NOVACAP

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NOV.B.05(77)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-77
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem, estruturas metálicas dos ministérios na esplanada em Brasília–DF, entre os anos de 1957-1960, locação sequencial dos ministérios ao longo da esplanada onde nota-se as diversas etapas ao longo do processo de obra em cada um dos quatro ministérios presentes no registro, alguns ainda em esqueleto estrutural metálico e outros em certo nível de alvenaria e colocação de materiais e esquadrias das fachadas. É retratada a locação sequencial dos ministérios, onde da esquerda para direita identificam-se como: 1º - Ministério da Cultura, 2º - Ministério da Aeronáutica, 3º - Ministério da Marinha e 4º - Ministério da Guerra. No plano projetual de Lúcio Costa, a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que o edifício se localiza-se em sequência aos demais dispostos – inicialmente quatro se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. Revestimentos instalados, esquadrias com os vidros finalizados. Observam-se andaimes metálicos e em madeira, dispostos verticalmente nas fachadas para auxílio do processo de rebocagem. Na base dos edifícios existe uma delimitação por cercas feita de estacas de madeira dividindo o canteiro de obra juntamente com coberturas de apoio e armazenamento. Na via em frente a cerca, ocorre a movimentação de três caminhões, um jeep e alguns trabalhadores ao longo de toda a estrada. Na porção inferior da fotografia tem-se um vasto terreno com marcas de pneus em terra seca batida e no quadrante inferior esquerdo pedaços de estacas de madeira espalhados. Ao lado esquerdo, um agrupamento de materiais como cascalho/brita e areia em montes, atrás deles, tonéis e postes condutores de energia elétrica na larga delimitação do Eixo Monumental que divide os dois lados dos ministérios e consequentemente as Asas (Sul e Norte) do Plano Piloto. Nas proximidades dos ministérios, diversos canteiros de obras espalhados, instalações de auxílio aos trabalhadores, durante a realização do processo de obra em um dia parcialmente nublado. 

Untitled

NOV.B.07 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-15
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra Escritório da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), na avenida W3 sul, altura da 508 sul. Em primeiro plano, observamos as duas pistas da avenida aparentemente asfaltada, com carros estacionados entre elas. Em segundo plano, há a passagem de pedestres sob a calçada em frente ao escritório, em um prédio de dois andares a frente e parte de outro no canto direito. Na imagem, consta placa com os seguintes dizeres: "Escritório da NOVACAP; NOVACAP; Departamento de edificações; 5ª divisão". Em terceiro plano, horizonte nublado. Versão colorida da imagem disponível. Em Brasília, o primeiro escritório da NOVACAP se instaurou entre 1956 a 1959 na Candangolândia, e posteriormente na localização da imagem, na W3 Sul. Com a sua expansão, em 1966 a sede se transferiu para um edifício no Setor Bancário Norte até 1978, quando transferiu-se para sua sede definitiva no Setor de Áreas Públicas. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.07 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem registra Escritório da NOVACAP na avenida W3 sul, altura da 508 sul. Em primeiro plano, observamos restos de madeira sobre terra batida, e as duas pistas da avenida, com carros estacionados entre elas. Em segundo plano, há a passagem de pedestres sob a calçada em frente ao escritório, um prédio de dois andares, com parte de outra construção semelhante no canto direito. Na imagem, consta placa no canto esquerdo com os seguintes dizeres: "Escritório da NOVACAP; NOVACAP; Departamento de edificações; 5ª divisão". Em terceiro plano, horizonte ensolarado com poucas nuvens. Versão em preto e branco da imagem disponível. Em Brasília, o primeiro escritório da NOVACAP se instaurou entre 1956 a 1959 na Candangolândia, e posteriormente na localização da imagem, na W3 Sul. Com a sua expansão, em 1966 a sede se transferiu para um edifício no Setor Bancário Norte até 1978, quando transferiu-se para sua sede definitiva no Setor de Áreas Públicas. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

