Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

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NOV.D.6 (13)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de uma reunião no Palácio da Alvorada, na localidade específica para essa funcionalidade. Em evidência, está um homem em pé de perfil, anotando informações em um grande bloco de notas, também levantado situa-se um rapaz de terno escuro observando a conversação. Sentados à mesa, de baixo para cima, enxerga-se um cidadão abrindo um livro e mostrando a um senhor, localizado ao centro,o qual só vemos suas costas. Ao seu lado, assenta-se outra figura masculina colega dele que no exato momento está com os olhos fechados ao direcionar a atenção ao colega. Adjacente a ele, está um homem de camisa branca analisando ideias contidas na folha, próximo a ele, vemos outro indivíduo de óculos escuros olhando investigando o material que carrega consigo. Lateralmente, se faz pouco nítido a presença de outro membros na reunião, apenas é possível observar a silhueta da parte superior de seus corpos, no centro, distanciado, presencia-se a sombra de um senhor em posição mais relaxada com a mão apoiado no queixo. Ulteriormente a ele, estão as cortinas rentes as janelas basculantes. À esquerda, ao fundo destaca-se a tapeçaria realizada pelo artista modernista Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976) em 1961 com o título de “Músicos”, sob uma parede de madeira, o qual homenageia a música brasileira e mostra um grupo de músicos tocando instrumentos típicos do samba raiz sob a parede amadeirada do Alvorada.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.6 (12)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de uma reunião no Palácio da Alvorada, na localidade específica para essa funcionalidade. Em destaque, há uma grande mesa de madeira com papéis sobre ela. Ao centro, está um senhor atento fechando seu óculos de grau, enquanto olha o rapaz na mesa à esquerda, o qual somente visualiza-se seu dois braços. Ao seu lado, em pé, verifica-se um cidadão anotando, focado, informações em um grande bloco de notas, adjacente a ele, há um outro homem observando o material anotado em outro grande bloco de notas. Sentados à direita, há um indivíduo com semblante neutro escutando as diretrizes passadas, adjunto a ele, há outra figura masculina segurando seus óculos, concomitantemente, analisar a situação com um aspecto mais sério. Ao fundo, nota-se duas grandes cortinas sob janelas basculantes destacando-se dentro do edifício, a presença de um pilar circular.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.6 (11)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de uma reunião no Palácio da Alvorada, na localidade específica para essa funcionalidade. Em destaque, há uma grande mesa de madeira com diversos papéis sobre ela. Em evidência, no lado esquerdo, está um senhor esticando seu corpo à esquerda, detendo um semblante feliz, enquanto segura uma caneta sobre papel, ao seu lado, está outro homem com expressão séria olhando fixamente para a pessoa do lado oposto da mesa. Concomitantemente, um indivíduo aperta sua camisa esboçando certa confusão, adjacente a ele, está uma figura masculina de óculos escuros em tom mais sisudo, adjunto a ele, está um cidadão de braços cruzados emanando mais serenidade, ao lado dele, há Israel Pinheiro com óculos de grau entrelaçando as mãos e esboçando surpresa. Ao final da mesa, é possível visualizar somente a silhueta de um trabalhador com aspecto mais serelepe olhando para o lado, junto a outro rapaz expressando tranquilamente apoiando a mão na testa. No outro lado da mesa, se faz pouco nítido, nas primeiras cadeiras, as mãos de outros indivíduos. Ao fundo, é possível enxergar algumas cadeiras brancas esparsas e apenas a parte inferior de um cidadão transitando pela sala que contém uma parede amadeirada.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.6 (10)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de três funcionários da Novacap sentados em um sofá baixo, da esquerda para direita, há um homem de terno escuro olhando seriamente para outro cidadão de óculos escuros que tenta emitir alguma informação. Ao centro está um senhor de cabelos brancos com um dos braços estendidos pelo sofá olhando fixamente para o centro. Ao fundo, evidencia-se um pilar circular dentro do edifício em meio às cortinas contidas sob as janelas basculantes do Palácio do Alvorada.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.6 (1)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de uma reunião no Palácio da Alvorada, na localidade específico para essa funcionalidade. Em primeiro plano, encontram-se três indivíduos sentados em uma mesa de madeira: um senhor transmite informações de forma energética, segurando um lápis em sua a mão direita, concomitantemente, apoia em sua mão esquerda , um conjunto de papéis, próximas a uma pasta catálogo ofício e um bloco de notas. No seu lado esquerdo, há um homem careca escutando passivamente as diretrizes passadas enquanto fuma um cigarro. Defronte a ele, observa-se na mesa, a presença de um livro aberto, próximo a uma pasta com aba elástica e um cinzeiro de vidro. Na cadeira situada ao lado nota-se dois livros esparsos em posição perpendicular. No lado oposto, é possível visualizar apenas a cabeça de um dos participantes da reunião, levando consigo um papel e uma taça de vidro, em sua lateral dois livros mais distanciados Ao fundo, visualiza-se um cidadão de cabeça baixa e mão no bolso, rente às cortinas contidas sob janelas basculantes do Alvorada.

