NOVACAP

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NOV.B.13 (106)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-106
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Registro interno do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 1956-1960 em Brasília-DF. Vista do bloco em T que abriga o salão de eventos e o restaurante do BPH (Brasília Palace Hotel), onde ocorre um evento, no momento em que a fotografia foi retirada. Vê-se diversas pessoas no espaço interno, dentre as quais estão funcionários (vestidos de uniforme branco, gravata borboleta e calça preta) e convidados (dispersos, mas em grande maioria sentados ao redor da mesa). Do lado de fora, próximo aos pilares do bloco, está um grupo de homens, possivelmente trabalhadores e funcionários do hotel, levando em consideração suas vestimentas: macacões, camisas sociais, uniformes de garçom, dentre outros. Na parte superior da imagem, nota-se parte da folha de uma palmeira. O hotel tem 13.562 m² de área construída, contava com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O BPH foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).

Untitled

NOV.B.13 (104)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-104
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Registro interno do Brasília Palace Hotel (BPH), ou Hotel de Turismo, entre os anos de 1956-1960 em Brasília-DF. Vê-se um funcionário, provavelmente um mensageiro, uniformizado, aguardando em pose de subordinação em frente aos elevadores de acesso aos quartos de hóspedes. Ao fundo está uma placa com as inscrições: “American Plan para melhor atendimento, dispomos de condução para leva_lo aos nossos restaurantes Au Bon Gourmet SQS 106 Cantina Firenze SQS 104 Ran Gon Rest Chines PRC 3 Poderes Rest Internacional no Aeroporto Barbearia no 1 andar. Golden Room Orquestra Diariamente 22:00”. Observa-se que as paredes eram revestidas com ripas de madeira e o piso de pedra escura. Ao lado esquerdo do funcionário uma placa metálica com um botão para solicitar os elevadores, abaixo uma lixeira com duas aberturas laterais e um cinzeiro acoplado na parte superior. O elevador localizado do lado direito, encontra-se com as portas abertas. No limite direito da fotografia, uma abertura que dá acesso a um corredor. No quadrante superior esquerdo uma mancha escura cobre uma pequena parte da fotografia. O hotel tem 13.562 m² de área construída, contava com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O BPH foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, servindo de hospedaria para Juscelino Kubitschek (1902-1976), servidores vindos de outros pontos do país, pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de visitantes da nova capital. se tornou cenário de grandes eventos, espaço de confraternização e convivência dos pioneiros, gente da alta sociedade, políticos e embaixadores. Em toda a sua história, hospedou desde importantes figuras políticas à celebridades, como: a Rainha Elizabeth II (1926-2022), Fidel Castro (1926-2016), Gisele Bündchen (1980-), Caetano Veloso (1942-) e Tom Jobim (1927-1994).

"

Untitled

NOV.B.13 (102)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-102
  • Item
  • 1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco no formato paisagem da fachada em construção do Hotel Nacional, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Representante digital está superexposta e apresenta alguns pontos e riscos brancos na imagem. Perspectiva do Hotel Nacional, na direção da via S2, porém à altura do viaduto que liga ao eixo W. O edifício estava com 4 pavimentos revestidos e com esquadrias instaladas, enquanto o restante dos 6 andares ainda estavam em construção, envoltos por andaimes. Abaixo, no térreo, observa-se a construção da área social do Hotel, local destinado à boate, piscina, bar, playground, salão de leitura e auditório. Adjacente ao bloco térreo, estão as vias delimitadas e permeadas por terra avermelhada e revolvida. Ao fundo, no quadrante inferior direito, notam-se três instalações de apoio ao canteiro e aos trabalhadores. O projeto do Hotel Nacional foi feito por Nauro Esteves (1923-2007), colaborador de Oscar Niemeyer (1907-2012) na NOVACAP e a execução de todo o complexo com 43,4 mil m² de área construída com seus 347 apartamentos foi designada para a construtora Pacheco Fernandes Dantas S.A com design de interiores da empresa Decorações Wolko Ltda. A construção do hotel teve início em 01/1960 e foi inaugurado em 1961, recebendo figuras ilustres como a Rainha Elizabeth II (1926-2022) e o Príncipe Phillip (1921-2021), presidentes dos EUA Jimmy Cartes (1924-) e Ronald Reagan (1911-2004), o presidente francês Charles de Gaulle (1890-1970), a primeira-ministra da Índia, Indira Gandhi (1917-1984), os cosmonautas soviéticos Pavel Romanovich Popovich (1930-2009) e Andrian Nikolayev (1929-2004), e artistas como Roberto Carlos (1941-), Fernanda Montenegro (1929-), John Travolta (1954) e Catherine Deneuve (1943) já assinaram o Livro de Ouro de visitantes do hotel.