Untitled

NOV.B.08 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-21
  • Item
  • 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Vista da construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), a partir da perspectiva do Eixo Rodoviário W. Na imagem, a obra encontra-se em estágio final, no processo de fechamento das fachadas com blocos cerâmicos. Andaimes circundam a fachada e a atividade parece ter iniciado na parte superior direita da construção, local no qual os vãos entre os elementos estruturais encontram-se fechados. No canteiro de obras, delimitado por uma cerca de toras de madeira e arames e identificado por uma grande placa da Companhia Construtora Pederneiras S.A., há, mais ao centro, um amontoado de areia e, no lado esquerdo, uma grande movimentação de terra. Em todo o canteiro são dispostos vários caibros e tábuas de madeira, provavelmente oriundos das fôrmas e do cimbramento das peças estruturais. À frente, está o Eixo Rodoviário W, pavimentado, e um grande gramado que separa o cinema e a via, onde hoje encontra-se o acesso ao metrô e o estacionamento do Cine Brasília. Ainda, são retratados diversos trabalhadores, não identificados, posicionados sobre os andaimes, na laje de cobertura da área de acesso ao interior do cinema e no chão, próximo as madeiras. No lado direito do canteiro de obras, podem ser identificados quatro módulos de construções provisórias, geralmente utilizados como sala de reuniões, refeitório e depósitos de materiais. Na lateral esquerda da imagem, é possível visualizar o bloco K, atrás de duas árvores retorcidas, a construção do bloco residencial H, com andaimes e em fase de finalização da fachada posterior, e, ao fundo, o bloco G, sendo todos eles localizados na Superquadra 107 Sul (SQS 107). Do outro lado da fotografia, no canto direito, encontram-se em obra os blocos residenciais G e F, da Superquadra 106 Sul (SQS 106), e, mais ao fundo, os blocos C, com uma grande placa da empresa ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A, e B da Superquadra 306 Sul (SQS 306).
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de 150 dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

Untitled

NOV.B.08 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-30
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), na unidade de vizinhança modelo da capital. Na imagem, a obra encontra-se em estágio de escoramento dos elementos estruturais concretados. No canteiro de obras, delimitado por uma cerca de toras de madeira e arames, há a presença de alguns materiais de construção como britas, ripas e areia, quatro carrinhos de mão e uma betoneira sobre terra batida. Ainda, são retratados quinze trabalhadores, não identificados, posicionados em três locais distintos, sendo sete figuras masculinas no chão, três funcionários em cima de um grande andaime de madeira e cinco homens sobre a laje de cobertura. Ao fundo, no lado esquerdo do retrato, é possível identificar a construção do bloco residencial H, da Superquadra 107 Sul (SQS 107), em fase avançada de obra.
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de cento e cinquenta dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

Untitled

NOV.B.08 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-31
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Placa de identificação da construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), na unidade de vizinhança modelo da capital. Imagem do canteiro de obras com um amontoado de ripas de madeiras, utilizadas tanto no processo de escoramento quanto como fôrmas para os elementos estruturais do cinema. A fotografia foi feita fora do ambiente de obra, por essa razão é possível visualizar a cerca que delimita a área e a grande placa da construção do empreendimento, e a terra batida em frente. Tal identificação apresenta como informação o nome da construção, a NOVACAP e o Departamento de Edificações, como os responsáveis, as empresas Companhia Construtora Pederneiras S.A. e Estacas Franki LTDA., como executores, Felipe Nery Mc Pereira, como engenheiro responsável, e os nomes A. J. da Costa Nunes e Gilberto Pinto Scadda, sem funções identificadas. Ao fundo, além da presença do Cine Brasília com escoras de madeira, há um alojamento temporário no canteiro de obras e, no lado esquerdo, a construção do bloco residencial H da Superquadra 107 Sul. Ainda, estão presentes na fotografia quatro trabalhadores, sendo dois no chão, próximos às madeiras, um sobre a laje do cinema, e o último sobre um andaime lateral.
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de 150 dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

