Operário

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NOV.C.2 (56)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-56
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em formato paisagem colorida, autor desconhecido. A imagem foi registrado em um dia ensolarado, no primeiro plano, apresenta-se três figuras masculinas sorridentes, no meio está o engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo fazendo uma pose para foto com o gesto positivo mostrando o ""Sinal de ok"" com o dedão para cima; os dedos do indicador ao mindinho fechados e está vestido de camisa branca, cinto bege com calça branca. Junto com dois oficiais uniformizados, de camisa branca e gravata verde, calça verde, cinto verde, e de chapéu quepe. Podemos enxergar por trás das figuras masculinas, a construção do Palácio da Alvorada, também um grupo de pessoas trabalhando (operários) em baixo da edificação. Do lado esquerdo da imagem, há uma ponte cruzando um canal, na qual duas figuras masculinas estão caminhando (Oscar Niemeyer e outra pessoa não identificada). No canto superior a esquerda da imagem, podemos visualizar o céu claro e nublado.

Informações adicionais:

O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
Fotografias remissivas:
NOV-D-4-4-B-25 (1); NOV-D-4-4-B-25 (2); NOV-D-4-4-B-25 (5); NOV-D-4-4-B-25 (6); NOV-D-4-4-B-25 (7); NOV-D-4-4-B-25 (8); NOV-D-4-4-B-25 (9); NOV-D-4-4-C-2 (27);NOV-D-4-4-C-2 (28); NOV-D-4-4-C-2 (29); NOV-D-4-4-C-2 (30); NOV-D-4-4-C-2 (31); NOV-D-4-4-C-2 (32); NOV-D-4-4-C-2 (33);NOV-D-4-4-C-2 (34); NOV-D-4-4-C-2 (35); NOV-D-4-4-C-2 (36);NOV-D-4-4-C-2 (37); NOV-D-4-4-C-2 (38); NOV-D-4-4-C-2 (39); NOV-D-4-4-C-2 (40); NOV-D-4-4-C-2 (41); NOV-D-4-4-C-2 (42); NOV-D-4-4-C-2 (43); NOV-D-4-4-C-2 (44); NOV-D-4-4-C-2 (45); NOV-D-4-4-C-2 (46); NOV-D-4-4-C-2 (65); NOV-D-4-4-C-2 (145); NOV-D-4-4-C-2 (146); NOV-D-4-4-C-2 (147).

"

Untitled

NOV.C.2 (70)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-70
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque, o presidente da república, Juscelino Kubitschek (1902-1976), e Israel Pinheiro (1896-1973), presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – NOVACAP, conversam enquanto inspecionam uma obra, sob o olhar atento dos operários. Kubitschek veste um paletó creme, camisa branca, calça social verde e sapatos marrons. Ele mantém os braços cruzados atrás do corpo, segurando um pequeno pacote não identificado. Pinheiro veste um paletó azul, camisa branca, calça marrom com listras brancas e sapatos marrons, também com os braços para trás. Em contraste, os operários vestem roupas simples e sujas, algumas rasgadas; dos oito trabalhadores, apenas quatro estão usando capacetes de proteção. Todos observam atentamente os dois políticos. Ao lado, dois homens vestidos com roupas sociais caminham de costas pelo ambiente. Kubitschek e Pinheiro estão sobre uma base de madeira elevada, com um operário em pé logo atrás, também com os braços para trás. Ao lado, há uma pequena construção de madeira pintada de amarelo, com listras vermelhas diagonais. Em frente a essa cabine de madeira, há um extintor de incêndio e três nichos laterais: um pintado de vermelho com uma lâmpada vermelha, outro pintado de amarelo com uma lâmpada, e o terceiro pintado de verde com uma lâmpada verde acesa. No segundo plano, é possível perceber que a foto foi tirada ao anoitecer, revelando um ambiente mais escuro, o que dificulta a visualização de detalhes adicionais. No entanto, nota-se um piso de terra com cascalho, seguido de um espaço escuro que indica uma diferença de profundidade no local. Ao fundo, a claridade do céu destaca uma árvore, uma pequena construção e a vegetação que se estende até a linha do horizonte.

Untitled

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