Untitled

NOV.B.13 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-1
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida aérea em formato paisagem. A representação digital apresenta manchas e pontos verdes, além de uma marca circular no quadrante superior esquerdo. Registro da implantação do Brasília Palace Hotel (BPH), localizado em Brasília-DF. Vista aérea da fachada oeste do Brasília Palace Hotel durante a fase final da construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, sendo uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. No centro da imagem, nota-se a extensão do edifício BPH, envolto por vegetação campestre (campo sujo) tracejado por estradas de terra que convergem no hotel, indicando intervenção humana na área verde. Entre os dois edifícios (Brasília Palace Hotel e Palácio da Alvorada), percebe-se a ocorrência de ação antrópica devido à área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras. Em segundo plano, à frente do renque de palmeiras centralizadas, uma instalação de apoio ao canteiro, e, ao lado direito do renque, uma edificação baixa e retilínea destinada ao apoio técnico e de serviços do hotel. Na parte inferior esquerda da imagem, há um campo de futebol de terra batida em frente ao Palace Hotel. No plano de fundo, no quadrante superior direito, é vislumbrado o volume construtivo do Palácio da Alvorada - barra horizontal e os pilares - com a capela anexa (ALMEIDA, 2012, p.72). O horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado devido aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que viria a ser a península do lago Paranoá. Torna-se nítida a presença do Cerrado pelo horizonte, com trechos de vegetação campestre e trechos com maior densidade de árvores. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar, e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008). Imagens complementares podem ser encontradas nos grupos/maços: nov-d-4-4-b-2; nov-d-4-4-b-6; nov-d-4-4-b-19; nov-d-4-4-b-23.

Untitled

NOV.B.10 (70)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-70
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra a Esplanada dos Ministérios iluminada no período noturno. Em primeiro plano, terra batida e no canto direito direito na calçada. Em segundo plano, o Eixo Monumental já asfaltado com um automóvel trafegando. Ainda no mesmo plano, ao fundo, postes acesos á direita, e cerca de três prédios ministeriais enfileirados, todos iluminados. A Esplanada dos Ministérios, situada na região central de Brasília, é o espaço que abriga os prédios - sede dos três poderes e outros prédios como os ministérios e a catedral. A região se situa na região leste do Eixo Monumental, e de acordo com o projeto de Lúcio Costa, seria o local onde mais se desenvolve a escala monumental de Brasília (BRAGA, 1997, p. 6). A área é caracterizada por extremas áreas livres em que os edifícios ministeriais se dispõem enfileirados nas laterais, sendo margeados pelo eixo monumental e um extenso canteiro de gramado ao centro que se estende até o Congresso Nacional e ao fundo a Praça dos Três Poderes, no extremo leste da avenida (BRAGA, 1997, p. 7). Os prédios dos ministérios se apresentam na forma de paralelepípedos de base retangular (BRAGA, 1997, p. 7) e o gramado da Esplanada dos Ministérios é palco de manifestações populares de cunho cívico, cultural, religioso, esportivo e político, atividades para as quais se vocaciona (SEGETH, 2014, p. 6). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (69)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-69
  • Item
  • 22/04/1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra a Esplanada dos Ministérios iluminada no período noturno. Na parte central da fotografia observa-se uma fileira de postes iluminando a avenida, e nas laterais os prédios ministeriais da direita ainda na fundação e da esquerda já prontos e iluminados. Ainda no mesmo plano, ao fundo observa-se os prédios do congresso nacional, e na frente dos predios ministeriais da direita há iluminação que possivelmente é da catedral em construção. Com exceção da parte central, todo o resto da fotografia apresenta fundo preto. É importante destacar que essa fotografia foi tirada no dia posterior à inauguração de Brasília. A Esplanada dos Ministérios, situada na região central de Brasília, é o espaço que abriga os prédios - sede dos três poderes e outros prédios como os ministérios e a catedral. A região se situa na região leste do Eixo Monumental, e de acordo com o projeto de Lúcio Costa, seria o local onde mais se desenvolve a escala monumental de Brasília (BRAGA, 1997, p. 6). A área é caracterizada por extremas áreas livres em que os edifícios ministeriais se dispõem enfileirados nas laterais, sendo margeados pelo eixo monumental e um extenso canteiro de gramado ao centro que se estende até o Congresso Nacional e ao fundo a Praça dos Três Poderes, no extremo leste da avenida (BRAGA, 1997, p. 7). Os prédios dos ministérios se apresentam na forma de paralelepípedos de base retangular (BRAGA, 1997, p. 7) e o gramado da Esplanada dos Ministérios é palco de manifestações populares de cunho cívico, cultural, religioso, esportivo e político, atividades para as quais se vocaciona (SEGETH, 2014, p. 6). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85), B10 (86).

Untitled

NOV.B.10 (66)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-10-66
  • Item
  • 21/03/1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco em formato paisagem registra maquinário realizando terraplanagem do Rio Paranoá, para a construção da Barragem do Paranoá. Em primeiro plano observa-se revolvimento de terra por trator de esteira da empresa estadunidense Caterpillar (modelo CAT A7), com a finalidade de desviar a trajetória do Rio Paranoá para o vertedouro da barragem. Em segundo plano, observa-se vegetação florestal típica do Cerrado que ocorre próximo a cursos d'água (mata de galeria ou mata ciliar). Em terceiro plano, observa-se o horizonte nublado. Fotógrafo: Mário Fontenelle. Imagens complementares podem ser encontradas no grupo/maço A.1 (Paisagens) itens A.1(25), (37), (69) e (76) e no grupo/maço B10 (Energia) itens B.10 (33), B.10 (35), B.10 (38), B.10 (39), B.10 (61), B.10 (65), B.10 (67), B.10 (68), B.10 (89), B.10 (109), B.10 (111), B.10 (116).
CONTEXTO GERAL:
A primeira menção ao lago Paranoá, em 1893, deve-se ao botânico Auguste François Marie Glaziou (1828-1906), membro da Comissão Cruls, quando esse identificou um vale banhado pelos rios Torto, Gama, Vicente Pires, Riacho Fundo, Bananal e outros. A extensa planície propícia à cobertura de água que atingiria cota variável entre 990 e 1.000 m está entre dois grandes chapadões conhecidos na localidade por Gama e Paranoá. A ideia de formação do lago através da construção de uma barragem no rio Paranoá foi incorporada ao edital do concurso do Plano Piloto de Brasília como elemento obrigatório desse em 1955. (SILVA, 2006, p.296). Junto ao projeto do lago e barragem foi idealizado a Usina do Paranoá como solução ao problema de oferta de energia elétrica aos habitantes da nova capital. O lago ornamental formado pela barragem a jusante do rio Paranoá e limitado pelos rios Bananal e Gama teve como motivo paisagístico o embelezamento da cidade e atração para atividades de lazer. O alagamento da extensa planície implicou no desvio do rio Paranoá e consequente alteração da paisagem ocupada pelos moradores nativos da região. A construção da barragem se iniciou no final de 1957, com o desvio do rio Paranoá, e foi concluída em 1959 com o início da formação do lago. A obra envolveu diversas empresas como a Planalto, a Portuária, CCBE, Camargo Correia, Rodobrás e Geotec e demandou a criação de um acampamento provisório em 1957 para abrigar os operários e engenheiros da empresa construtora, que estava em uma área hoje inundada pelo lago. À medida que as obras da barragem avançavam, o acampamento ia para uma cota mais alta, dando origem posteriormente à Vila do Paranoá, onde hoje situa-se o Parque Ecológico do Paranoá. Durante a construção foram montadas diversas pedreiras para a obtenção de matéria-prima como areia, cascalho e brita. A barragem é de terra, com núcleo de argila, enroncamento no talude de montante e grama no talude de jusante. Sua extensão é de 630 m (600 em terra e 30 em concreto) e altura de 48 metros, com o nível altimétrico de crista de 1004,3 m.
ETAPAS DE CONSTRUÇÃO DA BARREGEM:
