Olho d'água

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NOV.B.02 (222)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Pequeno olho d’água cristalina, proveniente de fontes que alimentam o Ribeirão do Gama. Ao redor, uma pequena barragem circunda o olho d’água como forma de contenção. Mais ao fundo, no canto superior esquerdo, evidencia-se uma trilha de terra.
CONTEXTO HISTÓRICO DO OLHO D’ÁGUA:
O Pequeno Olho d’água cristalina foi fundamental para a escolha do local da Residência Provisória do Presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961), uma vez que houve um consenso, entre o grupo idealizador, que a localidade do Catetinho deveria ser próximo a fontes de água para o abastecimento local. A nascente era proveniente de fontes que alimentam o Ribeirão do Gama. Além disso, gerava um microclima que auxiliava na amenização dos efeitos da seca e das altas temperaturas do Cerrado. Juscelino encantou-se com o local e dizia que a fonte dava vigor e sorte.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.02 (224)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Em destaque, uma pequena barragem circunda o olho d’água como forma de contenção e delimitação do espaço, é possível visualizar a tubulação submersa pela água, utilizada para o abastecimento do Catetinho. Ao redor, nota-se uma modificação do entorno por meio da remoção da vegetação, com trilha de terra batida para contemplação. Ao fundo evidencia-se a vegetação típica de mata de galeria, formação florestal nativa do Cerrado, a qual está segmentada por uma trilha simples de terra.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (550) com alteração de coloração e com menos aproximação do olho d’água.
CONTEXTO HISTÓRICO DO OLHO D’ÁGUA:
O Pequeno Olho d’água cristalina foi fundamental para a escolha do local da Residência Provisória do Presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961), uma vez que houve um consenso, entre o grupo idealizador, que a localidade do Catetinho deveria ser próximo a fontes de água para o abastecimento local. A nascente era proveniente de fontes que alimentam o Ribeirão do Gama. Além disso, gerava um microclima que auxiliava na amenização dos efeitos da seca e das altas temperaturas do Cerrado. Juscelino encantou-se com o local e dizia que a fonte dava vigor e sorte.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.02 (550)

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque, uma pequena barragem circunda o olho d’água como forma de contenção e delimitação do espaço, é possível visualizar a tubulação submersa pela água, utilizada para o abastecimento do Catetinho. Ao redor, nota-se uma modificação do entorno por meio da remoção da vegetação, com trilha de terra batida para contemplação. Ao fundo, evidencia-se a vegetação típica de mata de galeria, formação florestal nativa do Cerrado, a qual está segmentada por uma trilha simples de terra.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (224) com alteração de coloração e com menos aproximação do olho d’água.
CONTEXTO HISTÓRICO DO OLHO D’ÁGUA:
O Pequeno Olho d’água cristalina foi fundamental para a escolha do local da Residência Provisória do Presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961), uma vez que houve um consenso, entre o grupo idealizador, que a localidade do Catetinho deveria ser próximo a fontes de água para o abastecimento local. A nascente era proveniente de fontes que alimentam o Ribeirão do Gama. Além disso, gerava um microclima que auxiliava na amenização dos efeitos da seca e das altas temperaturas do Cerrado. Juscelino encantou-se com o local e dizia que a fonte dava vigor e sorte.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil