumbá (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p. 51); a rampa de acesso ao salão nobre, rampa que se eleva lentamente do solo (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.20), com largura de pouco mais de 7,5m, com o plano inclinado de 32m de comprimento, inspirada na escadaria do Palácio do Catete (atual Museu da República, Rio de Janeiro); e o parlatório situado à direita da entrada principal, em formato oval, também revestido de mármore, com altura de aproximadamente 6,5m, local onde o presidente e convidados podem se dirigir ao povo na praça. (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.70). Próximo ao canto inferior direito, vê-se um Jeep “candango” estacionado paralelamente à via.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO
O Palácio do Planalto, sede do poder executivo, localiza-se na Praça dos Três Poderes, em um dos vértices do triângulo imaginário formado por ele, pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal. Inaugurado em 21 de abril de 1960, foi um dos primeiros monumentos a ser instaurado em Brasília e simboliza a mudança da Capital do Rio de Janeiro para Brasília durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). O projeto foi assinado pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), os cálculos estruturais foram de Joaquim Cardozo (1897-1978), os jardins e espelho d’água ficaram à cargo de Roberto Burle Marx (1909-1994) e Fausto Favale atuou como engenheiro-chefe na sua execução. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e da Construtora Pacheco Fernandes Dantas ltda. O edifício caracteriza-se por um volume em barra elevado do solo, com varanda circundante e marquise projetada, sustentadas pela colunata dos emblemáticos pilares curvos revestidos em mármore que, posteriormente, tornaram-se referência na paisagem de Brasília.
CURIOSIDADES SOBRE O PALÁCIO DO PLANALTO:
Soneto de vidro: “este ser que se compõe de adjacências,/ E de cimento claro e matinal,/ Tem nos seus nervos finos transparências,/ De luz se alimenta. Fala cristal.” – Soneto escrito por Joaquim Cardozo, sobre o Palácio do Planalto."

Sin título

NOV.B.2 (674)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-674
  • Unidad documental simple
  • 03/09/1959
  • Parte deSin título

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em evidência, a obra do Congresso Nacional nas etapas iniciais, enquadramento fechado somente na porção referente à área de intervenção dos anexos, vista da fachada frontal (oeste) na direção da Praça dos Três Poderes. Percebe-se o sítio modificado, com uma enorme abertura e conglomerados de terra dispostos em toda área, provenientes do corte do terreno na região de implantação da torre de gabinetes. Em primeiro plano, em uma porção mais elevada do terreno, é possível observar uma grande quantidade de brita disposta em um monte, com um cavalete de madeira repousado sobre ele. Mais a frente, na superfície rebaixada, verificam-se as esperas do que, possivelmente, virão a ser as paredes de contenção da edificação. Ainda nesse espaço, percebe-se que a laje do piso está concretada, há peças em madeira empilhadas em sua extensão e, mais à direita da imagem, há uma figura humana agachada próxima a uma mesa de madeira. Em segundo plano, nota-se duas grandes aberturas no solo no local onde estão os Anexos do Congresso. Os Anexos, domicílio dos gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados, constituem um edifício em altura composto por torres gêmeas lamelares (formato de lâmina) de 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Pode-se perceber que a escavação recebeu, de todos os lados, uma malha de aço que servirá para estruturar as paredes de contenção do subsolo dos edifícios. Tanto na porção de terra entre as valas, quanto nas suas laterais, observa-se as esperas da estrutura da fundação e uma grande quantidade de tábuas de madeira dispostas em pilhas. Mais a frente, ainda no segundo plano, tem-se a região correspondente ao espelho d'água que contorna as fachadas sul (lateral direita) e leste (posterior) das torres gêmeas e se volta para a Praça dos Três Poderes com a armadura metálica montada, as esperas das instalações (tubos verticais que se elevam sobre a superfície) estão locadas e, ao longo dessa poligonal, estão montadas contenções de madeira, sugerindo que a etapa subsequente ao registro fotográfico será a concretagem da laje do piso ou radier da edificação. Em terceiro plano, à esquerda, há uma rampa desprovida de pavimentação, utilizada para facilitar o acesso veicular e de trabalhadores ao canteiro. A lateral esquerda do declive possui uma grande quantidade de areia e, provavelmente, entulho, na lateral direita, várias peças de madeira empilhadas e, ao centro, um maquinário que aparenta ser uma betoneira. Ainda no terceiro plano, à direita há uma enorme quantidade de terra amontoada, presumivelmente proveniente do processo de terraplenagem do lote. No plano de fundo, avista-se uma grande quantidade de tábuas de madeira dispostas em pilhas, pequenas edificações em madeira, uma motoniveladora com vários escarificadores dispostos à sua frente em sequência, dois guindastes e, na extrema direita, um conjunto de construções simples em madeira, presumivelmente depósito de materiais, alojamento ou escritório de obra, que serviram de apoio à obra.

