Núcleo Bandeirante

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NOV.B.12 (8)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-8
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Vista aérea do Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano a avenida composta de moradias para os profissionais de saúde engenheiros e funcionários que trabalhavam no hospital e escritórios do IAPI. A avenida conduz ao espaço do hospital, que é um grande galpão ladeado por dois galpões menores. Nota-se as variedades das pinturas nas fachadas das casas na avenida, nas cores roxa e bege, por sua vez o hospital está pintado na cor marrom. Conforme o croqui publicado na revista Brasília (Novacap, n. 2, p. 12) O hospital possui a área total de 1.265,30 m2, distribuídos da seguinte maneira: no bloco central estava a Administração (308,30 m2), a Hospitalização (438,00 m2) e o Centro Cirúrgico (150,50 m2); no bloco do lado direito o Ambulatório (185,60 m2); e no bloco do lado esquerdo os Serviços Gerais (182.90 m2). Antecede ao hospital um canteiro com desenho paisagístico. Os engenheiros responsáveis pela direção da obra: Vicente Pais Barreto e Marcelo Colares Moacir. Em torno do complexo do hospital vemos a vegetação do Cerrado, ainda não desmatado no local que será ocupado pelo Núcleo Bandeirante. Essa fotografia está relacionada com o item n. 6, provavelmente, em termos cronológicos, a fase inicial de instalação do hospital, que com o passar do tempo ampliou sua estrutura que consta na imagem n. 7. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.
BRASÍLIA:
Revista da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Brasília: Novacap,1957-. Mensal. n. 2.
Revista da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Brasília: Novacap,1957-. Mensal. n. 7.

Untitled

NOV.B.12 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-7
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. A imagem tem por tema central a fachada do hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). A fachada parece contornar um pátio cujo piso é de terra. Algumas pessoas e automóveis estacionados. O prédio construído em madeira, está pintada na cor azul com janelas e portas na cor branca. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.
BRASÍLIA: Revista da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Brasília: Novacap,1957-. Mensal. n. 7.

Untitled

NOV.B.12 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-6
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano a avenida composta de moradias para os profissionais de saúde que trabalhavam no hospital e escritórios do IAPI, conforme mostrado na imagem. Ao fundo a fachada do hospital. Chama atenção a utilização de cores nos imóveis que eram feitos de madeira. Algumas pessoas transitam na avenida. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.
BRASÍLIA: Revista da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Brasília: Novacap,1957-. Mensal. n. 7.

Untitled

NOV.B.12 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-44
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano a placa comemorativa da inauguração do hospital, colocada no canteiro que antecede a fachada do hospital. Escrito na fachada do prédio: Instituto dos Industriários Assistência Médica. Pessoas estão na porta do Ambulatório (bloco da direita). A madeira é o elemento utilizado para a construção do hospital. Conforme o croqui publicado na revista Brasília (Novacap, n. 2, p. 12) O hospital possui a área total de 1.265,30 m2, distribuídos da seguinte maneira: no bloco central estava a Administração (308,30 m2), a Hospitalização (438,00 m2) e o Centro Cirúrgico (150,50 m2); no bloco do lado direito o Ambulatório (185,60 m2); e no bloco do lado esquerdo os Serviços Gerais (182.90 m2). Os engenheiros responsáveis pela direção da obra: Vicente Pais Barreto e Marcelo Colares Moacir. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante.

Untitled

NOV.B.12 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-38
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco em formato paisagem. Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano a avenida composta de moradias para os profissionais de saúde que trabalhavam no hospital e escritórios do IAPI, conforme mostrado na imagem. Ao fundo a fachada do hospital. Algumas pessoas estão próximas à agência do IA.P.I.. Um automóvel, modelo Jeep, está estacionado na avenida. Os escritórios, as residências e o hospital possuem a madeira como elemento construtivo. Imagem semelhante ao item n. 6. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.

Untitled

NOV.B.12 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-37
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Em primeiro plano, escritórios do I.A.P.I., que iniciam a avenida composta por moradias para os profissionais de saúde que trabalhava no hospital. A avenida conduzia ao prédio do hospital. Os escritórios, as residências e o hospital possuem a madeira como elemento construtivo. A imagem possui semelhança com a fotografia item n. 6. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.