A construção da Barragem do Lago Paranoá foi marcada por uma obra conturbada devido a sua grandiosidade, aos curtos prazos e mudanças de empresas contratadas para execução da mesma. Esse processo pode ser divido em principais etapas. Sendo a demarcação e terraplanagem correspondente aos primeiros momentos da obra onde foi marcado o eixo do corpo da barragem, assim como ralizadas as sinalizações do canteiro. Ao mesmo tempo iniciou-se o levantamento do primeiro acampamento de apoio, junto a retiradas da vegetação nativa e movimentações de terra. Em seguida deu-se inicio à escavação da trincheira de impermeabilização e do canal para passagem do conduto ou galeria de desvio, que correspondem, respectivamente, ao corte longitudinal feito no solo para abrigar a cortina de impermeabilização com injeção de pasta de cimento que dará sustentação estrutural ao corpo da barragem e ao canal linear transversal (perpendicular ao corpo da barragem) feito para acomodar o Conduto de Desvio do rio. Assim que realizado o conduto, estrutura em concreto armado, com seção de 3,00 x 3,60 m, utilizada para o desvio do curso d’água por baixo da barragem, foi iniciada a ensecadeira, em solo compactado, para absorver a água do curso natural do rio Paranoá que não foi deslocada para o conduto. Com essas estruturas finalizadas e em funcionamento foi possível construir o então corpo da barragem em terra para suportar o represamento de água do futuro lago e onde também uma futura pista de asfalto conectou as duas margens do rio. Por fim, foi construído o vertedouro, em concreto armado, composto por três comportas de vão livre para o controle de vazão e escoamento de água excedente do lago, a adutora de água para a Usina do Paranoá e a pista asfaltada que conecta a barragem ao Lago Sul."

Untitled

NOV.B.08 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-41
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, Mário Fontenelle.
Vista da construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), a partir da perspectiva do local que atualmente corresponde ao Eixo Rodoviário W. Na imagem, a obra encontra-se em estágio de escoramento dos elementos estruturais concretados e um grande andaime de madeira ao centro é evidenciado. No canteiro de obras, delimitado por uma cerca de toras de madeira e arames e identificado por uma grande placa da Companhia Construtora Pederneiras S.A., existem materiais de construção e uma betoneira que se mesclam com a estrutura que está atrás e se tornam pouco visíveis no registro. À frente, terra batida em que estão quinze módulos de concreto dispostos de forma desalinhada no chão, possivelmente utilizados para a construção da calçada na margem da via que seria pavimentada. Ainda, são retratadas as silhuetas de diversos trabalhadores, não identificados, posicionados sobre a laje de cobertura do cinema. Na lateral esquerda da imagem, é possível identificar o bloco K, atrás de duas árvores retorcidas, e a construção do bloco residencial H, com andaimes e em fase de finalização da fachada, da Superquadra 107 Sul (SQS 107). Do outro lado da fotografia, no canto direito, encontram-se em obra os blocos residenciais G e F da Superquadra 106 Sul (SQS 106), e, mais ao fundo, os blocos C, com uma grande placa da empresa ECEL Escritório Construtora Engenharia S/A, e B da Superquadra 306 Sul (SQS 306).
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de 150 dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

