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NOV.C.1 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-14
  • Pièce
  • 21/04/1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco se vê uma família junta, frente à fachada de uma casa, a família é composta por dois homens, duas mulheres e três crianças. A estrutura da casa é de alvenaria com janelas em fita, feitas em madeira maciça. A fotografia foi registrada em 21 de abril de 1960, dia da inauguração da nova capital, e retrata a família do jornalista Raimundo Nonato Silva (1918), o homem vestido de terno preto à direita.
Nonato foi diretor da Divisão de Divulgação da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil) e editor da Revista Brasília, periódico mensal mantido pela construtora a fim de documentar a estruturação da cidade, sendo o primeiro veículo de comunicação da capital. O jornalista foi contratado pela Novacap para editar o boletim da companhia com as nomeações e atos oficiais, assumindo oficialmente a direção da Divisão de Divulgação e da revista em 16 de abril de 1957, substituindo a posição de Paulo Rehfeld.
"

Sans titre

NOV.C.1 (13)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-13
  • Pièce
  • 21/04/1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco se vê o jornalista Raimundo Nonato da Silva (1918), em frente ao Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade) no dia 21 de abril de 1960, mesmo dia da inauguração tanto do museu quanto da nova capital. Ao fundo sob a estrutura do monumento se vê várias pessoas que celebram a inauguração da cidade.
Nonato Silva foi diretor da Divisão de Divulgação da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil) e editor da Revista Brasília, periódico mensal mantido pela construtora a fim de documentar a estruturação da cidade, sendo o primeiro veículo de comunicação da capital. O jornalista foi contratado pela Novacap para editar o boletim da companhia com as nomeações e atos oficiais, assumindo oficialmente a direção da Divisão de Divulgação e da revista em 16 de abril de 1957, substituindo a posição de Paulo Rehfeld, que passa a ser chefe da organização.
O Museu Histórico de Brasília é um projeto de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer, o monumento faz parte do Conjunto Cultural Três Poderes (integram também o conjunto: Palácio do Planalto, o Panteão da Pátria e o Supremo Tribunal Federal) e foi planejado com o intuito de preservar a história e feitos relacionados ao projeto audacioso que foi a construção de Brasília. O museu tem sua estrutura formada por um bloco longitudinal, que se apoia fora do eixo sobre um cubo, erguido em concreto armado, conta com elementos estéticos modernistas, marcado principalmente pelas linhas retas e sóbrias, seu atributo mais chamativo são as inscrições históricas presentes em suas paredes revestidas de mármore branco, tanto na fachada externa quanto nas paredes internas do marco.
"

Sans titre

NOV.C.1 (12)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-12
  • Pièce
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Em destaque Ricardo Ney Dutra Ururahy (Rio de Janeiro, 1922 - Brasília, 2013), chefe de gabinete do presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital – Novacap, Israel Pinheiro, em Brasília. Ney está situado em um ambiente de escritório, sentado à mesa com os braços apoiados. Na mesa, é possível observar alguns itens de materiais de escritórios. O fotógrafo optou por um enquadramento bastante restrito, dando ênfase exclusivamente ao indivíduo. Essa imagem foi utilizada para compor a reportagem sobre as pessoas que construíram Brasília, a qual foi publicada na edição número 40 da Revista Brasília.

Autodidata, Ricardo Ney Ururahy foi um paisagista brasileiro e um dos pioneiros durante a construção da capital. Começou sua carreira como paisagista em 1946 no Rio de Janeiro. Junto com Ernesto Silva e Israel Pinheiro, chega a Brasília em 1956, nomeado como Chefe de Gabinete de Israel. Posteriormente, chefiando a equipe coordenadora dos operários, tornou-se Chefe da Divisão de Pessoas da NOVACAP. Após 25 anos de contribuição ao serviço público, Ney Ururahy se despede do cargo e passa a exercer uma antiga função, a de paisagista. Entre os projetos de sua carreira temos o jardins de edifícios públicos, como no Palácio do Itamaraty e os jardins do terraço do Anexo IV na Câmara, jardins de embaixadas estrangeiras, como as da Itália e da Inglaterra e os projetos paisagísticos de quadras residenciais, como na SQN 110 Norte e SQSW 305 Sudoeste, entre outros.

A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.

A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.

A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.

Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.
"

Sans titre

NOV.C.1 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-11
  • Pièce
  • 1956 - 1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque estão os integrantes do Conselho de Administração da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap, no escritório do Rio de Janeiro. No centro da imagem, encontra-se o presidente da NOVACAP, Israel Pinheiro (1896 – 1973), ao seu lado direito está Aristóteles Bayard Lucas de Lima (1906 – 1995) e outro homem que não foi identificado. Do lado esquerdo de Israel Pinheiro, está Alexandre Barbosa Lima Sobrinho (1897 – 2000) e General Ernesto Dorneles (1897 – 1964). Ao fundo, nota-se um grande quadro contendo o mapa do Brasil, com diversas linhas convergindo para a região do Distrito Federal. A fotografia é de Mário Fontenelle.
A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.
A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.
A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.
Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.
"

Sans titre

NOV.C.1 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-10
  • Pièce
  • 1956 - 1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque estão os integrantes do Conselho de Administração da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap, no escritório do Rio de Janeiro. No centro da imagem, encontra-se o presidente da NOVACAP, Israel Pinheiro (1896 – 1973), ao seu lado esquerdo está Aristóteles Bayard Lucas de Lima (1906 – 1995), e outro homem que não foi identificado. Do lado direito de Israel Pinheiro, está Alexandre Barbosa Lima Sobrinho (1897 – 2000) e General Ernesto Dorneles (1897 – 1964). Ao fundo, nota-se um grande quadro contendo o mapa do Brasil, com diversas linhas convergindo para a região do Distrito Federal. A fotografia é de Mário Fontenelle.
A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.
A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.
A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.
Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.
"

Sans titre

NOV.C.1 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-1
  • Pièce
  • 1956 - 1958
  • Fait partie de Sans titre

"Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaque estão os integrantes do Conselho de Administração da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap, no escritório do Rio de Janeiro. No centro da imagem, encontra-se o presidente da Novacap, Israel Pinheiro (1896 – 1973), ao seu lado direito, de óculos e vestindo terno branco, está Aristóteles Bayard Lucas de Lima (1906 – 1995), enquanto o homem ao seu lado, vestindo terno na cor marfim, não foi identificado. Do lado esquerdo de Israel Pinheiro, está Alexandre Barbosa Lima Sobrinho (1897 – 2000) e ao seu lado, o General Ernesto Dorneles (1897 – 1964). Todos estão vestidos de maneira formal, terno e gravata. Ao fundo, nota-se um grande quadro emoldurando o mapa do Brasil, com diversas linhas convergindo para a região do Distrito Federal. A fotografia é de Mário Fontenelle.
A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.
A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.
A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.
Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.
"

Sans titre

Novacap

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01
  • Dossiê
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Sans titre

Pessoas

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C
  • Sous-série
  • 1956 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Sans titre

NOV.B.22 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-2
  • Pièce
  • 1957 - 1960
  • Fait partie de Sans titre

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e áreas periféricas. Data provável: a partir de 1957. No centro, observa-se as edificações ministeriais da Esplanada, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental, é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz, local que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. Na parte superior, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Observa-se edificações das quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 se concentrava um conjunto de casas populares. Boa parte das casas foi construída pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), que serviriam de residência para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama na parte superior e o Bananal na área inferior. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA. Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (1) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

Sans titre

NOV.B.22 (1)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-22-1
  • Pièce
  • 1958
  • Fait partie de Sans titre

Mosaico aerofotogramétrico da construção do Plano Piloto e arredores. Data provável: a partir de 1957. Do lado esquerdo, observa-se a delimitação da Asa Sul, constando as quadras 100, 200, 300, 500 e 700. Verifica-se edificações localizadas nas quadras 105, 106, 107, 108, 206, 207, 208, 305, 306, 307, 506, 507, sendo que nas quadras 708 a 713 concentravam-se conjuntos de casas populares. Boa parte das casas foram construídas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP), com o propósito de servirem de residências para os servidores públicos advindos do Rio de Janeiro. Ainda, ao lado esquerdo, canto superior, avista-se a Candangolandia, local do escritório e acampamento da NOVACAP e, ao centro, está o Aeroporto Internacional de Brasília (atual aeroporto internacional Presidente Juscelino Kubitschek) em sua fase inicial com o primeiro terminal de passageiros e a primeira pista de operações, obra realizada pela Companhia Metropolitana, coordenada pelo engenheiro Atahualpa Schmitz Prego (1926 - 2020). No centro da fotografia, na parte inferior, é possível observar as edificações ministeriais da Esplanada dos Ministérios, e o Eixo Monumental em direção ao Vértice 8, em formato de círculo. No extremo do Eixo Monumental é possível identificar a pista de aviação Vera Cruz (continha 2.700 metros) (SILVA, 2006, p. 105) que posteriormente seria a Rodoferroviária de Brasília (projeto de Oscar Niemeyer, 1973-1981) e que atualmente abriga o Shopping Popular e órgãos do governo local. As linhas indicam vias para tráfego de veículos. É possível identificar cursos d'água na imagem, como os córregos Riacho Fundo e Gama no lado esquerdo e o Bananal no lado direito. Autor: GEOFOTO Fotografias Aéreas LTDA (Revista Brasília, jun. 1958, p. 3). Imagem mais ampla da mesma aerofotogrametria pode ser encontrada no B.22 (2) e outras imagens aérea no grupo/maço B.18.

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