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NOV.B.2 (559)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-559
  • Pièce
  • 21/04/1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, da esquerda para a direita, imagem religiosa de Nossa Senhora da Conceição (a qual a capela é dedicada) em madeira de Santa Bárbara do século XVIII apoiada sobre uma pequena prateleira em vidro e um genuflexório (móvel para rezar, em forma de cadeira, com estrado baixo para ajoelhar, e encosto alto, sobre o qual se pousam os braços e o livro de orações) de estrutura retilínea de madeira jacarandá, com assento forrado em veludo vermelho de autoria da arquiteta, designer e galerista brasileira Anna Maria Niemeyer (1930-2012). Ao fundo, o altar da Capelinha de madeira jacarandá, cópia de altar originalmente desenhado por Anna Maria Niemeyer, de estrutura retilínea e tampo único sobre base lisa com a cruz cristã ao centro tendo ao seu lado os castiçais com armação compostos de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Sans titre

NOV.B.2 (646)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-646
  • Pièce
  • julho de 1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, à direita da fotografia, parte da porta e entrada principal da Capela. A porta também é de autoria de Athos Bulcão e este é de alumínio anodizado e vidros coloridos, composta por dois montantes laterais fixos e duas folhas móveis. A porta vai do piso até a laje e sua dimensão é de 252 cm x 493 cm x 7cm. Mais à esquerda, castiçais com armação composta de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável e com nove velas acesas sobre o mesmo. Em segundo plano, duas cadeiras de estrutura retilínea de madeira jacarandá, com assento forrado em veludo vermelho e encosto de palhinha e dois genuflexório (móvel para rezar, em forma de cadeira, com estrado baixo para ajoelhar, e encosto alto, sobre o qual se pousam os braços e o livro de orações) com os mesmos materiais e estrutura ambos de autoria da arquiteta, designer e galerista brasileira Anna Maria Niemeyer (1930-2012). Ao fundo, parte do altar da Capela de madeira jacarandá, cópia de altar originalmente desenhado por Anna Maria Niemeyer, de estrutura retilínea e tampo único sobre base lisa mais um conjunto dos castiçais com armação composta de nove hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável e com nove velas acesas sobre o mesmo.
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Sans titre

NOV.B.2 (647)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-647
  • Pièce
  • julho de 1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista interna da Capela do Palácio da Alvorada, mais conhecida como Capelinha. As paredes da Capelinha são de autoria do artista brasileiro Athos Bulcão (1918-2008). O painel é em lambris de jacarandá, revestidas por folhas de ouro e o piso em granito cinza Andorinha. Em primeiro plano, à esquerda da fotografia, uma pia batismal oval em granito marrom. Em segundo plano, à direita da fotografia, castiçais com armação composto por sete hastes de ferro pintado, coroadas por cálices em aço inoxidável com sete velas acesas sobre o mesmo; e uma imagem religiosa de Nossa Senhora da Conceição (a qual a capela é dedicada) apoiada sobre uma pequena prateleira em vidro.
CURIOSIDADE SOBRE AS PEÇAS ANTIGAS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Sans titre

NOV.C.2 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-59
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida em formato paisagem. Em foco está retratado um grande grupo de pessoas, cerca de vinte e oito, elas vestem roupas sociais, como ternos, suéteres, vestidos, camisas e camisetas em diferentes cores. O grupo está acompanhando pelo rádio a transmissão do jogo da seleção brasileira de futebol no torneio da Copa do Mundo de 1958. As pessoas se encontram ao redor de uma mesa circular feita em madeira, ao centro da fotografia. É possível reconhecer o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele se encontra sentado à mesa, vestindo terno em cor caqui, camisa social branca e gravata preta, e observa atentamente o rádio que está disposto sobre a mesa. Ao seu lado, também sentada à mesa, está sua esposa Sarah Kubitschek (1908-1996), ela utiliza um vestido vermelho e aparenta estar conversando com um dos trabalhadores ao seu lado.
O cômodo no qual se encontram é o espaço entre o jardim externo e o salão de festas do Brasília Palace Hotel. O local da fotografia pode ser identificado a partir do painel de azulejos brancos e azuis ao fundo, o painel é de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) e tem ao todo 3,25x26m de dimensão. O painel possui dois tipos de azulejos composto por um único de peça, de tamanho 11cm x 11cm, com formas e cores que se alternam, de modo que o resultado é um jogo positivo/negativo, o que proporciona um efeito ótico nos observadores.
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.
"

Sans titre

NOV.C.2 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-60
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em foco está retratado um grande grupo de pessoas, cerca de vinte e oito, elas vestem roupas sociais, como ternos, suéteres, vestidos, camisas e camisetas em diferentes cores. O grupo está acompanhando pelo rádio a transmissão do jogo da seleção brasileira de futebol no torneio da Copa do Mundo de 1958. As pessoas se encontram ao redor de uma mesa circular feita em madeira, ao centro da fotografia. É possível reconhecer entre os trabalhadores o ex-presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976), ele se encontra sentado à mesa, vestindo terno em cor caqui, camisa social branca e gravata preta, e observa o rádio disposto sobre a mesa. Ao seu lado, também sentada à mesa, está sua esposa Sarah Kubitschek (1908-1996), ela utiliza um vestido vermelho.
O cômodo no qual se encontram é o espaço entre o jardim externo e o salão de festas do Brasília Palace Hotel. O local da fotografia pode ser identificado a partir do painel de azulejos brancos e azuis ao fundo, o painel é de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) e tem ao todo 3,25x26m de dimensão. O painel possui dois tipos de azulejos composto por um único de peça, de tamanho 11cm x 11cm, com formas e cores que se alternam, de modo que o resultado é um jogo positivo/negativo, o que proporciona um efeito ótico nos observadores.
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão.
"

Sans titre

NOV.D.1 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-11
  • Pièce
  • 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Em destaque, um painel suspenso do chão com cinco fotografias emolduradas com papel escuro, sendo que as quatro da extremidade são dos vários ângulos do Palácio da Alvorada e ao centro a fotografia do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) com seu nome na legenda da fotografia. Ao fundo, uma parede com revestimento amadeirado com janelas e persianas e piso aparentemente de ardósia.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021."

