Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

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NOV.B.13 (39)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. A imagem captura parte do bloco secundário e térreo, sustentado por pilares metálicos anodizados pretos, de laje retilínea e demonstra um trecho do painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) de azulejos por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda de urgência de Juscelino Kubitschek (1902-1961), mas que só foi cumprida em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O lago só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior leste) e com cobogós (fachada frontal oeste), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Na lateral direita, ao lado do hotel, há gramado plantado e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. O Lago Paranoá só foi totalmente preenchido com sequência de chuvas do ano de 1961 e o lago artificial surgiu, e então Juscelino Kubitschek (1902-1961) se deu o prazer de mandar ao Corção (Gustavo, torcia contra, articulista de O Globo e filósofo) o telegrama com duas palavras mais do que suficientes: ‘Encheu, viu?” (ESNAL, 2015, p. 42).  

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (4)

Fotografia colorida aérea em formato paisagem da extensão do Brasília Palace Hotel, em Brasília - DF, nos anos de 1959-1960. A representação digital contém manchas e riscos verdes. Em dois terços da imagem, a obra de Oscar Niemeyer (1907-2012) se estende transversalmente, consistindo em um prédio de três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, equilibrando-se sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto, com extensão de 203 metros de comprimento. Abaixo da edificação, há um amontoado de materiais construtivos, uma escada e um caminhão amarelo estacionado. Ao lado do caminhão, um tapume se estende até o segundo bloco, longitudinal e térreo, onde ocorrem as atividades sociais do hotel. No canto direito da imagem, é visível parte da estrutura destinada ao restaurante, com sua cobertura em laje retilínea e marquises em balanço. Entre o tapume e a escada do bloco térreo, um homem vestindo trajes claros e possivelmente um toque blanche (chapéu de cozinheiro) movimenta materiais do lado de fora do edifício. Após o bloco linear, três homens caminham na área cimentada, sob a penumbra do prédio. No plano do horizonte, o Lago Paranoá preenche o Cerrado, com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, estendendo-se pelo horizonte. No período, o preenchimento do lago foi uma demanda urgente de Juscelino Kubitschek (1902-1961), mas só foi realizado em setembro de 1959, quando fecharam as comportas da barragem do Paranoá. O lago só foi totalmente preenchido com a sequência de chuvas do ano de 1961. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958. O Brasília Palace Hotel foi um ponto de encontro habitual para pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos\maços: nov-d-4-4-a-1; nov-d-4-4-b-23;

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NOV.B.13 (40)

Fotografia colorida em formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. Vista da perpendicular entre o corredor de acesso ao segundo bloco do hotel e o painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) de azulejos por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o gramado plantado com fins paisagísticos. Na frente do corredor envidraçado, na oitava esquadria da esquerda para a direita, dois homens de capacete e vestes escuras conversam. Atrás da extremidade esquerda do segundo bloco, há uma instalação, provavelmente de apoio à construção do Palace. Ao seu lado um cercamento em tapume. Ao fundo, a região onde veio a ser o Lago Paranoá, local onde residiam parte dos trabalhadores da capital - a Vila Amaury - em uma vila precária de casas e comércios em madeira. Tal vila foi criada por Amaury Almeida, servidor da NOVACAP, em 1957 como uma região tida pela empresa como provisória, pois aquela porção de terreno receberia as águas da barragem do Paranoá, com intuito de promover lazer e conforto climático à Brasília. A remoção dos residentes foi compulsória, mas alguns resistiram à destruição da vila permanecendo até que o nível da água subisse, tendo seus pertences levados. Cely Nogueira, trabalhador da época, conta que seu pai foi um dos que resistiu à saída da Vila: “Meu pai teimoso não queria sair. Ele não acreditava que a água ia subir. De repente, a água estava entrando dentro de casa. Eu me mudei com ele com a água dentro da casa porque ele não queria sair. Aquele que não queria sair, teve que sair forçado” (NOGUEIRA apud BASTOS, 2018). O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (41)

