Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

Nota(s) da fonte

Mostrar nota(s)

Termos hierárquicos

Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

Termos equivalentes

Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

Termos associados

Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

354 Descrição arquivística resultados para Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

354 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos

NOV.B.2 (348)

Fotografia em cores, formato paisagem. Construção do que aparenta ser a Capela do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, há formas de madeira que foram utilizadas na concretagem do piso e vista do concreto no piso. Ao centro, pequenas barras de aço saem do piso de concreto e formam um caminho curvilíneo. Além das barras, há alguns postes de madeira, uns parecem ter iluminação, uma caixa de madeira para armazenamento de ferramentas e à direita da fotografia, alguns trabalhadores atuando na obra. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (367)

Fotografia preta e branco em formato paisagem. Registro aéreo do processo de construção das fundações do Palácio da Alvorada (PA), durante os primeiros anos de construção de Brasília, entre 1956 e 1957. No registro se faz nítido o processo de obra recorrente, com escavações e movimentações de terra em plena aparência. De baixo para cima da imagem, nas orientações norte-sul, um montante de agregado graúdo onde encontram-se estruturas treliçadas de madeira, possivelmente destinadas ao suporte, manuseio ou corte de materiais. Abaixo, posteriormente ao talude e as armações de aço da fundação, dentre taludes nas delimitações do terreno, uma superfície concretada da fundação radier ainda em processo de execução. Estando acima desta, conjuntos de madeiras empilhadas e vergalhões sobressaindo da laje, além de uma mesa de trabalho feita em madeira com materiais em sua superfície, enquanto dois operários – trajando camisas sociais claras, calças escuras, chapéus e botas – estão com os seus corpos arqueados para o solo realizando manuseio de equipamentos e manutenções na superfície da fundação. Após a fundação radier, ao centro do registro, duas valas escavadas para os alicerces estruturais do PA. No perímetro das valas estão dispostas malhas de aço, enquanto na base, superfícies de concreto e vergalhões sobressaem. As margens das duas valas, materiais diversos: pilhas de madeira, tábuas e vergalhões; sendo possível identificar também, fundações circulares já preenchidas com cimento, e vergalhões sobressaindo sua superfície. Acima das valas escavadas, identificam-se malhas de ferro instaladas provavelmente aguardando o processo de concretagem da fundação. Por fim, na quadrante superior, um talude destinado a entrada e saída de materiais – havendo materiais e equipamentos como: betoneiras e carriolas; agregados graúdos e miúdos despejadas sobre o talude; tábuas empilhadas e estruturas de madeira – e a direita, montantes de terra advindo das movimentações do solo para a construção separam o aterro da via de acesso. No limite superior central do talude – adjacente à via de terra –, uma pequena instalação de apoio, possivelmente tratando-se de um sanitário destinado ao operários; enquanto na extremidade esquerda da fotografia, parte do que aparenta ser um maquinário. O terreno de obra é cerceado por vias de terra seca batida, sendo estas responsáveis pelas interligações entre os canteiros de obras, acampamentos, instalações de apoio e da própria dinâmica de locomoção da cidade na época. Ao fundo do local de obra do PA, percebe-se amontoados de materiais destinados a construção do edifício, tais como: em toda a extensão superior da fotografia, tábuas de madeira, estruturas treliçadas de madeira, vigas metálicas e carriolas; na porção superior direita do registro, duas gruas auxiliam o processo de locomoção dos materiais; montante de terra despejada sobre um terreno cercado; pequenas instalações de apoio e galpões para manuseio ou depósito de materiais. No quadrante superior esquerdo, um terreno descampada ainda em terra batida com pequenos montantes de materiais depositados no chão e o vislumbre de uma instalação na extremidade esquerda do registro. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado no embrião de Brasília em 30 de junho de 1958. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Modernista brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. Em plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do Lago Paranoá. Torna-se nítido a presença do Cerrado, com adensamento de árvores de médio porte e fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, se estendendo na linha do horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (552)

Fotografia preta e branca em formato retrato registra a parte interna da fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Vista da concretagem de lajes e plataformas de acesso do bloco principal do Alvorada. Observa-se que ao lado da primeira coluna parabolóide da fachada frontal da obra está um grupo de três operários em momento de descontração, no intervalo de trabalho, sendo: um homem de chapéu, camisa de manga curta clara, calça bege com cinto escuro está de costas para o fotógrafo; outros dois operários, um de regata listrada e outro de camisa xadrez desabotoada até o abdômen, estão sentados virados para um terceiro trabalhador no lado oposto que os observa de volta. O momento de descontração é destacado com o sorriso no rosto do operário de regata listrada que parece conversar com o homem do lado oposto enquanto o operário ao seu lado leva um cigarro à boca. Abaixo da laje do primeiro pavimento (andar) passando ao lado de um pilar, um homem vestindo terno, em sua meia idade, caminha com postura de superioridade, com os braços para trás e olhar fixo nos trabalhadores em descanso. No pavimento acima está um trabalhador sentado nas estruturas de madeira, e ao lado esquerdo estão dois homens de roupas mais formais. No limite direito da imagem, neste mesmo plano, vê-se o braço de outro trabalhador. Após as formas das plataformas entre as colunas e o interior do bloco principal, é possível ver que dois trabalhadores observam à frente e estão sentados sobre a estrutura. O cenário é de cimbramento e concretagem de estruturas do Palácio da Alvorada, mostrando o cotidiano de visitas e trabalho dos operários responsáveis pela construção da capital. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (553)

Fotografia preta e branca em formato paisagem registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Tem-se uma vista diagonal da fachada frontal em etapa de aplicação de revestimentos nas colunas parabolóides, recebendo as placas de mármore branco em sua extensão. Vedações e paredes correspondentes aos salões internos estão com estrutura aparente, atrás das colunas da fachada. Na primeira coluna, da direita para a esquerda, está um trabalhador curvado cujo boné claro está visível na imagem. Entre as colunas três e quatro estão dois trabalhadores que estão movimentando instrumentos de obra, debaixo do andaime metálico. É possível ver que a estrutura da plataforma que apoia a Capela anexa do Palácio da Alvorada se estende à esquerda e um plano atrás do andaime de madeira. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do lago Paranoá. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (554)

"Fotografia em preto e branco no formato retrato do Palácio da Alvorada em fase de construção. Situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. O enquadramento da fotografia foca em capturar uma das colunas cônicas do edifício, a forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86). O pilar está em processo de revestimento tendo 1\3 coberto pelo mármore branco. Na base do edifício um vão preenchido por escoras de madeira e a frente um monte de terra. A esquerda, atrás do pilar, um trabalhador de boné e camisa xadrez de mangas curtas, com seu tronco curvado para frente, ao lado, um braço direito segurando uma placa retangular no limite esquerdo da fotografia. Do lado direito do pilar, é possível ver andaimes de madeira e materiais espalhados no piso do primeiro pavimento, no segundo pavimento há escoras por toda a extensão do andar.
O Palácio da Alvorada foi construído para ser a residência oficial da Presidência da República, horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021. "

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (555)

Fotografia preta e branca em formato retrato registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. O enquadramento da foto captura os detalhes construtivos de uma das colunas parabolóides, ao que tudo indica, localizada na fachada frontal do Palácio. Vê-se esperas de ferro na superfície concretada do pilar, aguardando a fixação dos revestimentos em mármore branco. Abaixo do bloco principal está uma estrutura de madeira de suporte. Ao lado esquerdo da coluna, um trabalhador de camisa xadrez e boné branco está curvado e olha na direção de outro trabalhador, cujo braço está visível e segura uma provável placa de madeira. Fica claro que a construção ainda está em suas fases iniciais, expondo sua estrutura concretada por todo o bloco e diversos andaimes de madeira. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (556)

