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NOV.B.3 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-20
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano, escultura ""O Rito do Ritmo"" da artista Maria Martins (1894 -1973). Ao fundo, observa-se o Palácio da Alvorada com sua fachada em pano de vidro e suas imponentes colunas. A escultura é uma obra surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobre base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para a cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova Capital Federal. .
"

Sans titre

NOV.B.3 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-21
  • Pièce
  • 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia em preto e branco no formato retrato. Escultura “Os Guerreiros” ou “Os Candangos” do artista Bruno Giorgi (1905 – 1993) na Praça dos Três Poderes. A Escultura em bronze, medindo oito metros de altura, representação de dois corpos em pé, abraçados e cada um segurando uma haste. A obra foi fundida no Rio de Janeira e instalada na Praça dos Três Poderes antes da inauguração de Brasília. Em um primeiro momento foi chamada de “Os Guerreiros”, mas, pouco tempo depois, houve uma mudança de nome e passou a ser conhecida como “Os Candangos”. O termo candango ganhou um significado diferente ao normalmente utilizado antes da construção da nova capital, passou a designar aquelas pessoas que vieram de fora para trabalhar na criação de Brasília. Dessa forma, a estátua deixa seu primeiro nome no esquecimento e começa a fazer uma analogia com os verdadeiros guerreiros que seriam todos aqueles que atuaram na construção da Nova Capital, os Candangos. Ao fundo, o Museu Histórico de Brasília ou Museu da Cidade.
"

Sans titre

NOV.B.3 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-22
  • Pièce
  • 1957
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Escultura de Edgar Duvivier (1914 - 2001) para o Brasília Palace Hotel. O documento NOV-C-1-2-0033(36)d, documentação textual Fundo Novacap – Processo de pagamentos/serviços, traz informações sobre a escultura do artista. O arquivo relata que Duviver e Oscar Niemeyer (1907 - 2012) combinaram que o artista faria a escultura para o hotel com o dimensão de 2,5 metros, devendo ser fundida em bronze, cabendo a ele apenas a execução do modelo em gesso. O artista compromete-se em entregar o modelo em 90 dias a contar da data do documento – 18/12/1957. Apesar de não ter referências do nome da escultura em documentos oficiais, há cópia da obra em tamanho menor com o nome “Goleiro” de autoria de Edgar Duvivier.

Sans titre

NOV.B.3 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-25
  • Pièce
  • 12/06/1958
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato retrato. A foto mostra a escultura "O Rito do Ritmo" da artista Maria Martins (1894 – 1973) sobre terra batida e, ao seu lado, há homem trajando uniforme policial. Escultura surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobre base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova Capital Federal. Ao fundo, o espelho d’água, o Palácio da Alvorada e sua capela à direita.

Sans titre

NOV.B.3 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-26
  • Pièce
  • 12/06/1958
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco. Fotografia da escultura "O Rito do Ritmo" da artista Maria Martins (1894 -1973) vista na diagonal sobre terra batida, e em sua frente vegetação típica do Cerrado que se estende na linha no horizonte, composto de diferentes fitofisionomias em forma de mosaico. Obra surrealista, fundida em bronze, polido e patinado, sobreposta a uma base em granito. Dimensões 511x289x143cm. Monumento criado para inauguração de Brasília, enviado para cidade em 25 de agosto de 1958. Encontra-se no jardim do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República, projetado por Oscar Niemeyer (1907 - 2012). Uma miniatura dessa escultura foi distribuída como lembrança aos convidados no dia da inauguração da nova capital federal.

Sans titre

NOV.B.3 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-27
  • Pièce
  • 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia em preto e branco no formato retrato. Escultura “Os Guerreiros” ou “Os Candangos” do artista Bruno Giorgi (1905 – 1993) na Praça dos Três Poderes. Fotografia de Mário Fontenelle (1919 – 1986). A Escultura em bronze, medindo oito metros de altura, representação de dois corpos em pé, abraçados e cada um segurando uma haste. A obra foi fundida no Rio de Janeira e instalada na Praça dos Três Poderes antes da inauguração de Brasília. Em um primeiro momento foi chamada de “Os Guerreiros”, mas, pouco tempo depois, houve uma mudança de nome e passou a ser conhecida como “Os Candangos”. O termo candango ganhou um significado diferente ao normalmente utilizado antes da construção da nova capital, passou a designar aquelas pessoas que vieram de fora para trabalhar na criação de Brasília. Dessa forma, a estátua deixa seu primeiro nome no esquecimento e começa a fazer uma analogia com os verdadeiros guerreiros que seriam todos aqueles que atuaram na construção da Nova Capital, os Candangos. Ao fundo, o Museu Histórico de Brasília ou Museu da Cidade. Em 1987 a escultura foi restaurada por Zeno Zani.

Sans titre

NOV.B.3 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-03-7
  • Pièce
  • 1958 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Fotografia colorida. Em foco, a escultura "Edificação" de autoria do arquiteto francês André Bloc (1896 - 1966), posicionada no salão nobre do Palácio da Alvorada. A obra passou 40 anos fora do Palácio e retornou ao espaço somente em 2018 após um processo de restauração. A escultura é constituída em bronze, composta por elementos geométricos empilhados de forma assimétrica, com uma base retangular de madeira. Ao fundo, há um par de poltronas em madeira de jacarandá e tecido, com estrutura retilínea, traços em ângulos retos descendo as pernas no mesmo contexto, assento e espaldar almofadado, com destaque para a luz ambiente proveniente das cortinas brancas. A criação da obra se deu em virtude do Congresso Internacional de Críticos de Arte, com o tema "Cidade Nova - Síntese das Artes", realizado em 1959, véspera da inauguração de Brasília. Na ocasião, foram convidados críticos e estudiosos com a finalidade de discutir a importância da colaboração arquiteto-artista e promover o conceito de Síntese das Artes como marca do Modernismo.

Sans titre