Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

Nota(s) da fonte

Mostrar nota(s)

Termos hierárquicos

Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

Termos equivalentes

Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

Termos associados

Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

20 Descrição arquivística resultados para Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

20 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos

NOV.D.1 (32)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, em Washington, D.C., nos Estados Unidos. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas circundando uma mesa de reunião aparentemente de madeira com diversos papéis, um cinzeiro e dois microfones sobre o mesmo. Uma dessas figuras é o militar e político brasileiro Ernâni do Amaral Peixoto (1904-1989), o qual está assinando papéis. Ele foi governador do Rio de Janeiro nas décadas de 30, 40 e 50 e senador pelo Rio de Janeiro de 1971 a 1987. Todos os homens vestem roupas formais (paletó, calça e gravata). Ao fundo, um painel que aparenta ser de metal perfurado com diversas fotografias da construção de Brasília, um mapa do Brasil mostrando a distância de Brasília para as demais capitais dos estados brasileiros, um mapa do Plano Piloto de Brasília, uma fotografia da maquete física do Palácio da Alvorada e parte de um texto escrito “The new capital of Brazil” (tradução: “A nova capital do Brasil”). À esquerda, há a bandeira dos Estados Unidos em haste de tripé.
Esta fotografia aparece na Revista Brasília nº 11 de 1957, página 18.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (29)

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, na Feira Internacional do Campo em Madri, Espanha, em 25 de maio de 1959. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas estão observando o expositor com o desenho do Plano Piloto de Brasília e de um mapa que pressupõe-se ser das rodovias que interligam Brasília. Uma dessas figuras é o embaixador brasileiro João Pizarro Gabizo Coelho Lisboa (1899-?) o qual está olhando e apontando para a expositor. Ele foi embaixador em Madri entre os períodos 02/07/1956 e 14/06/1963. Todas as figuras masculinas estão com vestes formais (paletó, calça e gravata). Ao fundo, uma fotografia da fachada frontal do Palácio da Alvorada e uma placa escrita “Brasil” logo acima.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA EXPOSIÇÃO NA FEIRA INTERNACIONAL DO CAMPO EM MADRI:
“Atendendo ao desejo de Juscelino em tornar internacionalmente conhecida a grande obra de seu governo, foi realizada em Madri a Exposição Brasília. Inaugurado na Feira Internacional do Campo, o stand brasileiro contou com a visita dos principais ministros do governo espanhol além da visita de Francisco Franco e sua esposa. Segundo o relatório diplomático do “Mês cultural”, o Generalísimo visitou demoradamente a exposição, “demonstrando grande interesse em conhecer pormenores de vários dos principais edifícios de Brasília.” Coelho Lisboa afirmou também que Franco teria observado que assim como Brasília, Madri era uma das raras, senão a única capital que ocupava o centro geográfico do país. A alegação oficial de que a nova capital promoveria a integração do país certamente chamou a atenção do Caudillo, que via a posição geográfica de Madri um símbolo do que almejava em termos culturais e políticos: unidade e centralismo.” (SOUZA, 2009, p.243).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (68)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem parcial do mapa da rede de instituições do sistema de abastecimento do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). No desenho há a marcação da Esplanada dos Ministérios com as áreas destinadas aos equipamentos governamentais, portanto, é possível identificar a sequência dos Blocos Ministeriais, representados por traços verticais, e Congresso Nacional ao final da larga avenida, simbolizado por dois círculos e dois traços horizontais paralelos. As superquadras e as grandes áreas das asas Sul e Norte também aparecem de forma esquemática na representação. Outros dois elementos importantes no projeto encontram-se expostos do lado direito da imagem, o Lago Paranoá e a Lagoa Jaburu. Próximo a esse grande corpo d’água, estão situados o Hotel Turismo, atualmente denominado de Brasília Palace Hotel, e o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Por último, uma larga pista, que futuramente integraria a Estrada de Hotéis e Turismo, cruza a diagonal do mapa e se encerra percorrendo o perímetro das duas últimas edificações mencionadas.

Informações adicionais sobre a Esplanada dos Ministérios: Inserida no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral. Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste do Plano Piloto, estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios, composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. (sem esquadrias)

Informações adicionais sobre a Estrada de Hotéis e Turismo: No trecho da península sul do Lago Paranoá, encontram-se o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel. Um pequeno trecho de via, do que futuramente se tornaria a Estrada de Hotéis e Turismo, no Setor de Hotéis de Turismo Norte - SHTN.

