Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

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Palácio da Alvorada (Brasília, DF)

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NOV.B.2 (662)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-662
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato retrato Palácio da Alvorada. Situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. O enquadramento da fotografia foca em capturar a perspectiva do edifício do Palácio da Alvorada em fase de construção, envolta por tábuas e estacas de madeira para a escora da estrutura e acesso dos trabalhadores a pontos mais altos. Na base do edifício é possível ver a fundação e parte estrutural das colunas cônicas do edifício, a forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86). No quadrante inferior direito, nota-se uma vala com uma ponte improvisada feita com tábuas de madeira, atrás da mesma, cinco homens observam a evolução construtiva do edifício. No centro do primeiro terço superior da fotografia, um trabalhador sem equipamentos de segurança está de pé na borda da fachada onde futuramente viria a ser a laje. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram, infelizmente, comuns devido à falta de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela vertiginosa altura. Como relatado em áudios transcritos de trabalhadores da época: ...“Você parava por ali assim, e dava uma olhada na Esplanada dos Ministérios, sempre à tardezinha, à noite. Meu Deus do céu! Parecia fogos de artifício. Era o cidadão trabalhando, peão, gente caindo, muita gente morrendo. Não cuidava muito da segurança, tinha que fazer. E foi fazendo.” (DE FARIA, 1989 apud VIDESOTT, 2009). O Palácio da Alvorada foi construído para ser a residência oficial da Presidência da República, horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.3 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-20
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano, escultura ""O Rito do Ritmo"" da artista Maria Martins (1894 -1973). Ao fundo, observa-se o Palácio da Alvorada com sua fachada em pano de vidro e suas imponentes colunas. A escultura é uma obra surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobre base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para a cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova Capital Federal. .
"

Untitled

NOV.B.3 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-25
  • Item
  • 12/06/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato retrato. A foto mostra a escultura "O Rito do Ritmo" da artista Maria Martins (1894 – 1973) sobre terra batida e, ao seu lado, há homem trajando uniforme policial. Escultura surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobre base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova Capital Federal. Ao fundo, o espelho d’água, o Palácio da Alvorada e sua capela à direita.

Untitled

NOV.B.3 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-26
  • Item
  • 12/06/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco. Fotografia da escultura "O Rito do Ritmo" da artista Maria Martins (1894 -1973) vista na diagonal sobre terra batida, e em sua frente vegetação típica do Cerrado que se estende na linha no horizonte, composto de diferentes fitofisionomias em forma de mosaico. Obra surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobreposta a uma base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova capital federal.

Untitled

NOV.B.3 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-7
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida. Em foco, a escultura "Edificação" de autoria do arquiteto francês André Bloc (1896 - 1966), posicionada no salão nobre do Palácio da Alvorada. A obra passou 40 anos fora do Palácio e retornou ao espaço somente em 2018 após um processo de restauração. A escultura é constituída em bronze, composta por elementos geométricos empilhados de forma assimétrica, com uma base retangular de madeira. Ao fundo, há um par de poltronas em madeira de jacarandá e tecido, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado, com destaque para a luz ambiente proveniente das cortinas brancas. A criação da obra se deu em virtude do Congresso Internacional de Críticos de Arte, com o tema "Cidade Nova - Síntese das Artes", realizado em 1959, véspera da inauguração de Brasília. Na ocasião, foram convidados críticos e estudiosos com a finalidade de discutir a importância da colaboração arquiteto-artista e promover o conceito de Síntese das Artes como marca do Modernismo.

Untitled

NOV.B.13 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-1
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida aérea em formato paisagem. A representação digital apresenta manchas e pontos verdes, além de uma marca circular no quadrante superior esquerdo. Registro da implantação do Brasília Palace Hotel (BPH), localizado em Brasília-DF. Vista aérea da fachada oeste do Brasília Palace Hotel durante a fase final da construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No centro da imagem, nota-se a extensão do edifício BPH, envolto por vegetação campestre (campo sujo) tracejado por estradas de terra que convergem no hotel, indicando intervenção humana na área verde. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada), percebe-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras. Em segundo plano, à frente do renque de palmeiras centralizadas, uma instalação de apoio ao canteiro, e, ao lado direito do renque, uma edificação baixa e retilínea destinada ao apoio técnico e de serviços do hotel. Na parte inferior esquerda da imagem, há um campo de futebol de terra batida em frente ao Palace Hotel. No plano de fundo, no quadrante superior direito, é vislumbrado o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). O horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que viria a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado pelo horizonte, com trechos de vegetação campestre e trechos com maior densidade de árvores. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23.

Untitled

NOV.B.13 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-10
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia aérea colorida em formato paisagem da região posterior do edifício do Brasília Palace Hotel, onde se localizam o restaurante e o salão de eventos, nos anos de 1959-1960, em Brasília-DF. O recorte da imagem busca enquadrar tanto a piscina ovalada projetada por Oscar Niemeyer (1907-2012), quanto o Lago Paranoá cheio ao fundo. O hotel, projetado em 1956 por Oscar Niemeyer e sob a direção da NOVACAP, foi inaugurado em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do plano de Lucio Costa para a nova capital. O menor bloco do Brasília Palace Hotel foi destinado aos eventos e atividades sociais de todo o conjunto. A laje em T trata-se de um saguão decorado com um mural de azulejos do artista Athos Bulcão, delimitada na orientação leste por esquadrias e vidros. A área da piscina, próxima ao bloco térreo, foi pensada de forma simplista por Niemeyer, que desenhou o formato ovalado em um momento de impaciência pela demora na construção. Ao lado direito da piscina oval, estão três blocos brancos, sendo dois retangulares e um cilíndrico. Entre o gramado do Palace e o Lago Paranoá, há terra batida com vegetação rala de cerrado, indicando intervenção humana, que se estende até a borda do lago. O Lago Paranoá só foi totalmente preenchido com sequência de chuvas do ano de 1961, como relatado por Esnal em seu livro sobre a construção de Brasília. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente em torno da península do lago Paranoá, com a presença do Cerrado e evidências de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-a-1; nov-d-4-4-b-23;

Untitled

NOV.B.13 (100)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-100
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, entre os anos de 1959-1960 em Brasília - DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Vista da fachada leste do bloco principal e a junção com o bloco secundário térreo. Entre eles está o jardim externo, composto de gramíneas e arbustos do Cerrrado como a canela-de-ema (Vellozia squamata), onde um trabalhador de vestimenta azul movimenta uma carriola sobre o gramado e, posicionado próximo ao Rural Willys verde, está um teodolito aberto. Do lado oposto ao carro, está o painel de 3,18 x 34,74m de Athos Bulcão (1918-2008) de azulejos por um único padrão de peças, 11 x 11 cm, na cor azul (nº52 na escala cromática de Athos Bulcão) sobre um fundo branco voltado para o jardim externo. O prédio do Palace Hotel, inaugurado em 30/6/1958 - mesmo dia do Palácio da Alvorada - foi projetado para ter três pavimentos de fachadas envidraçadas (parte posterior) e com cobogós (fachada frontal) e duas empenas cegas (fachadas sem aberturas - portas ou janelas) em mármore branco, com uma extensão de cobertura para um segundo bloco menor - em formato de T - destinado às atividades sociais do conjunto como o restaurante e o salão de eventos. Toda estrutura do bloco principal se equilibra sobre pilotis metálicos revestidos de alumínio anodizado preto por 203 metros de comprimento, tendo o bloco secundário a mesma estrutura metálica de apoio e uma grande marquise sobre uma fachada envidraçada sinuosa. Após o incêndio  acidental no terceiro andar do bloco principal, no ano de 1978, a configuração original do prédio foi alterada com a adição de duas torres de escadas e elevadores na fachada frontal, brises-soleil em lâminas e grandes painéis de vidro ao invés do antigo cobogó, além de varandas e peitoris de alvenaria na fachada posterior (voltada para o bloco térreo).

