Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

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NOV.B.13 (85)

Fotografia colorida no formato paisagem, retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF.  O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado esquerdo do salão um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008) feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura - uma pintura mural feita sobre alvenaria - composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Ao fundo, no limite da fotografia - lado direito - sobre uma peça de tapeçaria, vê-se duas poltrona branca, um sofá amarelo de quatro lugares, uma mesinha branca na lateral com um telefone de disco e outra ao centro. No centro da fotografia, outro grupo de mobiliários contendo duas poltronas brancas, um sofá amarelo de quatro lugares e uma mesinha ao centro sobre uma peça de tapeçaria que delimita os espaços de convivência. Do lado esquerdo da imagem uma escadaria de seis degraus revestidos de mármore carrara, conduz a um mezanino que contém uma poltrona vermelha Womb Chair, projetadas em 1948 por Eero Saarinen (1910- 1961) sobre uma peça de tapeçaria. Na passagem no limite da imagem do lado esquerdo há uma poltrona Bardi’s Bowl, projetada em 1951 por Lina Bo Bardi (1914-1992) com uma parede feita de grandes placas de vidro e esquadrias de alumínio. Piso flutuante de madeira se estende por toda a extensão do piso inferior do salão exceto no centro da imagem - na base do mezanino - onde há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No forro, sete placas com materiais reflexiveis destoam das demais. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (86)

Fotografia colorida no formato retrato invertida verticalmente (rotacionada em 180º), captura o corredor de acesso aos quartos do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF.  O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Um grande corredor com o piso em carpete cinza, tendo ao seu lado esquerdo um painel ripado de madeira com espaçamentos de acesso aos quartos, ao lado direito cobogós vazados com dezesseis furos cada peça permitindo a passagem de luz solar e ventilação natural, com dois espaçamentos preenchidos com placas de vidro e esquadrias de alumínio que se estende do teto ao chão. no lajeamento pontos de iluminação redondos acoplados na parte central do forro. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (87)

Fotografia colorida no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada em 21/10/1958 em Brasília - DF. Representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista da fachada leste, envidraçada e voltada para o segundo bloco térreo. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Na porção inferior da fotografia, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). Ao fundo, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (88)

Fotografia colorida no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada em 21/10/1958 em Brasília - DF. Representante digital consta manchas, devido às ações do tempo. Vista da fachada oeste, permeada por cobogós. Atrás da edificação é possível ver a extensão do segundo bloco térreo, local destinado às áreas sociais do conjunto. À esquerda deste, um cercado de tapumes que divide a região construtiva da edificação de apoio aos operários. No canto esquerdo da imagem, na mesma linha, nota-se parte do Palácio da Alvorada ao fundo. Atrás da cerca, uma instalação de apoio. Na direita, abaixo do bloco principal, háu m gramado plantado com uma árvore seca e logo atrás, 5 carros estão estacionados, sendo: um Jeep Willys ao lado de uma escada, um Buick Super Sport 1941, ao lado, outro Jeep Willys e uma kombi,. No terceiro pilar ao fundo, da esquerda para a direita, é possível ver que uma pessoa de calças claras caminha em direção ao terreno de terra seca batida.  O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende. Na porção inferior da fotografia, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. 

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (89)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital consta manchas e riscos, devido às ações do tempo. Vista da fachada oeste do bloco principal, permeada por cobogós e grandes janelas, com dois mastros à frente. Os mastros içam duas bandeiras: uma do Brasil e a outra da França. Atrás do edifício principal, vê-se a extensão do saguão e corredor para o segundo bloco da área social do hotel. Abaixo do maior bloco, 5 carros, sendo: um Fusca, um Buick Super Sport 1941, uma Kombi e um Jeep Willys com um homem de vestes claras dentro. Ao lado, sob o sol, um Rural Willys transportando um homem do lado do passageiro, está estacionado no piso concretado. Entre a kombi e o Buick, um homem de calça escura e camisa de manga clara caminha. Ao fim do prédio, do lado direito, a pilha de materiais está sob a laje e um caminhão está estacionado à sombra. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). No canto direito, atrás do hotel, a vegetação do Cerrado se estende pela linha do horizonte.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (9)

"Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital com manchas e riscos esverdeados devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial do Brasília Palace Hotel próximo ao Palácio da Alvorada. O Brasília Palace Hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob a direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo uma das primeiras construções do plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No terço central da imagem, no quadrante intermediário direito, tem-se a presença do hotel em fase de construção, com andaimes de madeira caracterizando o início da etapa construtiva. No plano de fundo, no quadrante superior, vislumbra-se o volume construtivo do Palácio da Alvorada, com sua barra horizontal e pilares, e a capela anexa. Nos arredores dos dois edifícios, observam-se agrupamentos de canteiros e instalações de apoio aos trabalhadores. Próximo ao hotel, nas orientações leste e oeste, há instalações de apoio (24) destinadas para depósito e manuseio de materiais. À frente do hotel, um campo de futebol com vegetação rala possivelmente destinado aos operários durante momentos de ócio da empreitada. No quadrante superior, do centro à direita, há prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Próximo ao Palácio da Alvorada, também se observa prováveis agrupamentos residenciais junto a aglomerados de instalações de apoio. As delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel. Ao fundo, acima do Palácio da Alvorada, uma estrada de terra leva até a Ermida, a primeira em alvenaria da nova capital, erguida em 1957. Trata-se de uma pirâmide de linhas rudimentares numa plataforma natural às margens do Lago Paranoá, que hoje faz parte do Parque Ecológico da Ermida Dom Bosco. A linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao redor do hotel, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e, no horizonte, a vegetação se estende com fitofisionomias diversas distribuídas em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada) do registro e na porção inferior esquerda, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Aparentemente, houve uso de maquinário para retirada e planificação de terra, com montes de resíduos da obra. No quadrante superior, transpassando o registro, há a passagem de um possível afluente do Rio Paranoá, margeado por mata de galeria com presença de buritis (Mauritia flexuosa). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-a-1; nov-d-4-4-b-1; nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23;