Informações adicionais sobre o Palácio da Alvorada: O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre o Brasília Palace Hotel: O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (18)

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem parcial do mapa da rede de instituições do sistema de abastecimento do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). No desenho há a marcação da Esplanada dos Ministérios com as áreas destinadas aos equipamentos governamentais, portanto, é possível identificar a sequência dos Blocos Ministeriais, representados por traços verticais, e Congresso Nacional ao final da larga avenida, simbolizado por dois círculos e dois traços horizontais paralelos. As superquadras e as grandes áreas das asas Sul e Norte também aparecem de forma esquemática na representação. Outros dois elementos importantes no projeto encontram-se expostos do lado direito da imagem, o Lago Paranoá e a Lagoa Jaburu. Próximo a esse grande corpo d’água, estão situados o Hotel Turismo, atualmente denominado de Brasília Palace Hotel, e o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Por último, uma larga pista, que futuramente integraria a Estrada de Hotéis e Turismo, cruza a diagonal do mapa e se encerra percorrendo o perímetro das duas últimas edificações mencionadas.

Informações adicionais sobre a Esplanada dos Ministérios: Inserida no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral. Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste do Plano Piloto, estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios, composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. (sem esquadrias)

Informações adicionais sobre a Estrada de Hotéis e Turismo: No trecho da península sul do Lago Paranoá, encontram-se o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel. Um pequeno trecho de via, do que futuramente se tornaria a Estrada de Hotéis e Turismo, no Setor de Hotéis de Turismo Norte - SHTN.

Informações adicionais sobre o Palácio da Alvorada: O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre o Brasília Palace Hotel: O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (80)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do segundo bloco do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1957-1960 em Brasília - DF. Vista perpendicular entre o corredor de acesso ao segundo bloco do hotel e o painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) feito por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo, composto de canelas-de-ema (Vellozia squamata) no canto direito sobre grama plantada. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas e com cobogós, duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).  

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (137)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira-branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. No canto esquerdo, próximo ao estacionamento, alguns homens trabalham no ajardinamento. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (136)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH) levemente em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. Na margem esquerda da fotografia se enxerga alguns galhos e folhas de um tipo de laranja (Citrus sp.) do pomar próximo ao estacionamento e no canto esquerdo nota-se parte da copa de uma árvore de médio porte (espécie não identificada). O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (135)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos.. À frente, o estacionamento do hotel. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (134)

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da fachada oeste do Brasília Palace Hotel (BPH), no ano de 2010, em Brasília-DF. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes, na imagem só é possível visualizar uma. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente e no pilotis está estacionado o Rural Willys verde em exposição. Ao fundo, através da transparência e permeabilidade promovidas pelo pilotis, se observa parte do volume adjacente do hotel, o painel de Athos Bulcão e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake, além de parte da copa da árvore popularmente conhecida como gameleira branca (Ficus gomelleira), e também outros fragmentos arbóreos. À frente, o estacionamento do hotel. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (133)

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro das fachadas oeste e sul do Brasília Palace Hotel (BPH) em perspectiva, no ano de 2010, em Brasília-DF. Em primeiro plano, nota-se gramado plantado delimitado por calçada, havendo gramado também em frente ao hotel. Ocupando a faixa central da imagem, vista da fachada oeste do volume laminar em barra sobre pilotis, onde se localizam os quartos do hotel, é possível ver o painel de brises-soleil metálico na área de circulação oeste, que substituiu a cortina de cobogós na renovação após o incêndio, permitindo o fechamento total da área, beneficiando inclusive o aspecto de higienização e manutenção. Junto ao volume principal do hotel estão as duas caixas de circulação vertical externas alocadas ao volume original da obra, adequando-a às normas de segurança vigentes. Parte do pilotis está vedado por cortina de vidro transparente. À esquerda, um volume retangular baixo coberto por uma laje corresponde a área destinada à manutenção e serviços do hotel, construída abaixo do solo. À sua frente uma caçamba amarela. À direita, atrás do edifício, se enxerga a piscina do BPH e parte do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, projeto de Ruy Ohtake. Ao fundo, à esquerda se enxerga o lago paranoá. Dois homens são vistos trabalhando na cobertura do hotel. O hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada -, contava com 13.562 m² de área construída, 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado por Oscar Niemeyer (1907-2012) para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto. O menor bloco do BPH foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto, a laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Na imagem, o edifício encontra-se recém inaugurado após a requalificação, conduzida pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, após anos de abandono, devido a sua inutilização decorrente do incêndio de 1978, causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar. Do edifício, que inaugurou o uso de aço de produção nacional nas obras de Brasília, restou apenas parte da estrutura após o fogo. Sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Foram promovidas algumas alterações no projeto original, visando melhorias, especialmente no condicionamento ambiental e normas de segurança vigentes. As varandas dos quartos foram transformadas por meio da retirada do pano de vidro, substituído por guarda corpo de alvenaria conferindo novo aspecto à fachada.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

Resultados 1 a 10 de 20