Untitled

NOV.B.12 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-36
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. A imagem tem por tema central a fachada do hospital do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Prédio construído em madeira. A fachada parece contornar um pátio cujo piso é de terra. Algumas pessoas e automóveis estacionados. Imagem semelhante ao item n. 7. Atualmente, o local é o Museu Vivo da Memória Candanga, localiza-se no Núcleo Bandeirante. Destinado a atender aos trabalhadores envolvidos na construção de Brasília. O hospital foi inaugurado no dia 21 de junho de 1957 pelo presidente de Portugal general Craveiro Lopes. No entanto, foi reinaugurado quase um mês depois, no dia 6 de julho, com o nome de Hospital Juscelino Kubitschek, conforme publicado na revista Brasília (Novacap, n. 7, p. 16). Presentes ao evento estavam dirigentes da Novacap, médicos que participaram da intitulada “Primeira Reunião Científica de Brasília” e vereadores cariocas. De acordo com o artigo da revista citada, o hospital de madeira foi construído em apenas cinco meses de trabalho e aparelhado com modernos equipamentos. Com capacidade de atendimento para cinquenta leitos, possui duas salas de operações, dois apartamentos, aparelhos de raios-X, laboratório para exames, ambulatório, sala de ortopedia, maternidade, berçário, farmácia, gabinete dentário entre outras estruturas necessárias ao atendimento.

Untitled

NOV.B.12 (34)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-34
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem. Centro de Reabilitação Sarah Kubitschek. Com o objetivo de dotar Brasília de moderno centro de reabilitação, a Fundação das Pioneiras Sociais implanta, na nova capital, um centro de reabilitação, inaugurado, em 21 de abril de 1960, pelo Presidente Juscelino Kubitschek. Projeto do arquiteto Glauco Campello. O edifício, atualmente conhecido como Sarinha, faz parte da unidade Sarah Centro, na Asa Sul. Conforme contado pelo arquiteto ao programa de História Oral do Arquivo Público do Distrito Federal, “E pouco mais adiante em 1959, 60, Oscar, diante daquele volume de trabalho, distribuiu alguns projetos com os arquitetos que participavam da equipe. E então foi a primeira ocasião que eu tive a oportunidade de realizar um projeto individual no âmbito daquela equipe. Foi o Centro de Reabilitação Sarah Kubitschek, o primeiro bloco do Centro de Recuperação, foi projetado em 59 pra 60, então quando eu estava, me formando.” (Campello, 1989, p. 6).
CAMPELLO, Glauco de Oliveira. Depoimento - Programa de História Oral. Brasília, Arquivo Público do Distrito Federal, 1989.

Untitled

NOV.B.12 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-3
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. A imagem apresenta o ambulatório da Carteira de Acidentes do Trabalho, iniciativa do Instituto dos Industriários (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários – IAPI). Eram postos de saúde construídos em madeira e voltados para o atendimento dos trabalhadores. Provavelmente a imagem é do ano de 1957. Em primeiro plano um homem cuida do canteiro localizado em frente ao posto. Em frente a fachada principal encontra-se um grupo de pessoas protegidas da incidência do sol pela estrutura que se desenvolve em arco. Ver os itens: 12 e 17. Sobre o sistema de saúde existente no período de construção de Brasília e o planejamento para a cidade, consultar: SILVA, Ernesto. História de Brasília: um sonho, uma esperança, uma realidade. Brasília: Charbel Gráfica e Editora, 2006.

Untitled

NOV.B.12 (2)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-12-2
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Na imagem, a Unidade Volante (hospital volante) da Fundação Pioneiras Sociais. Sob o toldo, sentados, três homens, sendo um com o uniforme da Guarda Especial de Brasília – GEB. A Unidade Volante está estacionada próximo a igreja de São João Bosco, da qual vislumbra-se a torre sineira, localizada no Núcleo Bandeirante ou Cidade Livre, no ano de 1957. O item 16 é a mesma exposição da fotografia, em preto e branco. Fundação das Pioneiras Sociais, criada em 1956 pelo presidente Juscelino Kubitscheck. Voltada à assistência médica e educacional, a Fundação inovou no combate ao câncer implantando hospitais volantes. Quando Juscelino Kubitschek foi eleito governador de Minas Gerais (1951-1955), Sarah Kubitschek começou a mobilizar as senhoras da alta sociedade mineira a fim de arrecadar doações para os necessitados. As voluntárias se reuniam na garagem do Palácio da Liberdade e se dedicavam à ajuda de crianças, mães e mulheres grávidas. Este grupo ganharia o nome de Pioneiras Sociais, cujos Núcleos se espalharam pelo estado, com dezenas de voluntárias trabalhando no preparo e distribuição de merenda escolar, roupas, alimentos, cadeiras de rodas e aparelhos para deficientes físicos.
Esta obra social ganhou novo impulso quando JK foi eleito presidente da República (1956-1961). Em 22 de março de 1956, Sarah Kubitscheck criou formalmente a Fundação das Pioneiras Sociais, que desenvolveu atuação em dez estados brasileiros. Suas ações principais estavam voltadas para as assistências médica e educacional da população pobre. Entre suas principais realizações, se podem citar a criação de hospitais volantes, escolas, centro de pesquisas, ambulatórios, lactários, centros de recuperação motora, recreação infantil e cursos de artes domésticas. Fonte: Fundação das Pioneiras Sociais - Observatório História e Saúde (fiocruz.br). Disponível em ohs.coc.fiocruz.br. Acesso em 30 jan. 2024.

Untitled

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