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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (6)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Em destaque, três figuras masculinas com vestes formais observando a maquete física da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida de Brasília intitulada “Catedral de Brasília” sobre o que aparenta ser um pequeno palco com revestimento de mármore. Atrás da maquete, poster do que aparenta ser um livro com o título de “Método de Harmonio”. Enquadrando a maquete, dois filetes metálicos dourados fixados no palco. À direita, duas setas grandes estão apontadas para à esquerda, em direção à maquete, e fixadas em um pequeno cano sobre o palco. Atrás das setas, um instrumento musical, aparentemente um órgão, com uma versão menor do poster/livro mencionado anteriormente (o mesmo que está atrás da maquete) e ao fundo um painel comprido do desenho da fachada do Palácio da Alvorada, residência do presidente, com uma cortina escura por trás e o desenho de quatro palmeiras com o pedaço de uma frase (“a música eleva o homem a…”). À esquerda, outro instrumento musical também com o mesmo livro, porém este órgão é maior.
Fotografia similar à NOV-D-4-4-D-1 (3).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASÍLIA:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (5)

"Fotografia em cores, formato retrato. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. Em destaque, três painéis metálicos verticais em azul com vidros transparentes ao centro com diversas fotografias dos monumentos de Brasília como o Palácio da Alvorada, a Capela do Alvorada, os ministérios da Esplanada dos Ministérios, entre outros. Junto às fotografias, há os seguintes títulos nos painéis: Brasília - cresce e empolga; Brasília - silhueta do Progresso; Inversões - de prédios capitais (este último pressupõe-se ser a palavra “prédios”, uma vez que esta não está tão legível). Abaixo dos painéis, pequenos vasos de plantas vermelhas possuem algumas plantas popularmente conhecidas como espada-de-são-jorge (Dracaena trifasciata). À esquerda, um painel comprido do desenho da fachada do Palácio da Alvorada, residência do presidente. À esquerda, um portal azul com as letras ALV sobre o batente do mesmo, provavelmente o início da palavra Alvorada. As paredes do ambiente são brancas com o piso marrom claro.
Mesma exposição e ambiente das fotografias NOV-D-4-4-D-1 (45) e NOV-D-4-4-D-1 (46).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (46)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. À esquerda, três painéis metálicos verticais com vidros transparentes ao centro com diversas fotografias dos monumentos de Brasília como o Palácio da Alvorada, a Capela do Alvorada, os ministérios da Esplanada dos Ministérios, entre outros. Junto às fotografias, há alguns títulos espalhados pelos painéis. Na lateral, uma escultura representando as colunas das fachadas frontais e posteriores do Palácio da Alvorada com fotografias e uma placa escrito “Isto é Brasília! A cidade mais moderna do mundo”. Observando os painéis, figuras humanas masculinas e uma feminina com vestes formais (paletó, calça; saia midi, salto e acessórios). Ainda à esquerda, um painel comprido do desenho da fachada do Palácio da Alvorada, residência do presidente. À direita, a maquete física da Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Brasília e uma fotografia grande do Palácio da Alvorada, residência do presidente no painel, tendo acima dos mesmos um detalhe de gesso com iluminação direta e indireta. Observando a maquete, outra figura humana masculina com calça, jaqueta de couro, boné/chapéu segurando um objeto e uma maleta escrito “pinturas”. Ao fundo, um portal com o escrito ALVORADA sobre o batente do mesmo, com mais figuras humanas, fotografias e documentos expostos.