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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (90)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo, marcas de adesivos em sua extremidade, e no canto superior esquerdo, o número 2 escrito. Vista térrea registra o processo de montagem estrutural das peças metálicas do que veio a ser o Brasília Palace Hotel, em fase inicial de obra. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro da perspectiva térrea da estrutura do edifício implantado. Ao centro do registro, direcionada para a orientação oeste, uma grua - posicionada diagonalmente ao topo das vigas que estruturam a laje do Brasília Palace Hotel. Há a presença de operários (7) - trajando roupas sociais e chapéu -, onde, da esquerda para a direita, um operário caminha sobre a extremidade do esqueleto estrutural. Outros quatro encontram-se no solo de terra próximos a grua - da fabricante Bucyrus Erie Co., fornecida pela construtora Coenge S.A. -, enquanto outro está em cima do maquinário, aparentemente, operando-o. Na extremidade superior direita da estrutura, outro operário se equilibra sobre as vigas. Nas duas extremidades do registro, ao lado dos pilares metálicos, montes de peças metálicas depositadas ao solo.  Do lado direito da imagem, fora das delimitações do esqueleto depositado, na base da fachada leste, um montante de agregado - possivelmente areia. Do lado esquerdo da imagem, nas delimitações das proximidades do hotel, as estradas ainda em terra batida, evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel no período de obras. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Ao fundo, a vegetação campestre do Cerrado (campo sujo). Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (91)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo, marcas de adesivos em sua extremidade. Vista aérea da fachada leste do Brasília Palace Hotel em fase final de obra, foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de parte da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Na fachada leste, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento, e escadas de madeira para o acesso dos operários ao pavimento superior. Ao redor do edifício, a leste deste, uma torre d’água à esquerda, e agrupamentos de materiais. Delimitações das proximidades do hotel e estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel no período de obras. Na porção direita do registro, aproximadamente 20 operários - trajando roupas sociais e chapéu - exercem diversas funções no processo de obra. Sobre a laje da passagem para o saguão, da esquerda para a direita, dez trabalhadores manuseiam materiais - aparentam ser tábuas - e fazem o uso de uma mesa para corte. No pavimento superior, 10 trabalhadores transitam sobre a laje ainda em fase de acabamento. Na cobertura do hotel, três trabalhadores observam o cenário da obra. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela altura. Na porção inferior do registro, no corredor térreo de acesso ao terraço do restaurante, dois trabalhadores empunham martelos e fazem a colocação de uma tábua para auxílio da sustentação da laje. A laje em T, onde hoje encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Ao fundo, atrás das construções, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (92)

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, representante digital consta marcas de adesivo e riscos. Vista térreo da composição leste e norte, evidencia a fachada cega norte e a laje sobre pilotis - em fase inicial de obra - do que veio a ser o saguão, e o próprio Brasília Palace Hotel. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No registro, parte da extensão construtiva do edifício no terreno, localizado ao térreo da fachada leste. Nota-se a estruturação do terraço que veio a ser o restaurante - ainda em processo obra -, caracterizado pela laje em T onde hoje, encontra-se o saguão decorado de pintura sobre alvenaria  do artista Athos Bulcão (1918-2008), e delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. “Neste saguão funcionavam um restaurante e uma boate, separados por paredes curvas.” Hoje, o antigo saguão é uma recepção, o restaurante nas mesmas dimensões e espaço multiuso. (AMORIM, 2007, p.118). Ao redor do hotel, nota-se a presença de montes de materiais dispostos ao solo - tijolos, tábuas e areia. A frente do corredor do segundo bloco térreo, um grupo de operários se reunem. Percebe-se as delimitações nas proximidades do hotel, estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados. No terço inferior da imagem pode-se ver que o terreno ainda está exposto, recebendo futuramente uma pavimentação, gramado e paisagismo.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (93)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem, retrata o interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Ocupando lugar de destaque ao lado esquerdo do salão um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008) feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura - uma pintura mural feita sobre alvenaria - composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão). Do lado esquerdo da imagem uma escadaria de seis degraus revestidos de mármore carrara, conduz a um mezanino que contém - no limite da fotografia - uma poltrona Womb Chair, projetada em 1948 por Eero Saarinen (1910- 1961). Piso flutuante de madeira disposto sobre toda a extensão do salão exceto no quadrante inferior esquerdo da fotografia - na base do mezanino - onde há um recorte paisagístico com jardim de plantas ornamentais. No centro da fotografia, quatro áreas de convivência são delimitadas por tapetes: o primeiro grupo de mobílias do lado direito contém duas poltronas Womb Chair, uma mesa ao centro e um sofá de quatro lugares. Ao fundo, ainda do lado direito, outro conjunto de mobiliário contendo quatro poltronas brancas, dois sofás de quatro lugares e uma mesinha de apoio lateral.  Do lado esquerdo - a frente - sobre o tapete, um conjunto de mobílias com duas poltronas, um sofá de quatro lugares e uma mesa ao centro. Ainda do lado esquerdo - ao fundo - duas poltronas e um sofá de quatro lugares em volta de uma mesinha. Ao fundo do salão uma parede pintada de cor escura com uma passagem de ambos os lados. Na delimitação do lado direito da fotografia vê-se uma parede ondulada feita de placas de vidro em esquadrias de alumínio que vão do chão ao teto, começando a convexa em primeiro plano e terminando côncava no fundo. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão. Autor da fotografia: Marcel Gautherot

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