Untitled

NOV.B.08 (31)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-31
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Placa de identificação da construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), na unidade de vizinhança modelo da capital. Imagem do canteiro de obras com um amontoado de ripas de madeiras, utilizadas tanto no processo de escoramento quanto como fôrmas para os elementos estruturais do cinema. A fotografia foi feita fora do ambiente de obra, por essa razão é possível visualizar a cerca que delimita a área e a grande placa da construção do empreendimento, e a terra batida em frente. Tal identificação apresenta como informação o nome da construção, a NOVACAP e o Departamento de Edificações, como os responsáveis, as empresas Companhia Construtora Pederneiras S.A. e Estacas Franki LTDA., como executores, Felipe Nery Mc Pereira, como engenheiro responsável, e os nomes A. J. da Costa Nunes e Gilberto Pinto Scadda, sem funções identificadas. Ao fundo, além da presença do Cine Brasília com escoras de madeira, há um alojamento temporário no canteiro de obras e, no lado esquerdo, a construção do bloco residencial H da Superquadra 107 Sul. Ainda, estão presentes na fotografia quatro trabalhadores, sendo dois no chão, próximos às madeiras, um sobre a laje do cinema, e o último sobre um andaime lateral.
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de 150 dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

Untitled

NOV.B.08 (30)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-08-30
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido.
Construção do Cine Brasília, localizado na entrequadra sul 106/107 (EQS 106/107), na unidade de vizinhança modelo da capital. Na imagem, a obra encontra-se em estágio de escoramento dos elementos estruturais concretados. No canteiro de obras, delimitado por uma cerca de toras de madeira e arames, há a presença de alguns materiais de construção como britas, ripas e areia, quatro carrinhos de mão e uma betoneira sobre terra batida. Ainda, são retratados quinze trabalhadores, não identificados, posicionados em três locais distintos, sendo sete figuras masculinas no chão, três funcionários em cima de um grande andaime de madeira e cinco homens sobre a laje de cobertura. Ao fundo, no lado esquerdo do retrato, é possível identificar a construção do bloco residencial H, da Superquadra 107 Sul (SQS 107), em fase avançada de obra.
O projeto do Cine Brasília é assinado por Oscar Niemeyer (1907-2012) e foi inaugurado no dia 22 de abril de 1960. O cinema faz parte do Conjunto Urbanístico de Brasília (CUB) que, em 1987, recebeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A edificação, em si, foi tombada a nível distrital por meio do decreto nº 28.519, de 07 de fevereiro de 2007.
Sobre a construção do Cine Brasília, o Diário de Brasília de 1960 apresenta, no dia 8 de fevereiro, a seguinte informação: ""Antes de 21 de abril estará terminada a construção do Cine Unidade de Vizinhança, que se localiza entre os blocos IAPI e IAPETC e que começou a ser erguido em novembro do ano passado. Com uma tela de 15 metros por 7, uma fachada de 54 metros e tendo 60 metros da entrada à tela, o primeiro cinema de Brasília terá capacidade para 1.500 espectadores, e disporá de ar-refrigerado"". Embora essas informações apareçam no diário da construção, nem todas de fato foram concretizadas. Atualmente, o cinema possui 607 lugares e sua tela tem 14 metros de comprimento por 6,30 metros de altura. Inaugurado em 1960, o Cine Brasília passou por duas grandes reformas em 1975 e 2012. A primeira reforma foi realizada pela empresa Santa Bárbara Engenharia S.A., e tinha como responsável técnico Fernando Márcio Queiroz e como engenheiro Paulo de Paiva Fonseca. O valor estimado da obra foi de quatro milhões e quinhentos mil cruzeiros, e o prazo de execução estabelecido foi de cento e cinquenta dias a partir do dia 01 de julho de 1975, data da Ordem de Serviço, Nº 034/75-CFO.
Sobre os documentos referentes ao Cine Brasília, consultar mais informações no fundo NOVACAP, na seção B.9 (Presidência - Contratos/Propostas), nas caixas 273 a 275."

Untitled

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