Untitled

NOV.B.08 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-41
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, Mário Fontenelle.
Vista da construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), a partir da perspectiva do local que atualmente corresponde ao Eixo Rodoviário W. Na imagem, a obra encontra-se em estágio de escoramento dos elementos estruturais concretados e um grande andaime de madeira ao centro é evidenciado. No canteiro de obras, delimitado por uma cerca de toras de madeira e arames e identificado por uma grande placa da Companhia Construtora Pederneiras S.A., existem materiais de construção e uma betoneira que se mesclam com a estrutura que está atrás e se tornam pouco visíveis no registro. À frente, terra batida em que estão quinze módulos de concreto dispostos de forma desalinhada no chão, possivelmente utilizados para a construção da calçada na margem da via que seria pavimentada. Ainda, são retratadas as silhuetas de diversos trabalhadores, não identificados, posicionados sobre a laje de cobertura do cinema. Na lateral esquerda da imagem, é possível identificar o bloco K, atrás de duas árvores retorcidas, e a construção do bloco residencial H, com andaimes e em fase de finalização da fachada, da Superquadra 107 Sul (SQS 107). Do outro lado da fotografia, no canto direito, encontram-se em obra os blocos residenciais G e F da Superquadra 106 Sul (SQS 106), e, mais ao fundo, os blocos C, com uma grande placa da empresa ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A, e B da Superquadra 306 Sul (SQS 306).
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de 150 dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

Untitled

NOV.B.18 (16)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-16
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas. Registro aéreo da conexão entre o Eixo Monumental (Via S1 e N1) e o Eixo Rodoviário (DF-002), local que viria a abrigar a Plataforma Rodoviária de Brasília. No registro, o Cruzamento entre as vias é evidenciado em pleno processo de obra, o rearranjo topográfico, demarcações realizadas e movimentações de terra se apresentam bem avançados, mas sem asfaltamento. Segundo relatos do Diário de Brasília (1959), a plataforma teve como função evitar os Cruzamentos viários, priorizando os fluxos de trânsito mais rápidos das rodovias, e os mais lentos das vias locais. As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1902-1998) (1987, p. 12) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contato com a cidade” (...). O Eixo Monumental percorre o centro do registro, sobressaindo das extremidades esquerda e direita da fotografia, estando orientado em norte-sul, sendo possível identificar também a demarcação das vias de retorno viário ainda em terra batida. Da mesma forma, o Eixo Rodoviário transpassa o quadrante inferior do registro, cortando o Eixo Monumental ao meio nas orientações leste-oeste, arqueando-se nos eixos que configuram a Asa Sul do Plano Piloto. No centro do Cruzamento entre os eixos, instalações auxiliares ao processo de obra se fazem presentes, galpões e pequenas edificações - com telhado em duas quedas -, montantes de areia e madeira, além de maquinários. Diversas estradas vicinais interligam pontos estratégicos de passagem de maquinário e materiais para o processo de obra. Acima do Eixo Monumental, no quadrante central esquerdo, parte da área que foi destinada para a locação do Setor Bancário Sul que, segundo a Revista Brasília (1957, p. 12), “lateralmente à intersecção dos dois eixos, mas participando funcionalmente em termos de composição urbanísticos do Eixo Monumental, localizaram-se o setor bancário [...]. O terreno apresenta processo de terraplenagem avançado, com diferenças de topografia bem definidas, havendo a presença de instalações de apoio nas proximidades. Devido ao ambiente de obra, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, além de montes residuais da obra. Em plano posterior ao Cruzamento dos eixos, parte da escala edilícia das superquadras se faz presente entre os eixos, estando em etapas diferentes de construção e pavimentação das vias; com presença de árvores de pequeno e médio porte sobre o solo de gramíneas do Cerrado. O relevo do planalto central se faz nítido e a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. Observa-se a presença de uma vasta vegetação de Cerrado (fitofisionomia não identificável), que se estende pelo horizonte e entre as vias de terra batida. Ao fundo, na parte superior do registro, à esquerda do Eixo Rodoviário Sul, doze construções contrastam com a vegetação do Cerrado, possivelmente se tratando de alojamentos para operários pertencentes ao acampamento da Vila Metropolitana, local que hoje faz parte da região do Núcleo Bandeirantes, e foi responsável, antes mesmo da construção de Brasília, abrigar os primeiros candangos engenheiros e trabalhadores da Companhia Metropolitana de Estradas, esta que foi responsável pelas obras de terrapleno da pista de pouso do futuro aeroporto de Brasília (Costa, 2011).
"