Fotografia colorida em formato paisagem, representante digital consta manchas e riscos devido às ações do tempo. Vista aérea da composição territorial entre o Cerrado e o processo construtivo de Brasília, ocorrida entre os anos 1956 e 1957. Na parte inferior da fotografia, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e logo atrás o adensamento de árvores caracteriza um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se instalações que provavelmente tratam-se de moradias e instalações de apoio que foram destinadas aos trabalhadores candangos responsáveis pelas obras ocorridas durante os anos de construção. Os alojamentos maiores eram destinados às casas profissionais com família, alojamentos de serventes sem família. As menores, administração, açougue, cantina, armazém, farmácia, enfermaria, etc. “Além de terem a função de prover residência para os trabalhadores, incluem também outros equipamentos ligados à reprodução da vida no território da construção, tais como, cantina, posto de saúde, armazém, etc.” (RIBEIRO, p. 130, 2008). Ao fundo do registro, um guindaste e estruturas metálicas contextualizam o processo de construção das torres do Congresso Nacional, Senado e Câmara, rodeado por vegetação do Cerrado, possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). Nota-se um vislumbre da cúpula menor voltada para baixo - que abriga o Plenário do Senado Federal. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília, percebe-se o agrupamento de instalações - moradia e canteiro de obras - dos operários, instalações simples em madeira, em torno do que veio a ser a Esplanada do Ministérios estando em destaque o processo de obra da construção de Brasília. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas.

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NOV.B.13 (43)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem do interior do Brasília Palace Hotel, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília-DF. A imagem captura o momento em que um operário, sobre andaimes de madeira, faz a colocação de placas de um forro de madeira no segundo bloco térreo do Palace, provavelmente na área do salão de festas. Nos dois quadrantes do lado esquerdo da imagem, a colocação das placas de madeira já foi concluída, enquanto que a parte central e direita da fotografia está em processo de instalação pelo operário que veste uma calça de tecido folgada, uma regata clara e um chapéu. Na sua mão direita está um martelo e um tijolinho para auxiliar o alinhamento das placas. Acima e à frente do operário, fios claros atravessam a imagem de uma ponta a outra. No quadrante inferior direito, é possível ver o pilar metálico da estrutura e uma estrutura de madeira que alcança o teto. “Embora o concreto armado fosse o principal recurso estrutural empregado por Niemeyer em seus projetos, para o edifício deste hotel edificado em caráter de urgência foi escolhido o emprego de perfis estruturais metálicos revestidos de concreto e outros materiais de acabamento como o alumínio, o mármore e o lambril.” (ESNAL, 2015, p. 123). No quadrante inferior esquerdo, observa-se as esquadrias sinuosas da fachada externa do salão e, ao lado, uma parede curva que vai receber um painel. O Brasília Palace Hotel foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994). Autor da fotografia: Mario Fontenelle

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NOV.B.13 (44)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem do interior do Brasília Palace Hotel, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília-DF. A representante digital contém pontos brancos e um risco preto. A imagem captura o momento em que um operário faz a colocação de placas de um forro de madeira no segundo bloco térreo do Palace, provavelmente na área do salão de festas. O enquadramento da imagem evidencia que o fotógrafo desejou capturar o momento de trabalho do operário, que com seu martelo - em punho, na mão direita - e um tijolinho - abraçado pelos dedos, na mão esquerda, garante o alinhamento das placas de madeira do forro. O operário utiliza uma calça de tecido clara, ajustada por um cinto preto de fivela metálica e, por dentro da calça, uma regata clara de tecido leve. Sobre sua cabeça, um chapéu que parece ser de palha faz as vezes de um capacete. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram comuns devido à ausência ou limitação de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. A feição do homem que aparenta ter meia idade, tem como características físicas: dois sinais do lado direito da face, bigode, e cabelo escuro. É notado seu semblante de foco para com o serviço executado. É possível ver que a estrutura metálica e as placas pré-moldadas que compõem a estrutura da laje ainda estão aparentes em metade da imagem, apoios de madeira e fios garantem o prumo da colocação das placas. “Embora o concreto armado fosse o principal recurso estrutural empregado por Niemeyer em seus projetos, para o edifício deste hotel edificado em caráter de urgência foi escolhido o emprego de perfis estruturais metálicos revestidos de concreto e outros materiais de acabamento como o alumínio, o mármore e o lambril.” (ESNAL, 2015, p. 123). No canto inferior esquerdo, uma sombra, provavelmente da mão do fotógrafo. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (46)