Sans titre

NOV.D.1 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-25
  • Pièce
  • 26/08/1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas e femininas estão observando a exposição tendo em destaque a ex-primeira dama do Brasil (de 1956 a 1961) Sarah Kubitschek (1908-1996) com vestido midi branco com mangas compridas, acessórios de pérolas e luvas branca a qual está segurando em sua mão esquerda enquanto conversa com o homem à sua esquerda. Ao fundo, um extenso painel de chão tem tramas aparentemente amadeiradas na parte superior e estas expõem diversas fotografias de maquetes físicas como do Palácio do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto bem como a construção desses monumentos. Na parte superior da fotografia, ao centro, uma pequena logomarca da empresa Panair do Brasil.
É possível observar a mesma figura humana masculina que conversa com a ex-primeira dama Sarah Kubitschek (1908-1996) e a figura humana feminina com vestido de estampa florida no item NOV-D-4-4-D-1 (26).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO:
Sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio.
"

Sans titre

NOV.D.1 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-26
  • Pièce
  • 26/08/1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Exposição sobre a construção da nova capital Brasília, no edifício Panair do Brasil em Lisboa, Portugal, em 26 de agosto de 1959. Em destaque, diversas figuras humanas masculinas e femininas estão observando a exposição tendo em destaque a ex-primeira dama do Brasil (de 1956 a 1961) Sarah Kubitschek (1908-1996) com vestido midi branco com mangas compridas, acessórios de pérolas e luvas branca a qual está segurando em sua mão esquerda enquanto também segura juntamente com a figura masculina à esquerda a Revista Módulo nº 11 de 1959. Ao fundo, parte do extenso painel de chão tem tramas aparentemente amadeiradas na parte superior. Na parte superior da fotografia, ao centro um pouco à direita, uma pequena logomarca da empresa Panair do Brasil.
É possível observar a mesma figura humana masculina que folheia a Revista Módulo nº 11 com a ex-primeira dama Sarah Kubitschek (1908-1996) e a figura humana feminina com vestido de estampa florida no item NOV-D-4-4-D-1 (25).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO PANAIR DO BRASIL:
“As origens da Panair do Brasil remontam à 17 de março de 1929, quando o americano Ralph O’Neill fundou a empresa New York, Rio, Buenos Aires Line, Inc. (NYRBA) com a ambiciosa missão de interligar as três cidades.
As primeiras rotas europeias da Panair do Brasil foram Lisboa, Paris e Londres. No dia 23 de setembro de 1946, Roma tornava-se a quarta escala no continente europeu. Nos anos seguintes outras cidades foram incluídas: Madri, Zurique, Frankfurt, Hamburgo, Dusseldorf, Istambul, Beirute e Cairo, sincronizados com a malha europeia da Pan American, de tal forma que a operação em algumas destas cidades eram para atender os interesses da empresa americana.
Em 1984, o Supremo Tribunal Federal deu ganho de causa à Panair do Brasil contra a falência e em 1995 foi encerrado o processo de falência, transformando a empresa apta a voltar suas atividades e mesmo três décadas inativa, possuía US$ 10 milhões em caixa. Em 10 de dezembro de 2014, a Comissão Nacional da Verdade reconheceu que a Panair do Brasil foi vítima de perseguição política por meio de instituições do Estado.” (NAGANO, 2023).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA MÓDULO:
A Revista Módulo foi criada em 1955 pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), sendo o editor do mesmo e tendo como tema principal a arquitetura, mas também temas sobre artes, urbanismo, design e cultura de forma geral. Em 1965 a Revista Módulo acabou por ser proibida pela ditadura militar do Brasil que iniciou-se em 1964 e voltou a circular em 1975, acabando definitivamente em 1986.
"

Sans titre

NOV.D.1 (9)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-9
  • Pièce
  • 1959
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem com pequena marca de fita na parte superior da fotografia. Exposição sobre a construção da nova capital do Brasil, Brasília, no Centro Cultural Brasil na Bolívia, La Paz, em 1959. Em destaque, três figuras humanas masculinas com vestes formais (paletó, calça e gravata) estão posando para a foto, sendo que o que está ao centro segura usa óculos de grau e está segurando um cigarro em sua mão esquerda. O ambiente possui paredes com revestimento amadeirado e piso aparentemente de ardósia. Atrás das figuras humanas masculinas, da esquerda para a direita, um painel suspenso do chão com diversas fotografias da construção de Brasília; uma figura humana aparentemente feminina com vestido sentada em um pequeno banco trás desse painel; pequenas janelas com persianas acima do painel; mais fotografias da construção de Brasília sobre a parede, um pequeno móvel e outra figura humana masculina com paletó, ao fundo.
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
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Sans titre