Mesma exposição e ambiente das fotografias NOV-D-4-4-D-1 (5) e NOV-D-4-4-D-1 (46).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASÍLIA:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.D.1 (45)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição de divulgação sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, sem identificação do local e da data. À esquerda, três painéis metálicos verticais com vidros transparentes ao centro com diversas fotografias dos monumentos de Brasília como o Palácio da Alvorada, a Capela do Alvorada, os ministérios da Esplanada dos Ministérios, entre outros. Junto às fotografias, há alguns títulos espalhados pelos painéis. Na lateral, uma escultura representando as colunas das fachadas frontais e posteriores do Palácio da Alvorada. Abaixo dos painéis, pequenos vasos de plantas possuem algumas plantas popularmente conhecidas como espada-de-são-jorge (Dracaena trifasciata). Ainda à esquerda, um painel comprido do desenho da fachada do Palácio da Alvorada, residência do presidente. À direita, a maquete física da Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Brasília e duas fotografias grandes do Palácio da Alvorada, residência do presidente, um na parede e outro no painel, tendo acima dos mesmos um detalhe de gesso com iluminação direta e indireta. Ao fundo, um portal com o escrito ALVORADA sobre o batente do mesmo, com figuras humanas masculinas e uma feminina com vestes formais (paletó, calça; saia midi, salto e acessórios), fotografias e documentos expostos.
Mesma exposição e ambiente das fotografias NOV-D-4-4-D-1 (5) e NOV-D-4-4-D-1 (46).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CONTEXTO HISTÓRICO DA CATEDRAL METROPOLITANA DE BRASÍLIA:
Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012). A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) e teve Carlos Magalhães (1933-2021) como arquiteto responsável e o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. Sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958, de acordo com documento encontrado no Fundo NOVACAP textual - Balanços e relatórios 1957 - (NOV-B-7-0215 (1)) - “ Catedral de Brasília - Obra executada por administração direta da Novacap, com donativos de particulares. Construção iniciada aos 12 de Setembro de 1959. Em dezembro do mesmo ano apresentava concluídas as fundações e parte da infraestrutura, prevendo-se a conclusão da superestrutura para o primeiro trimestre do corrente ano” - sua estrutura ficou pronta em 1960, com 70m de diâmetro, da qual se elevam 16 colunas de concreto num formato hiperboloide. Em 31 de maio de 1970 foi inaugurada de fato, já com os vidros externos. A segunda cobertura colocada na nave teve um vitral composto por 16 peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom, inseridas entre os pilares de concreto e foram idealizados e desenhados pela maior vitralista do Brasil, Marianne Peretti (1927-2022) a única mulher a compor o time de artistas na construção de Brasília na gestão de José Aparecido de Oliveira (1929-2007). Anjos e profetas da catedral foram obra de Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Segundo Flavio R. Cavalcanti em sua publicação “Catedral de Brasília - A longa construção”, a construção da catedral pode ser dividida em duas “fases”: uma, rápida, durante a construção da cidade (1956-1960), em que foi erguida a estrutura de concreto; outra, de duas décadas, da paralisação geral das obras durante o curto governo de Jânio Quadros (1961) até a conclusão do vitral interno, por conta da igreja católica."

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NOV.D.1 (32)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, em Washington, D.C., nos Estados Unidos. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas circundando uma mesa de reunião aparentemente de madeira com diversos papéis, um cinzeiro e dois microfones sobre o mesmo. Uma dessas figuras é o militar e político brasileiro Ernâni do Amaral Peixoto (1904-1989), o qual está assinando papéis. Ele foi governador do Rio de Janeiro nas décadas de 30, 40 e 50 e senador pelo Rio de Janeiro de 1971 a 1987. Todos os homens vestem roupas formais (paletó, calça e gravata). Ao fundo, um painel que aparenta ser de metal perfurado com diversas fotografias da construção de Brasília, um mapa do Brasil mostrando a distância de Brasília para as demais capitais dos estados brasileiros, um mapa do Plano Piloto de Brasília, uma fotografia da maquete física do Palácio da Alvorada e parte de um texto escrito “The new capital of Brazil” (tradução: “A nova capital do Brasil”). À esquerda, há a bandeira dos Estados Unidos em haste de tripé.
Esta fotografia aparece na Revista Brasília nº 11 de 1957, página 18.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

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