Oficina Francisco Brennand (Recife, PE)

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

Nota(s) da fonte

Mostrar nota(s)

Termos hierárquicos

Oficina Francisco Brennand (Recife, PE)

Termos equivalentes

Oficina Francisco Brennand (Recife, PE)

Termos associados

Oficina Francisco Brennand (Recife, PE)

4 Descrição arquivística resultados para Oficina Francisco Brennand (Recife, PE)

4 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos

NOV.B.2 (306)

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista lateral (sul) da varanda da fachada posterior (leste) do Palácio da Alvorada. Na imagem, do lado esquerdo, a varanda da edificação é retratada completamente finalizada. O ritmo estabelecido pela sequência das colunas e semi-colunas é refletido pelo piso, de granito cinza andorinha - atualmente, preto tijuca - com acabamento lateral de mármore branco, e pela pintura branca brilhosa da parte interna da cobertura. Ao fundo, enquadrado na perspectiva, estabelecida pela morfologia do Palácio e pelo ângulo do registro, há um trabalhador limpando o piso deste espaço. O subsolo aflorado da construção também aparece bem evidente, embora a sombra projetada não permita visualizá-lo com mais nitidez, o que faz parecer que a edificação está quase suspensa, isto é, suportada por poucos elementos. O gramado é registrado cobrindo totalmente o entorno imediato da casa oficial. A escada de acesso à área do jardim íntimo também é vista lateralmente e conecta o bloco da residência à escultura “Ritos e Ritmos"", da artista Maria Martins (1894-1973), que aparece do lado direito da fotografia. Em segundo plano, é notório que as paredes da piscina já se encontram revestidas de azulejos azuis, da Oficina Francisco Brennand, de Recife, e que há dois homens próximos à escada. Também, caminham, do lado direito, outras duas figuras masculinas bem perto da borda desse equipamento de lazer. Ainda, a pérgola com bar e churrasqueira, composta por uma fina cobertura sustentada por dois núcleos periféricos de concreto, é registrada pronta. No perímetro mais distante é possível identificar um trecho de solo aparente. Em terceiro plano, encontra-se a vista da paisagem nordeste, com o predomínio de áreas descampadas e com bolsões de vegetação. O lago Paranoá ainda não estava presente nesse horizonte. Em destaque ao redor do palácio, gramado plantado e ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE: O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”.
A piscina, de 50m de comprimento por 18m de largura e profundidade que varia de 0,70m a 2,10m, com ilha de formato pontiagudo e a cobertura plana de apoio já estavam no anteprojeto da residência, publicado pela primeira vez na revista Módulo de fevereiro de 1957. Ainda, sobre essa área, na edição 12 da revista Brasília, de dezembro de 1957, é informado a conclusão da obra da piscina. Outro ponto importante é que o acesso do subsolo à piscina não pertence ao projeto original e foi concebido apenas no início de 1991 a partir de uma reforma (ALMEIDA, 2012).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (308)