Untitled

NOV.B.18 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-33
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área correspondente à Plataforma da Rodoviária de Brasília, vista de uma das vias N1 ou S1 (provavelmente da via N1, se considerado o volume de terra à esquerda como sendo o Teatro Nacional), entre os anos de 1958-1960. Em fase intermediária de construção, observa-se a Plataforma Rodoviária ao fundo já construída, com pistas já asfaltadas, entretanto as demais áreas que recebem o paisagismo e vegetação da área central do Eixo Monumental. No terço esquerdo da fotografia, localizam-se montes de terra, sendo um deles possivelmente destinado à construção do Teatro Nacional, mais acima do nível da pista de rolagem. No sopé deste aterro, uma instalação de apoio ao canteiro envolto em um cercado de madeira, abrigando materiais construtivos, trabalhadores e um caminhão (provável Ford F100) branco. No terço central do retrato, pilhas de madeiras e ferro, quatro grandes instalações de apoio e um andaime de madeira. À frente, uma fileira de postes de energia estão centralizados no Eixo Monumental. No terço direito, está uma instalação de apoio com mais materiais de obra em frente e um possível Jeep em tom azulado, no limite da fotografia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento". As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)".

Untitled

NOV.B.18 (72)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-72
  • Item
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem retrata a construção das edificações próximas à W3 sul, registrada entre os anos de 1957-1960, em Brasília-DF. Vista aérea do comércio residencial da W3 Sul, na altura da quadra 507/707 sul, onde se localizava o Banco Lowndes S.A. Atrás dos blocos de comércio onde se localiza o Banco Lowndes estão instalações de apoio aos trabalhadores do canteiro de obras. Ao lado direito dessas instalações está a Escola Parque da 308 Sul, uma das primeiras escolas construídas de Brasília e, logo atrás, está a Igrejinha com azulejos de Athos Bulcão (1918-2008), que são obras que compõem a superquadra modelo 308 Sul. Observam-se diversos carros, caminhonetes, caminhões, Jeep Willys, Rural Willys, Kombi, dentre outros veículos a circular pela via W3 e W2 Sul (via marginal, atrás dos comércios). Atrás dos comércios há espaços definidos para estacionamento, bem como faixas de calçamento. No primeiro bloco comercial, no quadrante inferior esquerdo, um homem se locomove na segunda abertura no térreo, da direita para a esquerda. Abaixo do primeiro bloco comercial, próximo da linha inferior da fotografia, está uma região descampada, em terra seca batida, provavelmente ainda em processo construtivo. Na parte inferior da imagem nota-se fragmento de vegetação de Cerrado com espaços desmatados, evidências da intervenção humana e entre as construções nota-se espaços com gramíneas e árvores esparsas.Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). As regiões das quadras 105 e 305 sul receberam 1020 apartamentos em 34 blocos construídos pela Fundação da Casa Popular e pelo Instituto de Previdência (IAPI) e outras quadras próximas à W3 Sul receberam 500 unidades residenciais geminadas. A Fundação da Casa Popular foi instituída em 1946 como órgão federal pioneiro voltado para o desenvolvimento urbano e de habitação, em meio a crise de habitação do antigo Distrito Federal (localizado no Rio de Janeiro). As construções residenciais da FCP tinham uma proposta de casas populares, sendo as primeiras em alvenaria de Brasília. Foram feitas casas também pela ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A e pela Caixa Econômica Federal - mais precisamente, 222 casas duplex. No período de construção de Brasília, em tratado com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP), a FCP construiria, em Dezembro de 1956, 100 casas “proletárias” que depois vieram a se tornar 500 casas “populares”, em Agosto de 1957, mudança essa que pode ter alterado a destinação dessas casas para outro tipo de público-alvo - de trabalhadores de baixa renda, para trabalhadores média renda - como defendeM autores como Holston (1993). Autor da fotografia: Mario Fontenelle. Remissiva B7, B2
"

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