Sin título

NOV.B.2 (675)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-675
  • Unidad documental simple
  • 03/09/1959
  • Parte deSin título

"Fotografia preto em branco, formato paisagem com mancha preta no inferior. Vista lateral da Praça dos Três Poderes. Da esquerda e direita, no nível de solo, é possível visualizar apenas uma fachada do Supremo Tribunal Federal das colunatas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, que são contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. É perceptível também a fina cobertura da sede do judiciário e parte da cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Próximo dessa edificação, fora da área da Praça dos Três Poderes, na diagonal esquerda, estão recursos da obras adjunto a máquinas e poste,um pouco mais afastado, localizam-se as construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada. Na área da Praça dos Três Poderes, existe a via circular com palmeiras imperiais ao lado, um de caminhão e um ônibus transitando pela. Perto do Eixo Monumental, inicialmente, estão os materiais de obra, mais a frente localizam-se mais construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, no trecho inicial e mais distante da Esplanada, estão quatro automóveis percorrendo a via. Nota-se que o piso ainda não pavimentado da Praça dos Três Poderes, adjacente de grupos de trabalhadores em cada extremidade com amontoado de areia próximos, das torres anexas, esquadrias sem vidro, com andaime gigante atravessando a verticalidade e quatro plataformas de proteção da sede do Legislativo. Verifica-se, uma estrutura provisória que interliga as torres anexas e o edifício principal, o qual já apresenta a cúpula invertida da Câmara sem revestimento concluído, e um andaime ligando até a cobertura. Ao fundo, visualiza-se uma faixa densa, seguida posteriormente de uma vegetação mais desmatada.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.

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Sin título

NOV.B.2 (676)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-676
  • Unidad documental simple
  • 03/09/1959
  • Parte deSin título

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista a partir da coluna do Supremo Tribunal Federal das torres anexas. No primeiro terço da fotografia, à esquerda da coluna com revestimento de mármore branco, visualiza-se em primeiro plano a terra de chão batida da área externa do Supremo Tribunal Federal, mais à frente, localiza-se o Eixo Monumental, adjunto de uma área verde de vegetação rala misturada aos recursos da obra. No canto direito da via, destaca-se o edifício principal, próximo às palmeiras imperiais. Na plataforma, ressalta-se a cúpula invertida, ainda sem revestimento completo, com nove escoras de madeira, na extremidade direita, escoradas na parede da edificação, adjacente a um andaime. À esquerda, visualiza-se uma construção temporária composta de madeira, com telha de madeira. Ao fundo, dispõem-se três Ministérios com suas empenas cegas características, todavia, esta sem os vidros. No segundo terço, à direita da coluna do Supremo Tribunal Federal, estão três trabalhadores caminhando pela área externa, e outro homem virado de costas ao lado, encontra-se Jeep Rural, com dois indivíduos ao dentro do automóvel, no Eixo Monumental, há um Jeep Willys percorrendo a via, ainda não pavimentada, ejetando bastante fumaça pelo escapamento, à direita, do Eixo Monumental, estavam alinhados as palmeiras imperiais. Em destaque, as torres anexas, estão com esquadrias ainda não concluídas, sem os vidros, ao centro, andaime atravessando toda a edificação até a cobertura, as empenas cegas estão com o revestimento incompleto, há três plataformas de proteção localização de cobertura. No perímetro, ao nível do solo, da Praça dos Três Poderes estão vários grupos de trabalhadores, ressaltando duas construções temporárias de aspecto longitudinais, cercados por poste de energia elétrica, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, em uma delas estão há um acúmulo de materiais em sua entrada. No talude direito, há outra via do Eixo Monumental, é possível visualizar a parte posterior de duas placas.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.

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Sin título

NOV.B.2 (677)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-677
  • Unidad documental simple
  • 03/09/1959
  • Parte deSin título

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista a partir da coluna do Supremo Tribunal Federal das torres anexas. No primeiro terço da fotografia, à esquerda da coluna com revestimento de mármore branco, visualiza-se em primeiro plano a terra de chão batida da área externa do Supremo Tribunal Federal, mais à frente, localiza-se o Eixo Monumental, adjunto de uma área verde de vegetação rala misturada aos recursos da obra. No canto direito da via, destaca-se o edifício principal, próximo às palmeiras imperiais. Na plataforma, ressalta-se a cúpula invertida, ainda sem revestimento completo, com nove escoras de madeira, na extremidade direita, escoradas na parede da edificação, adjacente a um andaime. À esquerda, visualiza-se uma construção temporária composta de madeira, com telha de madeira. Ao fundo, dispõem-se três Ministérios com suas empenas cegas características, todavia, esta sem os vidros. No segundo terço, à direita da coluna do Supremo Tribunal Federal, estão três trabalhadores caminhando pela área externa, e outro homem virado de costas ao lado, encontra-se Jeep Rural, com dois indivíduos ao dentro do automóvel, no Eixo Monumental, há um Jeep Willys percorrendo a via, ainda não pavimentada, ejetando bastante fumaça pelo escapamento, à direita, do Eixo Monumental, estavam alinhados as palmeiras imperiais. Em destaque, as torres anexas, estão com esquadrias ainda não concluídas, sem os vidros, ao centro, andaime atravessando toda a edificação até a cobertura, as empenas cegas estão com o revestimento incompleto, há três plataformas de proteção localização de cobertura. No perímetro, ao nível do solo, da Praça dos Três Poderes estão vários grupos de trabalhadores, ressaltando duas construções temporárias de aspecto longitudinais, cercados por poste de energia elétrica, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, em uma delas estão há um acúmulo de materiais em sua entrada. No talude direito, há outra via do Eixo Monumental, é possível visualizar a parte posterior de duas placas.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.

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