Fotografia preta e branca em formato paisagem registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Vista diagonal do bloco principal do Palácio da Alvorada, voltado para o lado sul. No primeiro terço horizontal da imagem, há um acúmulo de terra e areia direcionada para a construção do edifício e, na região central, há uma estrutura trapezoidal de madeira, sendo um provável cavalete. Diversos trabalhadores estão espalhados no canteiro, estando um grupo à direita da segunda coluna (semi coluna) da esquerda para a direita. Um trabalhador de branco está debaixo do andaime, um pouco à direita do primeiro grupo. Um segundo grupo de cinco trabalhadores está em posição de descanso, sentados no piso do bloco principal. Entre a terceira e quarta coluna visível, na mesma linha, estão dois trabalhadores de branco, sendo que um deles está mais à frente, próximo a uma coluna. Entre a quarta e quinta coluna estão mais três operários, sendo dois no terreno e um curvado na região entre colunas e as paredes internas. Ao final do edifício, debaixo do andaime, está um grupo de trabalhadores. Um plano à frente, outro trabalhador vestindo camisa social clara e uma calça clara acinturada por um cinto escuro, parece observar algo em suas mãos. No limite direito da fotografia está visível a frente de um trator. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (557)

Fotografia preta e branca em formato retrato registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Vista da concretagem de lajes e plataformas de acesso do bloco principal do Alvorada. Observa-se que ao lado da primeira coluna parabolóide da fachada frontal da obra estão dois operários em momento de trabalho, sendo: dois operários, um de regata listrada o qual observa na direção do fotógrafo e outro de camisa xadrez e boné branco, estão sentados, mexendo com o piso quadriculado. O operário de regata listrada leva um cigarro à boca. Acima da laje do primeiro pavimento (andar) estão dois homens que trajam roupas mais formais e, um deles, parece observar a ação dos operários logo abaixo. Após as formas das plataformas entre as colunas e o interior do bloco principal, é possível ver que dois trabalhadores abaixo do andaime metálico observam à frente, sendo que um está em pé e outro agachado. Na frente do bloco principal, no primeiro terço vertical, um operário de camisa branca e em posição de descanso está sobre um trator de esteira, movimentando a porção de terra correspondente à área do espelho d’água e dos jardins. O cenário é de cimbramento e concretagem de estruturas do Palácio da Alvorada, mostrando o cotidiano de visitas e trabalho dos operários responsáveis pela construção da capital. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (558)

Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista de um dos banheiros do Palácio da Alvorada. Pressupõe-se que seja o banheiro da rouparia pelo seu tamanho e disposição da pia com o vaso sanitário. O banheiro é revestido em mármore, possivelmente mármore Carrarinha (mármore Carrara nacional), nas paredes e no piso. Em primeiro plano, a pia com duas torneiras de metais com acabamento cromado e um sabonete em barra sob o mesmo; acima da pia de porcelana branco um grande espelho retangular; ao lado da pia um pequeno porta toalha de metal com acabamento cromado com uma toalha branca. Ao fundo, à esquerda da fotografia, parte do vaso sanitário que aparenta ser de porcelana.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (559)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, imagem religiosa de Nossa Senhora da Conceição (a qual a capela é dedicada) em madeira de Santa Bárbara do século XVIII apoiada sobre uma pequena prateleira em vidro e um genuflexório (móvel para rezar, em forma de cadeira, com estrado baixo para ajoelhar, e encosto alto, sobre o qual se pousam os braços e o livro de orações) de estrutura retilínea de madeira jacarandá, com assento forrado em veludo vermelho de autoria da arquiteta, designer e galerista brasileira Anna Maria Niemeyer (1930-2012). Ao fundo, o altar da Capelinha de madeira jacarandá, cópia de altar originalmente desenhado por Anna Maria Niemeyer, de estrutura retilínea e tampo único sobre base lisa com a cruz cristã ao centro tendo ao seu lado os castiçais com armação compostos de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

Resultados 71 a 80 de 354