Fotografia em preta e branco no formato paisagem, retrata um homem de pele branca no interior do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF, com fotografia retirada na data de 24/03/1958. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). De costas para o fotógrafo, o homem - portando uma camisa branca de mangas longas dobradas na altura do cotovelo e um cigarro na boca -  apoia uma prancha na parede com sua mão esquerda juntamente com um escalímetro e faz anotações com um lápis entre o dedo polegar e indicador da sua mão direita. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores e dos servidores vindos de outros pontos do país, que se encontravam nos bailes e festas. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (47)

Fotografia em preta e branco no formato paisagem, retrata três homens no interior do salão de festas do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF, com fotografia retirada na data de 24/03/1958. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Em primeiro plano três homens de pele branca estão em uma roda de discussão, - da esquerda para a direita: o primeiro veste uma camisa social quadriculada de mangas curtas e segura na mão direita uma prancha arquitetônica juntamente a um lápis entre os dedos indicador e médio; o segundo, no centro, veste uma camiseta preta e segura uma bolsa em seu ombro esquerdo, no mesmo braço um relógio no pulso e um anel em seu dedo anelar; o terceiro, à direita da fotografia, veste uma camisa social de mangas longas dobradas na altura dos cotovelos, no bolso do lado esquerdo tem uma caneta, nas mãos uma folha de papel e em sua boca um cigarro. Ao fundo, do lado esquerdo, nota-se a parede de placas de vidro e esquadrias de alumínio, no centro, o mezanino e do lado direito o que veio a ser o grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008) feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura, uma pintura mural feita sobre alvenaria. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos, embaixadores. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (48)

Fotografia em preta e branco no formato paisagem, retrata oito homens no cenário de obra do Brasília Palace Hotel, construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF, com fotografia retirada na data de 24/03/1958. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Em primeiro plano, quatro homens formam um círculo enquanto observam um outro abaixado no centro. O primeiro homem, à esquerda, veste roupas sociais - camisa com mangas dobradas na altura dos cotovelos, calça comprida com um papel no bolso traseiro do lado direito e botas - tem um cigarro na boca e na mão direita, uma prancha dobrada -. Do lado direito, levemente encurvado para frente, o segundo homem também veste roupas sociais - camisa de mangas longas dobradas na altura dos cotovelos e calça comprida com um papel no bolso traseiro do lado direito. Agachado no centro da roda, o terceiro homem tem roupas sujas decorrentes da obra e porta uma camisa social de mangas longas, calças compridas com um cinto utilitário para armazenamento de ferramentas. No terceiro terço à direita da fotografia, o quarto homem vestindo roupas sociais - camisa com as mangas dobradas na altura dos cotovelos, calça comprida e algumas canetas em seu bolso traseiro esquerdo. Atrás do homem de pele negra agachado, com o corpo frontal à câmera e o rosto voltado para a esquerda, o quarto homem porta um chapéu de palha juntamente a uma camisa de mangas compridas dobradas na altura dos cotovelos. Atrás há mais três trabalhadores, no ambiente em processo de construção com vigas e tijolos aparentes sobre um piso inacabado com poças de água. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada  em 30/06/1958, o Brasília Palace Hotel, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008).  Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.13 (49)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada na data de 24/03/1958, em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Enquadramento de uma das empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) do bloco principal do Palace, notam-se manchas decorrente da umidade na parte superior, onde é perceptível a etapa de construção de finalização dos revestimentos e cobogós. Andaimes de madeira possibilitavam o acesso aos pavimentos mais altos, uma longa escada de madeira permitia alcance das placas de mármore da empena. Ao fundo, no quadrante inferior esquerdo, a presença de vegetação do Cerrado que envolve a península do Lago Paranoá. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal), duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura conectando a um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto, como restaurante e um salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento. Após o incêndio acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo). Autor da fotografia: Mario Fontenelle

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