Untitled

NOV.B.13 (101)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-101
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida no formato paisagem da fachada do Brasília Palace Hotel em perspectiva, retirada em 1958 em Brasília - DF. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Vista perpendicular da fachada oeste do bloco principal, permeada por cobogós. Futuramente o Hotel recebeu 15 aberturas (janelas com duas bandeiras fixas e duas folhas pivotantes) na fachada oeste, sendo fileiras de 3 esquadrias desalinhadas, Representante digital contém riscos e pontos verdes. Observa-se que o posicionamento do fotógrafo e o enquadramento da imagem capturam a extensão transversal da longa fachada frontal do conjunto do Brasília Palace, enquadrando a fachada de cobogós do bloco principal e o bloco térreo atrás. Pela movimentação e quantidade de pessoas, percebe-se que ocorre um evento no hotel. Da esquerda para à direita: um grupo de aproximadamente 4 operários estão encostados em um veículo de cor azulada e vestem roupas mais casuais - calças jeans, camisas claras; adiante, um homem de camisa azul e calças escuras se agacha ao lado de um poste de energia elétrica, e em frente há uma árvore de médio porte; atrás deste, uma espécie de placa, um poste e outra pessoa de vestes claras ao lado; em um plano mais à frente, ao que parece, uma criança se locomove sobre a terra seca batida; ao lado e um plano mais atrás, um grupo de 6 homens estão debaixo da cobertura do bloco térreo; dando seguimento à linha de observação, mais pessoas estão distribuídas entre o bloco secundário e os pilares do bloco principal; abaixo do bloco de 3 pavimentos, um caminhão azul e alguns carros estacionados entre os pilares, bem como uma mulher de longo vestido avermelhado, 2 homens sob o sol e 4 agrupamentos de pessoas próximas ao edifício; perto da instalação pequena de apoio ao canteiro, 3 homens de vestes azuis conversam; ao fundo, após a instalação de apoio, aproximadamente 5 carros estão estacionados - entre eles Fuscas e Jeep Willys - com algumas pessoas de trajes mais formais saindo da região de estacionamento; por último, no plano à frente do estacionamento, um homem de camisa listrada e calças azuis anda de bicicleta no terreno de terra seca. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que é a península do Lago Paranoá já preenchida (paralelo com foto 31). Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Untitled

NOV.B.13 (104)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-104
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Registro interno do Brasília Palace Hotel (BPH), ou Hotel de Turismo, entre os anos de 1956-1960 em Brasília-DF. Vê-se um funcionário, provavelmente um mensageiro, uniformizado, aguardando em pose de subordinação em frente aos elevadores de acesso aos quartos de hóspedes. Ao fundo está uma placa com as inscrições: “American Plan para melhor atendimento, dispomos de condução para leva_lo aos nossos restaurantes Au Bon Gourmet SQS 106 Cantina Firenze SQS 104 Ran Gon Rest Chines PRC 3 Poderes Rest Internacional no Aeroporto Barbearia no 1 andar. Golden Room Orquestra Diariamente 22:00”. Observa-se que as paredes eram revestidas com ripas de madeira e o piso de pedra escura. Ao lado esquerdo do funcionário uma placa metálica com um botão para solicitar os elevadores, abaixo uma lixeira com duas aberturas laterais e um cinzeiro acoplado na parte superior. O elevador localizado do lado direito, encontra-se com as portas abertas. No limite direito da fotografia, uma abertura que dá acesso a um corredor. No quadrante superior esquerdo uma mancha escura cobre uma pequena parte da fotografia. O hotel tem 13.562 m² de área construída, contava com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O BPH foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).

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