"Fotografia em cores, formato paisagem, autor desconhecido. Vista da fachada posterior (leste) e da área de lazer do Palácio da Alvorada. Em primeiro plano, há uma faixa de solo sem vegetação, em terra batida, com rastro que indicam a passagem de veículos no local. No lado direito da fotografia, sobre uma base de concreto revestida por pedra, encontra-se a escultura “Ritos e Ritmos"", da artista Maria Martins (1894-1973). Ainda, ao centro, ripas e tábuas de madeira aparecem depositadas sobre o chão. Logo atrás, em segundo plano, há a área de lazer da residência, composta por um grande gramado, a escada de acesso posterior, a piscina, o piso de concreto com juntas gramadas que rodeia o equipamento de recreação e a pérgola com bar e churrasqueira, a qual aparece do lado direito da imagem, quase se mimetizando com a paisagem. Próximo ao gramado, à direita da piscina, um carro, modelo Jeep Willys, está estacionado em uma via não pavimentada interna. Duas figuras masculinas aparecem em pé, perto do veículo. Ao fundo, parte da fachada posterior do Palácio aparece em ângulo perspectivado. A construção encontra-se completamente finalizada, com as colunas revestidas por mármore e a pele de vidro totalmente instalada, sendo possível notar que as cortinas internas já haviam sido colocadas. No registro, um homem é fotografado limpando a varanda desta fachada, enquanto outro aparece em pé, perto da semi-coluna de canto. Ao lado direito do volume principal da residência, a delicada capela em formato caracol é registrada já revestida, mas com algumas escoras e suportes em sua fachada norte. Em terceiro plano, há a vista noroeste do território de Brasília, sem alterações significativas na paisagem.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE: O Palácio da alvorada possui 12 colunatas na fachada posterior (leste) e 10 na fachada principal (oeste), sendo que as de canto são formadas por uma semi-coluna. A forma definitiva é resultado, especialmente, do projeto estrutural, de Joaquim Cardozo (1897 - 1978). Portanto, a curvatura estabelecida foi definida pela função de 4º grau y= 0,037x⁴ - 0,190x³ + 0,381x² -0,048x (ALMEIDA, 2012, p. 86).
Ainda sobre as colunas e a capela, o cuidado com tais elementos, por meio da realização de protótipos, é evidente em declarações de Oscar Niemeyer, tal como a feita na Revista Módulo, número 15, de junho de 1960, em que menciona: “Apesar dos prazos curtos demais que Brasília nos dava, com que carinho procuramos construir seus palácios. Lembro a coluna do Alvorada construída no chão, na escala natural, para a fixação perfeita das placas de mármore que a deveriam revestir. O mesmo ocorreu com a capela, feita primeiro em tijolo com o mesmo objetivo”.
A piscina, de 50m de comprimento por 18m de largura e profundidade que varia de 0,70m a 2,10m, com ilha de formato pontiagudo e a cobertura plana de apoio já estavam no anteprojeto da residência, publicado pela primeira vez na revista Módulo de fevereiro de 1957. Ainda, sobre essa área, na edição 12 da revista Brasília, de dezembro de 1957, é informado a conclusão da obra da piscina. Outro ponto importante é que o acesso do subsolo à piscina não pertence ao projeto original e foi concebido apenas no início de 1991 a partir de uma reforma (ALMEIDA, 2012).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (561)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Vista leste a partir da varanda da fachada posterior do Palácio da Alvorada. A fotografia foi feita centralizada com a escada de acesso para a área de lazer da casa oficial. Por isso, em primeiro plano, há um enquadramento provocado pela borda de duas colunas, por onde ocorre o acesso à escada, essa revestida por granito cinza andorinha. No ponto focal da imagem, ao centro, está a escultura “Ritos e Ritmos"", da artista Maria Martins (1894-1973). Ao lado direito da escada há um amplo gramado, enquanto ao lado esquerdo, além do espaço gramado plantado, está a piscina da residência, preenchida de água, e posterior a ela, um piso de concreto com juntas gramadas. Mais ao fundo, seis trabalhadores, posicionados em uma via não asfaltada, observam a realização da fotografia. A respeito dessas últimas figuras masculinas mencionadas, é válido ressaltar que um deles porta um instrumento de trabalho e, em contrapartida, os outros estão agrupados, se protegendo do sol com uma lona clara. Ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
CURIOSIDADE SOBRE A ESCULTURA:
Em 1959, ela concluiu a grande escultura O Rito do Ritmo, instalada em frente ao Palácio da Alvorada, em Brasília. Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança na inauguração da nova capital federal (STRECKER)."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (562)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem da área externa de lazer do Palácio da Alvorada, com enfoque na obra finalizada da piscina e na marquise de apoio. Em primeiro plano, há o vasto gramado do jardim íntimo localizado na parcela posterior (fachada leste) da construção. Logo após, há a piscina da residência concluída, de 50m de comprimento por 18m de largura e profundidade que varia de 0,70m a 2,10m. Na fotografia, é possível identificar que as paredes que compõem a ilha já estão revestidas de azulejos azuis - da Oficina Francisco Brennand, de Recife - e seu topo tem acabamento de mármore branco. O equipamento de lazer, que contem também com uma escada de acesso, aparenta estar em pleno funcionamento, com volume total preenchido por água. Implantada nas proximidades da lateral norte da piscina, deslocada para a direita, a pérgola com bar e churrasqueira, composta arquitetonicamente por uma fina cobertura sustentada por dois núcleos periféricos de concreto, é registrada em completamente concretada. No chão, sob essa marquise, duas pessoas são retratadas sentadas e repousando, enquanto outras quatro conversam mais ao fundo. Na ambiência que envolve essas construções, encontra-se o jardim da residência oficial, projetado pelo paisagista Yoichi Aikawa, em etapa inicial de implementação, sem vegetação de maior porte, mas já com as faixas de gramado no entorno imediato da edificação e com o piso, próximo à piscina, do lado leste, de concreto com juntas gramadas. Perto desse piso, do lado direito da imagem, cinco figuras masculinas com uniforme da Guarda Especial de Brasília (GEB) caminham em direção ao sul. Ainda neste plano, à esquerda, é notório um trecho de solo exposto, o que evidencia que, embora os elementos arquitetônicos estivessem prontos, o paisagismo e desenho da área externa da casa ainda estavam sendo executados. Por último, em terceiro plano, encontra-se a vista norte da cidade, local onde atualmente está parcialmente implantado o Lago Paranoá. Na paisagem há o predomínio do aspecto rural, marcado por grandes descampados em meio ao Cerrado. Ao redor da piscina há gramado plantado e ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte, composto de diversas fitofisionomias em forma de mosaico. É possível identificar trechos com adensamento de árvores, possivelmente cerrado típico (cerrado sentido restrito) e trechos campestres com ausência de árvores, caracterizando campo limpo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DA ALVORADA:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

CURIOSIDADE: A piscina com ilha de formato pontiagudo e a cobertura plana de apoio já estavam no anteprojeto da residência, publicado pela primeira vez na revista Módulo de fevereiro de 1957. Ainda, sobre essa área, na edição 12 da revista Brasília, de dezembro de 1957, é informado a conclusão da obra da piscina. Outro ponto importante é que o acesso do subsolo à piscina não pertence ao projeto original e foi concebido apenas no início de 1991 a partir de uma reforma (ALMEIDA, 2012).
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil